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5.1 - Descrição dos principais riscos de mercado
29
5. Risco de mercado
4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes
19
4.4 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos cujas partes contrárias sejam administradores,
ex-administradores, controladores, ex-controladores ou investidores
24
4.1 - Descrição dos fatores de risco
13
4.2 - Comentários sobre expectativas de alterações na exposição aos fatores de risco
18
4.7 - Outras contingências relevantes
27
4.8 - Regras do país de origem e do país em que os valores mobiliários estão custodiados
28
4.5 - Processos sigilosos relevantes
25
4.6 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais repetitivos ou conexos, não sigilosos e relevantes em
conjunto
26
4. Fatores de risco
3.9 - Outras informações relevantes
12
3.8 - Obrigações de acordo com a natureza e prazo de vencimento
11
3.3 - Eventos subsequentes às últimas demonstrações financeiras
6
3.4 - Política de destinação dos resultados
7
3.1 - Informações Financeiras
4
3.2 - Medições não contábeis
5
3.7 - Nível de endividamento
10
3.6 - Declaração de dividendos à conta de lucros retidos ou reservas
9
3.5 - Distribuição de dividendos e retenção de lucro líquido
8
3. Informações financ. selecionadas
2.1/2.2 - Identificação e remuneração dos Auditores
2
2.3 - Outras informações relevantes
3
2. Auditores independentes
1.1 - Declaração e Identificação dos responsáveis
1
1. Responsáveis pelo formulário
Índice
Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
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9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes - outros
71
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.a - Ativos imobilizados
72
9. Ativos relevantes
8.2 - Organograma do Grupo Econômico
68
8.1 - Descrição do Grupo Econômico
67
8.4 - Outras informações relevantes
70
8.3 - Operações de reestruturação
69
8. Grupo econômico
7.7 - Efeitos da regulação estrangeira nas atividades
62
7.6 - Receitas relevantes provenientes do exterior
61
7.9 - Outras informações relevantes
64
7.8 - Relações de longo prazo relevantes
63
7.5 - Efeitos relevantes da regulação estatal nas atividades
56
7.2 - Informações sobre segmentos operacionais
43
7.1 - Descrição das atividades do emissor e suas controladas
42
7.4 - Clientes responsáveis por mais de 10% da receita líquida total
55
7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais
45
7. Atividades do emissor
6.3 - Breve histórico
37
6.1 / 6.2 / 6.4 - Constituição do emissor, prazo de duração e data de registro na CVM
36
6.5 - Principais eventos societários ocorridos no emissor, controladas ou coligadas
39
6.7 - Outras informações relevantes
41
6.6 - Informações de pedido de falência fundado em valor relevante ou de recuperação judicial ou extrajudicial
40
6. Histórico do emissor
5.3 - Alterações significativas nos principais riscos de mercado
34
5.2 - Descrição da política de gerenciamento de riscos de mercado
33
5.4 - Outras informações relevantes
35
Índice
Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
Versão : 7
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12.4 - Regras, políticas e práticas relativas ao Conselho de Administração
145
12.5 - Descrição da cláusula compromissória para resolução de conflitos por meio de arbitragem
147
12.3 - Datas e jornais de publicação das informações exigidas pela Lei nº6.404/76
144
12.1 - Descrição da estrutura administrativa
138
12.2 - Regras, políticas e práticas relativas às assembleias gerais
142
12.6 / 8 - Composição e experiência profissional da administração e do conselho fiscal
148
12.7 - Composição dos comitês estatutários e dos comitês de auditoria, financeiro e de remuneração
157
12.9 - Existência de relação conjugal, união estável ou parentesco até o 2º grau relacionadas a administradores
do emissor, controladas e controladores
158
12. Assembléia e administração
11.1 - Projeções divulgadas e premissas
136
11.2 - Acompanhamento e alterações das projeções divulgadas
137
11. Projeções
10.4 - Mudanças significativas nas práticas contábeis - Ressalvas e ênfases no parecer do auditor
125
10.5 - Políticas contábeis críticas
126
10.3 - Eventos com efeitos relevantes, ocorridos e esperados, nas demonstrações financeiras
124
10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
102
10.2 - Resultado operacional e financeiro
117
10.6 - Controles internos relativos à elaboração das demonstrações financeiras - Grau de eficiência e deficiência
e recomendações presentes no relatório do auditor
128
10.9 - Comentários sobre itens não evidenciados nas demonstrações financeiras
131
10.10 - Plano de negócios
132
10.11 - Outros fatores com influência relevante
135
10.7 - Destinação de recursos de ofertas públicas de distribuição e eventuais desvios
129
10.8 - Itens relevantes não evidenciados nas demonstrações financeiras
130
10. Comentários dos diretores
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e
contratos de transferência de tecnologia
74
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.c - Participações em sociedades
97
9.2 - Outras informações relevantes
101
Índice
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14.2 - Alterações relevantes - Recursos humanos
204
14.1 - Descrição dos recursos humanos
202
14.3 - Descrição da política de remuneração dos empregados
205
14. Recursos humanos
13.13 - Percentual na remuneração total detido por administradores e membros do conselho fiscal que sejam
partes relacionadas aos controladores
198
13.12 - Mecanismos de remuneração ou indenização para os administradores em caso de destituição do cargo ou
de aposentadoria
197
13.14 - Remuneração de administradores e membros do conselho fiscal, agrupados por órgão, recebida por
qualquer razão que não a função que ocupam
199
13.16 - Outras informações relevantes
201
13.15 - Remuneração de administradores e membros do conselho fiscal reconhecida no resultado de
controladores, diretos ou indiretos, de sociedades sob controle comum e de controladas do emissor
200
13.4 - Plano de remuneração baseado em ações do conselho de administração e diretoria estatutária
189
13.5 - Participações em ações, cotas e outros valores mobiliários conversíveis, detidas por administradores e
conselheiros fiscais - por órgão
190
13.3 - Remuneração variável do conselho de administração, diretoria estatutária e conselho fiscal
188
13.1 - Descrição da política ou prática de remuneração, inclusive da diretoria não estatutária
184
13.2 - Remuneração total do conselho de administração, diretoria estatutária e conselho fiscal
186
13.6 - Remuneração baseada em ações do conselho de administração e da diretoria estatutária
191
13.9 - Informações necessárias para a compreensão dos dados divulgados nos itens 13.6 a 13.8 - Método de
precificação do valor das ações e das opções
194
13.10 - Informações sobre planos de previdência conferidos aos membros do conselho de administração e aos
diretores estatutários
195
13.11 - Remuneração individual máxima, mínima e média do conselho de administração, da diretoria estatutária e
do conselho fiscal
196
13.7 - Informações sobre as opções em aberto detidas pelo conselho de administração e pela diretoria estatutária
192
13.8 - Opções exercidas e ações entregues relativas à remuneração baseada em ações do conselho de
administração e da diretoria estatutária
193
13. Remuneração dos administradores
12.11 - Acordos, inclusive apólices de seguros, para pagamento ou reembolso de despesas suportadas pelos
administradores
182
12.10 - Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas,
controladores e outros
163
12.12 - Outras informações relevantes
183
Índice
Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
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18.3 - Descrição de exceções e cláusulas suspensivas relativas a direitos patrimoniais ou políticos previstos no
estatuto
259
18.4 - Volume de negociações e maiores e menores cotações dos valores mobiliários negociados
260
18.5 - Descrição dos outros valores mobiliários emitidos
262
18.1 - Direitos das ações
256
18.2 - Descrição de eventuais regras estatutárias que limitem o direito de voto de acionistas significativos ou que
os obriguem a realizar oferta pública
258
18.6 - Mercados brasileiros em que valores mobiliários são admitidos à negociação
263
18. Valores mobiliários
17.3 - Informações sobre desdobramentos, grupamentos e bonificações de ações
253
17.4 - Informações sobre reduções do capital social
254
17.5 - Outras informações relevantes
255
17.1 - Informações sobre o capital social
251
17.2 - Aumentos do capital social
252
17. Capital social
16.1 - Descrição das regras, políticas e práticas do emissor quanto à realização de transações com partes
relacionadas
248
16.2 - Informações sobre as transações com partes relacionadas
249
16.3 - Identificação das medidas tomadas para tratar de conflitos de interesses e demonstração do caráter
estritamente comutativo das condições pactuadas ou do pagamento compensatório adequado
250
16. Transações partes relacionadas
15.3 - Distribuição de capital
243
15.4 - Organograma dos acionistas
244
15.1 / 15.2 - Posição acionária
207
15.7 - Outras informações relevantes
247
15.6 - Alterações relevantes nas participações dos membros do grupo de controle e administradores do emissor
246
15.5 - Acordo de acionistas arquivado na sede do emissor ou do qual o controlador seja parte
245
15. Controle
14.4 - Descrição das relações entre o emissor e sindicatos
206
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Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
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22.2 - Alterações significativas na forma de condução dos negócios do emissor
279
22.1 - Aquisição ou alienação de qualquer ativo relevante que não se enquadre como operação normal nos
negócios do emissor
278
22.4 - Outras informações relevantes
281
22.3 - Contratos relevantes celebrados pelo emissor e suas controladas não diretamente relacionados com suas
atividades operacionais
280
22. Negócios extraordinários
21.2 - Descrição da política de divulgação de ato ou fato relevante e dos procedimentos relativos à manutenção
de sigilo sobre informações relevantes não divulgadas
275
21.1 - Descrição das normas, regimentos ou procedimentos internos relativos à divulgação de informações
274
21.4 - Outras informações relevantes
277
21.3 - Administradores responsáveis pela implementação, manutenção, avaliação e fiscalização da política de
divulgação de informações
276
21. Política de divulgação
20.2 - Outras informações relevantes
273
20.1 - Informações sobre a política de negociação de valores mobiliários
272
20. Política de negociação
19.2 - Movimentação dos valores mobiliários mantidos em tesouraria
269
19.1 - Informações sobre planos de recompra de ações do emissor
268
19.4 - Outras informações relevantes
271
19.3 - Informações sobre valores mobiliários mantidos em tesouraria na data de encerramento do último exercício
social
270
19. Planos de recompra/tesouraria
18.8 - Ofertas públicas de distribuição efetuadas pelo emissor ou por terceiros, incluindo controladores e
sociedades coligadas e controladas, relativas a valores mobiliários do emissor
265
18.7 - Informação sobre classe e espécie de valor mobiliário admitida à negociação em mercados estrangeiros
264
18.10 - Outras informações relevantes
267
18.9 - Descrição das ofertas públicas de aquisição feitas pelo emissor relativas a ações de emissão de terceiros
266
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Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
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Cargo do responsável
Diretor Presidente
Cargo do responsável
Diretor de Relações com Investidores
Nome do responsável pelo conteúdo do
formulário
Antonio Sergio Alfano
Nome do responsável pelo conteúdo do
formulário
Reinoldo Poernbacher
Os diretores acima qualificados, declaram que:
a. reviram o formulário de referência
b. todas as informações contidas no formulário atendem ao disposto na Instrução CVM nº 480, em especial aos arts. 14 a
19
c. o conjunto de informações nele contido é um retrato verdadeiro, preciso e completo da situação econômico-financeira do
emissor e dos riscos inerentes às suas atividades e dos valores mobiliários por ele emitidos
1.1 - Declaração e Identificação dos responsáveis
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Gilberto Grandolpho
25/05/2007
007.585.878-99
Rua Alexandre Dumas, 1.981, n/a, Chc. Santo Antônio, São Paulo, SP, Brasil, CEP 04717-906,
Telefone (11) 51861000, Fax (11) 51861280, e-mail: ggrandolpho@deloitte.com
Montante total da remuneração dos auditores
independentes segregado por serviço
No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2009, os auditores independentes receberam honorários que totalizaram
o valor de R$702 mil, referentes aos serviços de auditoria das Demonstrações Financeiras da Companhia.
Descrição do serviço contratado
(i) Auditoria das demonstrações financeiras de 31/12/2009 e revisão das informações trimestrais de 31/03, 30/06 e 30/09/2009
da Klabin S/A; (ii)Auditoria das demonstrações financeiras de 31/12/2009 e revisão das informações trimestrais de 31/03,
30/06 e 30/09/2009 das Sociedades em Conta de Participação (controladas da Klabin S/A).
(i) Auditoria das demonstrações financeiras de 31/12/2008 e revisão das informações trimestrais de 31/03, 30/06 e 30/09/2008
da Klabin S/A; e (ii) Auditoria das demonstrações financeiras de 31/12/2008 e revisão das informações trimestrais de 31/03,
30/06 e 30/09/2008 das Sociedades em Conta de Participação (controladas da Klabin S/A).
(i) Auditoria das demonstrações financeiras de 31/12/2007 e revisão das informações trimestrais de 31/03, 30/06 e 30/09/2007
da Klabin S/A; e (ii) Auditoria das demonstrações financeiras de 31/12/2007 e revisão das informações trimestrais de 31/03,
30/06 e 30/09/2007 das Sociedades em Conta de Participação (controladas da Klabin S/A).
Justificativa da substituição
Não houve substituição dos auditores independentes nos exercícios em referência neste formulário.
Nome responsável técnico
Período de prestação de
serviço
CPF
Endereço
Razão apresentada pelo auditor em caso da discordância
da justificativa do emissor
Não houve substituição dos auditores independentes nos exercícios de referência deste formulário.
Tipo auditor
Nacional
Código CVM
385-9
Possui auditor?
SIM
Período de prestação de serviço
25/05/2007
CPF/CNPJ
61.194.353/0001-64
Nome/Razão social
Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes
2.1/2.2 - Identificação e remuneração dos Auditores
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2.3 - Outras informações relevantes
2.3.
Outras informações relevantes:

Não existem outras informações relevantes sobre esse item "2".
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Resultado Líquido por Ação
0,369580
-0,387050
0,668700
Valor Patrimonial de Ação (Reais
Unidade)
2,650000
2,490000
3,010000
Número de Ações, Ex-Tesouraria
(Unidades)
900.775.396
900.775.396
902.683.296
Resultado Líquido
332.907.000,00
-348.646.000,00
603.623.000,00
Resultado Bruto
775.152.000,00
809.913.000,00
926.320.000,00
Rec. Liq./Rec. Intermed.
Fin./Prem. Seg. Ganhos
2.960.179.000,00
3.096.580.000,00
2.796.442.000,00
Ativo Total
7.997.732.000,00
8.242.200.000,00
7.778.382.000,00
Patrimônio Líquido
2.387.018.000,00
2.247.015.000,00
2.713.591.000,00
3.1 - Informações Financeiras - Consolidado
(Reais)
Exercício social (31/12/2009)
Exercício social (31/12/2008)
Exercício social (31/12/2007)
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3.2 - Medições não contábeis
3.2. Medições não contábeis:

a) medições não contábeis
A Companhia utiliza como medida não contábil o EBITDA / LAJIDA (earnings before interest, taxes,
depreciation and amortization
, ou lucro antes de juros e despesas financeiras líquidas, impostos,
depreciação e amortização), com o fim de apresentar uma medida do seu desempenho econômico
operacional, calculada observando as disposições do Ofício Circular CVM nº 01/2007 e que consiste no
resultado operacional deduzido de resultado financeiro líquido, equivalência patrimonial e depreciação,
exaustão e amortização. O EBITDA não é reconhecido pelas Práticas Contábeis adotadas no Brasil e não
representa o fluxo de caixa para os períodos apresentados, não devendo ser considerado como base para
distribuição de dividendos, alternativa para o lucro líquido, ou ainda, como indicador de liquidez.

b) conciliações entre os valores divulgados e os valores das demonstrações financeiras auditadas
Exercício social encerrado em
Composição do LAJIDA (EBITDA) (em R$ mil)
31.12.2007
31.12.2008
31.12.2009
Resultado operacional
824.839
(580.347)
753.168
(+/-) Equivalência patrimonial
200
238
(+/-) Financeiras líquidas
(350.902)
905.208
(444.199)
(+) Depreciação, exaustão e amortização
243.912
403.699
438.165
LAJIDA/EBITDA
718.049
728.798
747.134

c) explicar o motivo pelo qual entende que tal medição é mais apropriada para a correta
compreensão da sua condição financeira e do resultado de suas operações

A administração da Companhia utiliza o EBITDA como medida de desempenho da Companhia e entende
que a sua apresentação é mais apropriada para a correta compreensão da condição financeira da
Companhia, pois se trata de uma medida prática para aferir o desempenho operacional e permitir uma
comparação com outras companhias do mesmo segmento, ainda que estas possam calculá-lo de maneira
distinta.

O EBITDA demonstra o desempenho da Companhia sem a influência de fatores ligados, dentre outros, (i)
a sua estrutura de capital, como despesas com juros de seu endividamento e flutuações de taxas de câmbio
no resultado financeiro; (ii) a sua estrutura tributária, como seu imposto de renda e contribuição social e
(iii) a sua despesa com depreciação, exaustão e amortização sobre seu elevado saldo ativo de imobilizado.
Estas características, no entendimento da Companhia, tornam o EBITDA uma medida mais prática e
apropriada de seu desempenho, apurando o resultado advindo exclusivamente do desenvolvimento de
suas atividades.
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3.3 - Eventos subsequentes às últimas demonstrações financeiras
3.3.
Eventos subseqüentes às últimas demonstrações financeiras de encerramento de exercício
social que as altere substancialmente:

Não ocorreram eventos subseqüentes às últimas informações contábeis que as altere substancialmente.
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3.4 - Política de destinação dos resultados
3.4.
Política de destinação dos resultados dos 3 últimos exercícios sociais:

a) regras sobre retenção de lucros

De acordo com a Lei n° 6.404/76, alterada pela Lei n° 11.638/07, os acionistas reunidos em Assembléia
Geral Ordinária poderão deliberar reter parcela do lucro líquido do exercício alocada para o pagamento de
despesas previstas em orçamento de capital que tenha sido previamente aprovado. O estatuto social de
Companhia determina quanto à destinação do resultado apurado no exercício da seguinte forma:

- 5% (cinco por cento) para constituição de reserva legal até esta atingir 20% (vinte por cento) do capital
social;

- constituição de outras reservas previstas em lei;

- formação de Reserva para Investimentos e Capital de Giro, constituída por parcela variável de 5% a
75% do lucro líquido ajustado na forma da lei, observado o limite previsto no artigo 199 da Lei nº
6.404/76, com a finalidade de assegurar recursos para investimentos em bens do ativo permanente,
acréscimos de capital de giro, inclusive através de amortizações de dívidas, independentemente das
retenções de lucros vinculadas a orçamentos de capital, podendo seu saldo ser utilizado na absorção de
prejuízos, sempre que necessário, na distribuição de dividendos, a qualquer momento, em operações de
resgate, reembolso ou compra de ações, quando autorizadas no estatuto, ou para incorporação ao capital
social.

- a assembléia geral da Companhia decidirá sobre o destino a ser dado ao eventual saldo do lucro líquido
apurado no exercício.

b) regras sobre distribuição de dividendos

Atribuição aos acionistas, em cada exercício, de um dividendo não inferior a 25% (vinte e cinco por
cento) calculado sobre o lucro líquido ajustado na forma da lei, observada a prioridade prevista para as
ações preferenciais. As ações preferenciais terão prioridade no recebimento de dividendos em igualdade
de condições com as ações ordinárias, acrescidos de 10% (dez por cento) sobre o valor pago a estas
últimas.

Todos os titulares de ações, na data em que o dividendo for declarado, farão jus ao seu recebimento. Nos
termos da Lei das Sociedades por Ações, o dividendo anual deve ser pago no prazo de 60 dias a contar de
sua declaração, a menos que a deliberação de acionistas estabeleça outra data de pagamento. Em qualquer
hipótese, o pagamento de dividendos deverá ocorrer antes do encerramento do exercício social em que
tenham sido declarados. Os acionistas têm um prazo de três anos, contados da data de pagamento de
dividendos, para reclamar dividendos ou pagamentos de juros sobre o capital próprio referentes às suas
ações, após o qual o valor dos dividendos não reclamados será revertido em favor da Companhia.

c) periodicidade das distribuições de dividendos

A periodicidade da distribuição de dividendos é anual, podendo haver a distribuição de dividendos
intermediários em períodos menores.

d) restrições à distribuição de dividendos impostas por legislação ou regulamentação especial
aplicável à Companhia, assim como contratos, decisões judiciais, administrativas ou arbitrais

Não há restrições à distribuição de dividendos impostas por legislação ou regulamentação especial
aplicável à Companhia, assim como contratos, decisões judiciais, administrativas ou arbitrais.

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0,00
Preferencial
115.982.000,00
05/09/2007
Ordinária
39.553.000,00
02/04/2008
Preferencial
29.081.000,00
16/11/2009
Preferencial
31.347.000,00
31/08/2009
Preferencial
38.173.000,00
30/04/2010
Preferencial
21.968.000,00
26/05/2009
80.449.000,00
02/04/2008
Ordinária
18.829.000,00
30/04/2010
Ordinária
14.342.000,00
16/11/2009
Ordinária
10.836.000,00
26/05/2009
Ordinária
15.461.000,00
31/08/2009
57.019.000,00
05/09/2007
Dividendo Obrigatório
Dividendo distribuído em relação ao lucro líquido ajustado
51,500000
0,000000
49,600000
Taxa de retorno em relação ao patrimônio líquido do emissor
13,900000
0,000000
22,200000
Lucro líquido ajustado
316.262.000,00
-348.646.000,00
590.358.000,00
3.5 - Distribuição de dividendos e retenção de lucro líquido
(Reais)
Exercício social 31/12/2009
Exercício social 31/12/2008
Exercício social 31/12/2007
Lucro líquido retido
Montante
Pagamento dividendo
Montante
Pagamento dividendo
Montante
Pagamento dividendo
Data da aprovação da retenção
Dividendo distribuído total
180.037.000,00
0,00
293.003.000,00
Lucro líquido retido
0,00
0,00
0,00
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3.6 - Declaração de dividendos à conta de lucros retidos ou reservas
3.6.
Dividendos declarados a conta de lucros retidos ou reservas constituídas nos 3 últimos
exercícios sociais:

Nos 3 últimos exercícios sociais, somente houve distribuição de dividendos declarados a conta de reserva
de lucros no ano de 2008.
2008
Em R$ mil
.Dividendos distribuídos a conta de "Reserva de lucros";
. "Reserva para manutenção e capital de giro".
.R$ 0,12171 por ações ordinárias
38.561
.R$ 0,13388 por ações preferenciais
78.434
Total dos dividendos pagos em 01/10/08
116.995

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31/12/2009
5.554.049.000,00
Índice de Endividamento
2,30000000
5.554.049.000,00
Outros índices
3,40000000
Nível de alavancagem - A Companhia entende que este
índice é usual de mercado e é adotado como forma de
identificar seu nível de alavancagem.
3.7 - Nível de endividamento
Exercício Social
Montante total da dívida,
de qualquer natureza
Tipo de índice
Índice de
endividamento
Descrição e motivo da utilização de outro índice
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Quirografárias
383.195.000,00
800.355.000,00
1.004.465.000,00
564.727.000,00
2.752.742.000,00
Garantia Real
311.602.000,00
614.831.000,00
546.542.000,00
394.718.000,00
1.867.693.000,00
Garantia Flutuante
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
Total
694.797.000,00
1.415.186.000,00
1.551.007.000,00
959.445.000,00
4.620.435.000,00
Observação
3.8 - Obrigações de acordo com a natureza e prazo de vencimento
Exercício social (31/12/2009)
Tipo de dívida
Inferior a um ano
Um a três anos
Três a cinco anos
Superior a cinco anos
Total
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3.9 - Outras informações relevantes
3.9. Outras informações relevantes:
Não existem outras informações relevantes sobre esse item "3".
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4.1 - Descrição dos fatores de risco
4.1.
Fatores de risco que podem influenciar a decisão de investimento em valores mobiliários de
emissão da Companhia:

a) com relação à Companhia

A Companhia pode não conseguir executar integralmente sua estratégia de negócios e manter a
estabilidade dos resultados operacionais e das taxas de crescimento.

A capacidade da Companhia de implementar uma estratégia de negócio e manter a estabilidade dos
resultados operacionais e da taxa de crescimento depende de uma série de fatores, incluindo a habilidade
de:
·
manter clientes atuais e atrair novos clientes;
·
estabelecer e manter parcerias;
·
contratar e reter mão de obra capacitada; e
·
aumentar a capacidade de atuação em mercados existentes e expandir para novos mercados.
A perda, pela Companhia, mesmo que temporária, de quaisquer dessas habilidades, seja originada por
dificuldades competitivas ou fatores de custos, e a eventual incapacidade para equacionar riscos,
incertezas e problemas, pode limitar a capacidade da Companhia de executar integralmente a estratégia de
negócio e afetar a capacidade de concorrer efetivamente no mercado, impactando negativamente os
resultados operacionais da Companhia.

A cobertura de seguros da Companhia pode ser insuficiente para ressarcir eventuais perdas, bem como
não abrange danos causados às suas florestas, como incêndios e pragas florestais.

Os seguros da companhia são conduzidos dentro dos melhores padrões empresariais observando as
melhores técnicas e praticas internacionais de proteção do patrimônio tendo como balizador a análise
técnica dos riscos de cada operação.

As unidades industriais da Companhia estão seguradas por apólices contra incêndio e responsabilidade
Civil geral de riscos operacionais. As coberturas dos ativos têm inclusive coberturas para alguns eventos
da natureza como vendavais, alagamentos, descargas atmosféricas e queda de aeronaves. Adicionalmente,
são contratados seguros para o transporte nacional e internacional dos produtos fabricados pela
Companhia e inclusive com responsabilidade civil geral sobre produtos no mercado nacional e no
exterior. Outros fatores de risco como deslizamentos, contaminações e desmoronamentos são
frequentemente avaliados no processo de análise da viabilidade técnica da sua ocorrência com vistas à
contratação ou não de coberturas nesse sentido.

Privilegiada pelas condições especificas da sua localização geográfica e em função da natureza de suas
atividades, da distribuição das florestas em diversas áreas distintas e das medidas preventivas adotadas
contra incêndio e outros riscos da floresta a Companhia concluiu tecnicamente pela não contratação de
seguros contra danos causados às mesmas. Portanto, como comprovado ao longo de dezenas de anos,
operacionalmente, falando da atividade florestal e a adoção de políticas de proteção da mesma, têm se
mostrado altamente eficientes sem que tenha havido qualquer comprometimento às atividades e à
condição financeira da companhia.

A Companhia pode ser afetada adversamente por decisões a ela desfavoráveis em processos judiciais e
administrativas em curso.

A Companhia é parte em diversas ações judiciais e processos administrativos envolvendo questões
fiscais, administrativas, cíveis e trabalhistas, as quais representavam uma contingência total de,
aproximadamente, R$1.363.820 mil no exercício social findo em 31 de dezembro de 2009. Desse total,
aproximadamente R$138.725 mil encontravam-se provisionados. A condição financeira da Companhia
pode ser afetada adversamente em virtude de decisões desfavoráveis nessas ações judiciais e processos
administrativos.


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4.1 - Descrição dos fatores de risco
A atividade da Companhia apresenta riscos operacionais relevantes que se materializados podem
resultar na paralisação parcial de suas atividades e impactar adversamente os seus resultados e
condições financeiras.

A Companhia tem suas operações sujeita aos riscos associados à utilização na produção de químicos,
armazenamento e descarte de resíduos químicos, incluindo explosões, incêndios, desgastes decorrentes do
tempo e da exposição às intempéries e desastres naturais, falhas mecânicas, tempo necessário para
manutenção ou reparos não programados, interrupções no transporte, correções, vazamento de produtos
químicos e outros riscos ambientais. A ocorrência dos eventos mencionados pode resultar em lesões
corporais ou morte, danos graves a bens, destruição de máquinas e equipamentos, bem como danos ao
meio ambiente, com suspensão das operações e imposição de responsabilidade civil, incluindo obrigação
de indenização a terceiros. A cobertura de seguro, mantida pela Companhia não assegura que a ocorrência
de qualquer dos eventos acima não impacte negativamente os negócios, as operações, as condições
financeiras e as perspectivas futuras da Companhia.
b) com relação ao seu controlador, direto ou indireto, ou grupo de controle

Não aplicável dado que não há risco envolvido na relação da Companhia com seus
controladores.

c) com relação aos seus acionistas

A Companhia pode vir a precisar de capital adicional no futuro e a obtenção de capital adicional por
meio da emissão de valores mobiliários poderá resultar na diluição da participação do investidor em
seu capital social.

A Companhia pode vir a necessitar de recursos adicionais no futuro e optar pela sua obtenção através de
operações de emissão pública ou privada de valores mobiliários. Qualquer captação de recursos através da
distribuição pública de ações ou valores mobiliários conversíveis em ações poderia ser realizada com a
exclusão do direito de preferência de seus acionistas, o que poderia afetar o preço de suas ações e resultar
na diluição da participação do investidor em seu capital social.

Os detentores das ações de emissão da Companhia podem não receber dividendos ou receber
dividendos inferiores ao mínimo obrigatório
.

De acordo com o estatuto social da Companhia, seus acionistas devem receber, no mínimo, 25% de seu
lucro líquido anual, calculado e ajustado nos termos da Lei das Sociedades por Ações, sob a forma de
dividendos. Em determinadas circunstâncias, contudo, a Companhia pode não ser capaz de distribuir
dividendos ou distribuí-los em valor inferior ao dividendo obrigatório após aprovação na Assembléia
Geral Ordinária. Dentre elas:
·
caso o lucro líquido seja capitalizado, utilizado para compensar prejuízo ou retido nos termos da
Lei das Sociedades por Ações;
·
caso a situação financeira da Companhia seja incompatível com, a distribuição de dividendos;
e/ou
·
caso o fluxo de caixa e os lucros das controladas, bem como a distribuição desses lucros sob a
forma de dividendos, não ocorra, fazendo com que o dividendo obrigatório ultrapasse a parcela
realizada do lucro líquido do exercício.

Dessa forma, detentores de ações podem não receber dividendos em tais circunstâncias ou receber
dividendos inferiores ao mínimo obrigatório.




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4.1 - Descrição dos fatores de risco
A volatilidade e falta de liquidez do mercado de valores mobiliários brasileiro poderão limitar
substancialmente a capacidade dos investidores de vender os valores mobiliários de emissão da
Companhia, pelo preço e na ocasião que desejarem.

O investimento em valores mobiliários negociados em mercados emergentes, como o Brasil, envolve,
com freqüência, maior risco em comparação com outros mercados, isto porque, o mercado de valores
mobiliários brasileiro é substancialmente menor, menos líquido, mais volátil e mais concentrado que os
principais mercados de valores mobiliários internacionais. Como exemplo, a BM&FBOVESPA S.A. ­
Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros ("BM&FBOVESPA") apresentou capitalização bursátil de
aproximadamente R$2,4 trilhões em 31 de dezembro de 2009 e uma média diária de negociação de R$5,3
bilhões na mesma data. As dez ações mais negociadas em termos de volume contabilizaram,
aproximadamente, 50,4% de todas as ações negociadas na BM&FBOVESPA no ano de 2009. Essa
volatilidade e falta de liquidez limitam substancialmente a capacidade dos detentores dos valores
mobiliários da Companhia de vendê-las ao preço e na ocasião em que desejem, conseqüentemente,
poderão afetar negativamente o preço de mercado dos valores mobiliários emitidos pela Companhia.

d) com relação à suas controladas e coligadas

Não aplicável dado que não há risco envolvido na relação da Companhia com suas controladas e
coligadas.

e) com relação a seus fornecedores

Elevações no preço de insumos podem aumentar o custo de produção e reduzir a rentabilidade da
Companhia

Podem ocorrer aumentos de preço em insumos em valores superiores àqueles apurados pelos índices de
reajustamento dos contratos, causando uma diminuição na rentabilidade da Companhia. Adicionalmente,
a ocorrência de alterações na legislação tributária, com alteração de alíquotas de impostos ou criação de
novos tributos que venham a encarecer os insumos necessários à produção da Companhia, aumentando o
custo final do produto a ser entregue, em valores superiores àqueles que o mercado consumidor possa
absorver, gerando assim dificuldades na comercialização dos produtos, ou a diminuição da lucratividade
da Companhia, impactando negativamente as atividades, resultados operacionais e sua situação
financeira.

f) com relação a seus clientes

A Companhia é a única produtora que atua no segmento de cartão de embalagem para líquidos (liquid
packaging board), as vendas da Companhia se dão para um único cliente da América Latina, que
consome a maior parte da produção desse cartão. Essa relação faz com que a Companhia dependa
desse cliente para manter-se nesse segmento de mercado.

A Companhia é a única produtora de cartão de embalagens para líquidos (liquid packaging board) e
fornece a totalidade no mercado nacional, há mais de 20 anos, para a um único cliente consumidor dessa
linha de produto, sendo o maior cliente da Companhia nesse segmento de mercado e adquire grande parte
dessa produção, bem como é a único grande consumidor deste tipo de embalagem no Brasil. A venda de
cartões de embalagens para líquidos da Companhia, no ano de 2009, representou aproximadamente 20%
do seu faturamento líquido.

Assim, caso este cliente deixe de adquirir a produção de cartões de embalagem de líquidos da Companhia
por qualquer motivo, seus resultados operacionais e sua condição financeira poderão ser negativamente
afetados de forma relevante.

g) com relação aos setores de atuação

O setor de papel é altamente competitivo. A Companhia poderá perder participação significativa de
mercado caso não seja capaz de manter-se competitiva com relação aos principais fabricantes
mundiais.
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4.1 - Descrição dos fatores de risco
A Companhia sofre concorrência em todos os segmentos em que atua. No segmento de papéis para
embalagens, seus principais concorrentes no mercado interno são Rigesa, Orsa e Trombini. No setor de
cartões, excluindo cartões para líquidos, seus concorrentes no mercado interno são Suzano, Papirus,
Ibema e Itapagé. No segmento de caixas de papelão ondulado seus principais concorrentes no mercado
interno são Rigesa, Orsa e Trombini. No segmento de sacos industriais, seus principais concorrentes no
mercado interno são Trombini, Cocelpa, Conpel e Iguaçu.

Muitos dos concorrentes internacionais da Companhia são maiores e têm maior capacidade de produção e
acesso ao mercado financeiro e de capitais a custos menores e prazos maiores do que aqueles disponíveis
à Companhia, o que lhes confere vantagens competitivas. Os principais concorrentes da Companhia no
mercado internacional de papéis e cartões são Mead/Westvaco (América do Norte), Graphic Packaging
International (América do Norte), Korsnas (Europa), Stora Enso (Europa) e CMPC (América Latina). No
mercado de papel Kraftliner, os principais concorrentes internacionais da Companhia são Smurfit Kappa
(Europa), SCA (Europa), Portucel (Europa), Misionero (América Latina), Sappi (África), CHH (Ásia),
Weyerhaeuser (América do Norte) e Smurfit Stone (América do Norte).

Adicionalmente, a Companhia sofre a concorrência no Brasil de diversos fabricantes de menor porte. Não
há garantias de que a Companhia conseguirá se manter competitiva nos mercados em que atua, tanto no
mercado internacional, como no nacional, influenciada por custos e taxas de câmbio. Caso a Companhia
não seja capaz de manter sua posição dentre as líderes destes mercados, sua condição financeira e
resultados operacionais poderão ser adversamente afetados.

Os preços do papel são cíclicos e estão sujeitos a fatores que estão fora do controle da Companhia. A
variação dos preços de papéis de embalagem e cartões para embalagem pode afetar as receitas e os
resultados operacionais.

O desempenho do setor de papel tem natureza cíclica, sendo influenciado principalmente pelos períodos
de expansão e retração da economia mundial. A expansão da economia faz com que a demanda por papel
aumente e os estoques mundiais do produto diminuam, causando o aumento dos preços no mercado
internacional. Por outro lado, a retração da economia gera a diminuição da demanda pelo produto e o
aumento dos estoques mundiais, resultando na redução dos preços praticados no mercado internacional.

Outros fatores também influenciam os preços dos produtos fabricados pela Companhia, tais como a
capacidade de produção mundial, as estratégias adotadas pelos principais produtores mundiais e a
disponibilidade de substitutos para tais produtos.

O surgimento de novas tecnologias, produtos concorrentes e novos hábitos de consumo podem levar à
substituição dos produtos da Companhia por produtos de menor preço ou tecnologia diferenciada.

O surgimento de novas tecnologias pode fazer com que os produtos da Companhia se tornem obsoletos,
acarretando substituição de seus produtos por produtos inovadores, eficientes, de alta qualidade e a preços
competitivos, assim como mudança nos hábitos de consumo de seus clientes. Caso a Companhia deixe de
antecipar as tendências do setor ou não consiga introduzir ou desenvolver produtos e serviços ao menos
no mesmo momento que seus concorrentes, os clientes da Companhia poderão deixar de utilizar seus
produtos substituindo-os por produtos concorrentes, o que poderá afetar adversamente a condição
financeira e os resultados operacionais da Companhia.

h) com relação à regulação do setor de atuação

A Companhia poderá incorrer em custos maiores decorrentes do cumprimento da Legislação
Ambiental.

A Companhia está sujeita a rigorosas leis e regulamentos ambientais na esfera federal, estadual e
municipal. Esse conjunto de regras contém complexas normas de controle ambiental, dentre as quais se
destacam as que tratam do armazenamento e descarga de materiais perigosos e da emissão de poluentes
líquidos, sólidos e gasosos. O descumprimento dessas leis ou regulamentos, ou a ocorrência de acidentes
que afetem o meio-ambiente, pode resultar em sanções de natureza administrativa, civil e/ou criminal
com multas, obrigações de indenizar e/ou desembolsos financeiros por parte da Companhia, os quais
podem afetar adversamente os seus resultados operacionais e sua condição financeira.
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4.1 - Descrição dos fatores de risco
Note-se, ainda, que a legislação ambiental está se tornando mais rigorosa no Brasil e internacionalmente,
sendo possível que os investimentos e despesas necessários à observância da legislação ambiental
aumentem substancialmente no futuro, o que poderá afetar adversamente a condição financeira e os
resultados operacionais da Companhia.

Custos de construção e manutenção maiores do que o esperado podem afetar negativamente a
condição
financeira da Companhia, os seus resultados e os seus resultados operacionais.

A capacidade da Companhia (i) de concluir adequadamente seus projetos de acordo com o cronograma
inicialmente estabelecido; e (ii) de obter a eficiência esperada do maquinário empregado na produção de
seus produtos, está sujeita, dentre outros fatores, a flutuações no custo de mão-de-obra e matéria-prima,
mudanças na economia em geral, condições de crédito e negociais, a inadimplência ou adimplência
insatisfatória dos contratados e subcontratados e interrupções resultantes de problemas de engenharia
imprevisíveis. Esses fatores podem significativamente aumentar os custos da Companhia e, caso não
repasse tais custos a terceiros, os mesmos poderão atrasar a geração de receita da Companhia, afetar o
fluxo de caixa da Companhia e, consequentemente, a sua condição econômico-financeira e seus
resultados operacionais.

i) com relação aos países estrangeiros

Os negócios e o resultado operacional da Companhia podem ser adversamente afetados pelo
desempenho da economia Argentina.

No exercício social findo em 31 de dezembro de 2009, aproximadamente 7% da receita total líquida da
Companhia proveio de suas vendas ao mercado argentino.

