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5.1 - Descrição dos principais riscos de mercado
29
5. Risco de mercado
4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes
19
4.4 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos cujas partes contrárias sejam administradores,
ex-administradores, controladores, ex-controladores ou investidores
24
4.1 - Descrição dos fatores de risco
13
4.2 - Comentários sobre expectativas de alterações na exposição aos fatores de risco
18
4.7 - Outras contingências relevantes
27
4.8 - Regras do país de origem e do país em que os valores mobiliários estão custodiados
28
4.5 - Processos sigilosos relevantes
25
4.6 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais repetitivos ou conexos, não sigilosos e relevantes em
conjunto
26
4. Fatores de risco
3.9 - Outras informações relevantes
12
3.8 - Obrigações de acordo com a natureza e prazo de vencimento
11
3.3 - Eventos subsequentes às últimas demonstrações financeiras
6
3.4 - Política de destinação dos resultados
7
3.1 - Informações Financeiras
4
3.2 - Medições não contábeis
5
3.7 - Nível de endividamento
10
3.6 - Declaração de dividendos à conta de lucros retidos ou reservas
9
3.5 - Distribuição de dividendos e retenção de lucro líquido
8
3. Informações financ. selecionadas
2.1/2.2 - Identificação e remuneração dos Auditores
2
2.3 - Outras informações relevantes
3
2. Auditores independentes
1.1 - Declaração e Identificação dos responsáveis
1
1. Responsáveis pelo formulário
Índice
Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
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9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes - outros
70
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.a - Ativos imobilizados
71
9. Ativos relevantes
8.2 - Organograma do Grupo Econômico
67
8.1 - Descrição do Grupo Econômico
66
8.4 - Outras informações relevantes
69
8.3 - Operações de reestruturação
68
8. Grupo econômico
7.7 - Efeitos da regulação estrangeira nas atividades
61
7.6 - Receitas relevantes provenientes do exterior
60
7.9 - Outras informações relevantes
63
7.8 - Relações de longo prazo relevantes
62
7.5 - Efeitos relevantes da regulação estatal nas atividades
55
7.2 - Informações sobre segmentos operacionais
42
7.1 - Descrição das atividades do emissor e suas controladas
41
7.4 - Clientes responsáveis por mais de 10% da receita líquida total
54
7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais
44
7. Atividades do emissor
6.3 - Breve histórico
36
6.1 / 6.2 / 6.4 - Constituição do emissor, prazo de duração e data de registro na CVM
35
6.5 - Principais eventos societários ocorridos no emissor, controladas ou coligadas
38
6.7 - Outras informações relevantes
40
6.6 - Informações de pedido de falência fundado em valor relevante ou de recuperação judicial ou extrajudicial
39
6. Histórico do emissor
5.3 - Alterações significativas nos principais riscos de mercado
33
5.2 - Descrição da política de gerenciamento de riscos de mercado
32
5.4 - Outras informações relevantes
34
Índice
Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
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12.4 - Regras, políticas e práticas relativas ao Conselho de Administração
144
12.5 - Descrição da cláusula compromissória para resolução de conflitos por meio de arbitragem
146
12.3 - Datas e jornais de publicação das informações exigidas pela Lei nº6.404/76
143
12.1 - Descrição da estrutura administrativa
137
12.2 - Regras, políticas e práticas relativas às assembleias gerais
141
12.6 / 8 - Composição e experiência profissional da administração e do conselho fiscal
147
12.7 - Composição dos comitês estatutários e dos comitês de auditoria, financeiro e de remuneração
156
12.9 - Existência de relação conjugal, união estável ou parentesco até o 2º grau relacionadas a administradores
do emissor, controladas e controladores
157
12. Assembléia e administração
11.1 - Projeções divulgadas e premissas
135
11.2 - Acompanhamento e alterações das projeções divulgadas
136
11. Projeções
10.4 - Mudanças significativas nas práticas contábeis - Ressalvas e ênfases no parecer do auditor
123
10.5 - Políticas contábeis críticas
124
10.3 - Eventos com efeitos relevantes, ocorridos e esperados, nas demonstrações financeiras
122
10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
102
10.2 - Resultado operacional e financeiro
115
10.6 - Controles internos relativos à elaboração das demonstrações financeiras - Grau de eficiência e deficiência
e recomendações presentes no relatório do auditor
126
10.9 - Comentários sobre itens não evidenciados nas demonstrações financeiras
129
10.10 - Plano de negócios
130
10.11 - Outros fatores com influência relevante
134
10.7 - Destinação de recursos de ofertas públicas de distribuição e eventuais desvios
127
10.8 - Itens relevantes não evidenciados nas demonstrações financeiras
128
10. Comentários dos diretores
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e
contratos de transferência de tecnologia
73
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.c - Participações em sociedades
97
9.2 - Outras informações relevantes
101
Índice
Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
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14.2 - Alterações relevantes - Recursos humanos
205
14.1 - Descrição dos recursos humanos
203
14.3 - Descrição da política de remuneração dos empregados
206
14. Recursos humanos
13.13 - Percentual na remuneração total detido por administradores e membros do conselho fiscal que sejam
partes relacionadas aos controladores
199
13.12 - Mecanismos de remuneração ou indenização para os administradores em caso de destituição do cargo ou
de aposentadoria
198
13.14 - Remuneração de administradores e membros do conselho fiscal, agrupados por órgão, recebida por
qualquer razão que não a função que ocupam
200
13.16 - Outras informações relevantes
202
13.15 - Remuneração de administradores e membros do conselho fiscal reconhecida no resultado de
controladores, diretos ou indiretos, de sociedades sob controle comum e de controladas do emissor
201
13.4 - Plano de remuneração baseado em ações do conselho de administração e diretoria estatutária
190
13.5 - Participações em ações, cotas e outros valores mobiliários conversíveis, detidas por administradores e
conselheiros fiscais - por órgão
191
13.3 - Remuneração variável do conselho de administração, diretoria estatutária e conselho fiscal
188
13.1 - Descrição da política ou prática de remuneração, inclusive da diretoria não estatutária
183
13.2 - Remuneração total do conselho de administração, diretoria estatutária e conselho fiscal
185
13.6 - Remuneração baseada em ações do conselho de administração e da diretoria estatutária
192
13.9 - Informações necessárias para a compreensão dos dados divulgados nos itens 13.6 a 13.8 - Método de
precificação do valor das ações e das opções
195
13.10 - Informações sobre planos de previdência conferidos aos membros do conselho de administração e aos
diretores estatutários
196
13.11 - Remuneração individual máxima, mínima e média do conselho de administração, da diretoria estatutária e
do conselho fiscal
197
13.7 - Informações sobre as opções em aberto detidas pelo conselho de administração e pela diretoria estatutária
193
13.8 - Opções exercidas e ações entregues relativas à remuneração baseada em ações do conselho de
administração e da diretoria estatutária
194
13. Remuneração dos administradores
12.11 - Acordos, inclusive apólices de seguros, para pagamento ou reembolso de despesas suportadas pelos
administradores
181
12.10 - Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas,
controladores e outros
162
12.12 - Outras informações relevantes
182
Índice
Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
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18.3 - Descrição de exceções e cláusulas suspensivas relativas a direitos patrimoniais ou políticos previstos no
estatuto
258
18.4 - Volume de negociações e maiores e menores cotações dos valores mobiliários negociados
259
18.5 - Descrição dos outros valores mobiliários emitidos
261
18.1 - Direitos das ações
255
18.2 - Descrição de eventuais regras estatutárias que limitem o direito de voto de acionistas significativos ou que
os obriguem a realizar oferta pública
257
18.6 - Mercados brasileiros em que valores mobiliários são admitidos à negociação
262
18. Valores mobiliários
17.3 - Informações sobre desdobramentos, grupamentos e bonificações de ações
252
17.4 - Informações sobre reduções do capital social
253
17.5 - Outras informações relevantes
254
17.1 - Informações sobre o capital social
250
17.2 - Aumentos do capital social
251
17. Capital social
16.1 - Descrição das regras, políticas e práticas do emissor quanto à realização de transações com partes
relacionadas
247
16.2 - Informações sobre as transações com partes relacionadas
248
16.3 - Identificação das medidas tomadas para tratar de conflitos de interesses e demonstração do caráter
estritamente comutativo das condições pactuadas ou do pagamento compensatório adequado
249
16. Transações partes relacionadas
15.3 - Distribuição de capital
242
15.4 - Organograma dos acionistas
243
15.1 / 15.2 - Posição acionária
208
15.7 - Outras informações relevantes
246
15.6 - Alterações relevantes nas participações dos membros do grupo de controle e administradores do emissor
245
15.5 - Acordo de acionistas arquivado na sede do emissor ou do qual o controlador seja parte
244
15. Controle
14.4 - Descrição das relações entre o emissor e sindicatos
207
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Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
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22.2 - Alterações significativas na forma de condução dos negócios do emissor
278
22.1 - Aquisição ou alienação de qualquer ativo relevante que não se enquadre como operação normal nos
negócios do emissor
277
22.4 - Outras informações relevantes
280
22.3 - Contratos relevantes celebrados pelo emissor e suas controladas não diretamente relacionados com suas
atividades operacionais
279
22. Negócios extraordinários
21.2 - Descrição da política de divulgação de ato ou fato relevante e dos procedimentos relativos à manutenção
de sigilo sobre informações relevantes não divulgadas
274
21.1 - Descrição das normas, regimentos ou procedimentos internos relativos à divulgação de informações
273
21.4 - Outras informações relevantes
276
21.3 - Administradores responsáveis pela implementação, manutenção, avaliação e fiscalização da política de
divulgação de informações
275
21. Política de divulgação
20.2 - Outras informações relevantes
272
20.1 - Informações sobre a política de negociação de valores mobiliários
271
20. Política de negociação
19.2 - Movimentação dos valores mobiliários mantidos em tesouraria
268
19.1 - Informações sobre planos de recompra de ações do emissor
267
19.4 - Outras informações relevantes
270
19.3 - Informações sobre valores mobiliários mantidos em tesouraria na data de encerramento do último exercício
social
269
19. Planos de recompra/tesouraria
18.8 - Ofertas públicas de distribuição efetuadas pelo emissor ou por terceiros, incluindo controladores e
sociedades coligadas e controladas, relativas a valores mobiliários do emissor
264
18.7 - Informação sobre classe e espécie de valor mobiliário admitida à negociação em mercados estrangeiros
263
18.10 - Outras informações relevantes
266
18.9 - Descrição das ofertas públicas de aquisição feitas pelo emissor relativas a ações de emissão de terceiros
265
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Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
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Cargo do responsável
Diretor Presidente
Cargo do responsável
Diretor de Relações com Investidores
Nome do responsável pelo conteúdo do
formulário
Antonio Sergio Alfano
Nome do responsável pelo conteúdo do
formulário
Fabio Schvartsman
Os diretores acima qualificados, declaram que:
a. reviram o formulário de referência
b. todas as informações contidas no formulário atendem ao disposto na Instrução CVM nº 480, em especial aos arts. 14 a
19
c. o conjunto de informações nele contido é um retrato verdadeiro, preciso e completo da situação econômico-financeira do
emissor e dos riscos inerentes às suas atividades e dos valores mobiliários por ele emitidos
1.1 - Declaração e Identificação dos responsáveis
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Gilberto Grandolpho
31/03/2011
007.585.878-99
Rua Alexandre Dumas, 1.981, n/a, Chc. Santo Antônio, São Paulo, SP, Brasil, CEP 04717-906,
Telefone (11) 51861000, Fax (11) 51861280, e-mail: ggrandolpho@deloitte.com
Montante total da remuneração dos auditores
independentes segregado por serviço
No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2010, os auditores independentes receberam honorários que totalizaram
o valor de R$ 1.053 milhão.
Descrição do serviço contratado
(i) Auditoria das demonstrações financeiras de 31/12/2010 e revisão das informações trimestrais de 31/03, 30/06 e 30/09/2010
da Klabin S.A.; (ii) Auditoria das demonstrações financeiras de 31/12/2010 e revisão das informações trimestrais de 31/03,
30/06 e 30/09/2010 das Sociedades em Conta de Participação (controladas da Klabin S.A.).
Justificativa da substituição
Não houve substituição dos auditores independentes nos exercícios em referência neste formulário.
Nome responsável técnico
Período de prestação de
serviço
CPF
Endereço
Razão apresentada pelo auditor em caso da discordância
da justificativa do emissor
Não houve substituição dos auditores independentes nos exercícios em referência neste formulário.
Tipo auditor
Nacional
Código CVM
385-9
Possui auditor?
SIM
Período de prestação de serviço
31/03/2011
CPF/CNPJ
61.194.353/0001-64
Nome/Razão social
Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes
2.1/2.2 - Identificação e remuneração dos Auditores
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2.3 - Outras informações relevantes
2.3.
Outras informações relevantes:

Não existem outras informações relevantes sobre esse item "2".
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Resultado Líquido Atribuído aos
Acionistas Não Controladores
22.376.000,00
2.955.000,00
0,00
Resultado Líquido Atribuído aos
Acionistas Controladores
559.776.000,00
168.786.000,00
0,00
Patrimônio Líquido Atribuído aos
Acionistas Não Controladores
160.417.000,00
56.665.000,00
0,00
Patrimônio Líquido Atribuído aos
Acionistas Controladores
4.994.085.000,00
4.662.159.000,00
0,00
Resultado Líquido por Ação
0,628620
0,187380
0,000000
Valor Patrimonial de Ação (Reais
Unidade)
5,610000
5,180000
0,000000
Número de Ações, Ex-Tesouraria
(Unidades)
890.486.496
900.775.396
0
Resultado Líquido
559.776.000,00
168.786.000,00
0,00
Resultado Bruto
1.370.839.000,00
526.485.000,00
0,00
Rec. Liq./Rec. Intermed.
Fin./Prem. Seg. Ganhos
3.663.317.000,00
2.960.179.000,00
0,00
Ativo Total
12.261.243.000,00
11.401.900.000,00
0,00
Patrimônio Líquido
4.994.085.000,00
4.662.159.000,00
0,00
3.1 - Informações Financeiras - Consolidado
(Reais)
Exercício social (31/12/2010)
Exercício social (31/12/2009)
Exercício social (31/12/2008)
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3.2 - Medições não contábeis
3.2.
Medições não contábeis:

a) medições não contábeis
A Companhia utiliza como medida não contábil o EBITDA / LAJIDA (earnings before interest, taxes,
depreciation and amortization
, ou lucro antes de juros e despesas financeiras líquidas, impostos,
depreciação e amortização), com o fim de apresentar uma medida do seu desempenho econômico
operacional, da qual. consiste no resultado operacional deduzido de resultado financeiro líquido,
equivalência patrimonial, depreciação, exaustão e amortização e variação do valor justo dos ativos
biológicos. O EBITDA não é reconhecido pelas Práticas Contábeis adotadas no Brasil e não representa o
fluxo de caixa para os períodos apresentados, não devendo ser considerado como base para distribuição
de dividendos, alternativa para o lucro líquido, ou ainda, como indicador de liquidez.

b) conciliações entre os valores divulgados e os valores das demonstrações financeiras auditadas
Exercício social encerrado em
Composição do LAJIDA (EBITDA) (em R$ mil)
31.12.2010 31.12.2009
Resultado operacional
871.983 504.501
(+/-) Equivalência patrimonial
- -
(+/-) Financeiras líquidas
(50.594) (444.199)
(+) Depreciação, exaustão e amortização
588.936 751.409
(+/-) Variação do valor justo dos ativos biológicos
(448.625) (64.577)
LAJIDA/EBITDA
961.700
747.134

c) explicar o motivo pelo qual entende que tal medição é mais apropriada para a correta
compreensão da sua condição financeira e do resultado de suas operações

A administração da Companhia utiliza o EBITDA como medida de desempenho e entende que a sua
apresentação é mais apropriada para a correta compreensão da condição financeira da Companhia, pois se
trata de uma medida prática para aferir o desempenho operacional e permitir uma comparação com outras
companhias do mesmo segmento, ainda que estas possam calculá-lo de maneira distinta.