A economia argentina ainda não se recuperou completamente de uma longa e acentuada recessão que
levou à suspensão temporária do pagamento da dívida externa do País e a crises políticas, sociais e
institucionais, porém as negociações de ajuda por parte de entidades multilaterais, como o Fundo
Monetário Nacional, têm apresentado resultados satisfatórios e a perspectiva de solução da crise no curto
ou médio prazo é alta, porém um eventual aprofundamento da crise argentina pode ter um impacto
negativo nas vendas diretas e indiretas da Companhia no mercado argentino, afetando adversamente os
seus resultados operacionais e a sua condição financeira.
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4.2 - Comentários sobre expectativas de alterações na exposição aos fatores de risco
4.2.
Expectativas de redução ou aumento na exposição a riscos:

A Companhia monitora constantemente os riscos do seu negócio que possam impactar de forma adversa
suas operações e seus resultados, inclusive mudanças no cenário macroeconômico e setorial que possam
influenciar nossas atividades, analisando índices de preços e de atividade econômica, assim como a oferta
e demanda de dos produtos da Companhia.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes
4.3.
Processos judiciais, administrativos e arbitrais em que a Companhia ou suas controladas
são partes, discriminando entre trabalhistas, tributários, cíveis e outros: i) que não estão sob sigilo,
e ii) são relevantes para os negócios da Companhia ou de suas controladas:

Geral
Em 31 de dezembro de 2009, a Companhia era parte em 1.739 processos administrativos e judiciais de
natureza cível, ambiental, fiscal, previdenciária e trabalhista, no pólo passivo, cujo valor agregado
representava R$1.364 milhões, dos quais R$139 milhões encontravam-se provisionados. A Companhia,
com base na opinião de seus advogados, constituiu provisão para contingências em montante considerado
necessário para cobrir perdas que possam advir do desfecho dos processos em andamento.
O quadro a seguir apresenta a posição consolidada das contingências da Companhia, suas provisões e
depósitos judiciais em 31 de dezembro de 2009:
31 de dezembro de 2009
Natureza
Contingência Total* Contingências Prováveis Depósitos
R$ mil
Ambiental
5.000
-
-
Cível
51.355
9.021
-
Fiscal
1.140.394
39.626
32.798
Trabalhista
167.071
90.078
11.895
Total
1.363.820
138.725
44.693
* Soma das contingências classificadas como remotas, possíveis e prováveis.
A Companhia apresenta a seguir uma breve descrição dos processos em que figura como parte, de acordo
com sua natureza, definida como relevantes pelos valores envolvidos ou risco de perda, de acordo com
julgamento da Administração:
Processos de Natureza Ambiental
Em 31 de dezembro de 2009, a Companhia figurava no pólo passivo de 1 (uma) ação de natureza
ambiental. O valor envolvido no processo, considerando o valor atribuído à demanda, é de
aproximadamente R$5 milhões, considerando a probabilidade de êxito remota e não se encontra
provisionada, por estar classificada como remota de acordo com a opinião dos assessores jurídicos da
Companhia.
Abaixo, encontra-se uma breve descrição da ação:
Processo n°
593/2009
a) juízo
Da Comarca de Telêmaco Borba ­ PR ­ Vara Cível e Anexos
b) instância
1ª instancia
c) data de instauração
30 de junho de 2009
d) partes no processo
APAP ­ Associação dos Pescadores Ambientais do Paraná e Outros
e) valores, bens ou direitos
envolvidos
R$ 5.000.000,00
f) principais fatos
Ação civil pública proposta na Comarca de Telêmaco Borba,
visando o fechamento liminar e definitivo do sistema de emissão de
dejetos industriais da fábrica de Telêmaco Borba, mediante multa,
c/c indenização ambiental
g) chance de perda
Remota
h) impacto em caso de perda
R$ 5.000.000,00
i) valor provisionado
Não há
Processos de Natureza Cível
Em 31 de dezembro de 2009, a Companhia figurava como parte em 137 ações de natureza cível,
consistentes, em sua maioria, de ações de indenização por danos materiais e/ou morais decorrentes de
acidentes. O valor total envolvido nos processos, considerando o valor atribuído às demandas, é de
aproximadamente R$51 milhões, dos quais R$9 milhões encontram-se provisionados, por estarem
classificados como prováveis pelos assessores jurídicos.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes
Companhia acredita que nenhuma ação considerada individualmente pendente, se decidido de maneira
desfavorável, causaria um efeito material adverso sobre a situação financeira ou sobre os resultados
operacionais. Adicionalmente, a Companhia possui seguro de responsabilidade civil que atenua a
contingência gerada por esses eventos.
Abaixo, encontra-se uma breve descrição da ação considerada relevante pela Companhia:
Processo n°
522/2006
a) juízo
Telêmaco Borba
b) instância
1ª Instancia
c) data de instauração
17 de agosto de 2006
d) partes no processo
Marcia P. Cleto
e) valores, bens ou direitos
envolvidos
R$ 5.000.000,00
f) principais fatos
Indenização por Danos Morais e Materiais em decorrência de
Acidente com Morte
g) chance de perda
Possível
h) impacto em caso de perda
R$ 5.000.000,00
i) valor provisionado
Não há
Processos de Natureza Fiscal, Administrativa e Judicial
Em 31 de dezembro de 2009, a Companhia era parte em 161 processos administrativos e judiciais de
natureza tributária. O valor total envolvido nos processos, considerando o valor atribuído às demandas, é
de aproximadamente R$1.140 milhões, dos quais R$39,6 milhões encontram-se provisionados, por
estarem classificados como prováveis pelos assessores jurídicos.
A Companhia entende não estarem envolvidos valores que pudessem impactar adversamente e de maneira
relevante os seus resultados. Abaixo, encontra-se uma breve descrição das ações consideradas relevantes
pela Companhia:
Processo n°
2008.04.00.005929-7
a) juízo
Tribunal Regional Federal da 4ª Região
b) instância
Tribunal Regional Federal da 4ª Região
c) data de instauração
03 de março de 2008
d) partes no processo
União Federal
e) valores, bens ou direitos
envolvidos
R$ 47.344.000,00
f) principais fatos
Ação Rescisória ajuizada pela União Federal contra Klabin S/A e
Aracruz Celulose S/A, requerendo seja rescindido o v. acórdão
prolatado na Apelação Cível n.º 2002.04.01.014017-4, (credito
premio de IPI decorrentes de exportações) para o fim de afastar a
aplicação da taxa SELIC, bem como das alíquotas previstas na
resolução CIEX nº 2/79.
g) chance de perda
Possível
h) impacto em caso de perda
R$ 47.344.000,00
i) valor provisionado
Não há













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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes
Processo n°
13.807.002280/98-45
a) juízo
12ª Vara da Fazenda Publica da Comarca de São Paulo - SP
b) instância
1º Conselho de Contribuintes
c) data de instauração
18 de novembro de 1998
d) partes no processo
Delegacia da Receita Federal de Administração Tributária em São
Paulo/SP.
e) valores, bens ou direitos
envolvidos
R$ 30.674.468,67
f) principais fatos
Glosa dos valores no ano calendário 1994, prejuízos fiscais de
períodos anteriores; despesas não operacionais correspondentes a
perda de capital em subscrição de capital decorrente de capitalização
com bens avaliados a valor de marcado em sociedade contratada
com terceiros; gastos com conservação contabilizados como
despesas operacionais e considerados despesas ativáveis; gastos com
consultoria administrativa e operacional consideradas como
ativáveis por supostamente se referirem a "software"; gastos com
consultoria e administração de marcas e patentes, considerados
como natureza permanente; insuficiência de correção monetária;
despesas de vigem consideradas não necessárias à atividade da
empresa; despesas com prestação de serviços consideradas não
comprovadas.
g) chance de perda
Remota
h) impacto em caso de perda
R$ 30.674.468,67
i) valor provisionado
R$30.674.468,67

Processo n°
0099334-53.2010.8.19.0001
a) juízo
12ª Vara da Fazenda Publica da Comarca do Rio de Janeiro - RJ
b) instância
1ª Instancia
c) data de instauração
24 de março de 2010
d) partes no processo
Município do Rio de Janeiro
e) valores, bens ou direitos
envolvidos
R$ 92.628.132,92
f) principais fatos
Ação anulatória referente ao auto de infração nº 97.594, lavrado
pela fiscalização do Município do Rio de Janeiro, em 14.11.2001,
em razão da falta de recolhimento do ISS supostamente incidente
sobre suas atividades, qualificadas pela fiscalização como
prestadora de serviços gráficos
g) chance de perda
Remota
h) impacto em caso de perda
R$ 92.628.132,92
i) valor provisionado
Não há















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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes
Processo n°
16561.000188/2008-36
a) juízo
12ª Vara da Fazenda Publica da Comarca de São Paulo - SP
b) instância
O acórdão de 1ª instância administrativa julgou o lançamento
procedente em parte, cancelando as exigências da CSL relativas a
despesas de prestação de aval e pagamento de royalties (parte dos
itens i e ii). Em função de tal decisão, houve tanto recurso de ofício
como voluntário, os quais, atualmente, aguardam julgamento.
c) data de instauração
05 de dezembro de 2008
d) partes no processo
Delegacia da Receita Federal de Administração Tributária em São
Paulo/SP.
e) valores, bens ou direitos
envolvidos

R$639.229.615,96
f) principais fatos
Trata-se de processo administrativo decorrente de autos de
infração, lavrados em 5.12.2008, por meio dos quais a fiscalização
pretende exigir o IRPJ e a CSL referentes a fatos geradores
ocorridos nos períodos-base de 2003 a 2007. O trabalho fiscal está
baseado em quatro acusações distintas, a saber: (i) indedutibilidade
de despesas a título de royalties pelo uso de marcas, as quais foram
pagas a outra empresa do grupo; (ii) falta de necessidade das
despesas com avais concedidos por empresa controladora da
Klabin; (iii) amortizações indevidas de ágios formados nas
aquisições das empresas Klamasa e Igaras; e (iv) compensação
indevida de prejuízos fiscais e bases de cálculo negativa da CSl, em
virtude de insuficiência de saldos, decorrente das glosas acima.
g) chance de perda
Remota
h) impacto em caso de perda
R$639.229.615,96
i) valor provisionado
Não há
Processos de Natureza Trabalhistas
Em 31 de dezembro de 2009, a Companhia figurava no pólo passivo de 1.440 ações de natureza
trabalhista, consistentes, em sua maioria, de ações ingressadas por ex-empregados das plantas da
Companhia e versam sobre insalubridade, pagamento de direitos trabalhistas (verbas rescisórias, horas
extras, adicionais de periculosidade e insalubridade), indenizações e responsabilidade subsidiária. O valor
total envolvido nos processos, considerando o valor atribuído às demandas, é de aproximadamente R$167
milhões, dos quais R$90 milhões encontram-se provisionados, por estarem classificados como prováveis
pelos assessores jurídicos.
A Companhia acredita que, embora o número de ações trabalhistas seja alto, nenhuma ação considerada
individualmente é relevante suficiente a ponto de poder impactar adversamente e de maneira relevante os
seus resultados.
Abaixo, encontra-se uma breve descrição das ações consideradas relevantes pela Companhia:
Processo n°
01746-2003-029-12-00-8
a) juízo
Justiça do Trabalho da Comarca de Lages
b) instância
Aguarda julgamento no TRT
c) data de instauração
25 de julho de 2003
d) partes no processo
Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Papel, Papelão e
Cortiça de Otacílio Costa (SINPOC)
e) valores, bens ou direitos
envolvidos
R$ 3.800.000,00
f) principais fatos
Pagamento de adicional de periculosidade e Insalubridade
g) chance de perda
Provável
h) impacto em caso de perda
R$ 3.800.000,00
i) valor provisionado
R$3.800.000,00
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes
Processo n°
00201-2004-042-12-00-5
a) juízo
Justiça do Trabalho da Comarca de Curitibanos - SC
b) instância
Acórdão proferido. Dado provimento parcial ao RO da Klabin e
negado provimento ao RO do Sindicato-Autor. RR pela Klabin, em
10/09/2009, admitido. Aguarda julgamento no TST.
c) data de instauração
11 de março de 2004
d) partes no processo
Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Papel, Papelão e
Cortiça de Correia Pinto (SITICOP)
e) valores, bens ou direitos
envolvidos
R$ 5.973.773,50
f) principais fatos
Pagamento de adicional de periculosidade envolvendo 336
substituídos
g) chance de perda
Provável
h) impacto em caso de perda
R$ 5.973.773,50
i) valor provisionado
R$ 5.973.773,50
Processo n°
00205-2004-042-12-00-3
a) juízo
Justiça do Trabalho da Comarca de Curitibanos - SC
b) instância
Aguarda julgamento no TRT
c) data de instauração
11 de março de 2004
d) partes no processo
Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Papel, Papelão e
Cortiça de Correia Pinto (SITICOP)
e) valores, bens ou direitos
envolvidos
R$ 2.812.000,00
f) principais fatos
Pagamento de Horas Extras
g) chance de perda
Provável
h) impacto em caso de perda
R$ 2.812.000,00
i) valor provisionado
R$ 2.812.000,00
Processo de enquadramento como Agroindústria
A Companhia ajuizou, mandado de segurança junto a Justiça Federal de São Paulo, em 2003, em face da
União Federal, ação pleiteando o não enquadramento como AGROINDUSTRIA. Em 31 de dezembro de
2009, o processo encontra-se em fase de Julgamento de Apelação junto ao TRF da 3ª Região. Não há
como apurar o valor envolvido, uma vez que se trata de mandado de segurança, e o prognostico de perda
é possível
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4.4 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos cujas partes contrárias
sejam administradores, ex-administradores, controladores, ex-controladores ou investidores
4.4.
Processos judiciais, administrativos e arbitrais, que não estão sob sigilo, em que a
Companhia ou suas controladas são partes e cujas partes contrárias são administradores ou ex-
administradores, controladores ou ex-controladores ou investidores da Companhia ou de seus
controladores:

A Companhia e suas controladas não possuem processos judiciais, administrativos ou arbitrais cujas
partes contrárias sejam administradores ou ex-administradores, controladores ou ex-controladores ou
investidores da Companhia ou de suas controladas.
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4.5 - Processos sigilosos relevantes
4.5.
Impactos em caso de perda e valores envolvidos em processos sigilosos relevantes em que a
Companhia ou suas controladas são parte:

A Companhia e suas controladas não possuem processos sigilosos relevantes em que a Companhia ou
suas controladas sejam parte e que não tenham sido divulgados acima.
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4.6 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais repetitivos ou conexos, não sigilosos e
relevantes em conjunto
4.6.
Processos judiciais, administrativos e arbitrais repetitivos ou conexos, baseados em fatos e
causas jurídicas semelhantes, em que a Companhia ou suas controladas são partes, não estão sob
sigilo e em conjunto são relevantes para seus negócios, discriminando entre trabalhistas,
tributários, cíveis e outros:

A Companhia e suas controladas não possuem processos judiciais, administrativos e arbitrais repetitivos
ou conexos, baseados em fatos e causas jurídicas semelhantes, que não estejam sob sigilo e que em
conjunto sejam relevantes.
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4.7 - Outras contingências relevantes
4.7.
Outras contingências relevantes não abrangidas nos itens anteriores:

Todas as informações relevantes e pertinentes sobre as contingências da Companhia foram divulgadas nos
itens acima. Adicionalmente, demonstramos abaixo as informações acerca do Auto de Infração de
imposto de renda e contribuição social sofrido pelo Companhia, do qual não figura nas contingências da
Companhia, em decorrência da adesão ao REFIS para liquidação do processo, mencionada abaixo:

Autuação de imposto de renda e contribuição social / Adesão ao REFIS
A Companhia sofreu um Auto de Infração em 27 de julho de 2007 de imposto de renda e contribuição
social relacionado aos desinvestimentos realizados pela Companhia no exercício de 2003. Esse Auto de
Infração, incluindo principal, multa e juros, a valores atualizados em 31 de dezembro de 2009
representaria aproximadamente R$ 1.069 milhões, o qual não estava registrado como provisão para
contingências em função dos prognósticos de perda considerados anteriormente.
Dentro do prazo legal, facultado pela lei 11941/09, a Companhia efetuou a adesão ao Programa de
Parcelamento Fiscal (REFIS) e, conforme Fato Relevante divulgado em 18/02/10 incluiu parte do Auto de
Infração acima citado. O valor incluído no programa REFIS, em 31 de dezembro de 2009, era de
aproximadamente R$862 milhões que, após a aplicação das regras do referido programa, foi reduzido
para aproximadamente R$332 milhões, que foi provisionado nas demonstrações financeiras do exercício
findo em 31 de dezembro de 2009.
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4.8 - Regras do país de origem e do país em que os valores mobiliários estão custodiados
4.8.
Informações sobre as regras do país de origem do emissor estrangeiro e regras do país no
qual os valores mobiliários do emissor estrangeiro estão custodiados, identificando: a) restrições
impostas aos exercícios de direitos políticos e econômico; b) restrições à circulação e transferência
dos valores mobiliários; c) hipóteses de cancelamento de registro; e d) outras questões do interesse
dos investidores:

Não aplicável dado que a Companhia é domiciliada no Brasil.
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5.1 - Descrição dos principais riscos de mercado
5.1.
Riscos de mercado a que a Companhia está exposta, inclusive em relação a riscos cambiais
e a taxa de juros:

A Companhia está sujeita a riscos de mercado no curso normal de suas atividades. Tais riscos estão
relacionados principalmente às alterações adversas em taxas de juros e câmbio, à indústria em geral, às
atividades e à regulamentação do setor de atuação, bem como às licenças ambientais necessárias para o
desenvolvimento das atividades.

A instabilidade cambial pode prejudicar a economia brasileira, bem como a Companhia.

Em decorrência de diversas pressões, a moeda brasileira tem sofrido oscilações recorrentes com relação
ao Dólar, ao Euro e outras moedas fortes ao longo dos últimos anos.

Por exemplo, o real valorizou 17% em 2007 e em 2008, em decorrência do agravamento da crise
econômica mundial, o real se desvalorizou 32% frente ao dólar, tendo fechado em R$2,337 por US$1,00
em 31 de dezembro. Em 31 de dezembro de 2009, com a recuperação econômica, observou-se a
valorização de 25% da moeda brasileira frente ao dólar. Em 31 de dezembro de 2009, a taxa de câmbio
entre o real e o dólar era de R$1,7412 por US$1,00. Não é possível garantir que o real não sofrerá
variação em relação ao dólar novamente.

A desvalorização do real frente ao dólar afeta negativamente o endividamento da Companhia em moeda
estrangeira, porém afeta positivamente a receita das exportações, melhorando o resultado operacional da
Companhia. O contrário acontece quando da valorização do real, reduzindo o endividamento da
Companhia, porém impactando negativamente as receitas de exportação assim como o resultado
operacional.

O declínio no nível de atividade econômica e a consequente estagnação ou desaceleração do
crescimento do PIB brasileiro e mundial pode reduzir a demanda por produtos da Companhia.

Os resultados operacionais da Companhia são afetados pelo nível de atividade econômica no Brasil e no
mundo. Uma diminuição da atividade econômica brasileira e mundial tipicamente resulta em redução da
produção industrial que, por sua vez, implica redução do consumo dos produtos da Companhia. Caso
ocorra desaceleração do crescimento do PIB brasileiro e mundial, os resultados operacionais da
Companhia podem vir a ser afetados adversamente.

O aumento ou a manutenção de elevadas taxas de juros reais pode causar um efeito adverso à
economia brasileira e à Companhia.

A Companhia está exposta ao risco de taxa de juros, uma vez que a maior parte de suas obrigações
financeiras estão atreladas a taxas flutuantes (Taxa de Juros de Longo Prazo, definida pelo Banco Central
do Brasil, TaxaDI). De forma geral, a taxa de juros de curto prazo do Brasil, em decorrência da
determinação pelo Banco Central das taxas de juros de curto prazo, foi mantida em altos níveis nos
últimos anos. Em 31 de dezembro de 2007, 2008 e 2009, as taxas de juros de curto prazo foram 11,25%,
13,75% e 8,75% ao ano, respectivamente.

Caso o Governo Federal aumente as taxas de juros, incluindo a Taxa de Juros a Longo Prazo ou adote
outras medidas com relação à política monetária que resultem em um aumento significativo das taxas de
juros, as despesas financeiras da Companhia poderão aumentar significativamente, afetando
adversamente a sua condição econômico-financeira.

O governo brasileiro exerceu e continua a exercer influência significativa sobre a economia brasileira.
Essa influência, bem como a conjuntura econômica e política brasileira, podem afetar adversamente a
Companhia.

A Companhia não tem controle sobre quais medidas ou políticas o governo brasileiro poderá adotar no
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5.1 - Descrição dos principais riscos de mercado
futuro, e não pode prevê-las. Os negócios da Companhia, sua situação financeira, o resultado de suas
operações e suas perspectivas poderão ser prejudicados por modificações relevantes nas políticas ou
normas que envolvam ou afetem fatores, tais como:
instabilidade social e política, inclusive a eleição para presidente que ocorrerá em outubro de
2010;
expansão ou contração da economia global ou brasileira;
controles cambiais e restrições a remessas para o exterior;
controle sobre importação e exportação;
flutuações cambiais relevantes;
alterações no regime fiscal e tributário;
alterações nas normas trabalhistas;
liquidez dos mercados financeiros e de capitais domésticos;
taxas de juros;
inflação;
política monetária;
ambiente regulatório pertinente às atividades da Companhia;
política fiscal; e
outros acontecimentos políticos, diplomáticos, sociais e econômicos que venham a ocorrer no
Brasil ou que o afetem.

A incerteza quanto à implementação de mudanças por parte do governo brasileiro nas políticas ou normas
que venham a afetar esses ou outros fatores no futuro pode contribuir para a incerteza econômica no
Brasil e para aumentar a volatilidade do mercado brasileiro de valores mobiliários e dos valores
mobiliários emitidos no exterior por companhias brasileiras. Tais incertezas e outros acontecimentos
futuros na economia brasileira poderão afetar a Companhia.

A inflação e os esforços do governo brasileiro de controle da inflação podem contribuir
significativamente para a incerteza econômica no Brasil, o que pode afetar adversamente a
Companhia, suas atividades e sua capacidade de pagamento.

As medidas do governo brasileiro para controle da inflação frequentemente têm incluído a manutenção de
política monetária restritiva com altas taxas de juros, restringindo assim a disponibilidade de crédito e
reduzindo o crescimento econômico. Como consequência, as taxas de juros têm flutuado de maneira
significativa. Por exemplo, as taxas de juros oficiais no Brasil no final de 2007, 2008 e 2009 foram de
11,25%, 13,75% e 8,75% ao ano, respectivamente, conforme estabelecido pelo COPOM.
Eventuais futuras medidas do governo brasileiro, inclusive redução das taxas de juros, intervenção no
mercado de câmbio e ações para ajustar ou fixar o valor do Real poderão desencadear aumento de
inflação. Na hipótese de o Brasil sofrer aumento de inflação no futuro, o governo brasileiro poderá optar
por elevar as taxas de juros oficiais. A alta na taxa de juros pode ter um efeito adverso nas atividades, e
capacidade de pagamento da Companhia, pelos seguintes motivos: (i) a Companhia pode não ser capaz de
reajustar os preços que cobra de seus clientes e pagadores para compensar os efeitos da inflação sobre a
sua estrutura de custos; (ii) a alta das taxas de inflação poderá gerar um aumento na taxa de juros interna
impactando diretamente no custo de captação de recursos da Companhia, bem como no seu custo de
financiamento, de modo a elevar o custo de serviço de dívidas da Companhia expressas em reais,
acarretando, deste modo, um lucro líquido menor para a Companhia; e (iii) a elevação da taxa de inflação
e seu efeito sobre a taxa de juros interna poderão acarretar redução da liquidez da Companhia nos
mercados internos de capitais e de crédito, o que afetaria diretamente a sua capacidade para refinanciar
seus endividamentos. Qualquer redução na receita líquida ou no lucro líquido e qualquer deterioração da
situação econômico-financeira da Companhia poderão afetar a capacidade de pagamento da Companhia.
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5.1 - Descrição dos principais riscos de mercado
Acontecimentos políticos, econômicos e sociais e a percepção de riscos em outros países, podem
prejudicar o preço de mercado dos valores mobiliários brasileiros, inclusive o preço de mercado dos
valores mobiliários da Companhia.

O valor de mercado de valores mobiliários de emissão de companhias brasileiras é influenciado, em
diferentes graus, pelas condições econômicas e de mercado de outros países. A reação dos investidores
aos acontecimentos em outros países pode causar um efeito adverso sobre o valor de mercado dos valores
mobiliários emitidos por companhias brasileiras. Crises nesses países podem reduzir o interesse dos
investidores nos valores mobiliários das companhias brasileiras, inclusive os valores mobiliários de
emissão da Companhia.

No passado, o desenvolvimento de condições econômicas adversas em outros países do mercado
emergente resultou, em geral, na saída de investimentos e, consequentemente, na redução de recursos
externos investidos no Brasil. A crise financeira originada nos Estados Unidos no terceiro trimestre de
2008 resultou em um cenário recessivo em escala global, com diversos reflexos, que, direta ou
indiretamente, afetaram, e afetam, de forma negativa o mercado acionário e a economia do Brasil, tais
como oscilações nas cotações de valores mobiliários de companhias abertas, falta de disponibilidade de
crédito, redução de gastos, desaceleração generalizada da economia mundial, instabilidade cambial e
pressão inflacionária. Além disso, as instituições financeiras podem estar impossibilitadas, por condições
adversas de mercado, de renovar, estender, conceder novas linhas de crédito em condições
economicamente favoráveis ou de honrar seus compromissos.

Isso poderia dificultar o acesso da Companhia ao mercado de capitais e ao financiamento das suas
operações no futuro, em termos aceitáveis ou absolutos. Quaisquer desses acontecimentos poderá afetar
adversamente os negócios da Companhia.

O resultado das eleições presidenciais que ocorrerão em outubro de 2010 poderá afetar a economia
brasileira e, por conseqüência a situação financeira da Companhia.

O Presidente do Brasil tem poder suficiente para determinar políticas e ações governamentais relativas à
economia do país e, conseqüentemente, afetar as operações e resultados financeiros de empresas
brasileiras como a Companhia. O presidente poderá modificar as políticas governamentais já existentes, e
o novo governo, poderá buscar a implementação de novas políticas. A Companhia não pode prever quais
políticas serão adotadas pelo governo brasileiro e se essas políticas afetarão negativamente a economia
brasileira, os negócios e a situação financeira da Companhia.

Modificações nas práticas contábeis adotadas no Brasil em função de sua convergência às práticas
contábeis internacionais (IFRS) podem afetar adversamente os resultados da Companhia.

Com o advento da Lei nº 11.638/07, que atualizou a legislação societária brasileira para possibilitar o
processo de convergência das práticas contábeis adotadas no Brasil com aquelas constantes nas normas
internacionais de contabilidade (IFRS), novas normas e pronunciamentos técnicos contábeis vêm sendo
expedidos em consonância com os padrões internacionais de contabilidade pelo CPC.
Até 31 de dezembro de 2009, 40 novos pronunciamentos técnicos foram emitidos pelo CPC e aprovados
por Deliberações da CVM, para aplicação mandatória em 2010. Os pronunciamentos que poderão ter
impacto nas demonstrações financeiras da Companhia, considerando-se suas operações, são:
Número
Assunto
CPC 15
Combinação de Negócios
CPC 16
Estoques
CPC 18
Investimento em Coligada e em Controlada
CPC 20
Custos de Empréstimos
CPC 21
Demonstração Intermediária
CPC 22
Informação por Segmento
CPC 23
Políticas Contábeis, Mudanças de Estimativa e Retificação de Erro
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5.1 - Descrição dos principais riscos de mercado
Número
Assunto
CPC 24
Evento Subsequente
CPC 25
Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes
CPC 26
Apresentação das Demonstrações Contábeis
CPC 27
Ativo Imobilizado
CPC 29
Ativo Biológico e Produtos Agrícolas
CPC 30
Receitas
CPC 31
Ativo Não Circulante Mantido para Venda e Operação Descontinuada
CPC 32
Tributos sobre o Lucro
CPC 33
Benefícios a Empregados
CPC 36
Demonstrações Consolidadas
CPC 37
Adoção Inicial das Normas Internacionais de Contabilidade
CPC 38
Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração
CPC 39
Instrumentos Financeiros: Apresentação
CPC 40
Instrumentos Financeiros: Evidenciação
CPC 43
Adoção Inicial dos Pronunciamentos Técnicos CPC 15 a 40
OCPC 02
OCPC 03
Esclarecimentos sobre as Demonstrações Contábeis de 2008
Instrumentos Financeiros: Reconhecimento, Mensuração e Evidenciação
ICPC 05
Pronunciamento Técnico CPC 10 ­ Pagamento Baseado em Ações ­ Transações de
Ações do Grupo e em Tesouraria
ICPC 08
Contabilização da Proposta de Pagamento de Dividendos
ICPC 09
Demonstrações Contábeis Individuais, Demonstrações Separadas, Demonstrações
Consolidadas e Aplicação do Método de Equivalência Patrimonial
ICPC 10
Interpretação sobre a Aplicação Inicial ao Ativo Imobilizado e à Propriedade para
Investimento dos Pronunciamentos Técnicos CPCs 27, 28, 37 e 43
ICPC 12
Mudanças em Passivos por Desativação, Restauração e Outros Passivos Similares

A administração da Companhia está analisando os impactos das alterações introduzidas por esses novos
pronunciamentos que irão vigorar a partir de 2010. A Companhia irá mensurar os efeitos que serão
eventualmente produzidos em suas demonstrações financeiras de 2009, para fins de comparação com as
demonstrações financeiras do exercício a findar-se em 31 de dezembro de 2010, caso esses novos
pronunciamentos já estivessem em vigor desde o início do exercício findo em 31 de dezembro de 2009.

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5.2 - Descrição da política de gerenciamento de riscos de mercado
5.2.
Política de gerenciamento de riscos de mercado da Companhia, incluindo objetivos,
estratégias e instrumentos:

a) riscos para os quais se busca proteção; b) estratégia de proteção patrimonial (hedge); c)
instrumentos utilizados para proteção patrimonial (hedge); d) parâmetros utilizados para o
gerenciamento desses riscos; e) se a Companhia opera instrumentos financeiros com objetivos
diversos de proteção patrimonial (hedge) e quais são esses objetivos; f) estrutura organizacional de
controle de gerenciamento desses riscos; g) adequação da estrutura operacional e controles internos
para verificação da efetividade da política adotada

A Companhia e suas controladas participam de operações envolvendo instrumentos financeiros, todos
registrados em contas patrimoniais, que se destinam a atender as suas necessidades operacionais, bem
como a reduzir a exposição a riscos financeiros, principalmente de crédito, de moeda e de taxa de juros. A
administração desses riscos é efetuada por meio da definição de estratégias elaboradas pela Diretoria
Financeira e aprovadas pela Administração da Companhia atrelada ao estabelecimento de sistemas de
controles e determinação de limite de posições. Não são realizadas operações envolvendo instrumentos
financeiros com finalidade especulativa.

Os principais riscos de mercado que poderiam afetar as operações da Companhia são:

Risco de crédito e de aplicação dos recursos

Esses riscos são administrados por normas específicas de aceitação de clientes, análise de crédito e
estabelecimento de limites de exposição por cliente. O monitoramento de duplicatas vencidas é realizado
prontamente. Adicionalmente, há análises específicas e normas aprovadas pela Administração para a
aplicação financeira em instituições financeiras e os tipos de investimentos ofertados no mercado
financeiro, buscando uma aplicação de forma conservadora e segura.

Risco de exposição às variações cambiais

A Companhia mantém operações no mercado externo que estão expostas a riscos de mercado decorrentes
de mudanças nas cotações de moedas estrangeiras. Qualquer flutuação da taxa de câmbio pode aumentar
ou reduzir os referidos saldos. A Companhia não tem contratado derivativos para proteger a exposição
cambial de longo prazo, entretanto, para fazer frente a tal exposição passiva líquida, a Companhia possui
plano de vendas cujo fluxo projetado de receitas de exportação de US$ 500 milhões anuais e seus
recebimentos, se forem concretizados, superam o fluxo de pagamentos dos respectivos passivos,
compensando o efeito caixa desta exposição cambial no futuro.

Risco de taxa de juros

A Companhia possui empréstimos junto ao BNDES, indexados pela variação da TJLP e de capital giro e
aplicações financeiras indexados à variação do CDI, expondo estes ativos e passivos às flutuações nas
taxas de juros conforme demonstrado no quadro de sensibilidade a juros abaixo. A Companhia não tem
pactuado contratos de derivativos para fazer "hedge"/"swap" contra esse risco. Porém, ela monitora
continuamente as taxas de juros de mercado com o objetivo de avaliar a eventual necessidade de
contratação de derivativos para se proteger contra o risco de volatilidade dessas taxas. Adicionalmente, a
Companhia considera que o alto custo associado à contratação de taxas pré-fixadas sinalizadas pelo
cenário macroeconômico brasileiro justifica a sua opção por taxas flutuantes.

A Companhia gerencia seus riscos de forma contínua, determinando o cumprimento de políticas formais
aprovadas pela Administração que orientam as transações relacionadas aos riscos, contando com
auditorias internas em sua estrutura organizacional, da qual auxilia na verificação das políticas,
procedimentos e práticas aplicadas no gerenciamentos dos riscos.
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5.3 - Alterações significativas nos principais riscos de mercado
5.3.
Alterações significativas nos principais riscos de mercado em que a Companhia está
exposta ou na política de gerenciamento de riscos adotada no último exercício social:

Nos dois últimos exercícios sociais o principal risco de mercado que impactou o resultado da Companhia
foram as flutuações da taxa de câmbio, gerando um efeito negativo no resultado de 2008, porém
contraposto pelo efeito positivo em 2009, conforme demonstrado no quadro abaixo:
Exercício social encerrado em
31.12.2009
31.12.2008
Variação cambial ­ passiva
750.350
(769.979)
Variação cambial - ativa
(86.595)
95.965
Variação cambial líquida
663.755
(674.014)
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5.4 - Outras informações relevantes
5.4.
Outras informações relevantes:

Não existem outras informações relevantes sobre esse item "5".
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6.1 / 6.2 / 6.4 - Constituição do emissor, prazo de duração e data de registro na CVM
Data de Constituição do Emissor
País de Constituição
Prazo de Duração
Data de Registro CVM
Forma de Constituição do Emissor
06/08/1997
08/11/1978
Constituída sob a forma de sociedade por ações.
Brasil
Prazo de Duração Indeterminado
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6.3 - Breve histórico
6.3.
Breve histórico da Companhia:

A trajetória centenária de Klabin Irmãos & Cia, controladora da Klabin S.A.teve início em 1899, quando
as famílias Klabin e Lafer fundaram referida empresa, em São Paulo, para comercialização de produtos de
papelaria e de artigos de escritórios e tipografia. Os negócios prosperaram e, quatro anos depois, a
empresa já entrava no segmento no qual passaria a fazer história: a produção de papel. O arrendamento de
uma pequena fábrica permitiu o começo da produção de folhas para impressão.

Em 1909, foi constituída a Companhia Fabricadora de Papel, que nos anos 20 já figurava entre as três
maiores produtoras de papel do Brasil. A marca dos empreendedores sempre foi buscar a inovação, o que
exigia viagens regulares à Europa em busca de novas técnicas de produção. Dentro desse espírito, a
empresa deu seu grande salto em 1934, com a aquisição da Fazenda Monte Alegre, no município de
Tibagi, oeste do Paraná, para a construção da primeira fábrica integrada de celulose e papel do País,
denominada Indústrias Klabin do Paraná (IKP).

O primeiro projeto de florestas plantadas teve início em 1943, inicialmente com araucária e eucalipto e
depois, na década de 50 com o pínus, dando início ao plantio de grandes áreas. Este ambicioso projeto
resultou no início das atividades fabris em 1946, com a produção de papel jornal e para embalagem. Pela
primeira vez na história da indústria nacional, uma parcela da demanda de mercado interno de papel
imprensa foi suprida por uma indústria brasileira.

O resultado desta preocupação é o mosaico existente atualmente, onde as florestas plantadas de pínus e
eucalipto estão entremeadas com áreas de florestas nativas preservadas. Na área fabril, conquistou o
reconhecimento da indústria pela introdução de modernas tecnologias, como as caldeiras de recuperação,
integradas a processos que aumentaram significativamente a produtividade e a proteção ambiental. Desde
essa época, já praticava sua cultura de desenvolvimento sustentável.

Hoje, a Companhia é a maior produtora, exportadora e recicladora de papéis do Brasil. É líder nos
mercados de papéis e cartões para embalagens, embalagens de papelão ondulado e sacos industriais; além
de comercializar madeiras em toras. Possui 17 unidades industriais no Brasil ­ distribuídas por oito
estados e uma na Argentina, e emprega mais de 12 mil funcionários, entre próprios e terceiros.

Em 2007, sua capacidade total instalada foi elevada de 1,6 milhão para 1,9 milhões de toneladas/ano. Em
2008, foi concluído o projeto de expansão da Unidade Monte Alegre, no Paraná, que totalizou um
investimento em torno de R$ 2,2 bilhões, posicionando essa unidade entre as maiores fábricas de papéis
do mundo e a sexta maior produtora global de cartões de fibras virgens. A companhia também é
responsável por 6% de todo o kraftliner comercializado internacionalmente. Em 2009, cerca de 36% de
sua produção foi exportada para todos os continentes.

Líder brasileira no setor de papelão ondulado, a Companhia possui a maior capacidade de produção do
mercado nacional, com nove unidades de conversão de embalagens no país. No segmento de sacos
multifolhados e do tipo SOS, a companhia é reconhecida pela liderança, qualidade de seus produtos e
atendimento a diferentes mercado, como de a construção civil, alimentos, produtos químicos e
agronegócio. Líder na produção na América Latina de papéis para embalagens, a Companhia desenvolve
papéis e cartões de alto valor agregado, produzidos de um mix de fibras longas (pínus) e curtas
(eucalipto).

Além de ser responsável pelo abastecimento de matéria-prima ­ madeira ­ para todas suas fábricas de
papel, a Unidade Florestal da Companhia é a maior fornecedora do Brasil de toras originadas de florestas
plantadas para os segmentos de serraria e laminação. Em 2009, a empresa contabilizou 457 mil hectares
de florestas, sendo 214 mil hectares de florestas plantadas e 191 mil hectares de mata nativa preservada.
Em 1998, a empresa foi a primeira do Hemisfério Sul, no setor de papel e celulose, a receber a
certificação do FSC (Forest Stewardship Council) ­ em português, Conselho de Manejo Florestal, para
sua Unidade Florestal no Paraná. Hoje, a Companhia tem suas florestas e todos os seus processos
produtivos certificados pelo FSC, confirmando que a empresa desenvolve suas atividades dentro dos mais
elevados padrões socioambientais.

A Companhia aderiu, em 2004, ao Chicago Climate Exchange (CCX), organização internacional de
intercâmbio de emissões de gases geradores de efeito estufa, sendo a primeira empresa a apresentar a essa
entidade projeto florestal de seqüestro de carbono. Com isso, habilitou-se a vender créditos de carbono
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6.3 - Breve histórico
para empresas integrantes da organização que necessitam tomar medidas para redução e controle de gases
causadores do aquecimento global. Desde 2005, a empresa é membro-pleno da organização.

A Companhia é a maior recicladora de papel do Brasil, com capacidade para reciclagem de 200 mil
toneladas de papel por ano. Associada com a Tetra Pak, TSL Ambiental e Alcoa, a Companhia
desenvolveu uma nova tecnologia, inédita no mundo, de reciclagem total de embalagens longa vida. Em
2005, foi inaugurada a EET, uma usina de reciclagem em Piracicaba, São Paulo, que permite separar o
alumínio, o filme de polietileno e a fibra celulósica.

Aos 110 anos de existência, a Companhia tem orgulho de ter manter-se sob o controle acionário da
família de seus fundadores, e de ser uma empresa brasileira reconhecida internacionalmente pelos altos
padrões de qualidade de seus produtos e dotada de um profundo respeito pela natureza.
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6.5 - Principais eventos societários ocorridos no emissor, controladas ou coligadas
6.5.
Principais eventos societários, tais como incorporações, fusões, cisões, incorporações de
ações, alienações e aquisições de controle societário, aquisições de ativos importantes, pelos quais
tenham passado a Companhia ou qualquer de suas controladas ou coligadas, indicando: (a) evento;
(b) principais condições do negócio; (c) sociedades envolvidas; (d) efeitos resultantes da operação
no quadro acionário, especialmente sobre a participação do controlador, de acionistas com mais de
5% do capital social e dos administradores da Companhia; (e) quadro societário antes e depois da
operação.
A Companhia não passou por eventos societários significativos nos últimos três exercícios sociais.
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6.6 - Informações de pedido de falência fundado em valor relevante ou de recuperação judicial
ou extrajudicial
6.6.
Pedidos de falência, desde que fundados em valor relevante ou de recuperação judicial ou
extrajudicial da Companhia, e o estado atual de tais pedidos:
Não houve pedido de falência ou de recuperação judicial ou extrajudicial da Companhia.
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6.7 - Outras informações relevantes
6.7.
Outras informações relevantes:

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7.1 - Descrição das atividades do emissor e suas controladas
7.1.
Descrição sumária das atividades desenvolvidas pela Companhia e por suas controladas:

Empresa brasileira de base florestal, a Companhia é a maior produtora de papéis e cartões para
embalagens, embalagens de papelão ondulado e sacos industriais do Brasil, além de ser a maior produtora
de toras para serrarias e laminadoras. É também a maior recicladora de papéis e a principal exportadora
do setor no país.
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7.2 - Informações sobre segmentos operacionais
7.2.
Segmentos operacionais que tenham sido divulgados nas 3 últimas demonstrações
financeiras de encerramento do exercício social ou, quando houver, nas demonstrações financeiras
consolidadas:

a) produtos e serviços comercializados

Em 2003, a Companhia passou por processo de reestruturação financeira e centrou seus negócios na
fabricação de papéis e cartões para embalagem e embalagens de papel, foco atual dos negócios da
Companhia. Hoje, os produtos da Companhia são: papéis (kraftliner papelcartão e reciclado), papelão
ondulado e sacos industriais. A Companhia também atua no setor florestal, com vendas de toras de
madeira.
A Companhia é pioneira e líder na produção de papel kraftliner na América Latina, além de ser a maior
produtora e exportadora de papéis para embalagens, respondendo por mais da metade das exportações
brasileiras em 2009. O papel kraft fabricado pela Companhia é exportado para mais de 60 países e,
juntamente com o papel reciclado, abastece de forma integrada as fábricas de embalagens de papelão
ondulado da Companhia.
O papelcartão da Companhia é produzido com um mix de fibras curtas (eucalipto) e longas (pínus), que
confere resistência e ótima qualidade de impressão à embalagem. Todas as fábricas de papelcartão da
Companhia têm a certificação Cadeia de Custódia do FSC (Forest Stweardship Council).
A Companhia também é líder brasileira no setor de papelão ondulado e possui a maior capacidade de
produção do mercado nacional. As embalagens da Companhia atendem a todos os segmentos da
economia, com total proteção aos produtos transportados.
Os sacos industriais da Companhia são reconhecidos pela qualidade e o atendimento a clientes é
personalizado nos diversos segmentos de mercado, com destaque para a construção civil, alimentos,
produtos químicos e agronegócio.
Além dos segmentos de papéis, a Unidade Florestal da Companhia atua na venda de toras originadas de
florestas plantadas para a indústria de laminação e madeira serrada. Esses processos garantem
confiabilidade e baixo custo aos produtos, sempre em sintonia com a política de sustentabilidade da
Companhia. A Companhia possui suas florestas certificadas pelo FSC (Forest Stewardship Council) e foi
a primeira empresa do setor de Papel e Celulose do Hemisfério Sul a conquistar a certificação FSC, para
suas áreas florestais do Paraná, em 1998.

b) receita proveniente do segmento e sua participação na receita líquida da Companhia

A tabela abaixo apresenta os valores decorrentes de cada uma das atividades da Companhia, bem como o
respectivo percentual de tais valores sobre a receita operacional líquida nos exercícios sociais encerrados
em 31 de dezembro de 2007, 2008 e 2009:
Exercício Social Encerrado em 31 de dezembro de
2007
2008
2009
R$ milhões
%
R$ milhões
%
R$ milhões
%
Receita Operacional Líquida
2.796
100%
3.097
100%
2.960
100%
Papéis
1.996
71%
2.266
73%
2.127
72%
Conversão
1.330
48%
1.384
45%
1.395
47%
Florestal
492
18%
582
19%
547
18%
Outros
(1.021)
-37%
(1.135)
-37%
(1.109)
-37%
A receita bruta em 2009 atingiu R$3,6 bilhões, equivalente a US$1,8 bilhão. A receita líquida totalizou
R$3,0 bilhões, 4% inferior a 2008. A receita de exportação representou 24% da receita líquida total. A
receita bruta em 2008 atingiu R$3,7 bilhões, equivalente a US$2,0 bilhões. A receita líquida totalizou
R$3,1 bilhões, 11% superior a 2007. A receita de exportação representou 28% da receita líquida total. A
receita bruta (incluindo madeira) em 2007 atingiu R$3,4 bilhões, equivalente a US$1,7 bilhão. A receita
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7.2 - Informações sobre segmentos operacionais
líquida totalizou R$2,8 bilhões, 3% superior a 2006. A receita de exportação representou 26% da receita
líquida total.

c) lucro ou prejuízo resultante do segmento e sua participação no lucro líquido da Companhia

A Companhia não calcula o lucro ou prejuízo separadamente para cada um dos segmentos em que atua,
uma vez que as funções de sua estrutura operacional são compartilhadas entre todos os segmentos, não
sendo possível a alocação das despesas associadas com tais atividades para cada um deles, além da
concentração do caixa da Companhia em sua unidade corporativa, sem a segregação nas unidades de
negócio.
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7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais
7.3.
Produtos e serviços que correspondam aos segmentos operacionais divulgados no item 7.2.
acima:

a) características do processo de produção

A Companhia é um produtor fortemente integrado e verticalizado. Tem sua demanda por madeira
atendida principalmente por suas próprias florestas, que são plantadas e manejadas pela Companhia.
Produz a celulose e, em seguida, trabalha na conversão em papel. Nas próprias unidades de produção,
parte do papel é convertido em sacos e caixas de papelão ondulado, o restante é vendido nos mercados
interno e externo. A Companhia é a maior exportadora brasileira de papéis kraftliner segundo a
Associação Brasileira de Celulose e Papel - BRACELPA, e abastece ainda o mercado brasileiro de
cartões, com destaque para embalagens de alimentos líquidos, alimentos frigorificados e de uso geral.
Exporta cartões para a Europa, Ásia, América do Norte e Oceania. Adicionalmente, utiliza papéis
reciclados na fabricação de caixas de papelão ondulado.

Os processos utilizados são costumeiramente utilizados pelo setor, aprimorados para as condições de cada
planta, com relação ao tipo de madeira e destino final da fibra. A tecnologia vem principalmente do
hemisfério norte, de países como Alemanha, Suécia, Finlândia e EUA. O Brasil, por ser um centro
importante na indústria de celulose e papel, tem fábricas dos principais fornecedores mundiais de
equipamentos para este setor.

FLORESTAL

A Klabin produz madeira a partir de florestas plantadas de eucalipto e de pinus. O processo de produção é
iniciado na obtenção de mudas por propagação vegetativa (clonagem) ou por sementes, que é realizada
em viveiros florestais próprios e contratados. A produção de mudas ocorre normalmente entre 3 e 5
meses.

Após o preparo de solo e a primeira fertilização, as mudas são plantadas. No período de implantação
florestal é necessária fertilização das áreas e controle de plantas daninhas e formigas cortadeiras. O
período de implantação leva cerca de 1 ano para o eucalipto e 3 anos para o pinus. Após este período, a
floresta está consolidada e é necessário vigilância das áreas para que não ocorram sinistros que possam
prejudicar a produtividade.

Na idade de corte (entre 6 e 7 anos para eucalipto e cerca de 14 anos para pinus) é realizada a colheita
florestal, com a utilização de máquinas para corte, arraste e processamento da madeira. As toras
produzidas são carregadas e transportadas em caminhões até os pátios de madeira localizados nas
fábricas.

A área florestal produz ainda madeira em toras que é vendida para indústrias (serrarias e laminadoras) que
utilizam madeira na região. Neste caso, a floresta é colhida com aproximadamente 15 anos (eucalipto) e
20 anos (pinus).

Em todo este processo, são respeitados rigorosos critérios ambientais e sociais, de maneira que a
produção nas florestas plantadas seja realizada de maneira sustentável. Estas operações envolvem
cuidados com o solo, água, e biodiversidade e com as comunidades que se relacionam com as áreas
manejadas. A Klabin tem o seu manejo florestal certificado pelo FSC (Forest Stewardship Council).

Principais Equipamentos

Na formação das florestas os principais equipamentos utilizados estão relacionados com máquinas para
preparo de solo (tratores com implementos). Já no processo de colheita os equipamentos estão agrupados
em módulos compostos por um Feller direcional, um Skidder, um Shovel e dois Processadores.
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7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais
PAPÉIS

A Companhia utiliza fibras de eucalipto e de pinus na produção de papéis de embalagem A produção da
celulose consiste na separação das fibras dos demais componentes constituintes da madeira, em particular
da lignina, que atua ligando as células entre si e que proporciona a estrutura rígida da madeira. A madeira,
sob forma de cavacos, é tratada em vasos de pressão, denominados digestores, com soda caustica e outros
produtos químicos. É o processo químico ou Kraft, o mais usado na indústria de celulose.
Após passar pelos digestores, há um processo de separação das fibras de celulose dos componentes da
madeira que foram solubilizados. A fibra, ainda de aspecto marrom, é enviada a etapa seguinte do
processo, diretamente para a máquina de papel ou para o branqueamento. Os componentes solubilizados
formam a chamada lixívia negra, que é enviada para o processo de recuperação dos produtos químicos e
queima de componentes orgânicos (lignina e outros componentes da madeira), que geram vapor e energia.
O branqueamento é um processo utilizado para continuar a deslignificação iniciada no cozimento e
conferir o aspecto branqueado à celulose. Utilizam-se agentes oxidantes, como oxigênio, ozônio e
peróxidos para remover a lignina residual das fibras e deixar a pasta celulósica branca. A Companhia
utiliza na sua planta em Monte Alegre branqueamento isento de cloro elementar, chamado ECF
(Elementar Chlorine Free). Este processo garante a não formação de dioxinas, compostos químicos
altamente poluentes, em seus efluentes.
A transformação da celulose em uma estrutura plana, delgada e coesa, o papel, se dá em uma série de
equipamentos e operações, que reunidos chamamos máquina de papel. O processo se inicia com o
tratamento das fibras, fase denominada de preparação de massa, onde as fibras passam por equipamentos
que desenvolverão as propriedades físicas das fibras, segregarão impurezas e farão mesclas com outros
tipos de fibras e aditivos utilizados na fabricação do papel, como cargas minerais, amidos, colas, corantes.
Cada tipo de papel tem uma formulação distinta, de acordo com as necessidades de seu uso final. Esta
fase se dá em meio aquoso e após estes tratamentos, a suspensão de fibras é enviada à máquina de papel,
para ganhar as características finais, como gramatura (massa de fibra por unidade de área), secagem, e
acabamento superficial.

Principais Equipamentos

No processo produtivo os equipamentos mais importantes são os digestores (fabricação de celulose), a
caldeira de recuperação (recuperação de produtos químicos e geração de vapor), os turbogeradores
(produção de energia) e as máquinas de produção de papel.
As unidades de produção realizam paradas anuais de 7 a 10 dias para grandes manutenções e inspeções
nos seus equipamentos, em especial naqueles que trabalham sob condições de pressão e temperatura,
como digestores e caldeiras. Nestas paradas são substituídos equipamentos com desgastes ou realizadas
melhorias tecnológicas, visando melhorar desempenho, garantir segurança operacional e aumentar
produtividade. Ainda, mensalmente são realizadas manutenções preventivas e corretivas, em
equipamentos singulares e nas máquinas de papel.

Os principais equipamentos das unidades de produção de celulose e papel da Companhia estão
relacionados abaixo:











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7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais
Unidade Monte Alegre ­ PR
Equipamentos
Principais
Ano de
Início de
Operação
Últimas
Atualizações
Tecnológicas
Fabricante
Capacidade Instalada
Digestor
Continuo I
1978
1984 / 1986
Voith
600 t/d
Digestor
Continuo II
1988
2007
Kvaerner
2100 t/d
Caldeira de
Recuperação I
1977
1997 / 2000 /
2003
Gotaverken /
Anthony Ross
1968 t/d
Caldeira de
Recuperação II
2007
2007
CBC
1700 t/d
Turbogerador 7
1978
ABB
23,5 MWh/h
Turbogerador 8
2008
2008
Siemens
71,5 MWh/h
Máquina de Papel 7
1979
1989 / 1997 /
1998 / 2000
Voith
Valmet
850 t/d
Máquina de Papel 9
2007
2008
2007
Voith
Voith
950 t/d
Unidade Otacílio Costa ­SC
Equipamentos
Principais
Ano de
Início de
Operação
Últimas
Atualizações
Tecnológicas
Fabricante Capacidade Instalada
Digestores
1975
1986 / 1998
Hércules
980 t/d
Caldeira de
Recuperação
1998
CBC
1100 t/d
Turbogeradores
TG3 ­ 1.993
TG4 ­ 1.998
1967
1995 / 1998
Ahstrom
32 MWh/h
Máquina de Papel 13
(produção bruta)
1975
1997 / 1998
Voith
680 t/d
Unidade Correia Pinto ­SC
Equipamentos
Principais
Ano de
Início de
Operação
Últimas
Atualizações
Tecnológicas
Fabricante
Capacidade Instalada
Digestores
1969
1992
Jaraguá /
CBC
500 t/d
Caldeira de
Recuperação
1992
CBC
850 t/d
Turbogerador 3
1993
Siemens
36 MWh/h
Máquina de Papel 1
(produção bruta)
1969
1990 / 1993 /
2001 / 2005
Beloit /Voith
376 t/d
CONVERSÃO

(i) Caixas e Chapas de Papelão Ondulado

A fabricação de embalagens de papelão ondulado é um processo térmico-químico-mecânico. O papel é
processado em diversos equipamentos até chegar à condição de embalagens. Durante esse processo o
papel é unido em camadas, ondulado mecanicamente, recortado, vincado, impresso com tinta à base de
água e dobrado.
O processo se inicia com a união de várias camadas de papel de forma a constituir uma chapa rígida.
Nesta fase, uma ou duas camadas são unidas às demais, alternadamente, somente depois de sofrerem
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7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais
processo de ondulação. Para isso, o papel recebe aplicação de cola feita à base de amido e é submetido ao
calor. Essa ondulação confere propriedade de rigidez à chapa de papelão. As ondas podem ser de várias
alturas, conferindo várias espessuras ao papelão ondulado (medidas aproximadas, dependendo da
espessura do papel):
·
Onda "E":
1,3 mm de espessura
·
Onda "B":
2,8 mm de espessura
·
Onda "C":
3,8 mm de espessura
·
Onda "A":
4,5 mm de espessura

É possível ainda compor papelão com 2 ondas, o que lhe confere extra rigidez. Normalmente se
combinam ondas "C" com "B" (mais comum) e "A" com "C". A seguir, as chapas de papelão ondulado,
são transformadas em embalagens. Durante esse processo as chapas recebem aplicação de impressão com
tinta flexográfica (base água). Os papéis utilizados para a fabricação de papelão ondulado são produzidos
especialmente para serem convertidos em embalagens e podem der do tipo "fibra virgem" (Kraft), ou de
fibras recicladas. São utilizadas várias gramaturas, que variam de 100 a 420 g/m², conforme a necessidade
de resistência requerida pelo produto a ser embalado.

Principais Equipamentos

Onduladeiras: Transformam bobinas de papel em chapas de papelão ondulado. A Klabin Embalagens
possui 10 (dez) onduladeiras de alta produção entre suas 9 (nove) unidades fabris. Produz normalmente
chapas de papelão de ondas B, C, E, AC e CB
Impressoras: Transformam chapas de papelão ondulado em embalagens. A Companhia possui um
moderno parque de impressoras, compreendendo aquelas do tipo "Corte-Vinco Rotativa" (utiliza formas
para recortar e vincar o papelão fornecendo, como produto final, embalagens não dobradas) e
"Dobradeiras Coladeiras" (produzem cortes e vincos em ferramentas ajustáveis, sem necessidade de
formas fornecendo, como produto final, embalagens dobradas e com orelhas coladas). As impressoras da
Companhia são capazes de produzir impressões de até 5 cores e reticuladas formando policromia.
Outros Equipamentos
·
Grampeadeiras, coladeiras, máquinas para acessórios e paletização,
·
Utilidades (caldeiras, "starch glue kitchens", prensas enfardadeiras, picadores de refugo, etc.)
·
Estações de Tratamento de Efluentes
(ii) Sacos Industriais

O saco industrial é processado em diversos equipamentos até chegar à condição de embalagem. O papel é
impresso em flexografia com tinta a base de água, cortado, colado com cola vegetal de amido ou PVA,
unido em camadas, dobrado, fechado, para recebimento de aplicação de válvula, contagem e embalagem
para envio ao cliente final.

Processo de impressão ou pré-impressão

O papel para sacos em bobinas é colocado em um cavalete desbobinador, passa através de rolos e pelo
aparelho de impressão onde ocorre a aplicação de tinta, que pode ser em 1 até 8 cores, de acordo com o
desenho e layout fornecido pelo cliente. Em seguida, o papel passa por um sistema de secagem e
rebobinamento. As bobinas são identificadas e retornam para o estoque, aguardando o momento de
processamento na tuber, de acordo com o programa de produção.
Processo tuber

O processo tuber é iniciado com a disposição das bobinas nos cavaletes desbobinadores, a primeira folha
pode ser pré-impressa ou impressa diretamente neste processo. Em seguida o papel passa por rolos que
fazem correção do posicionamento para aplicação de cola entre as folhas, recorte (picote) e aplicação de
cola lateral para permitir a formação dos tubos. Na sequência, passa pela mesa formadora do tubo e,
posteriormente, no cabeçote de separação. Os tubos seguem por uma correia transportadora e pela mesa
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7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais
de saída onde são contados e agrupados em maços. Após formação, os maços de tubos seguem por
correias automatizadas até a mesa de entrada da coladeira.
Processo coladeira

Os tubos são dispostos na mesa de entrada alimentada automaticamente e passam pelos vincadores,
abridores e formadores de fundo do tubo. É feita aplicação de cola nos fundos superiores e inferiores e,
também, aplicação da válvula no fundo superior. É feito o fechamento dos fundos e, em seguida, secagem
e prensagem. Os sacos são contados e empilhados em maços que seguem até a paletização, que pode ser
manual ou automatizada.

Processo de amarração dos paletes

Neste processo, os paletes liberados são embalados com plástico ou, conforme solicitação do cliente,
amarrados e encaminhados para a expedição que realiza o embarque conforme as datas programadas.

b) características do processo de distribuição

Os produtos da Companhia são exportados para mais de 50 países através de agentes locais, Trading
Companies
especializadas em papel e também por meio de vendas diretas coordenadas por equipe própria
de vendas estabelecida no escritório sede em São Paulo. As vendas dirigidas ao mercado interno
abrangem todo o território nacional. As vendas externas são dirigidas à Europa, América do Sul, América
do Norte, Oriente Médio, África e Extremo Oriente. A logística de abastecimento aos mercados é
realizada principalmente por via rodoviária para o mercado interno e América Latina e por via marítima
para as demais regiões.

FLORESTAL

A logística de entrega de madeira nos pátios das fábricas próprias de celulose e papel, bem como para a
venda de toras, é feita 100% por via rodoviária.
PAPÉIS

No mercado interno, a Companhia vende para clientes de segmentos diversos tais como: papelão
ondulado, fabricantes de tubetes, fabricantes de lixas (3M, Saint Goban) e fabricantes de sacos não
extensíveis. As vendas são feitas por meio de equipe interna de vendas sediada no escritório de São Paulo.
A empresa oferece a linha completa de papéis para caixas de papelão ondulado, tanto os de fibra virgem
como o papel kraftliner e white top liner e também os papéis com fibras recicladas para utilização como
miolo e também para capa externa ou interna reciclada, conhecidos como papéis Testliner. Em 2009, as
vendas de papelcartão no mercado interno alcançaram em 317 mil de toneladas. No mercado externo
foram comercializadas 214 mil toneladas de papéis para líquidos, folding box board e carton board.

Em 2009, as exportações de papéis kraftliner alcançaram 306 mil de toneladas, predominantemente de
papel kraftliner. No mercado interno foram comercializadas 87 mil toneladas de papel kraftliner, kraft
plano e white top liner. O principal mercado em 2009 foi a Argentina, seguida da Itália. Para a América
Latina, foi embarcado 57% do volume exportado, seguido pela Europa com de 31% das vendas,
destacando os mercados da Itália, Alemanha, França, Bélgica, Inglaterra, Espanha, Portugal e Grécia. As
vendas para a África representaram 6% do volume total, seguidas pelos mercados do Oriente Médio com
participação de 3%. Para os mercados do Extremo Oriente as vendas representaram menos de 1%.
Para dar suporte de logística às vendas no mercado Europeu, que são feitas na condição delivered duty
unpaid,
a Companhia conta com um escritório localizado na cidade de Ghent na Bélgica. A partir desse
escritório, os embarques são coordenados just-in-time para todos os clientes europeus com exceção dos
mercados da Grécia e Portugal, para os quais as vendas são feitas na condição CIF porto de destino. As
vendas no mercado internacional são feitas através de agentes locais, exclusivamente dedicados aos
produtos da Companhia nos principais mercados. Alguns mercados são atendidos diretamente pela equipe
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7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais
comercial sediada no Brasil. Os clientes internacionais são basicamente fabricantes de papelão ondulado.
A comercialização de papelcartão (bobinas e folhas) tem sua sede em escritório, na cidade de São Paulo.
As vendas, de abrangência mundial, são feitas com vendedores próprios, agentes de venda e Trading
Companies e atingem diversos segmentos da indústria de embalagens cartonadas de produtos de
consumo. A competição, também mundial, se dá com produtores locais (das respectivas regiões
atendidas) e internacionais (inter-regiões). As vendas no mercado interno são atendidas a partir das
unidades fabris de Monte Alegre (em Telêmaco Borba, PR), Angatuba (em Angatuba, SP) e estoques de
apoio que podem ser em diferentes localidades de interesse estratégico. No caso de beneficiamento
externo (alguns acabamentos especiais) o material pode seguir diretamente do beneficiador para o cliente
ou para o estoque e, daí para o cliente.
O transporte pode ser rodoviário ou ferroviário (para destinos mais próximos e América do Sul) ou
multimodal. Em 2009, a Klabin abriu um escritório comercial nos Estados Unidos da América com vistas
a melhorar o atendimento dos clientes naquela região e dar suporte ao crescimento das vendas.

CONVERSÃO

(i) Caixas e Chapas de Papelão Ondulado

A comercialização dos produtos da Companhia, tanto no mercado interno como no mercado externo, é
realizada por uma equipe de vendedores próprios. Os escritórios comerciais estão localizados em São
Paulo e em Lages.

A comercialização de embalagens de papel (caixas, chapas, acessórios de papelão ondulado) tem sua sede
em escritório, na cidade de São Paulo, na Avenida Brigadeiro Faria Lima. Conta com regionais de vendas
de abrangência nacional atuando com vendedores próprios e representações comerciais, o que permite
atuar neste segmento altamente competitivo.
As vendas em quase sua totalidade são dirigidas ao mercado interno, abrangendo todo o território
nacional e distribuídas a partir das oito fábricas de embalagens em sete estados da federação: São
Leopoldo (RS), Itajaí (SC), Piracicaba, Jundiai ­ Distrito Industrial e Jundiaí - Tijuco Preto (SP), Rio de
Janeiro (RJ), Betim (MG), Feira de Santana (BA) e Goiana (PE).
Entregas de Embalagens de papelão ondulado em 2007, 2008 e 2009:
Volume de vendas por região
2007
2008
2009
CENTRO-OESTE
6%
7%
5%
EXTERIOR
1%
0%
0%
NORDESTE
20%
20%
21%
NORTE
1%
1%
1%
SUDESTE
43%
43%
45%
SUL
30%
29%
28%
Total
100%
100%
100%

A logística de abastecimento do mercador interno é realizada principalmente por transporte terrestre
(rodovia).

(ii) Sacos Industriais

A distribuição dos sacos industriais é realizada a partir das duas unidades industriais localizadas no
município de Lages (SC) e uma em Goiana (PE), por meio do modal rodoviário para todo território
nacional e alguns países vizinhos (Argentina, Chile e Bolívia). A Companhia utiliza o modal marítimo
para a exportação a outros países da América Latina, América Central, Caribe e Estados Unidos, pelos
Portos de Itajaí e São Francisco, ambos localizados em Santa Catarina.
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7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais

c) características do mercado de atuação: i) participação em cada um dos mercados; ii) condições
de competição nos mercados

FLORESTAL

Em 2009, ano em que as vendas foram afetadas pela crise mundial, foram comercializadas, no mercado
interno, 1,9 milhão de toneladas de toras de madeira de pinus e eucalipto.

A Klabin vende toras que serão transformadas em produtos para diversos segmentos, tais como:
molduras, móveis, embalagens, painéis e compensados, entre outros. Estes clientes comercializam
principalmente para os mercados americano, europeu e nacional.

As vendas são realizadas por equipe comercial própria sediada nos estados do Paraná e Santa Catarina.

PAPÉIS

Os clientes de papel kraftliner e white top liner tanto no mercado interno como no externo são, em sua
grande maioria, empresas fabricantes de caixas de papelão ondulado. Os clientes da Companhia são
fornecedores de caixas para diversos segmentos, destacando-se: produtos alimentícios, químicos e
derivados, fruticultura, floricultura, avicultura, bebidas, fumos, metalurgia, perfumaria e cosméticos entre
outros.
Grande parte dos clientes do mercado externo localizados na América Latina tem forte atuação no
mercado de frutas, notadamente os mercados da Argentina, Chile e Equador, sendo este último mercado
um dos maiores exportadores de bananas do mundo. A estratégia da Companhia em focar esses mercados
explica-se pelo fato dos produtos alimentícios, notadamente as frutas, serem embalados em papéis com
certificação para contato direto com alimentos e com isenção de metais pesados, o que é um grande
diferencial da Companhia.
Ainda seguindo esta mesma estratégia, a Companhia vem gradativamente reduzindo a participação das
exportações para a Europa uma vez que os clientes daquela região, com exceção dos países mais ao sul,
são fornecedores de caixas basicamente para o segmento industrial, no qual o uso de papel kraftliner de
fibra virgem tem menor importância. No mercado interno, a Companhia vem aumentando sua exposição,
usando como principal diferencial a oferta de produtos certificados para contato direto com alimentos e
também produtos certificados pelo FSC.
O papelcartão da Companhia atende a produção de embalagens cartonadas de produtos de consumo do
mais variados segmentos como alimentos (em natura ou preparados: secos, gordurosos, congelados e
refrigerados); produtos eletrônicos e elétricos; utensílios em geral; produtos de higiene e limpeza;
calçados; produtos de higiene pessoal e beleza; bebidas em latas e garrafas, peças e equipamentos; artigos
de vestuário, etc.
Segundo a Associação Brasileira dos Produtores de Celulose e Papel (BRACELPA), o mercado brasileiro
de papelcartão, excluindo cartões para líquidos, foi de 507 mil toneladas em 2009, comparado a 508 mil
toneladas em 2008 e 504 mil toneladas em 2007. A Companhia atingiu market share de 25% em 2009,
18% e 13% em 2008 e 2007, respectivamente. O mercado mundial, contando as diversas categorias de
papelcartão, está estimado em torno de 30 milhões de toneladas.

CONVERSÃO

(i) Caixas e Chapas de Papelão Ondulado

Os clientes de papelão ondulado são dos mais diversos segmentos da indústria, dentro destes podemos
destacar: produtos alimentícios, químicos e derivados, fruticultura, floricultura, avicultura, bebidas,
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7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais
fumos, metalurgia, perfumaria e cosméticos entre outros. As vendas de papelão ondulado no mercado
interno, também, são impulsionadas pelos setores exportadores, carnes, aves, frutas, fumos etc.
As informações divulgadas pela Associação Brasileira de Papelão Ondulado (ABPO) indicam que, em
2009, a expedição de caixas, chapas e acessórios totalizou 2,274 mil toneladas, em linha com 2008 (2.274
mil toneladas). Em 2007 a expedição conforme o anuário da ABPO representava 2.254 mil toneladas.
Nos 3 últimos anos o market share da Companhia permaneceu estável em 20%.

(ii) Sacos Industriais

A Companhia atua em vários segmentos, onde o mercado de construção civil (cimento, cal e argamassa)
representa 80% do volume faturado. Os demais segmentos atendidos são de sementes, produtos químicos,
alimentos, ração e minérios. A Companhia exporta para 11 países nas Américas sendo a América Latina o
principal mercado.

d) eventual sazonalidade

FLORESTAL

Não há sazonalidade significativa nas vendas do segmento Florestal..

PAPÉIS

Nas exportações de kraftliner e white top liner, os clientes da América do Sul tem maior demanda no
período de safra de frutas que começa por volta de agosto e vai até março do ano seguinte. Os clientes
exportadores de bananas basicamente não têm sazonalidade. Em ambos os mercados o terceiro trimestre é
o período de maior atividade, com redução nos meses de dezembro e janeiro, com exceção dos clientes
dedicados ao mercado de frutas. Na Europa, o mercado tem forte baixa no verão, começando em junho e
avançando até agosto.
As vendas de papelcartão estão ligadas a bens de consumo de diversos tipos, o que tende a atenuar a
variação de demanda ao longo do ano. Porém, estão sujeitas a certa sazonalidade. Um ano típico (isolando
fatores econômicos e desastres pontuais) apresenta demanda mais acentuada no segundo semestre,
quando o consumo é incentivado pelas festas de fim de ano.
CONVERSÃO

(i) Caixas e Chapas de Papelão Ondulado

As vendas de papelão ondulado têm relação com a produção de bens de consumo e o segmento apresenta
maior força no segundo semestre do ano, devido à época de festas. O mercado de embalagem também e
influenciado por exportações indiretas: fumo, frutas, carnes e aves, etc.
(ii) Sacos Industriais
O consumo de cimento apresenta queda nos períodos de chuva. No Brasil, as vendas de sacos industriais
da Companhia são mais fracas nos meses de janeiro e fevereiro. Já o segmento de sementes apresenta
pico entre os meses de março e abril, onde a safra de sementes é maior.

e) principais insumos e matérias primas

i) descrição das relações mantidas com fornecedores, inclusive se estão sujeitas a controle ou
regulamentação governamental, com indicação dos órgãos e da respectiva legislação aplicável;

O conceito de cadeia de suprimento orienta a atuação da área de suprimentos, que é responsável por
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7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais
conduzir todas as relações comerciais da Companhia com seus fornecedores, estimulando a busca
permanente por altos padrões de qualidade e conduta ética. Em 2009, a empresa mantinha relacionamento
com 5.292 fornecedores, sendo a maior parte (61%) em materiais de manutenção.
Distribuição dos fornecedores, em 2009
Área
Quantidade
Materiais de manutenção
3.209
Serviços
1.528
Matéria-prima
428
Importados
127
Total
5.292
Os fornecedores precisam comprovar expertise técnica para atender, com qualidade, prazos e volume, às
demandas da Companhia; fornecer, quando necessário, amostra/lote de seus produtos para avaliação;
adotar práticas de responsabilidade social ­ como assegurar os benefícios básicos aos seus colaboradores,
proporcionar um ambiente de trabalho seguro, produtivo e participativo e não utilizar mão de obra infantil
­ e apresentar padrões de responsabilidade ambiental. Devem ainda colaborar para o fortalecimento da
cadeia de suprimento, promovendo a valorização da livre concorrência, e proporcionar visita técnica para
avaliação de instalações, equipamentos, processos de produção, etc.
Não há uma política formal de privilegiar compras com fornecedores locais. Com o objetivo de
desenvolver novas fontes de suprimento nacionais e internacionais e promover alternativas para materiais
e insumos, a Companhia procura estimular pequenas e médias empresas a terem maior participação como
fornecedores. O foco da área se dirige ainda a aspectos como: adotar processo de compras eletrônicas em
fornecedores qualificados; negociar acordos e contratos corporativos para o fornecimento de materiais e
serviços e coordenar e executar os processos de importação, entre outros.
O relacionamento entre a Companhia e seus fornecedores é geralmente de médio e longo prazo. A maior
parte dos insumos adquiridos pela Companhia possui precificação variável de acordo com o balanço entre
a oferta e a demanda nos setores. Aumentos significativos na demanda ou restrições bruscas na oferta
podem fazer com que preços internacionais atinjam níveis mais altos e vice-versa.
Os prestadores de serviços são submetidos a procedimentos de fiscalização e auditoria para a
comprovação de que seguem rigorosamente a legislação trabalhista e efetuam o recolhimento de
contribuições sociais e encargos trabalhistas. As inspeções incluem vistoria de documentação trabalhista e
de locais de atuação, para assegurar condições dignas de trabalho e ausência de mão de obra infantil. Esse
procedimento garante as condições estabelecidas para os contratados diretamente pela Companhia, com
empregados fisicamente presentes nas unidades da empresa ou outro local por ela determinado.
O acompanhamento de toda documentação referente à área trabalhista pode ocorrer nas próprias
instalações do fornecedor, visando ao maior detalhamento nas análises. No caso de apuração de eventuais
irregularidades, a área contratante e o setor de suprimentos são responsáveis pela adoção de providências,
que incluem um comunicado escrito ao fornecedor sobre suspensão de pagamentos até regularização do
aspecto detectado como falho; e afirmação de que a reincidência ocasionará a desabilitação como
fornecedor da Companhia. A empresa desabilitada somente pode ser recontratada depois de ultrapassado
o prazo de dois anos desde a rescisão contratual. No caso de novas irregularidades durante a vigência do
novo contrato, o fornecedor é definitivamente desabilitado.
O relacionamento com concessionárias e distribuidoras de energia elétrica, fornecedores de gás e óleo
combustível estão sujeitos à regulamentação de órgãos governamentais (ANEEL, ANP) que determinam
preços e demandas contratadas.

ii) eventual dependência de poucos fornecedores

O fornecimento de energia elétrica é restrito nos Estados que a Companhia possui unidades fabris. No
Estado do Paraná a Companhia é atendida pela COPEL ­ Companhia Paranaense de Energia, que entrega
energia na planta de Monte Alegre. O fornecimento de energia é feito pela Centrais Elétricas de Santa
Catarina S.A. (CELESC) no Estado de Santa Catarina e pela Centrais Elétricas de São Paulo S.A. (CESP)
em São Paulo. Eventual dependência de poucos fornecedores também é encontrada em relacionamentos
com fabricantes de alguns produtos químicos de menor relevância.
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7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais
iii) eventual volatilidade de seus preços
Serviços prestados para a Companhia possuem contratos de médio prazo e pouca oscilação de valores. Os
reajustes de preço são feitos em negociações periódicas com base em dissídio e inflação. Já os preços de
insumos apresentam maior volatilidade de preços determinados pelo equilíbrio entre a oferta e a demanda
dos mercados. Em geral, a formação de preço desses produtos sofre influência de PIB, inflação, nível da
atividade econômica no Brasil e no mundo, variação da taxa de juros, carga tributária, flutuação do real
com relação a moedas estrangeiras, assim como fenômenos da natureza que podem impactar a oferta. Os
preços de energia elétrica são reajustados periodicamente após revisão tarifária das concessionárias.

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7.4 - Clientes responsáveis por mais de 10% da receita líquida total
7.4.
Clientes relevantes (responsáveis por mais de 10% da receita líquida total da Companhia):
a) montante total de receitas provenientes do cliente; e b) segmentos operacionais afetados pelas
receitas provenientes do cliente

Em 31 de dezembro de 2009, no segmento de papéis, um único cliente de cartões é responsável por
aproximadamente 20% da receita líquida da Companhia, correspondente a aproximadamente R$601
milhões.

O restante da base de clientes da Companhia é pulverizada, de forma que nenhum dos demais clientes,
individualmente, concentra participação relevante da receita operacional bruta da Companhia.
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7.5 - Efeitos relevantes da regulação estatal nas atividades
7.5.
Efeitos relevantes da regulação estatal sobre as atividades da Companhia:

a) necessidade de autorizações governamentais para o exercício das atividades e histórico de
relação com a administração pública para obtenção de tais autorizações

A Companhia necessita das seguintes autorizações governamentais para exercer as atividades industriais:

-Licença de Operação;
-Outorga do uso de água quando existir captação de rios e lençol freático;
-Cadastro Técnico Federal do IBAMA;
-Certificado de Registro Exército para as unidades que utilizam produtos controlados por esta entidade;
-Certificado Policia Federal para as unidades que utilizam produtos controlados por esta entidade; e
-Autorização para transporte e destinação de resíduos sólidos.

No curso dos negócios da Companhia uma relação bastante próxima tem sido mantida com os órgãos
responsáveis por autorizações governamentais em geral, de forma a adaptar os negócios às exigências de
tais órgãos sem qualquer prejuízo ao desempenho do plano de negócios. O histórico de relação da
Companhia com os órgãos responsáveis pela emissão destes documentos é baseado em transparência e
pró-atividade.

b) política ambiental da Companhia e custos incorridos para o cumprimento da regulação
ambiental e, se for o caso, de outras práticas ambientais, inclusive a adesão a padrões
internacionais de proteção ambiental

Política de Sustentabilidade

A Companhia é uma empresa que produz madeira, papéis e cartões para embalagem, embalagens de
papelão ondulado e sacos. Atua nos mercados interno e externo e se fundamenta nos seguintes princípios
de sustentabilidade para todas as atividades relativas aos seus produtos e serviços:
1. Buscar a qualidade competitiva, visando à melhoria sustentada dos seus resultados,
aperfeiçoando continuamente os processos, produtos e serviços para atender às expectativas de
clientes, colaboradores, acionistas, comunidade e fornecedores.
2. Assegurar o suprimento de madeira plantada para as suas unidades industriais, de forma
sustentada, sem agredir os ecossistemas naturais associados.
3. Praticar e promover a reciclagem de fibras celulósicas em sua cadeia produtiva.
4. Evitar e prevenir a poluição por meio da redução dos impactos ambientais relacionados a
efluentes hídricos, resíduos sólidos e emissões atmosféricas.
5. Promover o crescimento pessoal e profissional dos seus colaboradores e a busca da melhoria
contínua das condições de trabalho, saúde e segurança.
6. Praticar a Responsabilidade Social com foco nas comunidades onde atua.
7. Atender à legislação e normas aplicáveis ao produto, meio ambiente, saúde e segurança."
O quadro abaixo contém os custos incorridos para o cumprimento da regulação ambiental no exercício
findo em 31 de dezembro de 2009:
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7.5 - Efeitos relevantes da regulação estatal nas atividades
Investimentos ambientais em 2009
(R$ mil)
Projetos ambientais
23.211
Custo com tratamento de efluentes
18.352
Custo com resíduos
6.253
Treinamentos ambientais
151
Custo com monitoramento ambiental
560
Investimento em educação ambiental
307
Total
48.834
Certificações

A Klabin foi a primeira empresa brasileira a ser reconhecida pelo Rainforest Alliance como "Criadora de
Tendências de Desenvolvimento Sustentável", em razão do manejo de suas florestas. Esta gestão
sustentável levou a empresa também a ser a primeira companhia das Américas do setor de papel e
celulose a conquistar a certificação FSC (Forest Stewardship Council), em 1998, para suas florestas no
Paraná. Em 2004, as áreas florestais de Santa Catarina também receberam o selo verde.