O EBITDA demonstra o desempenho da Companhia sem a influência de fatores ligados, dentre outros, (i)
a sua estrutura de capital, como despesas com juros de seu endividamento e flutuações de taxas de câmbio
no resultado financeiro; (ii) a sua estrutura tributária, como seu imposto de renda e contribuição social
(iii) a sua despesa com depreciação, exaustão e amortização sobre seu elevado saldo ativo de imobilizado
e; (iv) a variação do valor justo dos ativos biológicos que não afeta o caixa da Companhia.

Estas características, no entendimento da Companhia, tornam o EBITDA uma medida mais prática e
apropriada de seu desempenho, apurando o resultado advindo exclusivamente do desenvolvimento de
suas atividades.
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3.3 - Eventos subsequentes às últimas demonstrações financeiras
3.3.
Eventos subseqüentes às últimas demonstrações financeiras de encerramento de exercício
social que as altere substancialmente:

Não ocorreram eventos subseqüentes às últimas informações contábeis que as altere substancialmente.

As demonstrações financeiras do exercício de 2010 foram aprovadas para divulgação pelo Conselho de
Administração no dia 23 de fevereiro de 2011.
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3.4 - Política de destinação dos resultados
3.4.
Política de destinação dos resultados dos 3 últimos exercícios sociais:

a) regras sobre retenção de lucros

De acordo com a Lei n° 6.404/76, alterada pela Lei n° 11.638/07, os acionistas reunidos em Assembléia
Geral Ordinária poderão deliberar reter parcela do lucro líquido do exercício alocada para o pagamento de
despesas previstas em orçamento de capital que tenha sido previamente aprovado. O estatuto social de
Companhia determina quanto à destinação do resultado apurado no exercício da seguinte forma:

- 5% (cinco por cento) para constituição de reserva legal até esta atingir 20% (vinte por cento) do capital
social;

- constituição de outras reservas previstas em lei;

- formação de Reserva para Investimentos e Capital de Giro, constituída por parcela variável de 5% a
75% do lucro líquido ajustado na forma da lei, observado o limite previsto no artigo 199 da Lei nº
6.404/76, com a finalidade de assegurar recursos para investimentos em bens do ativo permanente,
acréscimos de capital de giro, inclusive através de amortizações de dívidas, independentemente das
retenções de lucros vinculadas a orçamentos de capital, podendo seu saldo ser utilizado na absorção de
prejuízos, sempre que necessário, na distribuição de dividendos, a qualquer momento, em operações de
resgate, reembolso ou compra de ações, quando autorizadas no estatuto, ou para incorporação ao capital
social.

- a assembléia geral da Companhia decidirá sobre o destino a ser dado ao eventual saldo do lucro líquido
apurado no exercício.

b) regras sobre distribuição de dividendos

Atribuição aos acionistas, em cada exercício, de um dividendo não inferior a 25% (vinte e cinco por
cento) calculado sobre o lucro líquido ajustado na forma da lei, observada a prioridade prevista para as
ações preferenciais. As ações preferenciais terão prioridade no recebimento de dividendos em igualdade
de condições com as ações ordinárias, acrescidos de 10% (dez por cento) sobre o valor pago a estas
últimas.

Todos os titulares de ações, na data em que o dividendo for declarado, farão jus ao seu recebimento. Nos
termos da Lei das Sociedades por Ações, o dividendo anual deve ser pago no prazo de 60 dias a contar de
sua declaração, a menos que a deliberação de acionistas estabeleça outra data de pagamento. Em qualquer
hipótese, o pagamento de dividendos deverá ocorrer antes do encerramento do exercício social em que
tenham sido declarados. Os acionistas têm um prazo de três anos, contados da data de pagamento de
dividendos, para reclamar dividendos ou pagamentos de juros sobre o capital próprio referentes às suas
ações, após o qual o valor dos dividendos não reclamados será revertido em favor da Companhia.

c) periodicidade das distribuições de dividendos

A periodicidade da distribuição de dividendos é anual, podendo haver a distribuição de dividendos
intermediários em períodos menores.

d) restrições à distribuição de dividendos impostas por legislação ou regulamentação especial
aplicável à Companhia, assim como contratos, decisões judiciais, administrativas ou arbitrais

Não há restrições à distribuição de dividendos impostas por legislação ou regulamentação especial
aplicável à Companhia, assim como contratos, decisões judiciais, administrativas ou arbitrais.