O selo FSC atesta que toda a cadeia de produção da embalagem, desde o manejo florestal, passando pela
fabricação do papel e pela conversão, ocorra de forma ambientalmente correta, socialmente justa e
economicamente viável. A certificação também garante a rastreabilidade das matérias-primas em toda a
cadeia produtiva.

Apostando no uso múltiplo e racional de suas florestas, a Klabin também promove atividades que
permitem o aproveitamento sustentável dos seus ricos recursos naturais. Em 1999, a empresa foi a
primeira companhia do mundo a ter produtos florestais não-madeireiros certificados, devido ao manejo de
plantas medicinais e cadeia de custódia de produtos fitoterápicos e fitocosméticos, produzidos no
Programa de Fitoterapia da empresa.

As 17 plantas industriais da Klabin, espalhadas por oito estados brasileiros, são certificadas pela ISO
14.001 e atuam sob os conceitos da norma de gestão ambiental. Em todas as unidades os indicadores de
desempenho ambiental apresentam avanços ano a ano com a implantação de procedimentos padronizados,
a exemplo de coleta seletiva de lixo, separação de resíduos, organização da empresa, entre outros. Todos
os profissionais envolvidos são treinados para agir preventivamente e no controle e atendimento de
urgências ambientais.

A empresa também possui certificações pelas normas ISO 22.000, ISO 9001, OHSAS 18.001 e pelo
Instituto Isega da Alemanha.

Parque Ecológico

Constituído na década de 1980, o Parque Ecológico da Klabin tem por objetivo reproduzir e proteger
espécies ameaçadas de extinção na região para repovoamento, preservar paisagens íntegras e realizar
estudos científicos em vida silvestre. No local também são realizadas atividades de educação ambiental,
principalmente com crianças das comunidades vizinhas, e pesquisas de campo em parceria com
universidades e instituições acadêmicas.

Localizado na Unidade Monte Alegre, em Telêmaco Borba (PR), o Parque ocupa uma área de 11.196
hectares, dos quais 7.883 hectares são formados por florestas naturais, representadas pela Mata de
Araucária. Algumas dessas florestas ainda se encontram em estado primitivo ou pouco alteradas.

Programa Matas Legais

Iniciativa conjunta da Klabin e Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), o
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7.5 - Efeitos relevantes da regulação estatal nas atividades
Programa orienta pequenos e médios produtores rurais a planejarem suas propriedades em atendimento à
legislação ambiental. Eles também aprendem a conciliar a formação de matas ciliares e a recuperação de
áreas degradadas com a prática de outras atividades agrícolas produtivas. A recuperação das matas
ciliares permite a formação dos corredores ecológicos de matas nativas que, por sua vez, favorecem a
manutenção e o incremento da biodiversidade local.

O modelo sustentável contribui para o equilíbrio do ecossistema local e para o aprimoramento das
atividades de florestas plantadas. A assistência técnica é realizada em campo pela equipe de profissionais
da Apremavi, que dissemina conceitos de ecologia e orienta o desenvolvimento de atividades como
agricultura, ecoturismo e fomento florestal. Assim, além do cumprimento das normas ambientais,
contribui para a formação de um local agradável para se viver e trabalhar.

O programa foi criado em 2005, em Santa Catarina, e estendido em 2008 para o Paraná, beneficiando em
torno de 540 produtores, nos dois estados. O objetivo, nos próximos anos, é ampliar as atividades para
todos os produtores rurais que passarem a integrar o Programa de Fomento Florestal da Klabin, via Pronaf
e Propflora.

Em Santa Catarina, 283 produtores de 35 municípios das regiões do Alto Vale do Itajaí e Planalto
Catarinense receberam orientação para o plantio de eucaliptos e pínus e recuperação de áreas ciliares. O
programa distribuiu gratuitamente aproximadamente 80 mil mudas de árvores nativas, o que significa
capacidade para recuperar cerca de 50 hectares entre nascentes e matas ciliares.

No Paraná, 127 novos produtores foram engajados no Programa em 2009, totalizando 263 participantes.
Além da distribuição de mudas para a recuperação de matas ciliares, o Matas Legais é integrado ao
Programa Caiubi de Educação Ambiental e inclui atividades com a rede de ensino local, como cursos,
oficinas vivenciais e de capacitação, campanhas educativas e divulgação do fomento florestal.

Fitoterapia

O Programa de Fitoterapia busca o uso sustentável da biodiversidade e alia a preservação do meio
ambiente à responsabilidade social, com fornecimento de fitoprodutos usados na assistência e
complementação à saúde dos colaboradores de Telêmaco Borba, no Paraná. O Programa foi o primeiro do
mundo certificado FSC - Forest Stewardship Council em relação ao manejo de plantas medicinais (em
1999) e à cadeia de custódia de produtos não madeireiros para fitoterápicos e fitocosméticos (em 2001 e
2006).
Com uma operação permanente de avaliação das florestas, a fitoterapia promove o multiuso racional e
sustentado da biodiversidade das matas nativas e subbosques das plantações comerciais existentes na
Fazenda Monte Alegre (PR). O laboratório de manipulação utiliza plantas medicinais para produzir cerca
de 60 produtos, entre medicamentos e fitocosméticos (Linha Phitosfera ­ Beleza & Saúde). Os
fitoterápicos são empregados como auxiliares no tratamento de cinco doenças básicas: gripes e resfriados,
ferimentos e lesões de pele, dificuldades digestivas, diarreia e hipertensão arterial leve.

Educação ambiental - Programa Caiubi

Iniciativa de educação ambiental, o Programa reúne especialistas em diversos temas, com o objetivo de
capacitar professores das redes municipal e estadual de ensino para educar as futuras gerações para a
preservação ambiental. As atividades incluem seminários, palestras e cursos teóricos e práticos em
educação ambiental. Essa capacitação multidisciplinar dos professores ajuda na formação de cidadãos
mais críticos e conscientes.

No Paraná, a 18ª etapa do Programa foi desenvolvida com as escolas da rede municipal de ensino de
Telêmaco Borba. O encontro teve duração de dois dias e foi realizado nos auditórios da Secretaria de
Educação e do Parque Ecológico da Klabin. Os conteúdos foram ministrados por professores da
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7.5 - Efeitos relevantes da regulação estatal nas atividades
Universidade Estadual de Londrina (UEL) e abordaram assuntos como ecopedagogia, práticas de
educação ambiental, agroecologia no cotidiano, além de oficina de reaproveitamento de garrafas PET.
Desde sua criação, em 2001, o Programa já realizou 2,9 mil treinamentos com professores, de 484
escolas, beneficiando 158,3 mil estudantes. No final do ano, foi realizado um workshop para apresentação
das experiências dos professores no desenvolvimento dos projetos em suas escolas, que são
desenvolvidos integrando a Agenda 21.

Em Santa Catarina, a iniciativa teve duas etapas, desenvolvidas nos municípios de Ponte Alta do Norte e
Ponte Alta, com a participação de dez escolas e 105 professores, abrangendo 2.554 alunos. Os temas
abordados incluíram fauna silvestre, flora regional, atividades lúdicas em educação ambiental e de
sensibilização quanto ao equilíbrio ambiental. Em Ponte Alta, representantes da Associação para
Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) explicaram o conceito do Programa Matas Legais,
desenvolvido em parceria com a Klabin, e demonstraram o correto planejamento das propriedades rurais,
que alia produções agrícolas rentáveis com preservação ambiental.

Em Santa Catarina, o Programa tem a parceria da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), da
Universidade do Planalto Catarinense (Uniplac) e da Polícia Ambiental. As atividades são finalizadas
com uma visita à trilha ecológica da empresa em Correia Pinto. Em suas dez etapas, colaborou com a
formação de 400 professores, de 125 escolas, e um total de 39,7 mil estudantes.

Em comemoração ao Dia da Árvore, em setembro, foi desenvolvida ação ambiental que beneficiou 1,5
mil alunos de dez escolas da região de Lages. Os estudantes, que já participaram de edições anteriores do
Programa, receberam cartilha sobre a importância do manejo florestal em forma de mosaico para a
preservação da biodiversidade e o conceito de sustentabilidade. Com esse sistema, que mescla o cultivo
de pínus e eucalipto à mata nativa preservada, a Klabin mantém uma rica biodiversidade em suas áreas
florestais.

Educação ambiental - Protetores Ambientais

Desenvolvido desde 2005 em parceria com a Polícia Ambiental de Santa Catarina, incentiva o respeito às
pessoas e ao meio ambiente e o desenvolvimento social, resgatando a cidadania. Durante seis meses, os
alunos recebem treinamentos teóricos e práticos sobre preservação da natureza, legislação ambiental,
aspectos da fauna e flora locais, primeiros socorros, civismo, moral e ética. Para se tornar um Protetor
Ambiental, a criança é selecionada por meio de uma prova de conhecimentos gerais. Em 2009, capacitou
25 crianças e jovens de quatro municípios catarinenses.

Uma das atividades do ano foi um acampamento na Base de Pesquisa Avançada do Instituto Brasileiro do
Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), no município Painel (SC). Realizado em
um final de semana, reuniu 35 crianças em brincadeiras e atividades didáticas para a aplicação do
conhecimento socioambiental. Elas buscavam estimular o trabalho em equipe e o comprometimento com
o curso, além de valorizar o respeito, a disciplina e a união, que são importantes pilares do Programa. Na
parte teórica, tiveram aula sobre o aquífero Guarani, receberam treinamentos de primeiros socorros e
legislação ambiental, além de participarem de palestra interativa sobre o comportamento, biologia e
identificação das serpentes, bem como prevenção e tratamento no caso de mordidas. Entre as atividades
recreativas, foram realizadas dinâmicas de orientação com bússola, pista de cordas e caminhadas em
trilhas ecológicas.

Educação ambiental - Força Verde Mirim

Projeto pioneiro na formação de agentes ambientais, é desenvolvido no Paraná para a multiplicação de
conceitos sociais e ambientais. Alunos de escolas de regiões com os menores Índices de Desenvolvimento
Humano (IDH) recebem treinamentos teóricos e práticos sobre preservação da natureza, legislação
ambiental, aspectos da fauna e flora locais, primeiros socorros, civismo, moral e ética. A formação é
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7.5 - Efeitos relevantes da regulação estatal nas atividades
realizada durante seis meses.

Os integrantes do Batalhão de Polícia Ambiental Força Verde são responsáveis pela transmissão desses
conceitos em atividades culturais diversas. A Klabin participa da elaboração da metodologia e do
conteúdo transmitido, além de providenciar transporte, alimentação e espaço para aulas de educação
ambiental em seu Parque Ecológico, na Unidade Monte Alegre. Outros parceiros são a Secretaria de
Estado do Meio Ambiente e o Instituto Ambiental do Paraná.

Em 2009 foi formada a terceira turma, composta por 35 crianças. Durante o ano os agentes mirins
participaram de atividades como ação ambiental comunitária no Dia Mundial do Meio Ambiente e
comemoração do Dia da Árvore com plantio de mudas na campanha do Carbono Zero.

Educação ambiental - Copati

A Klabin atua em parceria com o Consórcio para a Proteção Ambiental da Bacia do Rio Tibagi (Copati)
com o principal objetivo de promover a educação ambiental, levando as comunidades a conhecer e
utilizar os recursos do meio ambiente de modo sustentado.

O consórcio promove uma série de projetos, dentre os quais destaca-se o Pingo D'Agua, que capacita
professores e alunos para atuarem como agentes efetivos do desenvolvimento comunitário. A Klabin tem
auxiliado o Pingo D'Água com a capacitação técnica dos educadores envolvidos em Telêmaco Borba,
Ortigueira, Sapopema, Tibagi e Curiúva, no Paraná.

c) dependência de patentes, marcas, licenças, concessões, franquias, contratos de royalties
relevantes para o desenvolvimento das atividades.

A Companhia não é dependente de suas marcas, patentes, licenças, concessões, franquias e contratos de
royalties. Para informações adicionais, vide item 9.1(b)
.

Para informações adicionais sobre as marcas e patentes detidas pela Companhia, vide item 9.1(b).
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7.6 - Receitas relevantes provenientes do exterior
7.6.
Informações acerca dos países em que a Companhia obtém receitas relevantes:

a) receita proveniente dos clientes atribuídos ao país sede da Companhia e sua participação na
receita líquida total da Companhia

A receita da Companhia proveniente dos clientes do mercado brasileiro foi de R$2.248 milhões em 2009,
cuja participação na receita líquida total da Companhia foi de 76%.

b) receita proveniente dos clientes atribuídos a cada país estrangeiro e sua participação na receita
líquida total da Companhia; c) receita total proveniente de países estrangeiros e sua participação
na receita líquida total da Companhia

A receita da Companhia proveniente dos clientes do mercado externo foi de R$712 milhões em 2009,
cuja participação na receita líquida total da Companhia foi de 24%.

Abaixo segue tabela evidenciando a distribuição da receita liquida de clientes em 2009 nos países
estrangeiros:
Pais
Receita Total (em milhões R$)
% na Receita Liquida Total
Argentina
204
6,9%
China
51
1,7%
Venezuela
41
1,4%
Cingapura
35
1,2%
Itália
34
1,1%
Estados Unidos da América
32
1,1%
Bélgica
30
1,0%
Alemanha
30
1,0%
Equador
23
0,8%
Nigéria
19
0,6%
Paquistão
18
0,6%
Grã-Bretanha
17
0,6%
França
16
0,6%
Espanha
16
0,6%
Chile
16
0,6%
Turquia
15
0,5%
Outros pulverizados
115
3,8%
Total
712
27,2
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7.7 - Efeitos da regulação estrangeira nas atividades
7.7.
Regulação dos países em que a Companhia obtém receitas relevantes e influência nos
negócios da Companhia:

A Companhia exporta para mais de 60 países e está sujeita à regulação desses locais. As autoridades
responsáveis pelos países para os quais a Companhia exporta seus produtos poderão revisar normas e
regulamentos vigentes e/ou alterar os termos e condições das licenças concedidas à Companhia e/ou de
suas subsidiárias, as quais a Companhia deve observar. A observância de tal regulação poderá exigir que
a Companhia incorra em dispêndios operacionais e de capital adicionais, que poderão ser significativos.
Para assegurar a observância contínua das leis, normas e regulamentos existentes, a Companhia deve,
periodicamente, substituir, reparar ou atualizar as instalações, equipamentos ou materiais existentes, o que
poderá exigir que a Companhia incorra em capital adicional.

Além disso, devido ao crescimento do internacional dos produtos nacionais, os exportadores brasileiros
estão sendo cada vez mais afetados pelas medidas tomadas por países importadores para proteger os
produtores locais. A competitividade das companhias do Brasil levou alguns países a estabelecerem
barreiras comerciais para limitar o acesso de companhias brasileiras aos seus mercados ou mesmo
subsidiar os produtores locais. Alguns países impõem quotas de importação de produtos vindos do Brasil,
e atrasos na alocação dessas quotas ou mudanças na legislação ou políticas relacionadas a essas quotas
podem afetar adversamente as exportações da Companhia.

A fábrica de sacos industriais da Klabin na Argentina está inscrita e é regulada por órgãos que tratam de meio
ambiente, leis trabalhistas, regime de tributação e sindicatos e vem cumprindo todas as exigências legais, sem
barreiras que impossibilitem a sua operação normal.
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7.8 - Relações de longo prazo relevantes
7.8.
Outras relações de longo prazo relevantes da Companhia que não figurem em outra parte
deste Formulário:

Fomento florestal

Na produção de madeira, a Klabin trabalha em parceria com proprietários rurais de 79 municípios dos
Estados do Paraná, de Santa Catarina e de São Paulo. Em 2009, o Programa de Fomento Florestal atingiu
6,9 mil hectares nas regiões próximas às unidades desses três Estados, abrangendo 542 produtores rurais.

O objetivo da iniciativa é estimular o plantio de florestas em áreas ociosas e marginais das propriedades,
promover melhorias ambientais, recuperar matas nativas e fixar populações rurais, pois propicia
ampliação da renda e uma poupança futura para pequenos e médios produtores. Com o Programa, a
Klabin visa elevar de 9% para 20% a participação total de madeira de terceiros no abastecimento até
2012.

Criado em 1984, o Programa já envolveu 18,4 mil proprietários, 94,3 mil hectares plantados e 166
milhões de mudas distribuídas. Os produtores recebem orientação técnica da Klabin desde o fornecimento
das mudas, passando por apoio no manejo florestal e na comercialização de madeira. O desenvolvimento
das florestas é financiado por duas iniciativas do Governo Federal ­ o Programa Nacional de
Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e o Programa de Plantio Comercial e Recuperação de
Florestas (Propflora) ­, nas quais a empresa é avalista dos produtores rurais.
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7.9 - Outras informações relevantes
7.9.
Outras informações relevantes:

Além da Política de Sustentabilidade, a Companhia possui vários programas sociais que visam o
desenvolvimento das áreas onde está localizada, bem como promover a responsabilidade social. Abaixo
estão relacionadas algumas atividades promovidas:

Apicultura e meliponicultura

A diversificação da atividade rural, com maior geração de renda, e a preservação da biodiversidade local
são dois focos do Programa de Apicultura e Meliponicultura desenvolvido pela Klabin em parceria com a
Associação de Apicultores de Telêmaco Borba e Cooperativa Caminhos do Tibagi. Em 2009, contava
com a participação de 14 apicultores, que recolhem o mel de 17 apiários instalados nas propriedades da
Klabin, cada um deles contendo em média 25 colmeias. No ano de 2009, a produção atingiu 10.450
quilos, com a média de 24 quilos por colmeia ­ acima da média nacional de 16 quilos.

A Companhia cede suas florestas, aproveitando o potencial da flora das áreas, como parte da visão de que
os múltiplos produtos da floresta impulsionam cadeias produtivas que trazem benefícios ambientais e
sociais para a comunidade. A Associação opera uma unidade de beneficiamento de mel, que prepara o
produto de acordo com as exigências legais e de mercado. Com atuação nos municípios paranaense de
Telêmaco Borba, Ortigueira, Imbaú, Reserva, Tibagi, Curiúva, Figueira e Ventania, a cooperativa
distribui e comercializa o mel e seus derivados.

Pacto Global

Desde 2002 a Klabin é signatária do Pacto Global, um compromisso da comunidade empresarial para a
construção de uma economia mais sustentável, inclusiva e igualitária, com base no atendimento a dez
princípios nas áreas de direitos humanos, trabalho, meio ambiente e anticorrupção. Iniciativa
desenvolvida pela Organização das Nações Unidas (ONU), reúne também sindicatos e entidades não
governamentais. Atualmente, conta com mais de 5,2 mil signatários em todo mundo.

Paralelamente, e de forma alinhada ao Pacto Global, a Klabin também apoia os Oito Objetivos de
Desenvolvimento do Milênio, desafio a ser atingido até 2015 por meio de ações concretas dos governos e
da sociedade. Estabelece oito compromissos: erradicação da fome e da miséria; educação de qualidade
para todos; não discriminação; redução da mortalidade infantil; saúde das gestantes; combate às doenças;
qualidade de vida e respeito ao meio ambiente; e universalização do trabalho.

Ação Social

A Klabin contribui com diversas entidades ligadas às comunidades das regiões onde estão instaladas suas
unidades industriais, tanto por meio de doações financeiras como com campanhas de conscientização ou
arrecadação de produtos. Em 2009, forneceu 25 mil caixas de papelão ondulado utilizadas na Campanha
do Agasalho, uma iniciativa do Fundo de Solidariedade e Desenvolvimento Social e Cultural do Estado
de São Paulo. A Empresa colabora com a Campanha do Agasalho desde 2001, com o fornecimento de
caixas onde são depositadas as doações. A iniciativa de 2009 agregou ao conceito de solidariedade a
conscientização e reflexão sobre questões ambientais e sustentabilidade, incentivando a prática dos Três
Rs: Reduzir, Reutilizar e Reciclar.

Também contribui anualmente com a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) em alguns
municípios, com a destinação de recursos financeiros ou a doação de materiais para a confecção de
artesanato.


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7.9 - Outras informações relevantes
Doações

A Klabin apoia financeira e materialmente diversas comunidades. As instituições que recebem essas
doações ­ asilos, orfanatos, entidades de classes e comunitárias ­ abrangem os mais diferentes campos,
como saúde, assistência social, cultura, educação técnica e ambiental.

Uma das entidades beneficiadas é o Conselho Comunitário de Segurança de Telêmaco Borba, que presta
serviços de proteção, prevenção e segurança à população, ao comércio, à indústria, à saúde e ao meio
ambiente. Em 2009, a Klabin destinou recursos para despesas administrativas. A Polícia Militar e Civil e
os Bombeiros dos municípios de Correia Pinto e Otacílio Costa, em Santa Catarina, também recebem
doações da Companhia, como alimentação e combustível, para auxiliar nas atividades do dia a dia.

Saúde

Na área da saúde, a Klabin destina recursos para hospitais, institutos, centros de ensino, associações que
se dedicam à pesquisa, cirurgias e atividades de reabilitação. Exemplos dessa iniciativa é o apoio aos
hospitais Santa Clara, em Otacílio Costa, e Faustino Riscarolli, de Correia Pinto, ambos em Santa
Catarina.

Na primeira instituição a doação mensal é direcionada para o pagamento do salário de dez colaboradores.
Além de tornar o atendimento à comunidade mais acessível e ágil, possibilita à administração um melhor
planejamento de verba para a compra de novos equipamentos no decorrer do ano. Em Correia Pinto, o
hospital aplicou os recursos na compra de equipamentos do centro cirúrgico.

Voluntariado

Para consolidar as atividades de voluntariado de seus colaboradores, a empresa apoia a Terra Viva
Associação de Voluntários da Klabin, entidade sem fins lucrativos criada em 2003 para incentivar e
organizar as ações voluntárias da empresa. Os projetos apoiados pelo Programa atendem crianças, idosos
e portadores de necessidades especiais de diversas entidades.

A companhia faz aportes mensais de recursos com base em um orçamento anual estabelecido, enquanto
colaboradores e fornecedores realizam doações esporádicas. Participam colaboradores e familiares dos
municípios de São Paulo e Jundiaí (SP), Telêmaco Borba (PR),

Feira de Santana (BA), São Leopoldo (RS), Otacílio Costa, Correia Pinto e Lages (SC).

Educação diferenciada

Algumas iniciativas de ação comunitária são direcionadas aos filhos de colaboradores da região de
Telêmaco Borba, onde foi instalado um Espaço Cultural. São programas de complementação à educação
formal, com ênfase em atividades artísticas, como dança e canto coral.

Programa Passo Certo ­ Contribui com a formação de filhos de colaboradores, com atividades de dança
clássica e contemporânea, para as meninas, e capoeira, para os meninos. Realizado no Espaço Cultural
Vera Lafer, da Unidade Monte Alegre (PR), tem como objetivo desenvolver valores como respeito,
amizade e companheirismo. As ações contribuem também com o fortalecimento do exercício da
cidadania, promovem a superação das dificuldades e dos desafios e incentivam o espírito de equipe. Os
alunos ainda ampliam suas habilidades de concentração, agilidade, resistência, controle corporal e
atenção. Desde o início do Programa, em agosto de 2008, 186 crianças já participaram das atividades. A
partir do segundo semestre de 2009, o Passo Certo iniciou a categoria de dança clássica para as
colaboradoras da Klabin.
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7.9 - Outras informações relevantes
Programa Nossa Língua Digital ­ Desenvolvido no laboratório de informática do Espaço Cultural Vera
Lafer, o Programa usa novas tecnologias da informação e comunicação em iniciativas de educação
direcionadas a filhos de colaboradores. Inclui atividades como leitura, debates e dinâmicas, produção de
textos para jornais e revistas eletrônicas, blogs e fotonovelas digitais. Iniciado no primeiro semestre de
2009, é executado em parceria com o Instituto Jaborandi, organização não governamental que atua na
melhoria da educação formal e informal de adolescentes e jovens. A cada semestre, cerca de 80 alunos
são certificados pelo Programa, que possui o selo de qualidade do Ministério da Educação e é indicado
pelo 1º Guia de Tecnologias Educacionais, publicado pelo MEC.

Coral das Meninas Cantoras ­ Mantido na Unidade Monte Alegre (PR), o Coral das Meninas Cantoras da
Klabin contribui para a prática de valores éticos e morais e, sobretudo, para a formação das crianças,
filhas de colaboradores da Empresa. Constituído em agosto de 2004, o grupo é composto de 76 meninas
com idade entre 7 e 16 anos. Com repertório variado, elas já se apresentaram em diversas cidades dos
Estados do Paraná, de São Paulo e de Santa Catarina, para um público de mais de 5 mil pessoas.

Coral Klabin ­ Composto por 30 cantores, entre funcionários (ativos e aposentados) da Unidade Monte
Alegre (PR) e familiares, o Coral Klabin completou 15 anos em 2009 e mais de 150 apresentações
realizadas. Nesse período, firmou-se como grupo de destaque na região, ao mesmo tempo em que refletiu
o interesse da Empresa em incentivar as manifestações culturais e artísticas de seus funcionários e
familiares. Já se apresentou em diversos eventos na Companhia e em diferentes locais do País. Dentre
eles destacam-se: Natal Luz em Gramado (RS), Encontro de Corais de Cerquilho (SP), Festival de Corais
de Paranavaí (PR) e Encontro de Corais da Universidade Estadual de Ponta Grossa (PR).
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8.1 - Descrição do Grupo Econômico
8.1.
Grupo econômico da Companhia

a) controladores diretos e indiretos e d) participações de sociedades do grupo na Companhia
A Companhia é uma sociedade por ações com registro de companhia aberta, com 51,70% do seu controle
detido pela Klabin Irmãos & Cia, empresa holding do Grupo Klabin. e 7,8% do seu controle detido pela
Niblak Participações S.A., empresa ligada ao acionista controlador.
b) controladas e coligadas, c) participações da Companhia em sociedades do grupo e e) sociedades
sob controle comum
Participação
Participação
direta/indireta
no capital Total - (%)
Empresas controladas em 2009:
Klabin Argentina S.A.
direta/indireta
100
Klabin Ltd.
direta
100
. Klabin Trade
indireta
100
Klabin Forest Products Company
direta
100
IKAPÊ Empreendimentos Ltda.
direta
100
Klabin do Paraná Produtos Florestais Ltda.
direta
100
Antas Serviços Florestais S/C Ltda.
direta
100
Centaurus Holdings S.A.
direta
100
Timber Holdings S.A.
direta
100
Sociedades em Conta de Participação:
Paraná
direta
90
Santa Catarina
direta
93
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8.2 - Organograma do Grupo Econômico
8.2.
Organograma do Grupo Econômico da Companhia:






















Klabin
Argentina
Klabin
Limited
IKAPÊ
Empreendi-
mentos
KPPF
Klabin PR
Prod Florest
ANTAS
Servs
Florestais
99,80%
99,99%
97,98%
0,20%
2,02%
Riohold
Holdings
100,00%
99,99%
0,01%
0,01%
Klabin S.A.
Klabin
Overseas
Klabin
Trade
100,00%
99,50%
0,50%
SCP Correia
Pinto
Sta Catarina
93%
Centaurus
Holdings
99,99%
0,01%
Timber
Holdings
99,99%
0,01%
Klabin Forest
Products
Company
100%
SCP Leal
Paraná
90%
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A Companhia não passou por eventos societários significativos nos últimos três exercícios sociais.
Justificativa para o não preenchimento do quadro:
8.3 - Operações de reestruturação
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8.4 - Outras informações relevantes
8.4.
Outras informações que a Companhia julgue relevantes:

Não existem outras informações relevantes sobre esse item "8".
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9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes - outros
9.1.
Bens do ativo não-circulante relevantes para o desenvolvimento das atividades da
Companhia:

Os bens do ativo não-circulante relevantes para o desenvolvimento das atividades da Companhia são
constituídos substancialmente por seu ativo imobilizado.
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Parque Industrial - Fábrica de Conversão
Brasil
SC
Itajaí
Própria
Parque Industrial - Fábrica de Conversão
Brasil
RS
São Leopoldo
Própria
Parque Industrial - Fábrica de Conversão
Argentina
BA
Pilar
Própria
Parque Industrial - Fábrica de Conversão
Brasil
PE
Goiana
Própria
Parque Industrial - Fábrica de Conversão
Brasil
RJ
Rio de Janeiro
Própria
Glebas de terras de 108.330 hectares, com 99.203 hectares de florestas plantadas
Brasil
SC
Otacílio Costa, Leal, Lages,
Correia Pinto, Alfredo
Wagner, Espigão, Santa
Cecília, Palmeira
Própria
Glebas de terras de 31.436 hectares, com 28.195 hectares de florestas plantadas
Brasil
SC
Otacílio Costa, Leal, Lages,
Correia Pinto, Alfredo
Wagner, Espigão, Santa
Cecília, Palmeira
Arrendada
Glebas de terras de 4.495 hectares, com 4.048 hectares de florestas plantadas
Brasil
SP
Itapeva, São Miguel Arcanjo,
Tapiraí e Angatuba
Própria
Glebas de terras de 4.250 hectares, com 3.962 hectares de florestas plantadas
Brasil
SP
Itapeva, Paranapanema,
Angatuba, Itapetininga,
Sarapuí, Guareí e Buri
Arrendada
Glebas de terras de 7.492 hectares, com 2.953 hectares de florestas plantadas
Brasil
MS
Inocência
Própria
Parque Industrial - Fábrica de Conversão
Brasil
SP
Piracicaba
Própria
Parque Industrial - Fábrica de Conversão
Brasil
MG
Betim
Própria
Parque Industrial - Fábrica de Conversão
Brasil
SP
Jundiaí
Própria
Parque Industrial - Fábrica de Papel
Brasil
SC
Correia Pinto
Própria
Parque Industrial - Fábrica de Papel
Brasil
PR
Telêmaco Borba
Própria
Parque Industrial - Fábrica de Conversão
Brasil
RJ
Guapimirim
Própria
Parque Industrial - Fábrica de Conversão
Brasil
SP
Jundiaí
Própria
Parque Industrial - Fábrica de Papel
Brasil
SP
Angatuba
Própria
Parque Industrial - Fábrica de Conversão
Brasil
BA
Feira de Santana
Própria
Parque Industrial - Fábrica de Papel
Brasil
SC
Otacílio Costa
Própria
Parque Industrial - Fábrica de Conversão
Brasil
MG
Ponte Nova
Própria
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.a - Ativos imobilizados
Descrição do bem do ativo imobilizado
País de localização
UF de localização
Município de localização
Tipo de propriedade
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Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
Versão : 7
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Glebas de terras de 250.293 hectares,com 222.703 hectares de florestas plantadas
Brasil
PR
Telêmaco Borba, Imbaú,
Ortigueira, Tibagi,
Guarapuava, Curiuva, Piraí
do Sul, Reserva, Rio Branco
Própria
Glebas de terras de 51.033 hectares, com 44.220 hectares de florestas plantadas
Brasil
PR
Telêmaco Borba, Imbaú,
Ortigueira, Tibagi, Reserva,
Ventania, Rio Branco,
Curiuva, Rosário, Ibati
Arrendada
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.a - Ativos imobilizados
Descrição do bem do ativo imobilizado
País de localização
UF de localização
Município de localização
Tipo de propriedade
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Marcas
EUKALINER -
CLASSE 16
Itália
01/08/2014
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
EUKALINER -
CLASSE 16
Inglaterra
14/06/2015
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
EUKALINER -
CLASSE 16
França
19/06/2014
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
EUKALINER -
CLASSE 16
Brasil
13/08/2015
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
KLABIN - CLASSE
10.10
Brasil
10/04/2016
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
PÁGINA: 74 de 281
Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
Versão : 7
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Marcas
KLACE -
NOMINATIVA -
CLASSE 01.60
Brasil
10/11/2012
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
KLACE -
NOMINATIVA -
CLASSE 16.10
Brasil
26/01/2015
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
KLABIN -
NOMINATIVA -
CLASSE 16
Argentina
20/04/2015
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
KLACELL -
NOMINATIVA -
CLASSE 16
Brasil
29/12/2012
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
KLACELL -
NOMINNATIVA -
CLASSE 01
Brasil
09/02/2013
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
PÁGINA: 75 de 281
Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
Versão : 7
background image
Marcas
"K" - FIGURATIVA
CLASSE 01
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
KLABIN DO
PARANÁ -
CLASSE 32
Brasil
27/10/2011
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
"K" - FIGURATIVA
CLASSE 04
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
"K" - FIGURATIVA
CLASSE 06
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
"K" - FIGURATIVA
CLASSE 04
Brasil
08/07/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
PÁGINA: 76 de 281
Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
Versão : 7
background image
Marcas
"K" - FIGURATIVA
CLASSE 06
Brasil
13/02/2017
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
"K" - FIGURATIVA
CLASSE 16
Brasil
22/01/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
"K" - FIGURATIVA
CLASSE 07
Brasil
22/07/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
"K" - FIGURATIVA
CLASSE 16
Brasil
22/07/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
"K" - FIGURATIVA
CLASSE 07
Brasil
01/07/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
PÁGINA: 77 de 281
Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
Versão : 7
background image
Marcas
"K" - FIGURATIVA
CLASSE 31
Brasil
22/07/2013
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
"K" - FIGURATIVA
CLASSE 19
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
"K" - FIGURATIVA
CLASSE 19
Brasil
24/06/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
"K" - FIGURATIVA
CLASSE 17
Brasil
22/07/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
"K" - FIGURATIVA
CLASSE 17
Brasil
22/01/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
PÁGINA: 78 de 281
Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
Versão : 7
background image
Marcas
"K" - FIGURATIVA
CLASSE 36
Brasil
24/06/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
"K" - FIGURATIVA
CLASSE 36
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
"K" - FIGURATIVA
CLASSE 31
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
"K" - FIGURATIVA
CLASSE 37
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
"K" - FIGURATIVA
CLASSE 37
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
PÁGINA: 79 de 281
Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
Versão : 7
background image
Marcas
"K" - FIGURATIVA
CLASSE 39
Brasil
11/11/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
"K" - FIGURATIVA
CLASSE 39
Brasil
22/07/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
"K" - FIGURATIVA
CLASSE 42
Brasil
30/09/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN
HORIZONTAL -
MISTA - CLASSE
01
Brasil
15/01/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
"K" - FIGURATIVA
CLASSE 42
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
PÁGINA: 80 de 281
Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
Versão : 7
background image
Marcas
K KLABIN -
HORIZONTAL -
MISTA - CLASSE
01
Brasil
15/01/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
HORIZONTAL -
MISTA - CLASSE
06
Brasil
22/07/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
HORIZONTAL -
MISTA - CLASSE
04
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
HORIZONTAL-
MISTA - CLASSE
06
Brasil
10/02/2019
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
HORIZONTAL -
MISTA - CLASSE
04
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
PÁGINA: 81 de 281
Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
Versão : 7
background image
Marcas
K KLABIN -
HORIZONTAL -
MISTA - CLASSE
31
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
HORIZONTAL -
MISTA - CLASSE
07
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
HORIZONTAL -
MISTA - CLASSE
19
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
HORIZONTAL -
MISTA - CLASSE
19
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
HORIZONTAL -
MISTA - CLASSE
07
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
PÁGINA: 82 de 281
Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
Versão : 7
background image
Marcas
K KLABIN -
HORIZONTAL -
MISTA - CLASSE
39
Brasil
22/07/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
HORIZONTAL -
MISTA - CLASSE
31
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
HORIZONTAL -
MISTA - CLASSE
42
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN-
HORIZONTAL -
MISTA - CLASSE
42
Brasil
10/06/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN-
HORIZONTAL -
MISTA - CLASSE
39
Brasil
11/06/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
PÁGINA: 83 de 281
Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
Versão : 7
background image
Marcas
K KLABIN -
VERTICAL -
MISTA - CLASSE
06
Brasil
10/02/2019
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
VERTICAL -
MISTA - CLASSE
01
Brasil
15/01/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
VERTICAL -
MISTA - CLASSE
04
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
VERTICAL -
MISTA - CLASSE
04
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
VERTICAL -
MISTA - CLASSE
01
Brasil
15/01/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
PÁGINA: 84 de 281
Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
Versão : 7
background image
Marcas
K KLABIN -
VERTICAL -
MISTA - CLASSE
07
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
VERTICAL -
MISTA - CLASSE
06
Brasil
10/02/2019
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
VERTICAL -
MISTA - CLASSE
07
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
VERTICAL -
MISTA - CLASSE
19
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
VERTICAL -
MISTA - CLASSE
19
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
PÁGINA: 85 de 281
Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
Versão : 7
background image
Marcas
K KLABIN -
VERTICAL -
MISTA - CLASSE
31
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
VERTICAL -
MISTA - CLASSE
42
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
VERTICAL -
MISTA - CLASSE
31
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
VERTICAL -
MISTA - CLASSE
39
Brasil
10/06/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
VERTICAL -
MISTA - CLASSE
39
Brasil
10/06/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
PÁGINA: 86 de 281
Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
Versão : 7
background image
Marcas
KLAFOLD -
NOMINATIVA -
CLASSE 16
Comunidade
Européia
25/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
KLAFOLD -
NOMINATIVA -
CLASSE 16
Suiça
25/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
KLAFOLD -
NOMINATIVA -
CLASSE 16
Noruega
27/06/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
VERTICAL -
MISTA - CLASSE
42
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
KLAFOLD -
NOMINATIVA -
CLASSE 16
México
15/05/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
PÁGINA: 87 de 281
Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
Versão : 7
background image
Marcas
KLAMULTI -
NOMINATIVA -
CLASSE 16
México
16/05/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
KLAMULTI -
NOMINATIVA -
CLASSE 16
Noruega
12/06/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
KLAMULTI -
NOMINATIVA -
CLASSE 16
Estados Unidos
19/05/2019
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
KLAMULTI -
NOMINATIVA -
CLASSE 16
Suiça
25/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
KLAMULTI -
NOMINATIVA -
CLASSE 16
Comunidade
Européia
25/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
PÁGINA: 88 de 281
Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
Versão : 7
background image
Marcas
AIRKRAFT -
NOMINATIVA -
CLASSE 20.35
Brasil
21/04/2016
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
AIRKRAFT -
NOMINATIVA -
CLASSE 16.20
Brasil
04/03/2016
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
BATES - MISTA -
CLASSE 20.35
Brasil
12/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
CELUKRAFT -
NOMINATIVA -
CLASSE 16
Brasil
27/10/2011
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
BATES - MISTA -
CLASSE 22
Brasil
08/03/2014
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
PÁGINA: 89 de 281
Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
Versão : 7
background image
Marcas
EMBLEMÁTICA
(PCC) - CLASSE
35
Brasil
13/10/2013
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
EMBLEMÁTICA
(PCC) - CLASSE
35
Brasil
15/12/2011
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
EMBLEMÁTICA
(PCC) - CLASSE
27
Brasil
15/12/2011
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
EMBLEMÁTICA
(PCC) - CLASSE
16
Brasil
28/10/2011
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
EMBLEMÁTICA
(PCC) - CLASSE
31
Brasil
15/12/2011
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
PÁGINA: 90 de 281
Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
Versão : 7
background image
Marcas
K KLABIN
EXPORT - MISTA
- CLASSE 01
Brasil
22/07/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
STRETCH KRAFT
- NOMINATIVA -
CLASSE 16
Bolívia
08/03/2014
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
KLABIN EXPORT
- NOMINATIVA -
CLASSE 01
Brasil
30/10/2017
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
KLABIN EXPORT
- NOMINATIVA -
CLASSE 31
Brasil
10/06/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
KLABIN EXPORT
- MISTA -
CLASSE 01
Brasil
10/06/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
PÁGINA: 91 de 281
Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
Versão : 7
background image
Marcas
K KLABIN
EXPORT - MISTA
- CLASSE 31
Brasil
22/07/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN
EXPORT - MISTA
- CLASSE 31
Brasil
22/07/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
IGARAS -
NOMINATIVA -
CLASSE 20.35
Brasil
13/10/2013
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
IGARAS -
NOMINATIVA -
CLASSE 16
Brasil
05/10/2013
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
CARTÃO
KRAFTLINER
MASTER -
NOMINATIVA -
CLASSE 16.10
Brasil
19/09/2015
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
PÁGINA: 92 de 281
Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
Versão : 7
background image
Marcas
KAPAKRAFT
NEVADO -
NOMINATIVA -
CLASSE 16.10
Brasil
09/10/2017
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
IGARAS -
NOMINATIVA -
CLASSE 01.60
Brasil
23/03/2014
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
KAPABRANCA -
NOMINATIVA -
CLASSE 16.10
Brasil
28/02/2014
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
IGARAS - MISTA -
CLASSE 22
Brasil
11/09/2015
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
IGARAS - MISTA -
CLASSE 16.10
Brasil
20/12/2014
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
PÁGINA: 93 de 281
Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
Versão : 7
background image
Marcas
KAPATEST -
NOMINATIVA -
CLASSE 16.10
Brasil
09/03/2013
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
OMNIKRAFT
NEVADO
Brasil
12/01/2012
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
PONTE NOVA -
NOMINATIVA -
CLASSE 40.15
Brasil
07/02/2016
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
PINUSPREV -
MISTA - CLASSE
36.50
Brasil
18/07/2015
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
PAPEL
MIOLOMASTER -
NOMINATIVA -
CLASSE 16.10
Brasil
18/04/2015
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
PÁGINA: 94 de 281
Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
Versão : 7
background image
Patentes
DESENHO
INDUSTRIAL -
CONFIGURAÇÃO
APLICADA EM
EMBALAGEM
PARA PIZZA
Brasil
05/12/2010
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Patentes
MODELO DE
UTILIDADE -
DISPOSIÇÃO
CONSTRUTIVA
INTRODUZIDA
EM BASE PARA
EMPULHAMENTO
TIPO PALETTE
Brasil
27/02/2012
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Patentes
PRIVILÉGIO DE
INVENÇÃO -
APERFEIÇOAME
NTO
INTRODUZIDO
EM BASE PARA
EMPILHAMENTO
DIPO PALETTE
Brasil
29/04/2016
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
ULTRAKFRAT -
NOMINATIVA -
CLASSE 16.20
Brasil
05/02/2015
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
PONTE NOVA -
NOMINATIVA -
CLASSE 16.10
Brasil
06/11/2011
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
PÁGINA: 95 de 281
Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
Versão : 7
background image
Patentes
DESENHO
INDUSTRIAL -
CONFIGURAÇÃO
APLICADA EM
RECIPIENTE
PORTA-COPOS
Brasil
05/02/2012
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Patentes
MODELO DE
UTILIDADE -
RECIPIENTE
MONTÁVEL
PARA
SUSTENTAÇÃO E
TRANSPORTE
DE ARTIGOS
DIVERSOS -
PORTA
Brasil
04/10/2015
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Patentes
DESENHO
INDUSTRIAL -
CONFIGURAÇÃO
APLICADA A
CAIXA PARA
TRANSPORTE E
ACONDICIONAM
ENTO DE
MERCADORIAS
Brasil
09/12/2017
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Patentes
PRIVILÉGIO DE
INVENÇÃO - PÉ
DE APOIO DE
CARGA EM
PALETTE DE
PAPEL]AO
ONDULADO
Brasil
25/08/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
PÁGINA: 96 de 281
Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
Versão : 7
background image
Klabin Argentina S.A.
00.000.000/0000-00
-
Controlada
Argentina
BA
Buenos Aires - Pilar
Sacos Industriais
100,000000
31/12/2009
-22,100000
0,000000
0,00
Valor contábil 31/12/2009
27.520.000,00
Valor mercado
31/12/2008
39,700000
0,000000
0,00
31/12/2007
-15,700000
0,000000
0,00
Ikapê
Empreendimentos Ltda.
81.399.230/0001-77
-
Controlada
Brasil
PR
Telêmaco Borba
Hotelaria
100,000000
31/12/2008
-17,800000
0,000000
0,00
31/12/2009
-17,300000
0,000000
0,00
Valor contábil 31/12/2009
2.119.000,00
Valor mercado
Expectativa de rendimentos futuros.
31/12/2007
9,300000
0,000000
0,00
Razões para aquisição e manutenção de tal participação
Centaurus Holdings S/A 05.867.493/0001-85
-
Controlada
Brasil
SP
São Paulo
Participação em sociedades
100,000000
Expectativa de rendimentos futuros
31/12/2009
0,000000
0,000000
0,00
Valor contábil 31/12/2009
39.536.000,00
Valor mercado
31/12/2008
91,700000
0,000000
0,00
Razões para aquisição e manutenção de tal participação
31/12/2007
100,000000
0,000000
0,00
Antas Serviços
Florestais Ltda.
76.171.453/0001-42
-
Controlada
Brasil
PR
Telêmaco Borba
Plantio de florestas
100,000000
31/12/2009
-26,900000
0,000000
0,00
Valor contábil 31/12/2009
803.000,00
Valor mercado
31/12/2008
-0,300000
0,000000
0,00
Expectativa de rendimentos futuros
Razões para aquisição e manutenção de tal participação
31/12/2007
20,700000
0,000000
0,00
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.c - Participações em sociedades
Razão social
CNPJ
Código CVM
Tipo sociedade
País sede
UF sede
Município sede
Descrição das atividades
desenvolvidas
Participação do emisor
(%)
Exercício social
Valor contábil - variação % Valor mercado -
variação %
Montante de dividendos
recebidos (Reais)
Data
Valor (Reais)
PÁGINA: 97 de 281
Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
Versão : 7
background image
Klabin Trade
00.000.000/0000-00
-
Controlada
Inglaterra
LO
Londres
Comercialização de produtos próprios no
mercado externo
100,000000
Valor mercado
Klabin Limited
00.000.000/0000-00
-
Controlada
Ilhas Cayman
GT
Grand Cayman
Participação em outras companhias
100,000000
Valor mercado
31/12/2007
-36,800000
0,000000
0,00
31/12/2008
-965,960000
0,000000
91.365.000,00
31/12/2009
-17,600000
0,000000
0,00
Valor contábil 31/12/2009
4.545.000,00
Razões para aquisição e manutenção de tal participação
Expectativa de rendimentos futuros
Klabin Forest Products
Company
00.000.000/0000-00
-
Controlada
Estados Unidos
FL
Miami
Comercialização de produtos próprios no
mercado externo
100,000000
31/12/2008
0,000000
0,000000
0,00
Valor mercado
Razões para aquisição e manutenção de tal participação
31/12/2007
0,000000
0,000000
0,00
31/12/2009
100,000000
0,000000
0,00
Valor contábil 31/12/2009
3.879.000,00
Expectativa de rendimentos futuros
Klabin do Paraná
Produtos Florestais
Ltda.
76.171.479/0001-90
-
Controlada
Brasil
PR
Telêmaco Borba
Fabricação de produtos fitoterápicos
100,000000
31/12/2009
-22,800000
0,000000
0,00
Valor contábil 31/12/2009
1.810.000,00
Valor mercado
31/12/2008
-22,800000
0,000000
0,00
Expectativa de rendimentos futuros
Razões para aquisição e manutenção de tal participação
31/12/2007
-24,200000
0,000000
0,00
Razões para aquisição e manutenção de tal participação
Expectativa de rendimentos futuros
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.c - Participações em sociedades
Razão social
CNPJ
Código CVM
Tipo sociedade
País sede
UF sede
Município sede
Descrição das atividades
desenvolvidas
Participação do emisor
(%)
Exercício social
Valor contábil - variação % Valor mercado -
variação %
Montante de dividendos
recebidos (Reais)
Data
Valor (Reais)
PÁGINA: 98 de 281
Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
Versão : 7
background image
Timber Holdings S/A
05.867.685/0001-91
-
Controlada
Brasil
SP
São Paulo
Participação em sociedades
100,000000
31/12/2009
-0,500000
0,000000
0,00
Valor contábil 31/12/2009
35.991.000,00
Valor mercado
Razões para aquisição e manutenção de tal participação
31/12/2007
0,000000
0,000000
0,00
31/12/2008
100,000000
0,000000
0,00
Sociedades em Conta
de Participação - Santa
Catarina
89.637.490/0001-45
-
Controlada
Brasil
SC
Otacílio Costa
Reflorestamento
93,000000
Captação de recursos para reflorestamento
31/12/2009
0,900000
0,000000
61.297.000,00
Valor contábil 31/12/2009
160.726.000,00
Valor mercado
31/12/2008
203,400000
0,000000
19.340.000,00
Razões para aquisição e manutenção de tal participação
31/12/2007
76,300000
0,000000
100.320.000,00
Sociedades em Conta
de Participação -
Paraná
89.637.490/0001-45
-
Controlada
Brasil
PR
Telêmaco Borba
Reflorestamento
90,000000
31/12/2008
26,300000
0,000000
25.886.000,00
31/12/2009
20,400000
0,000000
2.281.000,00
Valor contábil 31/12/2009
372.214.000,00
Valor mercado
Captação de recursos para reflorestamento
Razões para aquisição e manutenção de tal participação
31/12/2007
55,400000
0,000000
62.461.000,00
31/12/2008
0,000000
0,000000
0,00
31/12/2009
0,000000
0,000000
0,00
Valor contábil 31/12/2009
0,00
31/12/2007
0,000000
0,000000
0,00
Expectativa de rendimentos futuros
Razões para aquisição e manutenção de tal participação
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.c - Participações em sociedades
Razão social
CNPJ
Código CVM
Tipo sociedade
País sede
UF sede
Município sede
Descrição das atividades
desenvolvidas
Participação do emisor
(%)
Exercício social
Valor contábil - variação % Valor mercado -
variação %
Montante de dividendos
recebidos (Reais)
Data
Valor (Reais)
PÁGINA: 99 de 281
Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
Versão : 7
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Expectativa de rendimentos futuros
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.c - Participações em sociedades
Exercício social
Valor contábil - variação % Valor mercado -
variação %
Montante de dividendos
recebidos (Reais)
Data
Valor (Reais)
Razão social
CNPJ
Código CVM
Tipo sociedade
País sede
UF sede
Município sede
Descrição das atividades
desenvolvidas
Participação do emisor
(%)
PÁGINA: 100 de 281
Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
Versão : 7
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9.2 - Outras informações relevantes
9.2.
Outras informações que a Companhia julgue relevantes:

Áreas de Preservação Permanente

A Companhia mantém e trabalha para a melhoria da qualidade ambiental em suas áreas de preservação
permanente. Áreas privadas que têm seus limites definidos em lei, colaboram para a manutenção da
biodiversidade, qualidade do ar, água e solo, de forma global. As florestas preservadas contribuem para o
equilíbrio ambiental e sustentabilidade do negócio florestal.

Seguros

O quadro a seguir ilustra a cobertura de seguros da Companhia, em 31 de dezembro de 2009
:
Data da vigência
Importância segurada
Prêmio
Risco
De
Até
R$ (mil)
R$(mil)
Patrimonial
Diversas
Diversas
1.575.948
7.316
Responsabilidade Civil
1/jul/09
1/jul/10
21.500
120
Frota de Veículos
30/out/09
30/out/10
6.440
454
Responsabilidade Civil Geral - D & O
2/jul/09
2/jul/10
21.765
83
Outros Seguros
Diversas
Diversas
12.627
492
PÁGINA: 101 de 281
Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
Versão : 7
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
10.1.
Comentários dos diretores sobre:

a) condições financeiras e patrimoniais gerais

A Diretoria entende que a Companhia apresenta condições financeiras e patrimoniais sólidas, o que a
deixa preparada para capturar os efeitos positivos do pós-crise nos mercados em que atua.

As receitas da Companhia provêm de vendas para o mercado interno e externo de papéis para
embalagens, caixas de papelão, sacos de papel e madeira para serrarias.

A diretoria da Companhia mantém sua estratégia financeira focada na manutenção de elevada posição
disponível em caixa e alongado perfil da dívida.

b) estrutura de capital e possibilidade de resgate de ações ou quotas, indicando: (i) hipóteses de
resgate; (ii) fórmula de cálculo do valor de resgate
Endividamento (R$ mil)
2007
2008
2009
Curto Prazo
243.309
479.262
694.798
Longo Prazo
3.862.226
4.971.637
3.925.637
Endividamento Bruto
4.105.535
5.450.899
4.620.435
Disponibilidades
(2.098.641) (1.702.698) (2.051.526)
Endividamento Líquido
2.006.894
3.748.201
2.568.909
Patrimônio Líquido
2.713.591
2.247.015
2.387.018

Em 31 de dezembro de 2009 o endividamento líquido era de R$ 2,6 bilhões, redução de R$ 1,2 bilhão em
relação a 31 de dezembro de 2008. A relação Dívida Líquida / EBITDA, que em 31 de dezembro de
2008 era de 5,1x, encerrou o ano de 2009 em 3,4x. O impacto da valorização do real frente ao dólar de
25% em 2009 (taxa final venda) gerou um ganho de variação cambial sem efeito caixa de R$ 664
milhões.

O índice dívida líquida / capitalização total em dezembro de 2009 é de 51% comparado a 62% em
dezembro de 2008.

Não há hipóteses de resgate de ações de emissão da Companhia além das legalmente previstas.

c) capacidade de pagamento em relação aos compromissos financeiros assumidos

Considerando o perfil de endividamento da Companhia, o fluxo de caixa e a posição de liquidez, bem
como os projetos em implantação, a Companhia acredita ter liquidez e recursos de capital suficientes para
cobrir seus investimentos, despesas, dívidas e outros valores a serem pagos nos próximos anos, embora
não possa garantir que tal situação permanecerá igual. Caso entenda ser necessário contrair
financiamentos para investimentos e aquisições, a Companhia acredita ter capacidade para contratá-los
atualmente. O caixa da Companhia em 31 de dezembro de 2009 é suficiente para amortizar
aproximadamente 3 anos de seu endividamento financeiro

d) fontes de financiamento para capital de giro e para investimentos em ativos não-circulantes
utilizadas


Para o grande investimento feito a partir de 2007 no projeto MA1100 e outros investimentos menores, a
Companhia utilizou-se de financiamentos com BNDES. Para financiamento de capital de giro utilizou
linhas de longo prazo de pré-pagamentos de exportação e notas de crédito de exportação
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
e) fontes de financiamento para capital de giro e para investimentos em ativos não-circulantes que
pretende utilizar para cobertura de deficiências de liquidez

A Companhia não tem enfrentado situação de deficiência de liquidez. Para novos investimentos em
projetos de expansão, utilizará sua geração livre de caixa e a mesma estratégia de captação adotada
atualmente, salvo se houver, à época, linhas de financiamento mais atrativas.

f) níveis de endividamento e as características de tais dívidas, descrevendo: (i) contratos de
empréstimo e financiamento relevantes; (ii) outras relações de longo prazo com instituições
financeiras; (iii) grau de subordinação entre as dívidas; e (iv) eventuais restrições impostas à
Companhia, em especial, em relação a limites de endividamento e contratação de novas dívidas, à
distribuição de dividendos, à alienação de ativos, à emissão de novos valores mobiliários e à
alienação de controle societário

A tabela a seguir demonstra a evolução do nosso endividamento consolidado nas respectivas datas:
Financiamentos (R$ mil)
2007
2008
2009
Em moeda nacional
. BNDES - Projeto MA1100
1.644.075
1.974.790
1.843.870
. Crédito exportação
160.821
338.024
180.690
. Capital de giro
229.326
134.210
100.597
. Outros
29.122
40.767
49.477
2.063.344
2.487.791
2.174.634
Em moeda estrangeira (*)
. Ativo imobilizado
7.008
10.464
23.823
. Pré pagamentos exportação
1.590.857
2.143.416
1.830.144
. Notas de crédito à exportação
444.326
809.228
591.834
2.042.191
2.963.108
2.445.801
4.105.535
5.450.899
4.620.435
Curto prazo
243.309
479.262
694.798
Longo prazo
3.862.226
4.971.637
3.925.637
4.105.535
5.450.899
4.620.435
(*) Em dólares norte-americanos
Vencimentos no longo prazo em 2009:
2011
631.999
2012
783.187
2013
843.302
2014
707.703
2015
565.934
2016
199.094
2017
26.756
2018
23.081
2019
55.472
2020
89.109
3.925.637
Adicionalmente, a Companhia não possui quaisquer outras relações de longo prazo com instituições financeiras,
salvo-se com exceção daquelas registradas e divulgadas nas demonstrações financeiras e, não existem subordinações
entre as dívidas.
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
Garantias
Os financiamentos junto ao BNDES são garantidos por terrenos, edifícios, benfeitorias, máquinas,
equipamentos e instalações das fábricas de Correia Pinto ­ SC e Monte Alegre ­ PR, objeto dos
respectivos financiamentos, depósitos em garantia, bem como por avais dos acionistas controladores.
Os empréstimos de crédito de exportação, pré-pagamentos de exportações e capital de giro não possuem
garantias reais.
Os contratos de financiamentos da Companhia não apresentam restrições nem observância de índices e
limites financeiros.

g) limites de utilização dos financiamentos já contratados

A Companhia possui uma linha de crédito rotativa junto ao BNDES de R$2.615 milhões, cujo saldo atual
disponível é de R$512 milhões, que poderá ser captado mediante investimentos.

h) alterações significativas em cada item das demonstrações financeiras

As demonstrações financeiras consolidadas a seguir refletem a correta apresentação da posição
patrimonial e financeira e o resultado das operações da Companhia para os referidos exercícios.
Elaboração das demonstrações financeiras
As demonstrações financeiras foram elaboradas e estão foram apresentadas em conformidade com as
práticas contábeis adotadas no Brasil e com observância às disposições contidas na Lei das Sociedades
por Ações e na Comissão de Valores Mobiliários ­ CVM e incorporam as alterações introduzidas pelas
Leis nº 11.638/07 e nº 11.941/09, além dos pronunciamentos contábeis emitidos pelo Comitê de
Pronunciamentos Contábeis ­ CPC.
Adoção inicial das modificações das práticas contábeis em 2008 e seus respectivos efeitos

Em decorrência dos novos pronunciamentos contábeis, a Companhia declara sua adoção inicial pelo
cumprimento integral da Lei nº 11.638/07, das normas expedidas pela CVM e da MP nº 449/08
(convertida na lei Nº 11.941/09), estabelecendo como data de transição ("data de transição") o dia 1º de
janeiro de 2007, tomando por ponto de partida as demonstrações financeiras encerradas na data de 31 de
dezembro de 2006. Conseqüentemente a Companhia, utilizando a opção da Deliberação CVM nº 565/08,
que aprovou o pronunciamento da adoção inicial da referida Lei (CPC Nº 13) e ao Regime Tributário de
Transição (MP Nº 449 - convertida na lei Nº 11.941/09), reapresentou em suas demonstrações financeiras
comparativas os valores dos períodos mais antigos (no caso, as de 2007) como se a nova prática contábil
sempre estivesse em uso naquele exercício. Os efeitos no patrimônio líquido na data de transição e no
lucro líquido do exercício de 2007 estão demonstrados a seguir:
Patrimônio
líquido
Lucro Líquido
Patrimônio
líquido
Valores em R$ mil
em 31/12/2006
exercício 2007
em 31/12/2007
Saldos originalmente reportados pela Lei nº
6.404/76
2.460.771
621.429
2.741.299
Ajustes por alterações das práticas contábeis:
. Gastos pré operacionais baixados do ativo diferido
(5.485)
(36.496)
(41.981)
. Variação cambial de investimento no exterior
6.282
. Imposto de renda e contribuição social diferidos
1.865
12.408
14.273
Saldos reapresentados
2.457.151
603.623
2.713.591
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
Alterações nas práticas contábeis brasileiras em 2009

Até a data de preparação das demonstrações financeiras de 2009, 40 novos pronunciamentos técnicos
haviam sido emitidos pelo CPC e aprovados por Deliberações da CVM, para aplicação mandatória a
partir de 2010. Os pronunciamentos poderão ter impacto nas demonstrações financeiras de 2009, para fins
de comparação com as demonstrações financeiras do exercício a findar-se em 31 de dezembro de 2010,
caso esses novos pronunciamentos já estivessem em vigor desde o início do exercício findo em 31 de
dezembro de 2009.
RESUMO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
Seguem abaixo as demonstrações do resultado, balanços patrimoniais e demais informações financeiras
consolidadas para os exercícios indicados, preparadas e apresentadas de acordo com as práticas contábeis
adotadas em no Brasil:
Valor em R$ mil
Exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2007
Variações ­ AV
(2)
2007
AV
(1)
2008
AV
(1)
2009
AV
(1)
2007/2008
2008/2009
Receita Bruta de
Vendas
Venda de produtos
3.365.195
3.714.242
3.590.924
10,4%
-3,3%
Impostos e descontos
incondicionais
(568.753)
(617.662)
(630.745)
8,6%
2,1%
Receita Líquida das
Vendas
2.796.442
100%
3.096.580
100%
2.960.179
100%
10,7%
-4,4%
Custos dos produtos
vendidos
(1.870.122)
-67%
(2.286.667)
-74%
(2.185.027)
-74%
22,3%
-4,4%
Lucro Bruto
926.320
33%
809.913
26%
775.152
26%
-12,6%
-4,3%
Despesas Operacionais
Com vendas
(264.241)
-9%
(318.333)
-10%
(300.047)
-10%
20,5%
-5,7%
Gerais e Administrativas
(180.795)
-6%
(185.727)
-6%
(176.906)
-6%
2,7%
-4,8%
Outras, líquidas
(7.347)
0%
19.008
1%
10.770
0%
-358,7%
-43,3%
Lucro Operacional
antes do Resultado
Financeiro
473.937
17%
324.861
10%
308.969
10%
-31,5%
-4,9%
Receitas Financeiras
238.351
9%
306.472
10%
84.040
3%
28,6%
-72,6%
Despesas Financeiras
112.551
4%
(1.211.680)
-39%
360.159
12%
-1176,6%
-129,7%
Resultado Financeiro
350.902
13%
(905.208)
-29%
444.199
15%
-358%
-149,1%
Lucro (Prejuízo) Antes
do Imposto de Renda e
da Contribuição Social
824.839
30%
(580.347)
-19%
753.168
25%
-170,4%
-229,8%
Imposto de Renda
(147.422)
-5%
179.733
6%
(309.900)
-10%
-221,9%
-272,4%
Contribuição Social
(58.805)
-2%
61.182
2%
(107.406)
-4%
-204%
-275,6%
Lucro (Prejuízo) antes
da Participação dos
acionistas minoritários
618.612
22%
(339.432)
-11%
335.862
11%
-154,9%
-199%
Participação dos
acionistas minoritários
(14.989)
-1%
(9.214)
0%
(2.955)
0%
-38,5%
-67,9%
Lucro (Prejuízo)
Líquido do Exercício
603.623
22%
(348.646)
-11%
332.907
11%
-157,8%
-195,5%
AV
(1)
Análise Vertical
AV
(2)
Análise Horizontal
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
Valor em R$ mil
Exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2007
Variações ­ AV
(2)
2007
AV
(1)
2008
AV
(1)
2009
AV
(1)
2007/2008
2008/2009
Balanços Patrimoniais
Ativo
Circulante
Caixa e bancos
224.221
3%
104.586
1%
12.356
0%
-53,4%
-88,2%
Aplicações Financeiras
1.874.420
24%
1.190.591
14%
1.829.296
23%
-36,5%
53,7%
Títulos e valors
mobiliários
407.251
5%
209.874
3%
100%
-48,5%
Contas a receber de
clientes
434.357
6%
633.080
8%
553.614
7%
45,8%
-12,6%
Estoques
336.146
4%
431.047
5%
431.047
5%
30%
-1,4%
Imposto e contribuições a
recuperar
66.516
1%
326.969
4%
294.268
4%
391,6%
10%
Despesas do exercício
seguinte
27.894
0%
31.267
0%
30.291
0%
-12,1%
-3,1%
Demais contas a receber
54.267
1%
49.313
1%
29.369
0%
-9,1%
-42,5%
Total do Ativo
Circulante
3.017.821
39%
3.180.419
39%
3.389.115
42%
5,4%
6,6%
Não Circulante
Imposto de renda e
contribuição social
diferidos
70.786
1%
314.062
4%
149.533
2%
343,7%
-52,4%
Depósitos judiciais
84.5749
1%
79.793
1%
37.239
0%
343,7%
-52,4%
Imposto e contribuições a
recuperar
367.482
5%
206.514
3%
164.673
2%
-43,8%
-20,3%
Despesas do exercício
seguinte
6.574
0%
5.105
0%
4.658
0%
-22,4%
-8,8%
Demais contas a receber
56.218
1%
100.923
1%
108.462
1%
79,5%
7,5%
Investimentos
Investimentos
8.815
0%
8.700
0%
11.552
0%
-1,3%
32,8%
Imobilizado
4.107.957
53%
4.299.443
52%
4.077.402
51%
4,7%
-5,2%
Intangível
58.155
1%
47.247
1%
55.098
1%
-18,8%
16,6%
Total do Ativo Não
Circulante
4.760.561
61%
5.061.781
61%
4.608.617
58%
6,3%
-9%
Total do Ativo
7.778.382
100%
8.242.200
100%
7.997.732
100%
6%
-3%
AV
(1)
Análise Vertical
AV
(2)
Análise Horizontal
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
Valor em R$ mil
Exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2007
Variações ­ AV
(2)
2007
AV
(1)
2008
AV
(1)
2009
AV
(1)
2007/2008
2008/2009
Passivo e Patrimônio
Líquido
Circulante
Financiamentos
243.309
3%
479.262
6%
694.798
9%
97%
45%
Fornecedores, empreiteros
e transportadores
373.463
5%
215.546
3%
189.696
2%
-42,3%
-12%
Impostos a recolher
42.483
1%
42.152
1%
50.399
1%
-0,8%
19,6%
Provisão para imp. de
renda e contrib. social
31.125
0%
764
0%
1.622
0%
-97,6%
112,3%
Salário, férias e encargos
sociais
69.350
1%
59.661
1%
68.859
1%
-14%
15,4%
Dividendos a pagar
120.002
2%
0%
57.002
1%
-100%
100%
Empresas controladas e
associadas
1.566
0%
1.816
0%
2.202
0%
-16%
21,3%
Provisão- REFIS
0%
0%
331.685
4%
0%
100%
Demais contas a pagar
45.686
1%
44.167
1%
57.844
1%
-3,3%
31%
Total do Passivo
Circulante
926.984
12%
843.368
10%
1.454.107
18%
-9%
72,4%
Não Circulante
Financiamentos
3.862.226
50%
4.971.637
60%
3.925.637
49%
28,7%
-21%
Imposto de renda e
contribuição social
diferidos
5.444
0%
2.292
0%
13.691
0%
-57,9%
497,3%
Provisão para
contingências
49.922
1%
64.193
1%
94.032
1%
28,6%
46,5%
Demais contas e provisões
91.850
1%
85.721
1%
66.582
1%
-6,7%
-22,3%
Total do Passivo Não
Circulante
4.009.442
52%
5.123.843
62%
4.099.942
51%
27,8%
-20%
Participação dos
Acionistas Minoritários
128.365
2%
27.974
0%
56.665
1%
-78,2%
102,6%
Patrimônio Líquido
Capital social
1.500.000
19%
1.500.000
18%
1.500.000
19%
0%
0%
Reservas de capital
4.760.561
61%
5.061.781
61%
4.608.617
58%
6,3%
-9%
Reservas de reavaliação
83.117
1%
81.016
1%
78.964
1%
-2,5%
-2,5%
Reserva de lucros
1.125.883
14%
661.627
8%
815.851
10%
-41,2%
23,3%
Ajustes e avaliação
patrimonial
(6.282)
0%
(309)
0%
(12.478)
0%
-95,1%
3938,2%
Ações em tesouraria
(73.701)
-1%
(79.810)
-1%
(79.810)
-1%
8,3%
0%
Total do Patrimônio
Líquido
2.713.591
35%
2.247.015
27%
2.387.018
30%
-17,2%
6,2%
Total do Passivo e
Patrimônio Líquido
7.778.382
100%
8.242.200
100%
7.997.732
100%
6%
-3%
AV
(1)
Análise Vertical
AV
(2)
Análise Horizontal



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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
Comparação dos resultados operacionais apurados nos exercícios sociais findos em 31 de dezembro
de 2007 e 31 de dezembro de 2008

Receita operacional líquida

A receita operacional líquida relativa ao exercício de 2008 foi de R$3.097 milhões, representando um
aumento de R$301 milhões em relação ao exercício de 2007, onde a Companhia registrou receita
operacional líquida de R$ 2.796 milhões. A variação no período comparativo é decorrente do aumento no
volume de vendas em 10%, substancialmente impulsionado pelo crescimento nas exportações com a
destinação de boa parte da produção da máquina de papel do Projeto MA1100 e aumento no market share
no mercado interno. Adicionalmente, destaca-se que mesmo com crescimento no período comparativo, as
vendas foram impactadas no 3º trimestre de 2008 sob efeito da crise econômica mundial.

Custo dos produtos vendidos

O custo dos produtos vendidos em 2008 foi de R$2,287 milhões, sendo 22% superior a 2007, em que foi
apurado um montante de R$1.870 milhões. O aumento é influenciado principalmente pelo maior volume
vendido conforme descrito acima, pelo aumento da depreciação, pela maior participação de cartões no
mix de produtos e pela elevação dos custos dos insumos de produção, com destaque para produtos
químicos, energia elétrica e óleo combustível. Adicionalmente, durante o ano ocorreram custos adicionais
decorrentes de curva de aprendizado pela entrada em operação do projeto de expansão MA1100 na
Unidade de Monte Alegre, além do acréscimo de mão-de-obra direta nos novos equipamentos da fábrica e
novo patamar de custos de manutenção daquela Unidade.

Lucro Bruto

O lucro bruto apresentado pela Companhia em 2008 corresponde a R$810 milhões, sendo este montante
13% menor que o apurado em 2007 de R$ 926 milhões, decorrente dos fatos expostos acima na variação
do custo dos produtos vendidos.

Despesas Operacionais:

Despesas com vendas

As despesas com vendas em 2008 foram de R$318 milhões, sendo 20% superior a despesa apurada em
2007, equivalente a R$264 milhões. O aumento no saldo é reflexo do incremento nas despesas com fretes,
as quais correspondem a 63% das despesas com o total de vendas, impactado pelo acréscimo no volume
exportado e aumento do preço do barril de petróleo no mercado.

Despesas gerais e administrativas

As despesas gerais e administrativas totalizaram R$186 milhões em 2008 e R$181 milhões em 2007, com
aumento de 3% influenciado pelos acordos de dissídios coletivos ocorridos durante o ano de 2008.

Ouras receitas (despesas) operacionais líquidas

O valor de outras receitas (despesas) operacionais líquidas passou de despesa de R$7 milhões em 2007
para receita de R$19 milhões em 2008, decorrente substancialmente de receita não recorrente registrada
no exercício referente ao ganho de participação em empresas controladas no montante de R$49 milhões.

Resultado financeiro líquido

O resultado financeiro líquido foi negativo em R$905 milhões no exercício de 2008, em comparação ao
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
resultado financeiro positivo de R$351 milhões no exercício de 2007.

A receita financeira apresentou aumento de R$68 milhões em 2008, correspondendo a R$306 milhões em
2008 contra R$238 milhões em 2007. A variação apurada no período comparativo é decorrente da
desvalorização do Real frente ao Dólar Americano de 32% em 2008, da qual aplicada sobre o saldo ativo
de contas a receber de vendas no mercado externo gerou ganho com variação cambial. No exercício de
2007 o efeito foi contrário, onde houve valorização do Real frente ao Dólar Americano de 17% gerando
perda com variação cambial. Adicionalmente, destaca-se no período perda de R$58 milhões incorridas em
2008 com operações de derivativos atrelados ao dólar, contratadas para proteção da exposição cambial
líquida do fluxo projetado de recebimentos e pagamentos em dólar, frente ao ganho de R$ 65 milhões
registrado em 2007.

A despesa financeira aumentou, passando de ganho de R$113 milhões em 2007 para perda de R$1,212
milhões em 2008. Esse efeito é decorrente das variações cambiais do Dólar, mencionadas acima, aplicada
sobre o saldo de financiamentos da Companhia, denominados em dólar, correspondente a 54% do saldo
total de financiamentos em 2008. A referida variação cambial também impacta na despesa com juros,
visto que o aumento dos saldos passivos em aberto com a valorização do dólar incrementa a base de
cálculo dos juros apurados mensalmente, sem efeito caixa no curto prazo.

Imposto de renda e contribuição social

Para o exercício de 2008 a Companhia registrou R$251 milhões de imposto de renda e contribuição social
diferidos proveniente de prejuízos fiscais, base negativa da contribuição social e do resultado da variação
cambial diferida, visto que a Companhia adotou o critério de regime de caixa para reconhecimento da
variação cambial para fins fiscais. Por outro lado, no exercício de 2007 foi apurada despesa de imposto de
renda e contribuição social corrente equivalente a R$150 milhões, sobre o lucro do exercício.

Lucro (prejuízo) líquido

O prejuízo líquido da Companhia foi de R$349 milhões no exercício de 2008, variando negativamente em
R$952 milhões em relação ao lucro líquido de R$604 milhões apurado no exercício de 2007. O prejuízo
apresentado em 2008 refere-se principalmente a perda financeira, sem efeito caixa no curto prazo,
decorrente dos efeitos da desvalorização do Real frente ao Dólar sobre os financiamentos em moeda
estrangeira.

EBITDA

O EBITDA da Companhia em 2008 foi de R$729 milhões, contra R$718 milhões apurados em 2007,
representando crescimento de 2% no período comparativo.

Comparação das Principais Contas Patrimoniais em 31 de dezembro de 2007 e 31 de dezembro de
2008

ATIVO CIRCULANTE

Disponibilidade e títulos e valores mobiliários

A Companhia apresentou R$1.703 milhões de disponibilidades e títulos e valores mobiliários em 31 de
dezembro de 2008, sendo este 19% inferior ao apresentado em 31 de dezembro de 2007, correspondente a
R$2.099 milhões. A variação é decorrente do efeito líquido da utilização de caixa nas operações no
montante de R$102 milhões, do caixa utilizado nas atividades de investimento de R$519 milhões e do
caixa gerado nas atividades de financiamento no montante de R$ 225 milhões.
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
Adicionalmente, destaca-se no período a alteração no portfólio de investimentos da Companhia, havendo
redirecionamento de parte de suas aplicações financeiras anteriormente registradas em Certificados de
Depósito Bancário (CDB) para operações de títulos e valores mobiliários, representados por Letras
Financeiras do Tesouro Nacional (LFT).

O saldo de disponibilidades e títulos e valores mobiliários correspondem a 21% do total do ativo em 31
de dezembro de 2008, enquanto representava 27% do total do ativo em 31 de dezembro de 2007.

Contas a receber de clientes

Em 31 de dezembro de 2008, o saldo de Contas a receber de clientes representava R$633 milhões, 46%
superior a 31 de dezembro de 2007, correspondente a R$434 milhões. O aumento no saldo deve-se ao
incremento nas vendas do período, conforme mencionado acima e a da redução do montante de cambiais
descontadas de R$89 milhões em 31 de dezembro de 2007 para R$18 milhões em 31 de dezembro de
2008, sendo estes registrados como redutor do contas a receber de clientes.

Estoques

Houve um aumento no saldo dos estoques da Companhia, equivalente a 30% em decorrência da redução
de vendas no 4º trimestre de 2008, sobre os efeitos da crise econômica mundial, além do aumento de
produção com o início das operações da máquina de papel do Projeto MA1100 ao final de 2008, porém
passando operar em níveis esperados somente em 2009.

O saldo de estoques correspondia a R$437 milhões em 31 de dezembro de 2008, correspondente a 5% do
total do ativo na data, sendo em 31 de dezembro de 2007 equivalente a R$336 milhões, correspondente a
4% do total do ativo na data.

Impostos e contribuições a recuperar

Em 31 de dezembro de 2008, o saldo de impostos e contribuições a recuperar era de R$327 milhões,
havendo aumento no saldo de 392% decorrente das transferências do longo para o curto prazo, além dos
créditos de ICMS, PIS e COFINS tomados sobre o grande volume de adições no imobilizado, em
decorrência do Projeto MA1100. Adicionalmente, até o 3º trimestre de 2008 foi adiantado R$131 milhões
para pagamento da despesa de imposto de renda e contribuição social corrente do exercício. Ao final do
exercício de 2008 foi apurado prejuízo fiscal e base negativa da contribuição social, permanecendo o
saldo das antecipações pendentes no ativo para compensação futura com débitos de imposto.

ATIVO NÃO CIRCULANTE

Imposto de renda e contribuição social diferidos

Em 31 de dezembro de 2008, o saldo de imposto de renda e contribuição social diferidos corresponde a
R$314 milhões, sendo 342% superior a 31 de dezembro de 2007, equivalente a R$71 milhões. O aumento
no saldo é decorrente do benefício fiscal sobre os prejuízos fiscais e base negativa da contribuição social,
substancialmente apurados no exercício de 2008.

Impostos e contribuições a recuperar

Em 31 de dezembro de 2008, o saldo de impostos e contribuições a recuperar era de R$207 milhões,
havendo redução de 44% decorrente das transferências do longo para o curto prazo durante o exercício.


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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
Demais contas a receber

O aumento no saldo no período comparativo de 80% refere-se à reclassificação do ativo circulante para o
não circulante do montante de R$29 milhões referente a adiantamento a fornecedor para futura
compensação com abatimentos em despesas de frete no prazo de 10 anos.

Imobilizado

O saldo do ativo imobilizado em 31 de dezembro de 2008 corresponde a R$4.299 milhões contra R$4.108
milhões em 31 de dezembro de 2007, havendo aumento no saldo referente às adições de R$525 milhões
substancialmente realizadas no Projeto MA1100, parcialmente compensada pela depreciação do período.

PASSIVO CIRCULANTE

Financiamentos

O saldo de financiamentos no passivo circulante corresponde a R$479 milhões em 31 de dezembro de
2008 contra R$243 milhões em 31 de dezembro de 2007. O aumento do saldo no período comparativo
refere-se à transferência de parcelas do longo para o curto prazo e a desvalorização do Real frente ao
Dólar, correspondente a 32% em 2008, visto que 54% dos financiamentos da Companhia, são
denominados em moeda estrangeira. Adicionalmente, destaca-se no período o vencimento do período de
carência de alguns contratos, sendo maior o saldo no curto prazo frente ao exercício anterior.

Fornecedores, empreiteiros e transportadores

Em 31 de dezembro de 2008, o saldo de fornecedores, empreiteiros e transportadores correspondem a
R$216 milhões, havendo uma redução no saldo de 42% decorrente da liquidação de faturas dos
fornecedores envolvidos no Projeto MA1100.

Dividendos a pagar

O saldo apresentado em 31 de dezembro de 2007, referente aos dividendos propostos do exercício de
2007, equivalente a R$120 milhões, foram pagos durante o 1º trimestre de 2008. Em 2008, a Companhia
apurou prejuízo e não distribuiu dividendos ao final do exercício.

PASSIVO NÃO CIRCULANTE

Financiamentos

O saldo de financiamentos no passivo não circulante corresponde a R$4.972 em 31 de dezembro de 2008
e R$3.862 em 31 de dezembro de 2007, havendo aumento de 29% no período comparativo decorrente da
desvalorização do Real frente ao Dólar de 32% em 2008, visto que 54% dos financiamentos da
Companhia são denominados em dólar. Adicionalmente, foram captados durante o exercício de 2008
novos financiamentos no montante de R$749 milhões junto ao BNDES, para aplicação no Projeto
MA1100 além de novas operações de Pré-Pagamento de exportação para financiamento de capital de
giro.

O saldo dos empréstimos no longo prazo corresponde a 83% do total do passivo em 31 de dezembro de
2008, sendo de 76% em 31 de dezembro de 2007.



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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
Comparação dos resultados operacionais apurados nos exercícios sociais findos em 31 de dezembro
de 2008 e 31 de dezembro de 2009

Receita operacional líquida

As vendas do ano de 2009 foram impactadas negativamente principalmente no 1º semestre, devido aos
efeitos da crise mundial econômica, porém com melhora a partir do 2º semestre, destacando-se as
retomadas de volume de vendas e incremento nos preços praticados.

A receita operacional líquida relativa ao exercício de 2009 foi de R$2.960 milhões, representando
diminuição de R$136 milhões em relação ao exercício de 2008, onde a Companhia registrou receita
operacional líquida de R$3.097 milhões. A variação no período comparativo é decorrente dos efeitos da
crise econômica mundial nas operações da Companhia, havendo: (i) redução no volume de vendas de 2%;
(ii) queda no preço de kraftliner no mercado internacional; (iii) alteração no mix de vendas passando de
28% em 2008 para 24% em 2009 a participação das exportações na receita líquida e; (iv) câmbio
desfavorável às exportações com desvalorização do Dólar Americano frente ao Real de 25% em 2009.

Custo dos produtos vendidos

O custo dos produtos vendidos em 2009 foi de R$2.185 milhões, sendo 4% inferior a 2008, onde foi
apurado montante de R$2.287 milhões. A redução foi influenciada positivamente principalmente pela
redução do custo dos insumos, com destaque para óleo combustível, aparas, energia elétrica e produtos
químicos. Adicionalmente, houve impacto negativo devido a redução no volume de vendas em 2% e ao
aumento da depreciação.

Lucro Bruto

O lucro bruto apresentado pela Companhia em 2009 corresponde a R$775 milhões, sendo este montante
4% menor que o apurado em 2008 de R$810 milhões, decorrente dos fatores expostos acima na variação
da receita e dos custos dos produtos vendidos.

Despesas operacionais:

Despesas com vendas

As despesas com vendas em 2009 foram de R$300 milhões, sendo 6% inferior a despesa apurada em
2008, equivalente a R$318 milhões. A variação do saldo é decorrente da redução no volume das
exportações, do qual impacta diretamente as despesas com fretes, responsável por 60% do total das
despesas com vendas.

Despesas gerais e administrativas

As despesas gerais e administrativas totalizaram R$177 milhões em 2009 e R$186 milhões em 2008, com
redução de 5% decorrente de medidas de contenção de custos.

Ouras receitas (despesas) operacionais líquidas

O saldo de outras receitas (despesas) operacionais líquidas registrado pela Companhia foi
substancialmente impactado por receita não recorrente de R$54 milhões resultante de indenização por
desapropriação de terras em 2009, porém, o saldo foi parcialmente consumido pelo aumento na despesa
de contingências, equivalente a R$42 milhões, sendo esta 100% superior a despesa apurada no exercício
de 2008 equivalente a R$21 milhões. O aumento na provisão para contingências e decorrente de aumento
na expectativa de perdas com processos trabalhistas.
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
Resultado financeiro líquido

A Companhia apresentou receita financeira líquida de R$444 milhões no exercício de 2009, em
comparação a despesa de R$905 milhões no exercício de 2008.

A receita financeira apresentou redução de R$222 milhões em 2009, correspondendo a R$84 milhões em
2009 contra R$306 milhões em 2008. A redução na receita financeira é decorrente da valorização do Real
frente ao Dólar Americano de 25% em 2009, a qual aplicada sobre o saldo ativo de contas a receber de
vendas no mercado externo gerou perda com variação cambial no resultado financeiro. No exercício de
2008 o efeito foi contrário, onde houve uma desvalorização do Real frente ao Dólar Americano de 32%
gerando ganho com variação cambial no resultado financeiro. Adicionalmente, destaca-se no período uma
redução de R$40 milhões nos rendimentos de aplicação financeira do período, decorrente da queda do
CDI de 12,4% em 2008 para 9,9% em 2009.

A despesa financeira reduziu, passando de perda de R$1.212 milhões em 2008 para ganho de R$ 360
milhões em 2009. Esse efeito é decorrente das variações cambiais do Dólar, mencionadas acima, aplicada
sobre o saldo de financiamentos da Companhia, denominados em dólar, correspondente a 53% do saldo
total de financiamentos em 2009. A referida variação cambial também impacta na despesa com juros,
visto que a redução dos saldos passivos em aberto com a desvalorização do dólar reduzem a base de
cálculo dos juros apurados mensalmente.

Adicionalmente, o saldo da despesa financeira de 2009 possui um montante de R$97 milhões registrado,
referente aos juros do Auto de Infração de Imposto de Renda e Contribuição Social sobre
desinvestimentos realizados pela Companhia, contabilizados devido à adesão ao REFIS para liquidação.

Imposto de renda e contribuição social

A apuração de imposto de renda e contribuição social de 2009 apurou despesa de R$417 milhões,
contrário a receita apurada em 2008, equivalente a R$241 milhões. Este efeito é decorrente
substancialmente do lucro apresentado. Adicionalmente, destaca-se na despesa apurada em 2009 a
inclusão do montante de R$201 milhões referente à adesão ao REFIS para liquidação de Auto de Infração
de impostos de renda e contribuição social sobre desinvestimentos realizados pela Companhia.

Lucro (prejuízo) líquido

O lucro líquido da Companhia foi de R$333 milhões no exercício de 2009, variando positivamente em
R$682 milhões em relação ao prejuízo líquido de R$349 milhões apurado no exercício de 2008. Dentre
outros aspectos, lucro líquido apresentado em 2009 sofreu impacto do ganho financeiro decorrente dos
efeitos da valorização do Real frente ao Dólar sobre os empréstimos em moeda estrangeira e das despesas
relativas à adesão ao REFIS.

EBITDA

O EBITDA da Companhia em 2009 foi de R$747 milhões, contra R$729 milhões apurados em 2008,
representando crescimento de 2% no período comparativo. Estável em relação ao exercício anterior.







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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
Comparação das Principais Contas Patrimoniais em 31 de dezembro de 2008 e 31 de dezembro de
2009

ATIVO CIRCULANTE

Disponibilidade e títulos e valores mobiliários

A Companhia apresentou saldo de R$2.052 milhões de disponibilidades e títulos e valores mobiliários em
31 de dezembro de 2009, sendo este 20% superior ao apresentado em 31 de dezembro de 2008,
correspondente a R$1.703 milhões. O aumento é decorrente do efeito líquido do caixa gerado nas
operações no montante de R$640 milhões e do caixa utilizado nas atividades de investimento e
financiamento no montante de R$178 milhões e R$113 milhões, respectivamente.

Adicionalmente, destaca-se no período a alteração no portfólio de investimentos da Companhia,
resgatando parte de suas aplicações financeiras anteriormente registradas em LFTs para aplicação em
operações de CDB.

O saldo de disponibilidades e títulos e valores mobiliários correspondem a 26% do total do ativo em 31
de dezembro de 2009, enquanto representavam 21% do total do ativo em 31 de dezembro de 2008.

Contas a receber de clientes

Em 31 de dezembro de 2009, o saldo de Contas a receber de clientes representava R$554 milhões, 13%
inferior a 31 de dezembro de 2008, correspondente a R$633 milhões. A redução no saldo deve-se
basicamente ao aumento de cambiais descontadas, onde em 31 de dezembro de 2009 havia registrado
saldo de R$108 milhões reduzindo as contas a receber de clientes, contra R$18 milhões em 31 de
dezembro de 2008.

Impostos e contribuições a recuperar

Em 31 de dezembro de 2009, o saldo de impostos e contribuições a recuperar era de R$294 milhões,
havendo redução no saldo de 10%, comparativo a 31 de dezembro de 2008 equivalentes a R$327 milhões,
decorrente basicamente do consumo de créditos de ICMS, PIS e COFINS.

Demais contas a receber

O saldo de demais contas a receber, representado por R$28 milhões em 31 de dezembro de 2009 e R$49
milhões em 31 de dezembro de 2008, com redução de 43% no período comparativo, decorrente da
utilização de créditos junto ao INSS obtidos através do ganho de causa de um processo judicial.

ATIVO NÃO CIRCULANTE

Imposto de renda e contribuição social diferidos

Em 31 de dezembro de 2009, o saldo de imposto de renda e contribuição social diferidos corresponde a
R$150 milhões, sendo 52% menor comparativamente a 31 de dezembro de 2008, equivalente a R$314
milhões. A redução do saldo no período comparativo é decorrente da utilização parcial de Prejuízos
Fiscais e base negativa de contribuição social.

Depósitos judiciais

O saldo de depósitos judiciais corresponde a R$37 milhões em 31 de dezembro de 2009, reduzido em
54% comparativo a 31 de dezembro de 2008, com saldo equivalente a R$80 milhões. A redução do saldo
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
refere-se ao reconhecimento de ganho em processo judicial tributário de PIS e COFINS sobre ampliação
da base, cujo saldo depositado em juízo foi transferido para impostos a recuperar para futura
compensação.

Impostos e contribuições a recuperar

Em 31 de dezembro de 2009, o saldo de impostos e contribuições a recuperar era de R$165 milhões,
havendo uma redução no saldo de 20% decorrente das transferências do longo para o curto prazo durante
o exercício.

Imobilizado

O saldo do ativo imobilizado em 31 de dezembro de 2009 corresponde a R$4.077 milhões contra R$4.299
milhões em 31 de dezembro de 2008. A redução em relação à 2008 é decorrente de adições no período
serem menores do que a depreciação, fato comum depois do investimento feito no projeto MA1100,
finalizado em 2008.

PASSIVO CIRCULANTE

Financiamentos

O saldo de financiamentos no passivo circulante corresponde a R$479 milhões em 31 de dezembro de
2008 contra R$695 milhões em 31 de dezembro de 2009. O aumento no saldo dos financiamentos no
curto prazo em 2009 refere-se à reclassificação da parcela de longo para curto prazo, para liquidação das
parcelas de empréstimos, conforme prazo de maturidade. Adicionalmente, destaca-se que o saldo é
superior ao apurado no exercício anterior, visto que os prazos de carência de algumas operações
venceram em 2009.

Fornecedores, empreiteiros e transportadores

Em 31 de dezembro de 2009, o saldo de fornecedores, empreiteiros e transportadores correspondem a
R$190 milhões, havendo redução no saldo de 12% decorrente da liquidação de faturas dos fornecedores
envolvidos na finalização e ajustes no Projeto MA1100.

Dividendos a pagar

O saldo apresentado em 31 de dezembro de 2009 equivalente a R$57 milhões refere-se aos dividendos
propostos pela Administração, complementares aos resultados do exercício de 2009, a ser pago no
primeiro semestre de 2010. Durante o exercício, foram pagos R$123 milhões, a título de dividendos
antecipados.

Provisão REFIS

Em 31 de dezembro de 2009 a Companhia possui registrado um montante de R$332 milhões, decorrente
da adesão ao REFIS para liquidação do Auto de Infração de imposto de renda e contribuição social sobre
desinvestimentos feitos pela Companhia em 2003, a ser pago em 2010.

PASSIVO NÃO CIRCULANTE

Financiamentos

O saldo de financiamentos no passivo não circulante corresponde a R$3.926 milhões em 31 de dezembro
de 2009 e R$4.972 milhões em 31 de dezembro de 2008, havendo redução de 21% no período
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
comparativo. A variação no saldo refere-se à valorização do Real frente ao Dólar, correspondente a 25%
em 2009, visto que 53% dos financiamentos da Companhia são denominados em dólar. Adicionalmente,
foram captados durante o exercício de 2009 novos financiamentos, no montante de R$404 milhões
provenientes de novas operações de Pré-Pagamento de exportação, assim como houve transferência se
saldos para o curto prazo com o vencimento da carência de alguns contratos..

O saldo dos financiamentos no longo prazo corresponde a 70% do total do passivo em 31 de dezembro de
2009, contra 83% em 31 de dezembro de 2008.

Provisão para contingências

Em 31 de dezembro de 2009 a Companhia possui montante registrado de R$94 milhões, maior em 47%
frente ao saldo de R$64 milhões em 31 de dezembro de 2008. O aumento na provisão de contingências e
decorrente de aumento na expectativa de perdas com processos trabalhistas
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10.2 - Resultado operacional e financeiro
10.2.
Comentários dos diretores sobre:

a) resultado das operações da Companhia, em especial: i) descrição de quaisquer componentes
importantes da receita; e ii) fatores que afetaram materialmente os resultados operacionais.
A Companhia é a maior produtora, exportadora e recicladora de papéis do Brasil, liderando os segmentos
de papéis e cartões para embalagens, embalagem de papelão ondulado e de sacos industriais. Também
comercializa madeira em toras para serrarias e laminadoras, para uso na indústria moveleira e na
construção civil. Referência mundial no desenvolvimento sustentável, posiciona-se como uma das seis
maiores fabricantes globais de cartões de fibras virgens, sendo sua unidade no Estado do Paraná uma das
dez maiores fábricas integradas de celulose e papel do mundo.
Presente em oito estados do Brasil e na Argentina, a Companhia possui 457 mil hectares de terras, sendo
214 mil hectares plantados nos Estados do Paraná, Santa Catarina e São Paulo. Possui dezessete plantas
no Brasil e uma na Argentina, comercializando seus produtos para mais de cinquenta países, em cinco
continentes.
A Companhia se posiciona no mercado doméstico com ênfase nos segmentos de embalagens para
alimentos líquidos (refrigerados e lácteos), bebidas (refrigerantes e cervejas), higiene e limpeza, personal
care
, farmacêuticos e nos segmentos de produtos congelados. Para o mercado externo o crescimento está
baseado no mercado de Liquid Packaging Board como fornecedor global da Tetra Pak, Carrier Board
(refrigerantes e cervejas - Mercado Europeu, Norte Americano e Asiático) e Folding Boxboard
(congelados, higiene e limpeza - Europa, EUA e Mercosul).

A Companhia exporta mais de 30% de seu volume de produção. O mix de vendas entre o mercado interno
e o mercado externo é componente importante na formação da receita líquida. Abaixo é possível verificar
o volume de vendas e receita líquida de vendas dos três últimos anos.
2007
2008
2009
Volume de vendas
Toneladas/ mil
%
Toneladas/ mil
%
Toneladas/ mil
%
Mercado Interno
888
62%
956
61%
989
64%
Exportação
549
38%
623
39%
555
36%
Total
1.437
100%
1.579
100%
1.544
100%
Madeira
2.412
2.298
1.892
2007
2008
2007
Receita líquida
R$ milhões
%
R$ milhões
%
R$ milhões
%
Mercado Interno
2.081
74%
2.244
72%
2.248
76%
Exportação
715
26%
853
28%
712
24%
Total
2.796
100%
3.097
100%
2.960
100%

Em 2009, o volume de vendas consolidado (excluindo madeira) totalizou 1.544 mil toneladas, 2% inferior
a 2008. As vendas no mercado interno cresceram 3% e o volume exportado caiu 11%.

A receita bruta (incluindo madeira) em 2009 atingiu R$3,6 bilhões, equivalente a US$1,8 bilhão. A
receita líquida totalizou R$ 3,0 bilhões, 4% inferior a 2008. A receita de exportação representou 24% da
receita líquida total.

Em 2008, o volume de vendas consolidado (excluindo madeira) totalizou 1.579 mil toneladas, 10%
superior a 2007. As vendas no mercado interno cresceram 8% e o volume exportado aumentou 13%.
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10.2 - Resultado operacional e financeiro
A receita bruta (incluindo madeira) em 2008 atingiu R$ 3,7 bilhões, equivalente a US$2,0 bilhões. A
receita líquida totalizou R$3,1 bilhões, 11% superior a 2007. A receita de exportação representou 28% da
receita líquida total.

Em 2007, o volume de vendas consolidado (excluindo madeira) totalizou 1.437,2 mil toneladas, 3%
superior a 2006. As vendas no mercado interno cresceram 6% e o volume exportado representou 38% do
total.

A receita bruta (incluindo madeira) em 2007 atingiu R$ 3,4 bilhões, equivalente a US$ 1,7 bilhão. A
receita líquida totalizou R$ 2,8 bilhões, 3% superior a 2006. A receita de exportação representou 26% da
receita líquida total.

O mix de vendas entre os diversos produtos da Companhia é fator determinante para a formação da
receita líquida, uma vez que os produtos possuem preços diferentes. Com a nova máquina de cartões
instalada em Monte Alegre no final de 2007, a participação de cartões na receita líquida aumentou em
comparação a participação de outros produtos.
Participação na receita líquida


















O mix de vendas entre regiões também é componente de grande importância na composição da receita da
Companhia, uma vez que os preços, valores dos fretes e condições de entrega são diferentes em cada
local.

Grande parte da produção de cartões produzida pela Máquina 9 em Monte Alegre foi destinada à clientes
na Ásia, aumentando a participação das vendas para essa região nos últimos anos.

Como é possível verificar nos gráficos a seguir, a América Latina concentra a maior parte das vendas para
o mercado externo.







32%
25%
19%
14%
8%
2%
Papelão
Cartões
Kraftliner
Sacos
Madeira
Outros
2007
2008
2009
31%
30%
18%
13%
6%
2%
32%
33%
13%
15%
5%
2%
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10.2 - Resultado operacional e financeiro






































Os preços dos produtos da Companhia variam em função do equilíbrio entre a oferta e a demanda nos
mercados nacional e internacional. A formação de preço dos produtos é diferente nos diversos segmentos
que a Companhia atua e sofre influência de PIB, inflação, nível da atividade econômica no Brasil e no
mundo, variação da taxa de juros, carga tributária, flutuação do real com relação a moedas estrangeiras,
preço de celulose de mercado, preço de aparas de papel, assim como fenômenos da natureza que
impactam a oferta de madeira. Os preços de alguns papéis geralmente são cíclicos e estão sujeitos a
fatores que estão fora do controle da Klabin.

Fatores que afetaram o resultado operacional encontram-se no item 10.3, abaixo.





Volume de vendas 2007
América
Latina
54%
Europa
32%
América do
Norte
1%
Africa
6%
Ásia
7%
Receita líquida 2007
Ásia
8%
África
5%
América do
Norte
2%
Europa
25%
América
Latina
60%
Volume de vendas 2008
Ásia
18%
África
9%
América do
Norte
8%
Europa
26%
América
Latina
39%
Receita líquida 2008
América
Latina
41%
Europa
23%
Africa
7%
América do
Norte
8%
Ásia
21%
Volume de vendas 2009
América
Latina
38%
Europa
27%
América do
Norte
6%
Africa
7%
Ásia
22%
Receita líquida 2009
Europa
20%
América do
Norte
5%
Africa
5%
Ásia
21%
América
Latina
49%
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10.2 - Resultado operacional e financeiro
b) variações das receitas atribuíveis a modificações de preços, taxas de câmbio, inflação, alterações
de volumes e introdução de novos produtos e serviços.

A receita da Companhia provém da venda de kraftliner, papelcartão e sacos industriais para os mercados
externo e interno e pela venda de toras de madeira e caixas de papelão ondulado no mercado interno e é
altamente impactada por variações de volumes.

Como já mencionado no item anterior (10.2 a), em outubro de 2007 foi iniciada a produção de cartões na
Máquina 9 em Monte Alegre. Esta máquina possui capacidade de produção de 350 mil toneladas por ano
e é parte do projeto MA 1100, que também elevou a capacidade de geração de energia elétrica da
Companhia. Com o aumento do volume de produção de cartões, houve crescimento da participação na
receita líquida desse produto nos três últimos anos.

Conforme estatísticas de vendas da Bracelpa, a Klabin vem ampliando sua participação no mercado
brasileiro de papelcartão. As vendas de cartões no mercado interno em 2009, excluindo cartões para
líquidos, totalizaram 125 mil toneladas (92 mil em 2008 e 64 mil em 2007), acréscimo de 35% em relação
a 2008. A participação de mercado atingiu 25% versus 18% em 2008 e 13% em 2007. A expedição
brasileira de papelcartão, excluindo cartões para líquidos, foi de 507 mil toneladas em 2009, comparado a
508 mil toneladas em 2008 e 504 mil toneladas em 2007.

Assim como o papel reciclado, o papel kraftliner fabricado pela Klabin abastece de forma integrada as
fábricas de embalagens de papelão ondulado da empresa. No início de 2009, a Companhia desativou
temporariamente a unidade de papéis reciclados de Ponte Nova, aumentando a transferência interna de
papéis de fibras virgens para confeccionar caixas de papelão (vide item 10.3 a). Dessa forma, o volume de
kraftliner de mercado vendido pela Klabin decresceu, explicando a redução de participação na receita
desse produto em 2009.

As vendas de papel kraftliner atingiram 393 mil toneladas em 2009, comparado a 458 mil toneladas em
2008 e 464 mil toneladas em 2007. A receita líquida com vendas de kraftliner acumulou R$385 milhões
em 2009, comparado a R$545 milhões e R$528 milhões em 2008 e 2007, respectivamente.

O volume de vendas de madeira é distribuído totalmente no mercado interno. Os clientes da Companhia
são serrarias, laminadoras e a indústria moveleira que revendem o produto para consumidores no Brasil e
no exterior. O mercado de housing starts americano exerce forte influência sobre a venda de madeira no
Brasil. O decrescimento da construção de novas casas nos Estados Unidos nos últimos anos impactou
negativamente o volume de vendas de madeira da Klabin. O gráfico a seguir mostra a evolução do
housing starts americano desde 2007.
Housing Starts
(mil unidades)












Durante o ano de 2009, a Companhia movimentou 7,9 milhões de toneladas de toras de pinus e eucalipto,
cavacos e resíduos para a produção de celulose e energia, volume 6% inferior ao ano de 2008. Deste total,
1.460
1.464
1.297
1.151
1.053
1.025
868
658
555
593
590
540
528
jan/07
jan/08
jan/09
jan/10
Média trimestral
Housing starts
Fonte: US Census Bureau
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10.2 - Resultado operacional e financeiro
6,0 milhões de toneladas foram transferidos para as fábricas do Paraná, Santa Catarina e São Paulo e 1,9
milhão foi vendido ao mercado.

Em 2008, a Companhia movimentou 8,4 milhões de toneladas de toras e cavacos de pinus e eucalipto e
resíduos para energia. Deste total, 6,1 milhões de toneladas foram transferidos para as fábricas do Paraná,
Santa Catarina e São Paulo. O volume de vendas de toras para serrarias e laminadoras foi de 2,3 milhões
de toneladas, inferior a 2007, afetado pelo declínio do mercado de construção residencial norte-
americano, principal destino das exportações de produtos sólidos de madeira dos clientes da Klabin.

A Companhia movimentou 7,2 milhões de toneladas de toras de Pinus e Eucalipto, cavacos e resíduos
para energia em 2007. Deste total, 4,8 milhões de toneladas foram transferidos para as fábricas do Paraná,
Santa Catarina e São Paulo. O volume de vendas de toras para serrarias e laminadoras foi de 2,4 milhões
de toneladas.

Os demais produtos vendidos pela Klabin não apresentaram alteração significativa de volume nos últimos
anos. A participação de cada seguimento na receita líquida pode ser conferida no item anterior (10.2 a).

Modificações de preços

O preço de kraftliner no mercado internacional é determinado pelo balanço entre oferta e demanda desse
produto. Já no mercado interno, os preços de kraftliner oscilam menos e sofrem impacto do mercado de
aparas brasileiro. As aparas de papel são coletadas por catadores, aparistas e cooperativas e, após
processo de separação e limpeza, são vendidas a companhias recicladoras. O preço das aparas no Brasil
varia com a oscilação da oferta e demanda e pode sofrer interferência quando chuvas fortes impedem o
trabalho dos catadores de rua.

De acordo com dados da FOEX, o preço lista médio em dólares do kraftliner brown 175g/m² na Europa
foi de US$ 577/t em 2009, 21% inferior à média de 2008, que foi de US$ 732/t. A Companhia exporta
cerca de 80% do volume do kraftliner de mercado produzido. Dessa forma, os preços internacionais de
kraftliner provocam grande impacto na receita líquida de vendas.

Abaixo, a figura mostra a evolução do preço do kraftliner na Europa e do preço das aparas no Brasil nos
últimos 3 anos.

















Os preços dos cartões, papelão ondulado e sacos industriais apresentam menor volatilidade tanto no
mercado interno como no mercado externo. Tais variações de preços não impactaram significativamente a
receita líquida da Companhia nos últimos anos.
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10.2 - Resultado operacional e financeiro
Esses preços também são determinados pelo balanço entre a oferta e demanda nos mercados brasileiro e
internacional, porém a Companhia acredita que devido à grande quantidade de especificidades desses
papéis (cor, gramatura, opacidade, tamanho, etc.) a relação entre cliente e fornecedor é mais estável e
regula os níveis de preços nas diversas regiões.

Taxas de câmbio

Os preços dos papéis no mercado internacional são, na maioria das vezes, determinados na moeda
americana. A Companhia exporta cerca de 30% do volume de produção, deste modo a taxa de câmbio é
um componente importante na receita líquida da empresa. Durante os três últimos anos podemos verificar
a seguinte variação de taxa de câmbio (venda):

2009
2008
2007
2009/2008
2008/2007
Câmbio
R$/US$
R$/US$
R$/US$
%
%
Dólar Médio
1,99
1,84
1,95
8%
-6%
Dólar Final
1,74
2,34
1,77
-25%
32%

A receita líquida de vendas no mercado externo totalizou R$713 milhões em 2009, redução de 16% em
relação ao resultado de 2008, onde a receita com exportação foi de R$852 milhões. A variação é
explicada pela redução no volume de vendas no mercado externo de 11% e pela queda no preço
internacional do kraftliner. Em 2007, a receita líquida com exportações atingiu R$715 milhões.

Inflação

As receitas e custos da Companhia sofrem impacto da inflação. Os preços dos papéis no mercado interno,
assim como o custo dos insumos de produção e custo de mão de obra tendem a variar conforme os índices
de inflação brasileira.

c) impacto da inflação, da variação de preços dos principais insumos e produtos, do câmbio e da
taxa de juros no resultado operacional e no resultado financeiro da Companhia

O resultado das operações e o resultado financeiro da Companhia tem como fatores importantes de
influência a inflação e a variação da taxa de câmbio, uma vez que, em 2009, 76% da receita líquida foi
proveniente do mercado nacional e 24% das exportações e, portanto, denominada em dólares. Do custo
caixa total da Companhia, aproximadamente 85% é indexado a índices de inflação (IGPM) e o restante é
passível de influência da variação cambial.
Em 2009 o custo dos produtos vendidos foi de R$2,2 bilhões, 4% inferior a 2008, influenciado
positivamente pela redução dos custos dos insumos de produção ­ com destaque para óleo combustível,
aparas, energia elétrica e produtos químicos. Impactou negativamente no CPV a redução do volume de
vendas em 2% e o aumento da depreciação.
As despesas com vendas em 2009 foram de R$300 milhões, 6% inferior a 2008 refletindo a redução do
volume exportado, que impactou diretamente as despesas com fretes, responsável por 60% do total das
despesas com vendas.
No ano de 2008, o custo dos produtos vendidos foi de R$2,3 bilhões, 22% superior a 2007, influenciado
principalmente pelo maior volume vendido, aumento da depreciação, pela maior participação de cartões
no mix de produtos e pela elevação dos custos dos insumos de produção - com destaque para produtos
químicos, energia elétrica e óleo combustível. Durante o ano ocorreram custos adicionais decorrentes de
dificuldades com a entrada em operação do projeto de expansão em Monte Alegre. Os custos fixos sem
depreciação sofreram aumento de 17% devido ao acréscimo de mão-de-obra direta nos novos
equipamentos da fábrica de Monte Alegre, aos reajustes salariais e ao novo patamar de custos de
manutenção daquela Unidade.
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10.2 - Resultado operacional e financeiro
As despesas com vendas em 2008 foram de R$318 milhões, 20% superior a 2007 refletindo o acréscimo
do volume exportado e o aumento do preço do barril de petróleo, que impactam diretamente o valor dos
fretes, os quais corresponderam a 63% do total das despesas com vendas.
Já em 2007, o custo dos produtos vendidos foi de R$1.870 milhões, influenciado pela elevação dos custos
dos insumos de produção, com destaque para óleo combustível, além de custos adicionais de energia
elétrica.
As despesas com vendas em 2007 foram de R$264,2 milhões. Os fretes correspondem a 65% do total das
despesas com vendas. As despesas gerais e administrativas totalizaram R$180,8 milhões em 2007,
afetadas pelo aumento do custo da mão-de-obra ocorrido em outubro de 2007. A companhia manteve os
custos fixos em reais estáveis em 2006 e 2007, apesar do aumento da mão-de-obra que foi de 7,5% em
2007.
Evolução do Custo Caixa e seus componentes:
Quanto à influência de tais índices no resultado financeiros da Companhia, o impacto da valorização do
real frente ao dólar de 25% em 2009 (taxa final venda) gerou um ganho de variação cambial sem efeito
caixa de R$ 664 milhões antes dos impostos, que afetou positivamente o resultado financeiro de 2009.
No ano de 2008, o impacto da desvalorização do real frente ao dólar de 32% (taxa final venda) gerou um
resultado negativo de variação cambial sem efeito caixa de R$ 674 milhões antes dos impostos, que
afetou o resultado financeiro.
Em 2007, as receitas financeiras superaram as despesas financeiras em R$49 milhões. A variação cambial
no período gerou um resultado de variações cambiais líquidas que somou R$ 301 milhões que, por sua
vez impactou positivamente o resultado financeiro líquido, que encerrou o ano em R$350 milhões.
Os resultados da Companhia têm sido afetados pela inflação. A maior parte de nossos custos e despesas é
incorrida em Reais, e é reajustada quando nossos fornecedores ou prestadores de serviços aumentam seus
preços. Os prestadores de serviços da Companhia utilizam, de modo geral, o IPCA para reajustar seus
preços, ao passo que os fornecedores da Companhia, de modo geral, utilizam o Índice Nacional de Preços
ao Consumidor, divulgado pelo IBGE (IPCA), o Índice Geral de Preços ao Mercado, divulgado pela
Fundação Getúlio Vargas (IGP-M/FGV) ou a variação nos preços de determinadas commodities para
ajustar seus preços em função da inflação. A receita bruta da Companhia também é indiretamente afetada
pela inflação, uma vez que, de modo geral, a Companhia repassa uma parte dos aumentos nos custos para
os seus consumidores através de aumentos de preços.
2007
30%
24%
13%
12%
11%
10%
Pessoal
Madeira/Fibras
E. Elétrica/ Óleo Comb.
Manutenção/ Outros
Fretes
Produtos Químicos
R$ 2,1 bilhões
2008
29%
18%
16%
13%
12%
12%
Pessoal
Madeira/Fibras
Produtos Químicos
E. Elétrica/ Óleo Comb.
Fretes
Manutenção/ Outros
R$ 2,4 bilhões
2009
30%
16%
15%
12%
12%
15%
R$ 2,2 bilhões
Pessoal
Manutenção/ Outros
Produtos Químicos
Madeira/Fibras
Fretes
E. Elétrica/ Óleo Comb.
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10.3 - Eventos com efeitos relevantes, ocorridos e esperados, nas demonstrações financeiras
10.3.
Comentários dos diretores sobre efeitos relevantes que os eventos abaixo tenham causado
ou se espera que venham a causar nas demonstrações financeiras e nos resultados da Companhia:

a) introdução ou alienação de segmento operacional
Em outubro de 2007 começou a operar a nova Máquina de Papel nº 9, da Companhia, considerada a mais
moderna máquina de papelcartão do mundo, instalada na Unidade Monte Alegre, em Telêmaco Borba
(PR). Com capacidade para produzir 350 mil toneladas/ano de papelcartão, usado para embalagens, o
equipamento mede 250 metros de comprimento e tem sete metros de largura de tela. Para abrigar a
máquina, foi construído um prédio com 300 metros de comprimento. A Máquina nº 9 tem os mais
modernos equipamentos de operação e controle.
75% dos equipamentos instalados na nova máquina foram produzidos no Brasil. Desde 1996, não se
instalava uma máquina deste porte no mundo para a produção de papelcartão de fibras virgens.
O começo de operação da nova máquina é parte do Projeto Klabin MA-1100, que tem investimento total
de R$2,2 bilhões. O Projeto MA-1100 teve sua conclusão em setembro de 2008 com a instalação de
equipamentos complementares e que elevarão a auto-suficiência energética da Unidade Monte Alegre
para cerca de 80%.
Em março de 2009, a Companhia adotou medidas para diminuir os custos fixos e variáveis durante o
período de crise financeira. Entre outras medidas adotadas, a Companhia suspendeu temporariamente a
produção de papel reciclado na planta de Ponte Nova (MG), visando o aumento do consumo de papel
kraftliner nas fábricas de caixas de papelão ondulado. A capacidade de produção desta fábrica é de 50 mil
toneladas/ano de papéis reciclados.

b) constituição, aquisição ou alienação de participação societária

A Companhia não constituiu, adquiriu ou alienou participação societária com impactos nas suas
demonstrações financeiras ou resultados durante os exercícios findos em 31 de dezembro de 2007, 31 de
dezembro de 2008 e 31 de dezembro de 2009.

c) eventos ou operações não usuais

A Companhia sofreu um Auto de Infração em 27 de julho de 2007 referente à imposto de renda e
contribuição social relacionado aos desinvestimentos realizados pela Companhia no exercício de 2003.
Esse Auto de Infração, incluindo principal, multa e juros, a valores atualizados em 31 de dezembro de
2009 representaria aproximadamente R$1.069 milhões, valor que não estava registrado como provisão
para contingências em função dos prognósticos de perda considerados anteriormente.

Dentro do prazo legal, facultado pela lei 11941/09, a Companhia efetuou a adesão ao Programa de
Parcelamento Fiscal (REFIS) e, conforme Fato Relevante divulgado em 18 de fevereiro de 2010, incluiu
parte do Auto de Infração acima citado. O valor incluído no programa REFIS, em 31 de dezembro de
2009, era de aproximadamente R$862 milhões que, após a aplicação das regras do referido programa, foi
reduzido para aproximadamente R$332 milhões, que foi provisionado nas demonstrações financeiras do
exercício findo em 31 de dezembro de 2009.
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10.4 - Mudanças significativas nas práticas contábeis - Ressalvas e ênfases no parecer do
auditor
10.4.
Comentários dos diretores sobre:

a) mudanças significativas nas práticas contábeis

Vide item 10.1 (h)

b) efeitos significativos das alterações em práticas contábeis

Vide item 10.1 (h)
c) ressalvas e ênfases presentes no parecer do auditor

Não houve ressalvas nos pareceres da auditoria externa para as demonstrações financeiras de 2007, 2008
e 2009.

O parecer de auditoria sobre as demonstrações financeiras referentes aos exercícios findos em 31 de
dezembro de 2008 e 2007, incluiu parágrafo de ênfase sobre o fato de que, em decorrência das mudanças
nas práticas contábeis adotadas no Brasil, durante 2008, as demonstrações financeiras consolidadas,
referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2007, apresentadas para fins de comparação, foram
ajustadas e estão sendo reapresentadas como previsto na Norma e Procedimento de Contabilidade ­ NPC
nº 12, "Práticas contábeis, Mudanças nas Estimativas Contábeis e Correção de Erros".
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10.5 - Políticas contábeis críticas
10.5.
Políticas contábeis críticas adotadas pela Companhia (inclusive estimativas contábeis feitas
pela administração sobre questões incertas e relevantes para a descrição da situação financeira e
dos resultados, que exijam julgamentos subjetivos ou complexos, tais como: provisões,
contingências, reconhecimento da receita, créditos fiscais, ativos de longa duração, vida útil de
ativos não-circulantes, planos de pensão, ajustes de conversão em moeda estrangeira, custos de
recuperação ambiental, critérios para teste de recuperação de ativos e instrumentos financeiros):

Imobilizado, intangível e outros ativos não circulantes

A depreciação é calculada pelo método linear, sendo que para máquinas e equipamentos a taxa
preponderante é de 10%, e para edifícios e construções a taxa de 4% ao ano. A exaustão de florestas é
calculada com base na quantidade de madeira extraída e recursos florestais a exaurir.

A Companhia e suas controladas não optaram pela adoção da prática de revisão dos custos históricos dos
bens do ativo imobilizado e utilização da prática do custo atribuído, bem como os efeitos da depreciação
com base no prazo de vida útil econômica remanescente dos bens do ativo imobilizado, conforme ICPC
10 os efeitos da adoção dessas práticas serão determinados e registrados para o encerramento das
demonstrações contábeis referentes ao exercício de 2010.

Adicionalmente, os bens do imobilizado, intangível e outros ativos não circulantes são avaliados
anualmente para identificar evidências de eventos ou alterações significativas nas circunstâncias que
indicam que o valor contábil poderá não ser recuperável. Nas situações em que o valor contábil do ativo
ultrapasse seu valor recuperável, uma perda é reconhecida no resultado.

Provisões para contingências

Os passivos contingentes decorrem de processos administrativos e/ou judiciais inerentes ao curso normal
das atividades da Companhia. As contingências são avaliadas pelos advogados internos, advogados e
peritos contratados pela Companhia e são quantificadas utilizando-se de critérios que permitam a sua
mensuração de forma adequada e são atualizadas até as datas do balanço. Para as contingências
classificadas com risco de perda provável, são constituídas provisões; para as contingências cujo risco de
perda é considerado como possível, há somente divulgação dos processos e valores envolvidos, sem que
seja constituída provisão; e para as contingências cujo risco de perda é classificado como remoto, não há
divulgação dos riscos nem constituição de provisões, conforme requerido pelas Práticas Contábeis
Adotadas no Brasil. Nossa política de reconhecimento de provisões é de constituir pelo valor da perda
estimada para as contingências tributárias, trabalhistas e cíveis.

Provisão para créditos de liquidação duvidosa

São constituídas provisões para os créditos de liquidação duvidosa com base em análise individual dos
valores a receber e na estimativa de perdas prováveis na realização dos recebíveis.

Provisão para perdas na realização de estoques

São reconhecidas provisões para perdas prováveis de (i) estoque de produtos que tenham sido
descontinuados ou que pretendemos descontinuar; (ii) estoques excessivos de matéria-prima em relação
às vendas projetadas do produto no qual são utilizadas nos próximos vinte e quatro meses; e (iii) estoque
de produtos acabados cujo prazo de vencimento ocorrerá antes que o produto possa ser vendido. Essas
provisões são atualizadas em cada data de encerramento do balanço.

Imposto de renda e contribuição social diferidos
A Companhia contabiliza o ativo e passivo fiscal diferido com base nas diferenças entre os valores
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10.5 - Políticas contábeis críticas
contábeis e a base tributária de ativos e passivos. A Companhia revisa com regularidade a realização do
ativo fiscal diferido. A administração da Companhia acredita que a realização do ativo fiscal diferido
líquido seja provável, suportado pelas projeções de resultados, mas seu valor é sujeito à incertezas tendo
em vista que depende da concretização dos lucros tributáveis projetados para os períodos futuros.