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Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
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Preferencial
21.968.000,00
26/05/2009
Preferencial
31.347.000,00
31/08/2009
Preferencial
29.081.000,00
16/11/2009
Ordinária
10.836.000,00
26/05/2009
Ordinária
14.342.000,00
16/11/2009
Ordinária
18.829.000,00
30/04/2010
Preferencial
46.879.000,00
08/10/2010
Preferencial
33.485.000,00
20/07/2010
Preferencial
46.604.000,00
20/04/2011
38.173.000,00
30/04/2010
Ordinária
23.398.000,00
20/04/2011
Ordinária
23.122.000,00
08/10/2010
Ordinária
16.515.000,00
20/07/2010
15.461.000,00
31/08/2009
Dividendo Obrigatório
Dividendo distribuído em relação ao lucro líquido ajustado
35,730000
118,340000
Taxa de retorno em relação ao patrimônio líquido do emissor
11,210000
3,620000
Lucro líquido ajustado
531.787.000,00
152.141.000,00
3.5 - Distribuição de dividendos e retenção de lucro líquido
(Reais)
Exercício social 31/12/2010
Exercício social 31/12/2009
Exercício social 31/12/2008
Lucro líquido retido
Montante
Pagamento dividendo
Montante
Pagamento dividendo
Montante
Pagamento dividendo
Data da aprovação da retenção
Dividendo distribuído total
190.003.000,00
180.037.000,00
Lucro líquido retido
0,00
0,00
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3.6 - Declaração de dividendos à conta de lucros retidos ou reservas
3.6.
Dividendos declarados a conta de lucros retidos ou reservas constituídas nos 3 últimos
exercícios sociais:

Nos 3 últimos exercícios sociais, somente houve distribuição de dividendos declarados a conta de reserva
de lucros no ano de 2008.
2008
Em R$ mil
.Dividendos distribuídos a conta de "Reserva de lucros";
. "Reserva para manutenção e capital de giro".
.R$ 0,12171 por ações ordinárias
38.561
.R$ 0,13388 por ações preferenciais
78.434
Total dos dividendos pagos em 01/10/08
116.995

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31/12/2010
4.857.098.000,00
Índice de Endividamento
1,40000000
0,00
Outros índices
2,21000000
Nível de alavancagem - A Companhia entende que este
índice é usual de mercado e é adotado como forma de
identificar seu nível de alavancagem, sendo este
correspondente ao Endividamento Líquido / EBITDA.
3.7 - Nível de endividamento
Exercício Social
Montante total da dívida,
de qualquer natureza
Tipo de índice
Índice de
endividamento
Descrição e motivo da utilização de outro índice
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Quirografárias
336.441.000,00
1.010.407.000,00
784.777.000,00
833.614.000,00
2.965.239.000,00
Garantia Real
505.680.000,00
623.389.000,00
615.170.000,00
147.620.000,00
1.891.859.000,00
Garantia Flutuante
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
Total
842.121.000,00
1.633.796.000,00
1.399.947.000,00
981.234.000,00
4.857.098.000,00
Observação
3.8 - Obrigações de acordo com a natureza e prazo de vencimento
Exercício social (31/12/2010)
Tipo de dívida
Inferior a um ano
Um a três anos
Três a cinco anos
Superior a cinco anos
Total
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3.9 - Outras informações relevantes
3.9.
Outras informações relevantes:
Os balanços patrimoniais e demonstração do resultado do exercício de 2009 demonstrados neste item "3"
foram alteradas em relação ao Formulário de Referência apresentado anteriormente, em decorrência da
adoção dos novos pronunciamentos contábeis, convergentes ao IFRS.

A descrição dos efeitos da adoção destes pronunciamentos que impactaram os balanços patrimoniais e
demonstrações do resultado da Companhia estão descritas no item 10.1 deste formulário.

Em razão do motivo supra citado, as informações do exercício de 2008 dos itens 3.1 e 3.2 não foram
apresentadas por não serem comparáveis aos demais exercícios apresentados neste formulário.
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4.1 - Descrição dos fatores de risco
4.1.
Fatores de risco que podem influenciar a decisão de investimento em valores mobiliários de
emissão da Companhia:

a) com relação à Companhia

A Companhia pode não conseguir executar integralmente sua estratégia de negócios e manter a
estabilidade dos resultados operacionais e das taxas de crescimento.

A capacidade da Companhia de implementar uma estratégia de negócio e manter a estabilidade dos
resultados operacionais e da taxa de crescimento depende de uma série de fatores, incluindo a habilidade
de:
·
manter clientes atuais e atrair novos clientes;
·
estabelecer e manter parcerias;
·
contratar e reter mão de obra capacitada; e
·
aumentar a capacidade de atuação em mercados existentes e expandir para novos mercados.
A perda, pela Companhia, mesmo que temporária, de quaisquer dessas habilidades, seja originada por
dificuldades competitivas ou fatores de custos, e a eventual incapacidade para equacionar riscos,
incertezas e problemas, pode limitar a capacidade da Companhia de executar integralmente a estratégia de
negócio e afetar a capacidade de concorrer efetivamente no mercado, impactando negativamente os
resultados operacionais da Companhia.

A cobertura de seguros da Companhia pode ser insuficiente para ressarcir eventuais perdas, bem como
não abrange danos causados às suas florestas, como incêndios e pragas florestais.

Os seguros da companhia são conduzidos dentro dos melhores padrões empresariais observando as
melhores técnicas e praticas internacionais de proteção do patrimônio tendo como balizador a análise
técnica dos riscos de cada operação.

As unidades industriais da Companhia estão seguradas por apólices contra incêndio e responsabilidade
Civil geral de riscos operacionais. As coberturas dos ativos têm inclusive coberturas para alguns eventos
da natureza como vendavais, alagamentos, descargas atmosféricas e queda de aeronaves. Adicionalmente,
são contratados seguros para o transporte nacional e internacional dos produtos fabricados pela
Companhia e inclusive com responsabilidade civil geral sobre produtos no mercado nacional e no
exterior. Outros fatores de risco como deslizamentos, contaminações e desmoronamentos são
frequentemente avaliados no processo de análise da viabilidade técnica da sua ocorrência com vistas à
contratação ou não de coberturas nesse sentido.

Privilegiada pelas condições especificas da sua localização geográfica e em função da natureza de suas
atividades, da distribuição das florestas em diversas áreas distintas e das medidas preventivas adotadas
contra incêndio e outros riscos da floresta a Companhia concluiu tecnicamente pela não contratação de
seguros contra danos causados às mesmas. Portanto, como comprovado ao longo de dezenas de anos,
operacionalmente, falando da atividade florestal e a adoção de políticas de proteção da mesma, têm se
mostrado altamente eficientes sem que tenha havido qualquer comprometimento às atividades e à
condição financeira da companhia.

A Companhia pode ser afetada adversamente por decisões a ela desfavoráveis em processos judiciais e
administrativas em curso.

A Companhia é parte em diversas ações judiciais e processos administrativos envolvendo questões
fiscais, administrativas, cíveis e trabalhistas, as quais um total de aproximadamente R$1.747.537 mil no
exercício social findo em 31 de dezembro de 2010. Desse total, aproximadamente R$102.147 mil
encontram-se provisionados, considerados com risco de perda provável, de acordo com os assessores
jurídicos da Companhia. A condição financeira da Companhia pode ser afetada parcialmente em virtude
de decisões desfavoráveis nessas ações judiciais e processos administrativos.


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4.1 - Descrição dos fatores de risco
A atividade da Companhia apresenta riscos operacionais relevantes que se materializados podem
resultar na paralisação parcial de suas atividades e impactar adversamente os seus resultados e
condições financeiras.

A Companhia tem suas operações sujeita aos riscos associados à utilização na produção de químicos,
armazenamento e descarte de resíduos químicos, incluindo explosões, incêndios, desgastes decorrentes do
tempo e da exposição às intempéries e desastres naturais, falhas mecânicas, tempo necessário para
manutenção ou reparos não programados, interrupções no transporte, correções, vazamento de produtos
químicos e outros riscos ambientais. A ocorrência dos eventos mencionados pode resultar em lesões
corporais ou morte, danos graves a bens, destruição de máquinas e equipamentos, bem como danos ao
meio ambiente, com suspensão das operações e imposição de responsabilidade civil, incluindo obrigação
de indenização a terceiros. A cobertura de seguro, mantida pela Companhia não assegura que a ocorrência
de qualquer dos eventos acima não impacte negativamente os negócios, as operações, as condições
financeiras e as perspectivas futuras da Companhia.
b) com relação ao seu controlador, direto ou indireto, ou grupo de controle

Não aplicável dado que não há risco envolvido na relação da Companhia com seus controladores.

c) com relação aos seus acionistas

A Companhia pode vir a precisar de capital adicional no futuro e a obtenção de capital adicional por
meio da emissão de valores mobiliários poderá resultar na diluição da participação do investidor em
seu capital social.

A Companhia pode vir a necessitar de recursos adicionais no futuro e optar pela sua obtenção através de
operações de emissão pública ou privada de valores mobiliários. Qualquer captação de recursos através da
distribuição pública de ações ou valores mobiliários conversíveis em ações poderia ser realizada com a
exclusão do direito de preferência de seus acionistas, o que poderia afetar o preço de suas ações e resultar
na diluição da participação do investidor em seu capital social.

Os detentores das ações de emissão da Companhia podem não receber dividendos ou receber
dividendos inferiores ao mínimo obrigatório
.

De acordo com o estatuto social da Companhia, seus acionistas devem receber, no mínimo, 25% de seu
lucro líquido anual, calculado e ajustado nos termos da Lei das Sociedades por Ações, sob a forma de
dividendos. Em determinadas circunstâncias, contudo, a Companhia pode não ser capaz de distribuir
dividendos ou distribuí-los em valor inferior ao dividendo obrigatório após aprovação na Assembléia
Geral Ordinária. Dentre elas:
·
caso o lucro líquido seja capitalizado, utilizado para compensar prejuízo ou retido nos termos da
Lei das Sociedades por Ações;
·
caso a situação financeira da Companhia seja incompatível com, a distribuição de dividendos;
e/ou
·
caso o fluxo de caixa e os lucros das controladas, bem como a distribuição desses lucros sob a
forma de dividendos, não ocorra, fazendo com que o dividendo obrigatório ultrapasse a parcela
realizada do lucro líquido do exercício.

Dessa forma, detentores de ações podem não receber dividendos em tais circunstâncias ou receber
dividendos inferiores ao mínimo obrigatório.





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4.1 - Descrição dos fatores de risco
A volatilidade e falta de liquidez do mercado de valores mobiliários brasileiro poderão limitar
substancialmente a capacidade dos investidores de vender os valores mobiliários de emissão da
Companhia, pelo preço e na ocasião que desejarem.