A Administração optou para o ano fiscal de 2008 por alterar o critério de reconhecimento fiscal das
variações cambiais de seus direitos e obrigações, de regime de competência para regime de caixa. Essa
opção pelo regime de caixa foi mantida em 2009.
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10.6 - Controles internos relativos à elaboração das demonstrações financeiras - Grau de
eficiência e deficiência e recomendações presentes no relatório do auditor
10.6.
Comentários dos diretores sobre controles internos adotados para assegurar a elaboração
de demonstrações financeiras confiáveis:

a) grau de eficiência de tais controles, indicando eventuais imperfeições e providências adotadas
para corrigi-las

A Companhia acredita que o grau de eficiência dos controles internos adotados para assegurar a
elaboração das demonstrações financeiras é satisfatório. A Companhia está atenta às novas tecnologias e
investe em seus controles a fim de aprimorá-los cada vez mais.

b) deficiências e recomendações sobre os controles internos presentes no relatório do auditor
independente

Não houve deficiências significativas incluídas no relatório dos auditores independentes.
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10.7 - Destinação de recursos de ofertas públicas de distribuição e eventuais desvios
10.7.
Comentários dos diretores sobre aspectos referentes a eventuais ofertas públicas de
distribuição de valores mobiliários:

a) como os recursos resultantes da oferta foram utilizados

Não houve ofertas públicas de distribuição de valores mobiliários de emissão da Companhia nos últimos
três exercícios sociais.

b) se houve desvios relevantes entre a aplicação efetiva dos recursos e as propostas de aplicação
divulgadas nos prospectos da respectiva distribuição

Não aplicável dado que não houve ofertas públicas de distribuição de valores mobiliários de emissão da
Companhia nos três últimos exercícios sociais.

c) caso tenha havido desvios, as razões para tais desvios

Não aplicável dado que não houve ofertas públicas de distribuição de valores mobiliários de emissão da
Companhia nos três últimos exercícios sociais.
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10.8 - Itens relevantes não evidenciados nas demonstrações financeiras
10.8.
Itens relevantes não evidenciados nas demonstrações financeiras da Companhia:

a) os ativos e passivos detidos pela Companhia, direta ou indiretamente, que não aparecem no seu
balanço patrimonial (off-balance sheet items), tais como: i) arrendamentos mercantis operacionais,
ativos e passivos; ii) carteiras de recebíveis baixadas sobre as quais a entidade mantenha riscos e
responsabilidades, indicando respectivos passivos; iii) contratos de futura compra e venda de
produtos ou serviços; iv) contratos de construção não terminada; e v) contratos de recebimentos
futuros de financiamentos.

A Companhia não mantém qualquer operação, contrato, obrigação ou outros tipos de compromissos em
sociedades cujas demonstrações financeiras não sejam consolidadas com as suas ou outras operações
passíveis de gerar um efeito relevante, presente ou futuro, nos seus resultados ou em sua condição
patrimonial ou financeira, receitas ou despesas, liquidez, investimentos, caixa ou quaisquer outras não
registradas em suas demonstrações financeiras.

b) outros itens não evidenciados nas demonstrações financeiras

Não há quaisquer outros itens relevantes não evidenciados nas demonstrações financeiras consolidadas da
Companhia, que sejam evidenciados nas demonstrações financeiras.
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10.9 - Comentários sobre itens não evidenciados nas demonstrações financeiras
10.9.
Comentários dos diretores sobre cada um dos itens não evidenciados nas demonstrações
financeiras indicados no item 10.8:

a)
como tais itens alteram ou poderão vir a alterar as receitas, as despesas, o resultado
operacional, as despesas financeiras ou outros itens das demonstrações financeiras do emissor

Não há quaisquer outros itens relevantes não evidenciados nas demonstrações financeiras consolidadas da
Companhia, que sejam evidenciados nas demonstrações financeiras.

b)
natureza e o propósito da operação

Não há quaisquer outros itens relevantes não evidenciados nas demonstrações financeiras consolidadas da
Companhia, que sejam evidenciados nas demonstrações financeiras.

c)
natureza e montante das obrigações assumidas e dos direitos gerados em favor do emissor em
decorrência da operação

Não há quaisquer outros itens relevantes não evidenciados nas demonstrações financeiras consolidadas da
Companhia, que sejam evidenciados nas demonstrações financeiras.
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10.10 - Plano de negócios
10.10. Comentário dos diretores sobre principais elementos do plano de negócios da Companhia:

a) investimentos, incluindo: i) descrição quantitativa e qualitativa dos investimentos em andamento
e dos investimentos previstos; ii) fontes de financiamento dos investimentos; iii) desinvestimentos
relevantes em andamento e desinvestimentos previstos.

Em 2007 foi implantado o Projeto de Expansão de Cartões Revestidos na fábrica de Monte Alegre (PR).
Esta expansão elevou a capacidade de produção na Unidade do Paraná de 700 mil para 1,1 milhão de
t/ano.

Este Projeto possibilitou uma importante renovação tecnológica na fábrica de Monte Alegre, permitindo
redução de custos e preparação da fábrica para futuras expansões.

As obras do Projeto MA 1100 foram iniciadas em abril de 2006, em setembro de 2007 foram finalizados
o novo Pátio de Madeira, a Planta de CTMP, a reforma do Branqueamento, do Digestor Contínuo e das
plantas de Caustificação e Evaporação. No início de outubro, começou a operar a duplicação da Estação
de Tratamento de Efluentes e no dia 15, após um prazo recorde de implantação de 14,5 meses, a Máquina
de Papel n°9 (MP9) iniciou a produção de cartões para embalagens. Em novembro iniciou o forno de cal
e em dezembro entrou em operação a nova Caldeira de Recuperação.

A antecipação do início de produção de alguns equipamentos, dentre eles a MP9, permitiu desenvolver e
aprovar os produtos nos principais clientes. A qualidade desejada foi atingida com rapidez, permitindo
que a máquina produzisse em 2007, cerca de 34.000 toneladas. Esta máquina é hoje a melhor referência
tecnológica de equipamento e controles para fabricação de cartões no mundo.

Em 2008 a Companhia completou investimentos do projeto MA 1.100, além de investimentos em
florestas para futura expansão e investimentos correntes em manutenção.

Em 2009, para assegurar forte posição do caixa e liquidez, os investimentos foram restringidos ao
estritamente necessário para manutenção das operações.
R$ milhões
2007
2008
2009
Florestal
307
300
98
Papéis
1.272
231
122
Conversão
95
56
27
Total
1.674
587
247

A Companhia pretende investir no ano 2010 cerca de R$400 milhões, sendo esses investimentos
distribuídos da seguinte forma:

Florestal ­ cerca de 37% do total, com a aquisição de terras e florestas para futura ampliação da
capacidade instalada de celulose e papel.

Papéis
­ cerca de 48% do total, com destaque para a aquisição de uma nova caldeira de biomassa em
Otacílio Costa (SC) em substituição a uma caldeira de óleo combustível, além dos investimentos
correntes em manutenção nas diversas fábricas de papéis.

Conversão ­ cerca de 15% do total, incluindo instalação de linha completa de sacos valvulados na fábrica
de Lages(SC), novas impressoras nas fábricas de embalagens elevando marginalmente a capacidade de
expedição das fábricas de caixas de papelão ondulado, além de investimentos correntes nas diversas
fábricas de conversão.

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10.10 - Plano de negócios
b) aquisição de plantas, equipamentos, patentes ou outros ativos que devam influenciar
materialmente a capacidade produtiva da Companhia.

A Companhia continua priorizando seus objetivos estratégicos de longo prazo, que prevêem:

(i) Construção de uma fábrica de celulose de escala mundial com capacidade entre 1,3 a 1,5 milhão de
t/ano, elevando a capacidade de celulose para 3,2 milhões de t/ano, com início de produção previsto para
meados de 2015.

(ii) Instalação de uma nova máquina de cartão com capacidade entre 400 a 500 mil t/ano, aumentando a
capacidade de produção de cartões para 1,2 milhão de t/ano e a capacidade total de produção de papéis e
embalagens de papéis da Companhia entre 2,4 a 2,6 milhões de t/ano.

c) novos produtos e serviços, indicando: i) descrição das pesquisas em andamento já divulgadas; ii)
montantes totais gastos pela Companhia em pesquisas para desenvolvimento de novos produtos ou
serviços; iii) projetos em desenvolvimento já divulgados; iv) montantes totais gastos pela
Companhia no desenvolvimento de novos produtos ou serviços.

Inovação em produtos e tecnologias

Qualidade, competitividade e respeito aos princípios de sustentabilidade são os vetores das iniciativas das
Unidades de Negócios da Companhia, conjugadas em um processo de pesquisa e desenvolvimento que
engloba as áreas de produção florestal, papéis, cartões e produtos convertidos. Essa integração permite
aumentar a eficiência, reduzir custos operacionais e privilegiar o desenvolvimento de tecnologias limpas.

A inovação tem como foco atender às necessidades dos clientes da Companhia, que também são parceiros
no desenvolvimento de produtos, processos e materiais. Nesse trabalho, a Companhia conta com a
participação de fornecedores de equipamentos e insumos e tem o apoio de centros de pesquisa que são
sinônimo de excelência no setor. Um exemplo é o Innventia (ex-STFI-Packforsk), instalado na Suécia,
especializado no desenvolvimento de papéis e embalagens com alto valor agregado.

Em 2009, a Companhia deu continuidade ao desenvolvimento e produção de papéis, cartões e embalagens
de menor gramatura, com ganhos econômicos para os clientes, redução dos custos relacionados à
fabricação, ao uso e ao transporte das embalagens ­ pela maior quantidade do produto na mesma
tonelagem ­ assim como vantagens ambientais, decorrentes do menor uso de fibras.

Foram lançados novos produtos como a linha Sack Kraft Premium TCF (Total Chlorine Free) ­ isenta de
cloro elementar, que permite contato do papel com alimentos e possui uma excelente relação resistência x
printabilidade; o papel Ekokraft, produzido em dupla camada, combinando fibras virgens e recicladas,
para uso como liner em embalagens de papelão ondulado e o sacos com válvula soldada por ultrassom,
com um sistema que confere fechamento mais eficiente e seguro para o mercado de farinha de trigo.

Em Jundiaí (SP), a Companhia conta com um Centro de Competência, onde uma equipe de profissionais
se dedicada à pesquisa e ao desenvolvimento de projetos de embalagens de papelão ondulado inovadores,
diferenciados e competitivos.

Com o objetivo de ampliar a produtividade, as unidades industriais adotam o Programa Klabin Superar,
que motiva os colaboradores a contribuírem com idéias e sugestões destinadas ao melhoramento contínuo
das operações. Esse programa é baseado nos seguintes aspectos: tornar os recursos disponíveis, agir em
pontos críticos, reconhecer e motivar as pessoas e definir metas de melhorias.

Tecnologia florestal
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10.10 - Plano de negócios
No ano de 2009, intensificaram-se as pesquisas para desenvolvimento de clonagem de eucalipto resistente
a geadas para plantio em Santa Catarina. São mantidos mais de 2 mil hectares de área comercial plantadas
com sementes do Eucalyptus Benthamii, espécie que combina alta resistência à geada e boa produção de
fibras curtas.

Em desenvolvimento de tecnologia, a Companhia atua com principais instituições de pesquisa no Brasil,
como o Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais (Ipef, da Universidade de São Paulo), a Sociedade de
Investigações Florestais (SIF, da Universidade Federal de Viçosa), a Fundação Paranaense de Estudos
Florestais (Fupef, da Universidade Federal do Paraná) e o Centro de Estudos e Pesquisas Florestais
(Cepef, da Universidade Federal de Santa Maria). A Companhia também é associada à Central American
and Mexico Coniferous Resources (Camcore), cooperativa com sede na Universidade da Carolina do
Norte (EUA), que é referência internacional para a conservação de pínus tropicais e o Innventia (ex-STFI-
Packforsk).

Em melhoramento genético, a Companhia participa do mais importante projeto internacional de estudo do
genoma do eucalipto, desenvolvido pelo Joint Genome Institute (JGI), do Departamento de Energia dos
Estados Unidos. O projeto de sequenciamento completo do genoma do eucalipto, liderado por
pesquisadores do Brasil, África do Sul e EUA, gerará importantes dados para a utilização na seleção e no
melhoramento de árvores mais produtivas, resistentes a pragas e doenças e ao estresse ambiental (como
seca e geada), com madeira tecnologicamente adequada aos diferentes usos aos quais se destina.

A participação da Companhia se dá por meio do Projeto Genolyptus, que realizou parte do
sequenciamento no Brasil. O Genolyptus foi executado entre 2002 e 2006, por uma rede integrada por
catorze empresas florestais, sete universidades e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
(Embrapa), sendo financiado pelo Ministério de Ciência e Tecnologia e pelas empresas. Essa pesquisa é
considerada fundamental para manter a competitividade dos produtores de papel e celulose, produtos
sólidos de madeira e energia.
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10.11 - Outros fatores com influência relevante
10.11. Comentários dos diretores sobre outros fatores que influenciaram de maneira relevante o
desempenho operacional e que não tenham sido identificados ou comentados nos demais itens desta
seção:

Não existem outras informações relevantes sobre esse item "10".
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11.1 - Projeções divulgadas e premissas
11.1. As projeções divulgadas e premissas:

A Companhia não divulga projeções, optando pela opção facultada nos termos do artigo 20 da Instrução
CVM nº 480/09.
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11.2 - Acompanhamento e alterações das projeções divulgadas
11.2. Acompanhamento e alterações das projeções divulgadas:
A Companhia não divulga projeções, optando pela opção facultada nos termos do artigo 20 da Instrução
CVM nº 480/09.
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12.1 - Descrição da estrutura administrativa
12.1.
Estrutura administrativa da Companhia, conforme estabelecido no seu estatuto social e
regimento interno:

a) atribuições de cada órgão e comitê

A administração da Companhia é exercida por um Conselho de Administração e uma Diretoria.

Conselho de Administração

O Conselho de Administração da Companhia é composto por 12 (doze) membros, todos acionistas, eleitos
em Assembléia Geral e por ela destituíveis a qualquer tempo, conforme item 12.4 abaixo.

Nos termos do artigo 16 do Estatuto Social da Companhia, compete ao Conselho de Administração:
a)
Fixar os objetivos dos negócios da Companhia e de suas controladas:

I -
orientando a Diretoria sobre a formulação dos planos a médio e longo prazos;
II -
aprovando os planos de desenvolvimento e de expansão e os investimentos
necessários à sua execução;
III -
aprovando os orçamentos anuais de operações e de investimentos;
b)
Eleger e destituir os diretores da sociedade, fixando-lhes as atribuições, observado o
que a respeito dispuser o estatuto;

c)
Eleger e destituir os Conselheiros Consultivos da Companhia;

d)
Acompanhar, em caráter permanente, o desenvolvimento e o desempenho da
Companhia;

e)
Fiscalizar a gestão dos diretores, examinar, a qualquer tempo, os livros e os papéis da
Companhia, solicitar informações sobre contratos celebrados ou em via de celebração,
e quaisquer outros atos;

f)
Convocar a Assembléia Geral nos casos previstos em lei ou quando julgar
conveniente;

g)
Manifestar-se sobre relatórios da Administração, as demonstrações financeiras e as
contas da Diretoria;
h)
Fixar a política de endividamento da Companhia;

i)
Autorizar atos que ultrapassem os da administração ordinária, tais como:
I -
participação em outras sociedades e alienação dessas participações;
II -
constituição, fusão, incorporação, cisão, transformação e extinção de
sociedades subsidiárias, alteração de seus contratos ou estatutos sociais;
III -
aquisição, alienação e oneração de imóveis;
IV -
alienação de bens móveis do ativo permanente de valor superior ao fixado
pelo Conselho;
V -
criação e extinção de filiais e outros estabelecimentos;
VI -
constituição de ônus reais e concessão de fianças ou avais, exceto quando em
garantia de aquisição do próprio bem;
VII -
investimentos em projetos de expansão e aperfeiçoamento, de valor superior
ao fixado pelo Conselho de Administração;
VIII - contratação de serviços de valor superior ao fixado pelo Conselho de
Administração;
IX -
arrendamento mercantil de valor superior ao fixado pelo Conselho de
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12.1 - Descrição da estrutura administrativa
Administração;
X -
contratação de dívidas a longo prazo;
XI -
aquisição de ações de emissão da Companhia, para efeitos de cancelamento
ou permanência em tesouraria e posterior alienação;
XII -
alienação, oneração ou cessão de uso de patentes e marcas;
XIII
- estabelecimento de planos previdenciários para os empregados da
Companhia;
XIV ­ Emissão de Títulos de Crédito destinados à distribuição pública, observada
a legislação em vigor;
j)
Deliberar sobre quaisquer propostas da Diretoria a serem submetidas à Assembleia
Geral;

k)
Escolher e destituir auditores independentes;

l) Deliberar,
"ad referendum" da Assembléia Geral que aprovar as contas do exercício,
sobre o pagamento de dividendos, com base em balanços intermediários ou anuais;

m)
Deliberar sobre a divisão da remuneração dos administradores da sociedade, fixada
pela Assembléia Geral, bem como sobre a participação dos administradores nos lucros
da Companhia;

n)
Deliberar sobre proposta da Diretoria referente a atos de sociedades subsidiárias, nos
casos em que seja necessária deliberação da Controladora."

Diretoria

A Diretoria da Companhia é composta por até 10 (dez) membros, eleitos pelo Conselho de
Administração, dentre os quais um Diretor Geral.

A Diretoria, convocada pelo Diretor Geral, reunir-se-á ordinariamente uma vez por mês e
extraordinariamente, sempre que for necessário, observando-se o quorum da presença mínima de metade
mais um de seus membros, cabendo ao Diretor Geral, além do voto próprio, o de desempate.

Nos termos dos artigos 20 e 21 do Estatuto Social da Companhia, a Diretoria tem atribuições e poderes de
gestão conferidos por lei e pelo nosso Estatuto Social, de maneira a assegurar a execução fiel e eficiente
de seus fins, conforme abaixo:
a)
Incumbe aos diretores proporcionar ao Conselho de Administração e ao Conselho
Fiscal, ou a pedido de qualquer dos membros destes, as informações que lhes sejam
solicitadas e outras que entenderem relevantes.

b)
Para a prática de atos que ultrapassem os de simples administração ordinária, a
Diretoria deverá deliberar coletivamente, especialmente sobre todos os atos que, por
força deste estatuto, deverão ser submetidos ao Conselho de Administração.
c)
Compete ao Diretor Geral, supervisionar todas as atividades da Companhia, coordenar
a atuação dos demais diretores, implementar a política empresarial fixada pelo
Conselho de Administração para a Companhia e suas controladas e supervisionar a
auditoria interna.

d)
Aos demais Diretores, competirão as funções que lhes forem conferidas pelo Conselho
de Administração.

Ademais, o Estatuto Social estabelece que (i) quaisquer dois diretores em conjunto, (ii) um diretor em
conjunto com um procurador com poderes bastantes, ou (iii) dois procuradores em conjunto com poderes
expressos, terão poderes para:

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12.1 - Descrição da estrutura administrativa
a) representar a Companhia ativa e passivamente;

b) firmar contratos e assumir obrigações; movimentar contas em bancos, podendo, para
tanto, emitir e endossar cheques; transigir, firmar compromissos; sacar, endossar para
caução ou desconto, ou aceitar duplicatas e quaisquer títulos de crédito;

c) prestar fiança ou aval, em operações autorizadas pelo Conselho de Administração,
ressalvado que (i) um diretor, isoladamente, poderá prestar depoimento em juízo; (ii) um
diretor, isoladamente, ou um procurador com poderes expressos, poderá (1) emitir
duplicatas e endossá-las para cobrança bancária, caução e/ou desconto, endossar cheques
para depósito em conta da Companhia, firmar contratos de câmbio, emitir pedidos de
compras nos limites fixados pelo Conselho de Administração; e (2) representar a sociedade
perante qualquer repartição, autarquia ou sociedade de economia mista, federal, estadual ou
municipal, desde que não seja para assumir obrigação pela Sociedade ou exonerar terceiros
perante esta.

b) data de instalação do conselho fiscal, se este não for permanente, e de criação dos comitês

O Conselho Fiscal da Companhia tem as atribuições definidas pela legislação aplicável e foi instalado em
13 de dezembro de 1985. O Conselho Consultivo da Companhia foi instalado uma única vez em março de
2008 e tem a atribuição de opinar sobre assuntos que lhe sejam encaminhados pelo Conselho de
Administração.

c) mecanismos de avaliação de desempenho de cada órgão ou comitê

A Companhia não realiza avaliação de desempenho dos seus órgãos de administração e comitês, exceto a
Diretoria.

d) em relação aos membros da diretoria, suas atribuições e poderes individuais

A Diretoria da Companhia é composta por até 10 (dez) membros, acionistas ou não, residentes no país,
eleitos pelo Conselho de Administração, sendo um Diretor Geral e os demais diretores terão atribuições e
designações estabelecidas pelo Conselho de Administração, dentre os quais um desempenhará as funções
de Diretor de Relações com os Investidores, nos termos do Estatuto Social. O mandato dos diretores é de
01 (um) ano, admitida a reeleição. Os diretores deverão permanecer em seus cargos até a eleição e posse
de seus sucessores. Todos os membros da nossa Diretoria possuem endereço comercial na Cidade de São
Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Brigadeiro Faria Lima, nº 3.600 - 3º, 4º e 5º andares.

Compete ao Diretor Geral a supervisão de todas as atividades da sociedade, a coordenação da atuação dos
demais Diretores e das Gerências Jurídica, Comunicação e Responsabilidade Social e de Auditoria
Interna, orientação estratégica e geral da Companhia e a implementação da política empresarial fixada
pelo Conselho de Administração para a sociedade e controladas, bem como a responsabilidade pelo
desempenho conjunto das Unidades de Negócio da Companhia e de Controladas.

Compete ao Diretor Financeiro, de Planejamento e de Relações com Investidores o planejamento, a
administração e a movimentação dos recursos financeiros da sociedade, bem como a responsabilidade
pelas áreas de Controladoria, Tecnologia da Informação e a preparação do plano estratégico e de
investimentos da Companhia. Além dessas atribuições, terá responsabilidade pela prestação de
informações aos investidores e à Comissão de Valores Mobiliários ­ CVM, bem como a manutenção
atualizada do registro de companhia aberta.

Compete ao Diretor de Operações a administração, supervisão e responsabilidade pelos resultados dos
negócios, a coordenação das atividades dos demais Diretores das Unidades de Negócio Klabin Papéis,
Klabin Florestal, Klabin Embalagens e Klabin Sacos Industriais, abrangendo a produção e venda de
produtos, bem como a coordenação das atividades de Logística e Planejamento Integrado das Operações.
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12.1 - Descrição da estrutura administrativa
Compete ao Diretor de Projetos, Tecnologia Industrial e Suprimentos a condução de estudos,
conceituação e implementação de projetos industriais, a busca de novas tecnologias e a coordenação das
atividades de pesquisa e desenvolvimento, bem como a gestão das atividades de suprimentos e de
materiais, da Companhia.

Compete ao Diretor Industrial de Monte Alegre, Angatuba e Papéis Reciclados da Unidade de Negócio
Klabin Papéis a gestão das Unidades de Monte Alegre, Angatuba e as fábricas de reciclados de
Piracicaba, Guapimirim e Goiana, bem como a gestão das atividades de meio ambiente das áreas fabris da
Companhia.

A tabela a seguir apresenta os nomes, cargos e mandato dos atuais membros da Diretoria:
Diretores
Cargo
Data de eleição
Término do
mandato
Fabio Schvartsman
Diretor Geral
27/4/2011
27/4/2012
Antonio Sergio Alfano
Diretor Financeiro, de Planejamento
e de Relações com Investidores
27/4/2011 27/4/2012
Paulo Roberto Petterle
Diretor de Operações
27/4/2011
27/4/2012
Francisco Cesar Razzolini
Diretor de Projetos, Tecnologia
Industrial e Suprimentos
27/4/2011 27/4/2012
Arthur Canhisares
Diretor Industrial de Monte Alegre,
Angatuba e Papéis Reciclados da
Unidade de Negócio Klabin Papéis
27/4/2011 27/4/2012

e) mecanismos de avaliação de desempenho dos membros do conselho de administração, dos
comitês e da diretoria

A Companhia não realiza avaliação de desempenho dos membros do seu Conselho de Administração, dos
seus Comitês. Os mecanismos de avaliação dos membros da diretoria estão descritos no item 13 deste
formulário de referência.
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12.2 - Regras, políticas e práticas relativas às assembleias gerais
12.2.
Regras, políticas e práticas relativas às assembléias gerais:

a) prazos de convocação
De acordo com a Lei das Sociedades por Ações, as Assembléias Gerais da Companhia são convocadas
mediante anúncio publicado por 3 vezes no Diário Oficial do Estado de São Paulo, bem como em outro
jornal de grande circulação. A primeira convocação deve ser feita, no mínimo, 15 dias antes da realização da
Assembléia Geral, e a segunda convocação deve ser feita com, no mínimo, 8 dias de antecedência. A CVM
poderá, todavia, a pedido de qualquer acionista e ouvida a nossa Companhia, em determinadas
circunstâncias, requerer que a primeira convocação para suas Assembléias Gerais seja feita em até 30 dias
antes da realização da respectiva Assembléia Geral.

b) competências
Compete exclusivamente à Assembléia Geral: (a) reformar o Estatuto Social; (b) eleger ou destituir, a
qualquer tempo, os administradores e fiscais da Companhia, ressalvado o disposto no inciso II do art. 142
da Lei No. 6.404/76; (c) tomar, anualmente, as contas dos administradores e deliberar sobre as
demonstrações financeiras por eles apresentadas; (d) autorizar a emissão de debêntures, ressalvado o
disposto no § 1º do art. 59 da Lei No. 6.404/76; (e) suspender o exercício dos direitos do acionista; (f)
deliberar sobre a avaliação de bens com que o acionista concorrer para a formação do capital social; (g)
autorizar a emissão de partes beneficiárias; (h) autorizar os administradores a confessar falência e pedir
concordata; (i) deliberar sobre a redução ou aumento de capital, cisão, fusão, transformação ou
incorporação da Companhia e suas subsidiárias, bem como dissolução e extinção das mesmas ou qualquer
ato de reorganização societária previsto em lei; (j) deliberar sobre a dissolução e liquidação da
Companhia, eleger e destituir liquidantes e julgar-lhes as contas; (m) deliberar sobre permuta de ações ou
outros valores mobiliários de emissão da Companhia ou de empresas suas subsidiárias; e (n) deliberar
sobre instalação do Conselho Fiscal, na forma do Estatuto Social.

c) endereços (físico ou eletrônico) nos quais os documentos relativos à assembleia geral estarão à
disposição dos acionistas para análise

Endereços Eletrônicos: www.klabin.com.br e www.cvm.gov.br.

d) identificação e administração de conflitos de interesses

No caso de algum acionista ter interesse conflitante com a matéria da ordem do dia, segundo a legislação
brasileira, lhe será vedado proferir o seu voto.

e) solicitação de procurações pela administração para o exercício do direito de voto

O Estatuto Social da Companhia não prevê forma de solicitação de procurações pela administração para o
exercício do direito de voto, tampouco proíbe tal prática. A Companhia e sua administração não solicitam
e não têm por política solicitar procurações para o exercício do direito de voto

f) formalidades necessárias para aceitação de instrumentos de procuração outorgados por acionistas,
indicando se a Companhia admite procurações outorgadas por acionistas por meio eletrônico

O Estatuto Social da Companhia prevê que somente serão admitidos à assembléia geral os titulares de
ações cujos nomes estejam inscritos no respectivo registro até 3 (três) dias antes da data de realização da
Assembléia.


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12.2 - Regras, políticas e práticas relativas às assembleias gerais
g) manutenção de fóruns e páginas na rede mundial de computadores destinados a receber e
compartilhar comentários dos acionistas sobre as pautas das assembléias

A Companhia não mantém fóruns e páginas na Internet para receber e compartilhar informações e
comentários sobre as pautas das Assembléias.

h) transmissão ao vivo do vídeo e/ou do áudio das assembléias

Nos termos do Estatuto Social da Companhia, não é proibido a realização de Assembléias por meio de
teleconferências ou videoconferências. Entretanto, a Companhia não adota, como regra, tal forma de
realização de Assembléias.

i) mecanismos destinados a permitir a inclusão, na ordem do dia, de propostas formuladas por
acionistas

A Companhia não adota uma política ou mecanismos para permitir a inclusão de propostas de acionistas
na ordem do dia de suas Assembléias Gerais.
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Valor Econômico - SP
27/03/2008
Ata da AGO que Apreciou as Demonstrações Financeiras
Diário Oficial do Estado de São Paulo - SP
27/03/2008
23/03/2008
Convocação da AGO que Apreciou as Demonstrações Financeiras
Diário Oficial do Estado de São Paulo - SP
22/03/2008
24/03/2008
23/03/2008
Valor Econômico - SP
22/03/2008
24/03/2008
Gazeta Mercantil - SP
12/02/2008
31/12/2007
Demonstrações Financeiras
Diário Oficial do Estado de São Paulo - SP
12/02/2008
Valor Econômico - SP
15/04/2009
Ata da AGO que Apreciou as Demonstrações Financeiras
Diário Oficial do Estado de São Paulo - SP
15/04/2009
04/03/2009
05/03/2009
Valor Econômico - SP
03/03/2009
Convocação da AGO que Apreciou as Demonstrações Financeiras
Diário Oficial do Estado de São Paulo - SP
01/03/2009
04/03/2009
Valor Econômico - SP
18/02/2009
31/12/2008
Demonstrações Financeiras
Diário Oficial do Estado de São Paulo - SP
18/02/2009
Valor Econômico - SP
30/04/2010
Ata da AGO que Apreciou as Demonstrações Financeiras
Diário Oficial do Estado de São Paulo - SP
30/04/2010
26/03/2010
25/03/2010
Convocação da AGO que Apreciou as Demonstrações Financeiras
Diário Oficial do Estado de São Paulo - SP
25/03/2010
27/03/2010
27/03/2010
26/03/2010
Valor Econômico - SP
05/03/2009
Valor Econômico - SP
12/03/2010
31/12/2009
Demonstrações Financeiras
Diário Oficial do Estado de São Paulo - SP
12/03/2010
12.3 - Datas e jornais de publicação das informações exigidas pela Lei nº6.404/76
Exercício Social
Publicação
Jornal - UF
Datas
PÁGINA: 144 de 281
Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
Versão : 7
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12.4 - Regras, políticas e práticas relativas ao Conselho de Administração
12.4.
Regras, políticas e práticas relativas ao conselho de administração:

O Conselho de Administração será composto de 12 (doze) membros, todos acionistas, residentes ou não no
país, eleitos pela Assembléia Geral para um mandato unificado de 1 (um) ano, permitida a reeleição.
Independentemente da data da eleição dos membros do Conselho de Administração da Companhia, os
respectivos mandatos terminarão na data da Assembléia Geral que examinar as contas relativas ao último
exercício de suas gestões.

Os atuais membros do Conselho de Administração da Companhia são os seguintes:
Nome
Cargo
Data de eleição
Término do mandato
Armando Klabin
Membro Efetivo
04/04/2011 04/04/2012
Celso Lafer
Membro Efetivo
04/04/2011 04/04/2012
Daniel Miguel Klabin
Membro Efetivo
04/04/2011 04/04/2012
Israel Klabin
Membro Efetivo
04/04/2011 04/04/2012
Lilia Klabin Levine
Membro Efetivo
04/04/2011 04/04/2012
Miguel Lafer
Membro Efetivo
04/04/2011 04/04/2012
Paulo Sergio Coutinho Galvão
Filho
Membro Efetivo
04/04/2011 04/04/2012
Pedro Franco Piva
Membro Efetivo (Presidente)
04/04/2011 04/04/2012
Roberto Luiz Leme Klabin
Membro Efetivo
04/04/2011 04/04/2012
Vera Lafer
Membro Efetivo
04/04/2011 04/04/2012
Olavo Egydio Monteiro de
Carvalho
Membro Efetivo (acionista
minoritário)
04/04/2011 04/04/2012
Rui Manuel de Medeiros
d'Espiney Patricio
Membro Efetivo (acionista
minoritário)
04/04/2011 04/04/2012
Alberto Klabin
Membro Suplente
04/04/2011 04/04/2012
Amanda Klabin Tkacz
Membro Suplente
04/04/2011 04/04/2012
Edgar Gleich
Membro Suplente
04/04/2011 04/04/2012
Francisco Lafer Pati
Membro Suplente
04/04/2011 04/04/2012
Graziela Lafer Galvão
Membro Suplente
04/04/2011 04/04/2012
Horacio Lafer Piva
Membro Suplente
04/04/2011 04/04/2012
Fernando José da Silva
Membro Suplente
04/04/2011 04/04/2012
Roberto Klabin Martins Xavier
Membro Suplente
04/04/2011 04/04/2012
Wolff Klabin
Membro Suplente
04/04/2011 04/04/2012
Agilio Leão de Macedo Filho
Membro Suplente (acionista
minoritário)
04/04/2011 04/04/2012
Sergio Francisco Monteiro de
Carvalho Guimarães
Membro Suplente (acionista
minoritário)
04/04/2011 04/04/2012

a) frequência das reuniões

O Estatuto Social da Companhia prevê que o Conselho de Administração da Companhia reunir-se-á
ordinariamente uma vez a cada dois meses e, extraordinariamente, sempre que for necessário, podendo ser
convocado pelo seu Presidente, ou por dois de seus membros, com 8 (oito) dias de antecedência, por carta,
telefax, correio eletrônico ou telegrama. Não se realizando a reunião, será expedida nova convocação,
com antecedência mínima de 5 (cinco) dias.

As reuniões do Conselho de Administração da Companhia dos 3 últimos exercícios sociais foram realizadas
nas datas e horários abaixo:


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Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
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12.4 - Regras, políticas e práticas relativas ao Conselho de Administração
2009
2008
2007
17/02 14:00
17/02 14:30
18/02 10:30
13/02 14:00
27/02 14:30
28/02 10:30
08/02 14:00
28/02 14:30
01/03 10:30
29/04 14:30
30/04 10:30
23/04 14:30
24/04 10:30
25/04 14:30
26/04 10:30
24/06 14:30
25/06 10:30
25/06 14:30
26/06 10:30
27/06 14:30
28/06 10:30
26/08 14:30
27/08 10:30
27/08 14:30
28/08 10:30
29/08 14:30
30/08 10:30
21/10 14:30
22/10 10:30
29/10 14:30
30/10 10:30
24/10 14:30
25/10 10:30
16/12 14:30
17/12 14:30
13/12 14:30

b) se existirem, as disposições do acordo de acionistas que estabeleçam restrição ou vinculação ao
exercício do direito de voto de membros do conselho

Não há disposições do acordo de acionistas que estabeleçam restrição ou vinculação ao exercício do
direito de voto de membros do conselho.

c) regras de identificação e administração de conflitos de interesses

A Lei das Sociedades por Ações não permite que seja eleito para o Conselho de Administração, salvo
dispensa pela Assembléia Geral, aquele que (i) ocupar cargo em sociedades consideradas nossas
concorrentes; ou (ii) tiver interesse conflitante com a Companhia. Eventuais conflitos entre os acionistas que
ocorram em sede do Conselho de Administração, e não consigam ser dirimidos entre as partes, deverão
submetidos pelas partes ao Poder Judiciário.
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Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
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12.5 - Descrição da cláusula compromissória para resolução de conflitos por meio de
arbitragem
12.5.
Cláusula compromissória do estatuto para a resolução dos conflitos entre acionistas e entre
estes e a Companhia por meio de arbitragem, se aplicável:

Não há cláusula compromissória do estatuto para a resolução dos conflitos entre acionistas e entre estes
e a Companhia por meio de arbitragem.
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Alberto Klabin
59
Pertence apenas ao Conselho de Administração
04/04/2011
1 ano
261.062.567-72
Engenheiro Mecânico
23 - Conselho de Administração (Suplente)
04/04/2011
Sim
940.563.318-04
Engenheiro de Produção
10 - Diretor Presidente / Superintendente
27/04/2011
Sim
007.117.999-20
Administrador de Empresas
28 - Conselho de Adm. Independente (Suplente)
04/04/2011
Não
Agilio Leão de Macedo Filho
62
Pertence apenas ao Conselho de Administração
04/04/2011
1 ano
008.144.407-97
Engenheiro
22 - Conselho de Administração (Efetivo)
04/04/2011
Sim
Celso Lafer
69
Pertence apenas ao Conselho de Administração
04/04/2011
1 ano
047.868.957-84
Administradora de Empresas
23 - Conselho de Administração (Suplente)
04/04/2011
Sim
Amanda Klabin Tkacz
31
Pertence apenas ao Conselho de Administração
04/04/2011
1 ano
Armando Klabin
77
Pertence apenas ao Conselho de Administração
04/04/2011
1 ano
Diretor Financeiro, de Planejamento e de Relações com Investidores.
Arthur Canhisares
49
Pertence apenas à Diretoria
27/04/2011
1 ano
021.861.148-01
Engenheiro Elétrico e de Produção
27/04/2011
Sim
Fabio Schvartsman
56
Pertence apenas à Diretoria
27/04/2011
3 meses
Antonio Sergio Alfano
57
Pertence apenas à Diretoria
27/04/2011
1 ano
875.349.248-04
Administrador de Empresas
12 - Diretor de Relações com Investidores
27/04/2011
Sim
Paulo Roberto Petterle
61
Pertence apenas à Diretoria
27/04/2011
1 ano
175.309.207-82
Engenheiro
27/04/2011
Sim
Francisco Cesar Razzolini
47
Pertence apenas à Diretoria
27/04/2011
1 ano
581.536.089-91
Engenheiro Químico
27/04/2011
Sim
12.6 / 8 - Composição e experiência profissional da administração e do conselho fiscal
Nome
Idade
Orgão administração
Data da eleição
Prazo do mandato
Outros cargos e funções exercidas no emissor
CPF
Profissão
Cargo eletivo ocupado
Data de posse
Foi eleito pelo controlador
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Lilia Klabin Levine
70
Pertence apenas ao Conselho de Administração
04/04/2011
1 ano
300.825.448-91
Empresária
22 - Conselho de Administração (Efetivo)
04/04/2011
Sim
Miguel Lafer
70
Pertence apenas ao Conselho de Administração
04/04/2011
1 ano
038.613.618-17
Economista e Engenheiro
23 - Conselho de Administração (Suplente)
04/04/2011
Sim
Horacio Lafer Piva
52
Pertence apenas ao Conselho de Administração
04/04/2011
1 ano
008.143.857-53
Engenheiro
22 - Conselho de Administração (Efetivo)
04/04/2011
Sim
Israel Klabin
83
Pertence apenas ao Conselho de Administração
04/04/2011
1 ano
027.760.308-00
Engenheiro
22 - Conselho de Administração (Efetivo)
04/04/2011
Sim
008.143.777-34
Engenheiro
20 - Presidente do Conselho de Administração
04/04/2011
Sim
184.011.558-00
Engenheiro Mecânico
28 - Conselho de Adm. Independente (Suplente)
04/04/2011
Sim
Edgard Gleich
63
Pertence apenas ao Conselho de Administração
04/04/2011
1 ano
001.913.298-00
Advogado e Professor Universitário
22 - Conselho de Administração (Efetivo)
04/04/2011
Sim
Daniel Miguel Klabin
80
Pertence apenas ao Conselho de Administração
04/04/2011
1 ano
256.483.558-90
Bacharel em Direito
23 - Conselho de Administração (Suplente)
04/04/2011
Sim
012.072.688-28
Engenheira Industrial
23 - Conselho de Administração (Suplente)
04/04/2011
Sim
Graziela Lafer Galvão
71
Pertence apenas ao Conselho de Administração
04/04/2011
1 ano
636.345.038-15
Contador
23 - Conselho de Administração (Suplente)
04/04/2011
Sim
Fernando Jose da Silva
56
Pertence apenas ao Conselho de Administração
04/04/2011
1 ano
Francisco Lafer Pati
36
Pertence apenas ao Conselho de Administração
04/04/2011
1 ano
12.6 / 8 - Composição e experiência profissional da administração e do conselho fiscal
Nome
Idade
Orgão administração
Data da eleição
Prazo do mandato
Outros cargos e funções exercidas no emissor
CPF
Profissão
Cargo eletivo ocupado
Data de posse
Foi eleito pelo controlador
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Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
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Vera Lafer
73
Pertence apenas ao Conselho de Administração
04/04/2011
1 ano
380.289.138-49
Engenheira Industrial
22 - Conselho de Administração (Efetivo)
04/04/2011
Sim
Wolff Klabin
36
Pertence apenas ao Conselho de Administração
04/04/2011
1 ano
656.812.078-20
Advogado
27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo)
04/04/2011
Não
725.095.897-68
Economista
23 - Conselho de Administração (Suplente)
04/04/2011
Não
Sergio Francisco Monteiro de Carvalho Guimarães
47
Pertence apenas ao Conselho de Administração
04/04/2011
1 ano
018.376.457-95
Empresário
23 - Conselho de Administração (Suplente)
04/04/2011
Sim
Paulo Sergio Coutinho Galvão Filho
49
Pertence apenas ao Conselho de Administração
04/04/2011
1 ano
040.443.368-57
Administrador de Empresas
22 - Conselho de Administração (Efetivo)
04/04/2011
Sim
Rui Manoel de Medeiros D`Espiney Patricio
78
Pertence apenas ao Conselho de Administração
04/04/2011
1 ano
007.260.107-82
Empresário
27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo)
04/04/2011
Não
Olavo Egydio Monteiro de Carvalho
68
Pertence apenas ao Conselho de Administração
04/04/2011
1 ano
Pedro Franco Piva
76
Pertence apenas ao Conselho de Administração
04/04/2011
1 ano
Roberto Luiz Leme Klabin
54
Pertence apenas ao Conselho de Administração
04/04/2011
1 ano
988.753.708-00
Advogado
27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo)
04/04/2011
Sim
008.308.448-72
Advogado
22 - Conselho de Administração (Efetivo)
04/04/2011
Sim
153.181.088-81
Administrador de Empresas
23 - Conselho de Administração (Suplente)
04/04/2011
Sim
Roberto Klabin Martins Xavier
41
Pertence apenas ao Conselho de Administração
04/04/2011
1 ano
12.6 / 8 - Composição e experiência profissional da administração e do conselho fiscal
Nome
Idade
Orgão administração
Data da eleição
Prazo do mandato
Outros cargos e funções exercidas no emissor
CPF
Profissão
Cargo eletivo ocupado
Data de posse
Foi eleito pelo controlador
PÁGINA: 150 de 281
Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
Versão : 7
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Tania Maria Camilo
48
Conselho Fiscal
04/04/2011
1 ano
726.204.557-15
Advogada
48 - C.F.(Suplent)Eleito p/Minor.Ordinaristas
04/04/2011
Não
384.060.808-25
Engenheiro de Produção
43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador
04/04/2011
Sim
166.870.436-68
Advogada
47 - C.F.(Suplent)Eleito p/preferencialistas
04/04/2011
Não
Sueli Reis de Souza
57
Conselho Fiscal
04/04/2011
1 ano
088.036.718-03
Advogada
43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador
04/04/2011
Sim
Wolfgang Eberhard Rohrbach
69
Conselho Fiscal
04/04/2011
1 ano
193.032.897-49
Engenheiro Civil
46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador
04/04/2011
Sim
Gabriel Agostini
64
Conselho Fiscal
04/04/2011
1 ano
Vivian do Valle Souza Leão Mikui
48
Conselho Fiscal
04/04/2011
1 ano
Antonio Marcos Vieira Santos
46
Conselho Fiscal
04/04/2011
1 ano
053.610.478-64
Economista
46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador
04/04/2011
Sim
Luiz Eduardo Pereira de Carvalho
61
Conselho Fiscal
04/04/2011
1 ano
Antonio Gonçalves de Oliveira
66
Conselho Fiscal
04/04/2011
1 ano
050.148.678-04
Sociólogo
44 - C.F.(Efetivo)Eleito p/preferencialistas
04/04/2011
Não
João Alfredo Dias Lins
69
Conselho Fiscal
04/04/2011
1 ano
027.023.637-68
Contador
43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador
04/04/2011
Sim
Carlos Alberto Alves
57
Conselho Fiscal
04/04/2011
1 ano
330.547.627-34
Administrador de Empresas
46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador
04/04/2011
Sim
12.6 / 8 - Composição e experiência profissional da administração e do conselho fiscal
Nome
Idade
Orgão administração
Data da eleição
Prazo do mandato
Outros cargos e funções exercidas no emissor
CPF
Profissão
Cargo eletivo ocupado
Data de posse
Foi eleito pelo controlador
PÁGINA: 151 de 281
Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
Versão : 7
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016.771.448-15
Economista
45 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Minor.Ordinaristas
04/04/2011
Não
12.6 / 8 - Composição e experiência profissional da administração e do conselho fiscal
Outros cargos e funções exercidas no emissor
Nome
Idade
Orgão administração
Data da eleição
Prazo do mandato
CPF
Profissão
Cargo eletivo ocupado
Data de posse
Foi eleito pelo controlador
Amanda Klabin Tkacz - 047.868.957-84
Alberto Klabin - 261.062.567-72
Sócio da Atina - Indústria e Comércio de Produtos Florestais Não Madeireiros S.A. Membro suplente do Conselho de Administração de Klabin S.A.
Agilio Leão de Macedo Filho - 007.117.999-20
Iniciou suas atividades profissionais em 1974 como especialista em projetos financeiros na sede da empresa Cummins Engine Company em Columbus, Indiana, Estados Unidos. Ocupou vários cargos gerenciais na
Xerox Corp e Xerox do Brasil (1976-1983). Diretor de Finanças e Administração na Cia. Fiat Lux, Rio de Janeiro (1983-1986). Sócio da empresa AFI - Associados em Finanças e Investimentos Ltda., Rio de Janeiro
(1987-1991). CFO e posteriormente CEO da Courtaulds International Ltda., São Paulo (1991-1995). Diretor Executivo da Aracruz Celulose S.A., Rio de Janeiro (1995-2002). Consultor da empresa Máster Mind
Consultoria Ltda., Rio de Janeiro (2002-2004). Diretor Presidente da Ficap S.A., Rio de Janeiro (2004-2008). Atualmente é consultor da empresa Monteiro Aranha S.A. (desde março/2009). Eleito membro suplente do
conselho de Administração de Klabin S.A. em março/2010.
Fabio Schvartsman - 940.563.318-04
Brasileiro, casado, 56 anos (25/02/1954)
Formação Acadêmica: Engenharia de Produção (Poli/USP - Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, 1976). Pós graduado em Administração de Empresas (EAESP/FGV - Escola de Administração de
Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas, 1979). Pós graduado em Engenharia de Produção (Poli/USP - Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, 1977).
Experiência Profissional: Presidente da SanAntonio Internacional (03/2008 a 03/2010). Presidente da Telemar Participações S.A. (04/2007 a 03/2008). Na Ultrapar (Grupo Ultra de 05/1985 a 04/2007), atuou como
Superintendente de Planejamento, Diretor de Planejamento, Diretor de Planejamento e Controle, Diretor de Relações com Investidores, Presidente (Ultraprev), Sócio-Diretor (Ultra S.A. - controladora da Ultrapar) e
CFO/Diretor Superintendente Financeiro (Ultrapar). Na Duratex S.A. (02/1976 a 04/1985), atuou como Chefe de Setor de Estudos Econômicos, Chefe de Divisão de Desenvolvimento e Chefe do Departamento de
Planejamento da Duratex
Paulo Roberto Petterle - 175.309.207-82
Ingressou nas empresas Klabin em 1970. Atuou em diversas posições na Divisão Embalagens até atingir a posição de Diretor Superintendente (de 1992 a 2000), passando para o cargo de Diretor Gerente da Unidade
de Negócios Klabin Papéis. Em 2005 acumulou o cargo de Diretor Gerente da Unidade Klabin Sacos Industriais. Em 2008 foi eleito Diretor de Operações de Klabin S.A.
Francisco Cesar Razzolini - 581.536.089-91
Ingressou na Klabin em 24-4-1985, atuando na fábrica de papéis em Monte Alegre e, desde 2008, é Diretor de Projetos, Tecnologia Industrial e Suprimentos.
Arthur Canhisares - 021.861.148-01
Ingressou na Klabin em 1986, atuando como engenheiro de produção no período de 1986 a 1991. Em 1992 passou para Coordenador de Produção da Máquina de Papel 7, passando a Gerente de Produção de 1996 a
2000. Em maio/2000 passou a exercer o cargo de Diretor Industrial designado da Unidade Paraná. Desde 2001 exerceu o cargo de Diretor Industrial designado das Unidades Paraná, Angatuba e Reciclados. Foi eleito
Diretor Industrial de Monte Alegre, Angatuba e Papéis Reciclados da Unidade de Negócio Klabin Papéis em Abril/2010.
Antonio Sergio Alfano - 875.349.248-04
Ingressou nas empresas Klabin em 1974, atuando nas áreas de Estudos Econômicos, Vendas e Marketing. Foi Diretor Superintendente da Klabin Export, Diretor Financeiro da Norske Skog Klabin, empresas
incorporadas por Klabin S.A, e Diretor Financeiro da Klabin Bacell. Desde 2000 é Diretor de Planejamento da Klabin S.A. e em 2008 assumiu o cargo de Diretor Financeiro e de Relações com Investidores.
Experiência profissional / Declaração de eventuais condenações
PÁGINA: 152 de 281
Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
Versão : 7
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Israel Klabin - 008.143.857-53
Diretor Presidente de Glimdas Participações S.A., sócio gerente de Klabin Irmãos & Cia., empresa holding do Grupo Klabin. Presidente da Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável. Conselheiro de
Administração de Klabin S.A.
Horacio Lafer Piva - 038.613.618-17
Membro suplente do Conselho de Administração de Klabin S.A, e membro dos Conselhos de Atmosfera Higienização de Têxteis S/A, Tarpon Investmentos S/A, Redecard S/A, Investtur ­ Companhia Brasileira de
Desenvolvimento Imobiliário Turístico e Grupo Martins. Presidente do Conselho da BRACELPA - Associação Brasileira de Papel e Celulose e da AACD - Associação de Assistência à Criança Deficiente, membro dos
Conselhos da FAPESP - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, da Fundação Osesp, da Abdim ­ Associação Brasileira de Distrofia Muscular, da Fundação Antonio Prudente/Hospital do Câncer, e
do CDES ­ Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social. Também participa dos Conselhos Consultivos da Spread Teleinformática, BTSP e Brasilpar - Serviços Financeiros. Foi Presidente da
FIESP/CIESP/SESI/SENAI - Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo no período de 1998 a 2004, e do Sebrae de 1998 a 2000.
Graziela Lafer Galvão - 012.072.688-28
Diretora e acionista da GL Holdings S.A., sócia gerente de Klabin Irmãos & Cia., empresa holding do grupo Klabin. Sócia, Diretora de Gepel Rural, sócia quotista de GL Agropecuária Ltda., sócia-gerente de Tantra
Participações Ltda. e membro suplente do Conselho de Administração de Klabin S.A.
Francisco Lafer Pati - 256.483.558-90
Acionista e diretor de VFV Participações S.A., sócio gerente de Klabin Irmãos & Cia., empresa holding do Grupo Klabin. Membro suplente do Conselho de Administração de Klabin S.A.
Fernando Jose da Silva - 636.345.038-15
Ingressou nas empresas Klabin em 1973 exercendo o cargo de controller da controladora Klabin Irmãos & Cia. É suplente de Conselheiro de Administração de Klabin S.A. desde março/2008.
Edgard Gleich - 184.011.558-00
Foi Gerente de Controladoria da Metal Leve S.A., Diretor da Falkenburg Indústria de Produtos Alimentícios Ltda., Vice-Presidente do Conselho de Administração de Dixie-Toga S.A. e membro do Conselho de
Administração da Cinemark S.A. Atualmente é Presidente do Conselho Deliberativo da Associação George Mark Klabin de Assistência, Membro do Conselho Deliberativo do Hospital Albert Einstein, Membro do
Conselho Deliberativo do FUNBIO e Membro suplente do Conselho de Administração de Klabin S.A.
Daniel Miguel Klabin - 008.143.777-34
Presidente de DARO Participações S.A., sócio gerente de Klabin Irmãos & Cia., empresa holding do Grupo Klabin. Diretor da DAMARO Comercial Agropecuária Ltda. Diretor da DARAM Participações Ltda. Membro do
Comitê Estratégico do Capítulo Brasileiro do CEAL (Conselho de Empresários da América Latina), desde 1990. Membro do Comitê Empresarial Permanente do Ministério das Relações Exteriores. Fundador e 1º
Presidente (1998), atual Vice-Presidente Nato do Conselho Curador do CEBRI (Centro Brasileiro de Relações Internacionais). Conselheiro de Administração de Klabin S.A. (Presidente no exercício de 2005). Membro
do Conselho Empresarial de Desenvolvimento do Rio de Janeiro pela Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ) desde 01/09/2005.
Celso Lafer - 001.913.298-00
Foi Presidente do Conselho de Administração da Metal Leve S/A. Indústria e Comércio (1993-1995), Conselho que integrou desde 1971 e do qual foi Vice-Presidente. Foi Ministro de Estado das Relações Exteriores em
1992 e, nesta condição, Vice-Presidente ex-officio da Conferência da ONU sobre Meio-Ambiente e Desenvolvimento, a Rio-92. Na sua segunda gestão no Itamaraty (2001-2002) chefiou a delegação brasileira à
Conferência Ministerial da OMC em Doha, que deu início à Rodada de Doha. Em 1999 foi Ministro de Estado do Desenvolvimento, Indústria e Comércio. De 1995 a 1998 foi Embaixador, Chefe da Missão Permanente
do Brasil junto às Nações Unidas e à Organização Mundial do Comércio em Genebra. Integra, desde 2003, o Conselho Superior da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - FAPESP e, em 2007 foi
nomeado seu Presidente pelo Governador do Estado de São Paulo. Eleito membro titular da Academia Brasileira de Ciências em 2004 e membro efetivo da Academia Brasileira de Letras em 2006. Doutor honoris
causa da Universidade de Buenos Aires (2001) e da Universidade Nacional de Cordoba, Argentina (2002), recebeu, em 2001, o Prêmio Moinho Santista na área de Relações Internacionais. Foi eleito membro do
Conselho de Administração de Klabin S/A. em março de 2005.
Armando Klabin - 008.144.407-97
Diretor Presidente de Dawojobe Participações S.A., sócio gerente de Klabin Irmãos & Cia., empresa holding do Grupo Klabin. Membro do Conselho de Administração de Klabin S.A. Presidente da Companhia Sisal do
Brasil - COSIBRA. Sócio controlador da Aqüinor - Aqüicultura do Nordeste Ltda. Diretor Presidente de Ibitiguaia Agropecuária Ltda. - Fazenda Paraíso (MG) e Estância Miranda (MS). Diretor Presidente das seguintes
instituições: Sociedade Israelita Brasileira - ORT e Brigada Mirim Ecológica da Ilha Grande. Presidente do Conselho de Administração da Colônia de Férias Henrique Lemle ­ Membro do Conselho Diretor da Fundação
Getúlio Vargas.
Iniciou sua atividade profissional como membro suplente do Conselho de Administração de Klabin S.A. a partir de abril/2004.
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Antonio Gonçalves de Oliveira - 050.148.678-04
Wolff Klabin - 018.376.457-95
Iniciou carreira no Banco Goldman Sachs e posteriormente trabalhou nas áreas de fusões e aquisições e crédito do Banco JP Morgan. Desde 2006 é sócio da Gestora de Recursos Jardim Botânico Partners. Também
é membro do Conselho do ORT Brasil, escola com foco no ensino profissionalizante sem fins lucrativos no Rio de Janeiro e do Conselho do David Rockfeller Center for Latin American Studies da Universidade de
Harvard. Membro suplente do Conselho de Administração de Klabin S.A. (desde 1998).
Vera Lafer - 380.289.138-49
Diretora e acionista de VFV Participações S.A., sócia gerente de Klabin Irmãos & Cia., empresa holding do Grupo Klabin. Diretora e quotista de Mekla Beta Participações Ltda., VL Participações Ltda., Novo Horizonte
Agropecuária Ltda., VEMI Participações Ltda., Kla Gama Agropecuária Ltda. e Lavesube Comércio e Representações Ltda. Membro do Conselho de Administração de Klabin S.A.
Sergio Francisco Monteiro de Carvalho Guimarães - 725.095.897-68
Assistente de Diretoria de Monteiro Aranha S.A. e Monteiro Aranha Participações S.A. (1989/1998) ocupando, presentemente, o cargo de Diretor. Conselheiro de Administração de Klabin S.A. desde março/2005.
Rui Manoel de Medeiros D`Espiney Patricio - 656.812.078-20
Membro do Conselho de Administração de Monteiro Aranha S.A., Klabin S.A., Espirito Santo International Holding, Vivo Participações e EIP ­ Eletricidade Industrial Portuguesa.
Roberto Luiz Leme Klabin - 988.753.708-00
Sócio gerente de KL & KL Participações S/C Ltda., Ibisco Participações Ltda., RK Hotéis e Turismo Ltda., e Caiman Agropecuária Ltda. Membro do Conselho de Administração de Klabin S.A. Membro do Conselho
Consultivo da Conservation International do Brasil e da Renctas - Rede Nacional de Combate do Tráfico de Animais Silvestres e Funbio - Fundao Brasileiro para a Biodiversidade. Presidente da Fundação SOS Mata
Atlântica.
Roberto Klabin Martins Xavier - 153.181.088-81
Acionista e Diretor de LKL Participações S.A., sócio gerente de Klabin Irmãos & Cia., empresa holding do Grupo Klabin. Membro suplente do Conselho de Administração de Klabin S.A.
Pedro Franco Piva - 008.308.448-72
Senador da República por São Paulo (1995-2002). Durante o mandato ocupou as cadeiras de: Presidência e Vice Presidência da Comissão de Assuntos Econômicos, membro titular das Comissões Mista de
Orçamento, Economia, Relações Exteriores e Defesa Nacional, Infra-Estrutura, Fiscalização e Controle, do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar e suplente das Comissões de Constituição, Justiça e Cidadania e
Educação. Membro do Conselho de Administração de Klabin S.A. Presidente da Presh S.A., sócia gerente de Klabin Irmãos & Cia., empresa holding do Grupo Klabin. Sócio Diretor de Santângelo Agropecuária Ltda.
Membro do Conselho de Administração de: Fundação Bienal de São Paulo, Museu de Arte Moderna - MAM, Museu de Arte de São Paulo - MASP, Instituto de Estudos Avançados parra o Desenvolvimento Industrial -
IEDI. Membro do Conselho de Empresários da América Latina ­ CEAL.
Paulo Sergio Coutinho Galvão Filho - 040.443.368-57
Vice Presidente da GL Holdings S.A., sócio gerente de Klabin Irmãos & Cia., empresa holding do Grupo Klabin. Diretor de Tantra Participações Ltda., GL Agropecuária Ltda. e GEPEL Rural Ltda. Acionista e membro
dos Conselho de Administração da Drogasil S.A. e da Klabin S.A.
Olavo Egydio Monteiro de Carvalho - 007.260.107-82
Conselheiro da Ultrapar desde dezembro/2002. Presidente do Conselho de Administração de Monteiro Aranha S.A. desde 1996. Membro do Conselho de Administração de Klabin S.A. desde 1978. Presidente da
Associação Comercial do Rio de Janeiro desde 2005. Membro do Conselho Empresarial Brasil-Estados Unidos, do Conselho de Administração da AD-Rio ­ Agência de Desenvolvimento Econômico o Estado do Rio de
Janeiro.
Miguel Lafer - 027.760.308-00
Conselheiro de Administração de Klabin S.A. Diretor e acionista de Miguel Lafer Participações S.A., sócio gerente de Klabin Irmãos & Cia., empresa holding do Grupo Klabin. Diretor e acionista de Jacob Klabin Lafer
Administração e Participações S.A., LPG Administração S.A. e Haras Sete Cravos S.A. Diretor e quotista de Novo Horizonte Agropecuária Ltda., Sete Cravos Participações Ltda. e KASSA-SP Participações Ltda.
Lilia Klabin Levine - 300.825.448-91
Presidente de LKL Participações S.A. e Esli Participações S/A. - sócia gerente de Klabin Irmãos & Cia., empresa holding do Grupo Klabin. Diretora de Jack Levine Participações Ltda. Acionista de Levine Participações
S/A. Membro do Conselho de Administração de Klabin S.A.
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Wolfgang Eberhard Rohrbach - 016.771.448-15
Vivian do Valle Souza Leão Mikui - 088.036.718-03
Bacharel em direito pelas Faculdades Metropolitanas Unidas - FMU (1988) e formada em administração de empresas pelo Instituto Presbiteriano Mackenzie (1998). Sócia do escritório de advocacia Leão e Tohmé
Advogados Associados Ltda, há 15 anos. Membro suplente do Conselho Fiscal de Klabin S.A. desde março/2005.
Gabriel Agostini - 193.032.897-49
Formado em na Faculdade de Engenharia da Universidade Federal de Santa Maria ­ Rio Grande do Sul ­ colando grau em dezembro/1969, e curso de especialização em Administração de Empresas, realizado no
Instituto de Administração e Gerência da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro ­ 1973. Em 1975 fundou a Moritz e Agostini Engenharia Ltda, com a participação de 50%.
Empresa de construção civil que atuou no mercado até 1996, tendo sido realizadas 240 obras. Encontra-se desde então desativada. Em 1990 fundou a AMW ­ Comércio e Participações Ltda, empresa de
representação comercial, com participação de 96% das cotas.
Desde sua fundação até 2001, foi representante exclusivo no Brasil de empresa canadense de papel-jornal (Donohue Forest Products Inc), Foram vendidas em média 50.000 t/ano, sendo que no ano de 2001 foram
vendidas 95.000 t. Participou do do Conselho de Administração entre 2002 e 2008 da Forjas S.A. e participa do Conselho de Administração da Unipar desde 2008.
Tania Maria Camilo - 726.204.557-15
Ingressou na empresa Monteiro Aranha S.A. em 1991 e ocupa o cargo de Gerente Jurídica do Grupo Monteiro Aranha. Membro suplente do Conselho Fiscal de Klabin S.A. desde março/2006 e membro suplente do
Conselho Fiscal da Ultrapar Participações S.A desde abril/2006.
Sueli Reis de Souza - 166.870.436-68
Ingressou no Banco do Brasil em 1973 atuando como Chefe de Setores Jurídicos em Brasília e Rio de Janeiro ao longo de sua carreira. Atualmente é Secretária de Meio Ambiente e Atividades Urbanas da Prefeitura
de Juiz de Fora, Minas Gerais. Eleita membro suplente do Conselho Fiscal de Klabin S.A. em março/2010.
Luiz Eduardo Pereira de Carvalho - 384.060.808-25
Engenheiro de produção graduado pela Escola Politécnica da USP, São Paulo (1970); MBA pela London Business School, Londres, Inglaterra (1974). Atuou como: Analista de Sistemas na Construções e Comércio
Camargo Corrêa S.A. (1970-72); Analista de Investimentos da Delta Metal Overseas Ltd. (1974-75); Gerente de Novos Negócios da Delta Metal S.A. (1975-80); Diretor Financeiro da PZM Comercial, Agrícola e
Construtora Ltda. (1980-83); Vice Presidente Executivo da Carlos Pereira Indústrias Químicas S.A. (1983-93); Diretor da Boucinhas & Campos Consultores Ltda. (1993-98); Sócio-Diretor da Setape Assessoria
Econômica Ltda. (desde 1999). Conselheiro Fiscal de Klabin S.A (desde fevereiro/2007).
João Alfredo Dias Lins - 027.023.637-68
Graduado em ciências contábeis pela Faculdade de Ciências Contábeis e Administrativas Moraes Junior, Rio de Janeiro, RJ, em 30 de julho de 1970. Iniciou sua carreira profissional em 1962 na empresa de auditoria
externa Price Waterhouse & Peat, atual PriceWaterhouseCoopers, de onde saiu em abril de 1971 como gerente de auditoria. Ingressou em Klabin Irmãos & Cia. em maio do mesmo ano, desligando-se em dezembro de
1980, passando a exercer a atividade de consultor de empresas. Em 1988 cursou o Advanced Management Programme, ministrado pelo Institut Européen d'Administration des Affaires - INSEAD, em Fontainebleau,
França. Conselheiro Fiscal de Klabin S.A. desde 13 de janeiro de 1981. Membro do Conselho Curador da Fundação Getúlio Vargas. Presidente dos Conselhos Fiscais da Fundação Brasileira para o Desenvolvimento
Sustentável ­ FBDS e da Fundação Eva Klabin.
Carlos Alberto Alves - 330.547.627-34
Graduado em Administração de Empresas pela Faculdades Integradas Anglo Americanas, e Pós Graduação em Contabilidade pela Fundação Getulio Vargas , iniciou carreira profissional em setembro de 1978 na Cia
Cervejaria Brahma (Ambev) de onde saiu como Contador em fevereiro de 1998. Em março de 1998 ingressou na empresa Moinhos Cruzeiro do Sul ­ Filial Rio de Janeiro permanecendo até outubro de 1999 no Cargo
de Gerente Administrativo e Financeiro. Em Dezembro de 1999 assumiu o cargo de Coordenador Financeiro na Telemar Regional Espírito Santo, em agosto de 2001 foi transferido para a Regional Minas assumindo o
cargo de Gerente de Controladoria , sendo transferido para a Regional Rio de Janeiro, com o mesmo cargo em junho de 2002 de onde se desligou em dezembro de 2003. Membro suplente do Conselho Fiscal de
Klabin S.A. desde março/2005.
Antonio Marcos Vieira Santos - 053.610.478-64
Graduado em Ciências Econômicas pela Universidade São Judas Tadeu -São Paulo-SP, concluído em 1987, com atuação na área contábil desde 1985 e na área financeira há aproximadamente 15 anos, tendo
ocupado cargos intermediários e de chefia em empresas como: Siemens e McCann Erickson Publicidade. Conselheiro Fiscal de Klabin S.A. desde abril de 1998.
Trabalhou no Banco do Brasil durante 24 anos, onde foi professor de Administração e atuou também como Assessor Técnico das Diretorias de Planejamento e de Recursos Humanos. De 1990 a 2000, foi dirigente do
sindicato empresarial das pequenas indústrias. Integrou a direção de várias entidades associativas, especialmente da ANABB, Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil. Nos últimos anos, participou
de vários Conselhos Fiscais em empresas: Coelba, Iguatemi Shoppings Centers, Melpaper. Atualmente, é Conselheiro Consultivo Eleito da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil ­ Previ e
Conselheiro de Administração da Vivo, onde preside o Comitê de Auditoria e Controle e atua desde a criação da empresa. Eleito membro do Conselho Fiscal de Klabin S/A em março/2010.
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Ingressou na Monteiro Aranha S.A. em 1973 com atuação focada no acompanhamento de suas participações acionárias, ocupando cargos de controller na empresa e de conselheiro fiscal/diretor em coligadas. No
passado, entre outros, foi membro do conselho fiscal da Volkswagen do Brasil S.A., Ericsson Telecomunicações S.A., Oxiteno S.A., bem como diretor de empresa do agrobusiness. Atualmente, além de Controller de
Monteiro Aranha S.A., é conselheiro fiscal de Klabin S.A. e da Ultrapar S.A.
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Não há membros dos comitês estatutários, comitês de auditoria, comitês de risco, comitês financeiro e comitê de
remuneração, visto que a Companhia não possui nenhum dos referidos comitês compostos em sua administração.
Justificativa para o não preenchimento do quadro:
12.7 - Composição dos comitês estatutários e dos comitês de auditoria, financeiro e de
remuneração
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Pessoa relacionada
Presidente
Diretor
Daniel Miguel Kabin
008.143.777-34 Dawojobe Participações S/A
30.280.465/0001-04
Armando Klabin
008.144.407-97 Dawojobe Participações S/A
30.280.465/0001-04 Irmão ou Irmã (1º grau por consangüinidade)
Administrador do emissor ou controlada
Observação
Administrador do emissor ou controlada
Presidente
Daniel Miguel Klabin
008.143.777-34 Daro Participações S/A
30.304.992/0001-01 Irmão ou Irmã (1º grau por consangüinidade)
Pessoa relacionada
Graziela Lafer Galvão
012.072.688-28 GL Holdings S/A
53.728.895/0001-41
Presidente
Vice-Presidente
Observação
Administrador do emissor ou controlada
Paulo Sergio Coutinho Galvão Filho
040.443.368-57 GL Holdings S/A
53.728.895/0001-41 Pai ou Mãe (1º grau por consangüinidade)
Observação
Pessoa relacionada
Israel Klabin
008.143.857-53 Dawojobe Participações S/A
30.280.465/0001-04
Diretor
Presidente
Administrador do emissor ou controlada
Armando Klabin
008.144.407-97 Dawojobe Participações S/A
30.280.465/0001-04 Irmão ou Irmã (1º grau por consangüinidade)
12.9 - Existência de relação conjugal, união estável ou parentesco até o 2º grau relacionadas a administradores do emissor, controladas e
controladores
Cargo
Nome
CPF
Nome empresarial do emissor, controlada ou
controlador
CNPJ
Tipo de parentesco com o administrador do
emissor ou controlada
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Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
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Presidente
Vera Lafer
380.289.138-49 VFV Participações S/A
72.872.146/0001-38 Irmão ou Irmã (1º grau por consangüinidade)
Miguel Lafer
027.760.308-00 VFV Participações S/A
72.872.146/0001-38
Pessoa relacionada
Administrador do emissor ou controlada
Diretor
Vera Lafer
380.289.138-49 Miguel Lafer Participações S/A
72.872.120/0001-90
Observação
Diretor
Observação
Daniel Miguel Klabin
008.143.777-34 Daro Participações S/A
30.304.992/0001-01 Irmão ou Irmã (1º grau por consangüinidade)
Administrador do emissor ou controlada
Pessoa relacionada
Pessoa relacionada
Diretor
Armando Klabin
008.144.407-97 Daro Participações S/A
30.304.992/0001-01
Presidente
Administrador do emissor ou controlada
Presidente
Miguel Lafer
027.760.308-00 Miguel Lafer Participações S/A
72.872.120/0001-90 Irmão ou Irmã (1º grau por consangüinidade)
Israel Klabin
008.143.857-53 Daro Participações S/A
30.304.992/0001-01
Pessoa relacionada
Observação
Diretor
12.9 - Existência de relação conjugal, união estável ou parentesco até o 2º grau relacionadas a administradores do emissor, controladas e
controladores
Cargo
Nome
CPF
Nome empresarial do emissor, controlada ou
controlador
CNPJ
Tipo de parentesco com o administrador do
emissor ou controlada
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Pessoa relacionada
Presidente
Acionista
Wolff Klabin
018.376.457-95 Dawojobe Participações S/A
30.280.465/0001-04
Armando Klabin
008.144.407-97 Dawojobe Participações S/A
30.280.465/0001-04 Filho ou Filha (1º grau por consangüinidade)
Observação
Administrador do emissor ou controlada
Observação
Administrador do emissor ou controlada
Presidente
Israel Kabin
008.143.857-53 Glimdas Participações S/A
30.526.602/0001-48 Irmão ou Irmã (1º grau por consangüinidade)
Armando Klabin
008.144.407-97 Glimdas Participações S/A
30.526.602/0001-48
Pessoa relacionada
Observação
Diretor
Administrador do emissor ou controlada
Presidente
Israel Kabin
008.143.857-53 Glimdas Participações S/A
30.526.602/0001-48 Irmão ou Irmã (1º grau por consangüinidade)
Daniel Miguel Kabin
008.143.777-34 Glimdas Participações S/A
30.526.602/0001-48
Pessoa relacionada
Observação
Diretor
Administrador do emissor ou controlada
12.9 - Existência de relação conjugal, união estável ou parentesco até o 2º grau relacionadas a administradores do emissor, controladas e
controladores
Cargo
Nome
CPF
Nome empresarial do emissor, controlada ou
controlador
CNPJ
Tipo de parentesco com o administrador do
emissor ou controlada
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Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
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Vera Lafer
380.289.138-49 VFV Participações S/A
72.872.146/0001-38 Filho ou Filha (1º grau por consangüinidade)
Administrador do emissor ou controlada
Presidente
Pessoa relacionada
Horacio Lafer Piva
038.613.618-17 Presh S/A
53.728.903/0001-50
Pessoa relacionada
Diretor
Observação
Observação
Acionista
Administrador do emissor ou controlada
Amanda Klabin Tkacz
047.868.957-84 Daro Participações S/A
30.304.992/0001-01
Daniel Miguel Klabin
008.143.777-34 Daro Participações S/A
30.304.992/0001-01 Filho ou Filha (1º grau por consangüinidade)
Presidente
Pessoa relacionada
Presidente
Observação
Pedro Franco Piva
008.308.448-72 Presh S/A
53.728.903/0001-50 Filho ou Filha (1º grau por consangüinidade)
Administrador do emissor ou controlada
Diretor
Presidente
Lilia Klabin Levine
300.825.448-91 LKL Participações S/A
00.288.075/0001-10 Filho ou Filha (1º grau por consangüinidade)
Roberto Klabin Martins Xavier
153.181.088-81 LKL Participações S/A
00.288.075/0001-10
Pessoa relacionada
12.9 - Existência de relação conjugal, união estável ou parentesco até o 2º grau relacionadas a administradores do emissor, controladas e
controladores
Cargo
Nome
CPF
Nome empresarial do emissor, controlada ou
controlador
CNPJ
Tipo de parentesco com o administrador do
emissor ou controlada
PÁGINA: 161 de 281
Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
Versão : 7
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Presidente
Israel Kabin
008.143.857-53 Glimdas Participações S/A
30.526.602/0001-48 Filho ou Filha (1º grau por consangüinidade)
Pessoa relacionada
Observação
Acionista
Alberto Klabin
261.062.567-72 Glimdas Participações S/A
30.526.602/0001-48
Francisco Lafer Pati
256.483.558-90 VFV Participações S/A
72.872.146/0001-38
Administrador do emissor ou controlada
Diretor
Observação
12.9 - Existência de relação conjugal, união estável ou parentesco até o 2º grau relacionadas a administradores do emissor, controladas e
controladores
Cargo
Nome
CPF
Nome empresarial do emissor, controlada ou
controlador
CNPJ
Tipo de parentesco com o administrador do
emissor ou controlada
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Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
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Pessoa Relacionada
Diretor Financeiro, de Planejamento e Relações com Investidores
Diretor
Klabin Trade
Observação
Antonio Sergio Alfano
875.349.248-04
Controle
Controlada Indireta
Administrador do Emissor
Observação
Administrador do Emissor
Pessoa Relacionada
Klabin Limited
Diretor
Diretor Financeiro, de Planejamento e Relações com Investidores
Diretor
Administrador do Emissor
Antonio Sergio Alfano
875.349.248-04
Controle
Controlada Direta
Diretor Geral
Pessoa Relacionada
Klabin Limited
Reinoldo Poernbacher
003.976.440-00
Controle
Controlada Direta
Observação
Administrador do Emissor
Exercício Social 31/12/2009
12.10 - Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outros
Cargo/Função
Identificação
CPF/CNPJ
Tipo de relação do Administrador com a
pessoa relacionada
Tipo de pessoa relacionada
PÁGINA: 163 de 281
Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
Versão : 7
background image
Arthur Canhisares
021.861.148-01
Controle
Controlada Direta
Administrador do Emissor
Diretor Industrial de Monte Alegre, Angatuba e Papéis Reciclados da Unidade de Negócios Klabin Papéis
Pessoa Relacionada
Ikapê Empreendimentos Ltda
81.399.230/0001-77
Pessoa Relacionada
Diretor
Observação
Observação
Diretor
Administrador do Emissor
Klabin Trade
Reinoldo Poernbacher
003.976.440-00
Controle
Controlada Indireta
Diretor Financeiro, de Planejamento e Relações com Investidores
Pessoa Relacionada
Diretor Geral
Observação
Antonio Sergio Alfano
875.349.248-04
Controle
Controlada Direta
Administrador do Emissor
Diretor
Diretor Geral
Reinoldo Poernbacher
003.976.440-00
Controle
Controlada Direta
Ikapê Empreendimentos Ltda
81.399.230/0001-77
Pessoa Relacionada
12.10 - Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outros
Cargo/Função
Identificação
CPF/CNPJ
Tipo de relação do Administrador com a
pessoa relacionada
Tipo de pessoa relacionada
PÁGINA: 164 de 281
Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
Versão : 7
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Diretor de Operações
Paulo Roberto Petterle
175.309.207-82
Controle
Controlada Direta
Klabin do Paraná Produtos Florestais Ltda
76.171.479/0001-90
Pessoa Relacionada
Administrador do Emissor
Diretor
Observação
Diretor
Observação
Administrador do Emissor
Diretor Geral
Reinoldo Poernbacher
003.976.440-00
Controle
Controlada Direta
Ikapê Empreendimentos Ltda
81.399.230/0001-77
Klabin do Paraná Produtos Florestais Ltda
76.171.479/0001-90
Observação
Diretor
Pessoa Relacionada
Antonio Sergio Alfano
875.349.248-04
Controle
Controlada Direta
Administrador do Emissor
Pessoa Relacionada
Diretor Financeiro, de Planejamento e Relações com Investidores
Diretor
Klabin do Paraná Produtos Florestais Ltda
76.171.479/0001-90
Observação
12.10 - Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outros
Cargo/Função
Identificação
CPF/CNPJ
Tipo de relação do Administrador com a
pessoa relacionada
Tipo de pessoa relacionada
PÁGINA: 165 de 281
Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
Versão : 7
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Administrador do Emissor
Paulo Roberto Petterle
175.309.207-82
Controle
Controlada Direta
Pessoa Relacionada
Diretor Financeiro, de Planejamento e Relações com Investidores
Antas Serviços Florestais Ltda
76.171.453/0001-42
Observação
Diretor
Klabin do Paraná Produtos Florestais Ltda
76.171.479/0001-90
Pessoa Relacionada
Observação
Diretor
Diretor Industrial de Monte Alegre, Angatuba e Papéis Reciclados da Unidade de Negócios Klabin Papéis
Antonio Sergio Alfano
875.349.248-04
Controle
Controlada Direta
Arthur Canhisares
021.861.148-01
Controle
Controlada Direta
Administrador do Emissor
Observação
Diretor
Administrador do Emissor
Antas Serviços Florestais Ltda
76.171.453/0001-42
Reinoldo Poernbacher
003.976.440-00
Controle
Controlada Direta
Administrador do Emissor
Pessoa Relacionada
Diretor Geral
12.10 - Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outros
Cargo/Função
Identificação
CPF/CNPJ
Tipo de relação do Administrador com a
pessoa relacionada
Tipo de pessoa relacionada
PÁGINA: 166 de 281
Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
Versão : 7
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Paulo Roberto Petterle
175.309.207-82
Controle
Controlada Direta
Administrador do Emissor
Diretor de Operações
Centaurus Holdings S.A.
05.867.493/0001-85
Pessoa Relacionada
Centaurus Holdings S.A.
05.867.493/0001-85
Diretor Gerente
Observação
Observação
Arthur Canhisares
021.861.148-01
Controle
Controlada Direta
Administrador do Emissor
Diretor
Diretor de Operações
Pessoa Relacionada
Antas Serviços Florestais Ltda
76.171.453/0001-42
Pessoa Relacionada
Administrador do Emissor
Diretor Geral
Reinoldo Poernbacher
003.976.440-00
Controle
Controlada Direta
Observação
Pessoa Relacionada
Diretor Industrial de Monte Alegre, Angatuba e Papéis Reciclados da Unidade de Negócios Klabin Papéis
Diretor
Antas Serviços Florestais Ltda
76.171.453/0001-42
12.10 - Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outros
Cargo/Função
Identificação
CPF/CNPJ
Tipo de relação do Administrador com a
pessoa relacionada
Tipo de pessoa relacionada
PÁGINA: 167 de 281
Formulário de Referência - 2010 - KLABIN S.A.
Versão : 7
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Paulo Roberto Petterle
175.309.207-82
Controle
Controlada Direta
Diretor de Operações
Administrador do Emissor
Observação
Observação
Diretor
Pessoa Relacionada
Klabin Forest Products Company
89.637.490/0001-45
Diretor
Diretor Financeiro, de Planejamento e Relações com Investidores
Antonio Sergio Alfano
875.349.248-04
Controle
Controlada Direta