O investimento em valores mobiliários negociados em mercados emergentes, como o Brasil, envolve,
com freqüência, maior risco em comparação com outros mercados, isto porque, o mercado de valores
mobiliários brasileiro é substancialmente menor, menos líquido, mais volátil e mais concentrado que os
principais mercados de valores mobiliários internacionais. Como exemplo, a BM&FBOVESPA S.A. ­
Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros ("BM&FBOVESPA") apresentou capitalização bursátil de
aproximadamente R$2,6 trilhões em 31 de dezembro de 2010 e uma média diária de negociação de
R$ 6,5 bilhões na mesma data. As dez ações mais negociadas em termos de volume contabilizaram,
aproximadamente, 51,3% de todas as ações negociadas na BM&FBOVESPA no ano de 2010. Essa
volatilidade e falta de liquidez limitam substancialmente a capacidade dos detentores dos valores
mobiliários da Companhia de vendê-las ao preço e na ocasião em que desejem, conseqüentemente,
poderão afetar negativamente o preço de mercado dos valores mobiliários emitidos pela Companhia.

d) com relação à suas controladas e coligadas

Não aplicável dado que não há risco envolvido na relação da Companhia com suas controladas e
coligadas.

e) com relação a seus fornecedores

Elevações no preço de insumos podem aumentar o custo de produção e reduzir a rentabilidade da
Companhia

Podem ocorrer aumentos de preço em insumos em valores superiores àqueles apurados pelos índices de
reajustamento dos contratos, causando uma diminuição na rentabilidade da Companhia. Adicionalmente,
a ocorrência de alterações na legislação tributária, com alteração de alíquotas de impostos ou criação de
novos tributos que venham a encarecer os insumos necessários à produção da Companhia, aumentando o
custo final do produto a ser entregue, em valores superiores àqueles que o mercado consumidor possa
absorver, gerando assim dificuldades na comercialização dos produtos, ou a diminuição da lucratividade
da Companhia, impactando negativamente as atividades, resultados operacionais e sua situação
financeira.

f) com relação a seus clientes

A Companhia é a única produtora brasileira que atua no segmento de cartão de embalagem para
líquidos (liquid packaging board), as vendas da Companhia se dão para um único cliente da América
Latina, que consome a maior parte da produção desse cartão. Essa relação faz com que a Companhia
dependa desse cliente para manter-se nesse segmento de mercado.

A Companhia é a única produtora brasileira de cartão de embalagens para líquidos (liquid packaging
board) e fornece a totalidade no mercado nacional, há mais de 20 anos, para a um único cliente
consumidor dessa linha de produto, sendo o maior cliente da Companhia nesse segmento de mercado e
adquire grande parte dessa produção, bem como é a único grande consumidor deste tipo de embalagem no
Brasil.

No exercício de 2010, o faturamento para este cliente correspondeu a 21% da receita líquida da
Companhia.

Assim, caso este cliente deixe de adquirir a produção de cartões de embalagem de líquidos da Companhia
por qualquer motivo, seus resultados operacionais e sua condição financeira poderão ser negativamente
afetados de forma relevante.




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4.1 - Descrição dos fatores de risco
g) com relação aos setores de atuação

O setor de papel é altamente competitivo. A Companhia poderá perder participação significativa de
mercado caso não seja capaz de manter-se competitiva com relação aos principais fabricantes
mundiais.

A Companhia sofre concorrência em todos os segmentos em que atua. No segmento de papéis para
embalagens, seus principais concorrentes no mercado interno são Rigesa, Orsa e Trombini. No setor de
cartões, excluindo cartões para líquidos, seus concorrentes no mercado interno são Suzano, Papirus,
Ibema e Itapagé. No segmento de caixas de papelão ondulado seus principais concorrentes no mercado
interno são Rigesa, Orsa e Trombini. No segmento de sacos industriais, seus principais concorrentes no
mercado interno são Trombini, Cocelpa, Conpel e Iguaçu.

Muitos dos concorrentes internacionais da Companhia são maiores e têm maior capacidade de produção e
acesso ao mercado financeiro e de capitais a custos menores e prazos maiores do que aqueles disponíveis
à Companhia, o que lhes confere vantagens competitivas. Os principais concorrentes da Companhia no
mercado internacional de papéis e cartões são Mead/Westvaco (América do Norte), Graphic Packaging
International (América do Norte), Korsnas (Europa), Stora Enso (Europa) e CMPC (América Latina). No
mercado de papel Kraftliner, os principais concorrentes internacionais da Companhia são Smurfit Kappa
(Europa), SCA (Europa), Portucel (Europa), Misionero (América Latina), Sappi (África), Weyerhaeuser
(América do Norte) e Smurfit Stone (América do Norte).

Adicionalmente, a Companhia sofre a concorrência no Brasil de diversos fabricantes de menor porte. Não
há garantias de que a Companhia conseguirá se manter competitiva nos mercados em que atua, tanto no
mercado internacional, como no nacional, influenciada por custos e taxas de câmbio. Caso a Companhia
não seja capaz de manter sua posição dentre as líderes destes mercados, sua condição financeira e
resultados operacionais poderão ser adversamente afetados.

Os preços do papel são cíclicos e estão sujeitos a fatores que estão fora do controle da Companhia. A
variação dos preços de papéis de embalagem e cartões para embalagem pode afetar as receitas e os
resultados operacionais.

O desempenho do setor de papel tem natureza cíclica, sendo influenciado principalmente pelos períodos
de expansão e retração da economia mundial. A expansão da economia faz com que a demanda por papel
aumente e os estoques mundiais do produto diminuam, causando o aumento dos preços no mercado
internacional. Por outro lado, a retração da economia gera a diminuição da demanda pelo produto e o
aumento dos estoques mundiais, resultando na redução dos preços praticados no mercado internacional.

Outros fatores também influenciam os preços dos produtos fabricados pela Companhia, tais como a
capacidade de produção mundial, as estratégias adotadas pelos principais produtores mundiais e a
disponibilidade de substitutos para tais produtos.

O surgimento de novas tecnologias, produtos concorrentes e novos hábitos de consumo podem levar à
substituição dos produtos da Companhia por produtos de menor preço ou tecnologia diferenciada.

O surgimento de novas tecnologias pode fazer com que os produtos da Companhia se tornem obsoletos,
acarretando substituição de seus produtos por produtos inovadores, eficientes, de alta qualidade e a preços
competitivos, assim como mudança nos hábitos de consumo de seus clientes. Caso a Companhia deixe de
antecipar as tendências do setor ou não consiga introduzir ou desenvolver produtos e serviços ao menos
no mesmo momento que seus concorrentes, os clientes da Companhia poderão deixar de utilizar seus
produtos substituindo-os por produtos concorrentes, o que poderá afetar adversamente a condição
financeira e os resultados operacionais da Companhia.

h) com relação à regulação do setor de atuação

A Companhia poderá incorrer em custos maiores decorrentes do cumprimento da Legislação
Ambiental.

A Companhia está sujeita a rigorosas leis e regulamentos ambientais na esfera federal, estadual e
municipal. Esse conjunto de regras contém complexas normas de controle ambiental, dentre as quais se
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4.1 - Descrição dos fatores de risco
destacam as que tratam do armazenamento e descarga de materiais perigosos e da emissão de poluentes
líquidos, sólidos e gasosos. O descumprimento dessas leis ou regulamentos, ou a ocorrência de acidentes
que afetem o meio-ambiente, pode resultar em sanções de natureza administrativa, civil e/ou criminal
com multas, obrigações de indenizar e/ou desembolsos financeiros por parte da Companhia, os quais
podem afetar adversamente os seus resultados operacionais e sua condição financeira.

Note-se, ainda, que a legislação ambiental está se tornando mais rigorosa no Brasil e internacionalmente,
sendo possível que os investimentos e despesas necessários à observância da legislação ambiental
aumentem substancialmente no futuro, o que poderá afetar adversamente a condição financeira e os
resultados operacionais da Companhia.

Custos de construção e manutenção maiores do que o esperado podem afetar negativamente a
condição financeira da Companhia, os seus resultados e os seus resultados operacionais.

A capacidade da Companhia (i) de concluir adequadamente seus projetos de acordo com o cronograma
inicialmente estabelecido; e (ii) de obter a eficiência esperada do maquinário empregado na produção de
seus produtos, está sujeita, dentre outros fatores, a flutuações no custo de mão-de-obra e matéria-prima,
mudanças na economia em geral, condições de crédito e negociais, a inadimplência ou adimplência
insatisfatória dos contratados e subcontratados e interrupções resultantes de problemas de engenharia
imprevisíveis. Esses fatores podem significativamente aumentar os custos da Companhia e, caso não
repasse tais custos a terceiros, os mesmos poderão atrasar a geração de receita da Companhia, afetar o
fluxo de caixa da Companhia e, consequentemente, a sua condição econômico-financeira e seus
resultados operacionais.

i) com relação aos países estrangeiros

Os negócios e o resultado operacional da Companhia podem ser parcialmente afetados pelo
desempenho em certas economias.

No exercício social findo em 31 de dezembro de 2010, as exportações para países como Argentina, China,
Cingapura, Espanha e Nigéria, corresponderam a 10,5% da receita líquida no exercício, sendo estes os
principais destinos das exportações. Caso a condição econômica destes países seja afetada adversamente,
o resultado operacional da Companhia poderá ser parcialmente afetado.

Adicionalmente, caso essa situação seja concretizada em algum destino de exportação, a Companhia
poderá redirecionar suas vendas para outros destinos.
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4.2 - Comentários sobre expectativas de alterações na exposição aos fatores de risco
4.2.
Expectativas de redução ou aumento na exposição a riscos:

A Companhia monitora constantemente os riscos do seu negócio que possam impactar de forma adversa
suas operações e seus resultados, inclusive mudanças no cenário macroeconômico e setorial que possam
influenciar nossas atividades, analisando índices de preços e de atividade econômica, assim como a oferta
e demanda de dos produtos da Companhia.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes
4.3.
Processos judiciais, administrativos e arbitrais em que a Companhia ou suas controladas
são partes, discriminando entre trabalhistas, tributários, cíveis e outros: i) que não estão sob sigilo,
e ii) são relevantes para os negócios da Companhia ou de suas controladas:

Geral
Em 31 de dezembro de 2010, a Companhia era parte em 1.566 processos administrativos e judiciais de
natureza cível, ambiental, fiscal, previdenciária e trabalhista, no pólo passivo, cujo valor agregado
representava R$1.748 milhões, dos quais R$102 milhões encontram-se provisionados. A Companhia,
com base na opinião de seus advogados, constituiu provisão para riscos fiscais, previdenciárias,
trabalhistas e cíveis em montante considerado necessário para cobrir perdas que possam advir do
desfecho dos processos em andamento.
O quadro a seguir apresenta a posição consolidada dos riscos da Companhia, suas provisões e depósitos
judiciais em 31 de dezembro de 2010:
31 de dezembro de 2010
Natureza
Risco Total*
Riscos Prováveis
Depósitos Vinculados
R$ mil
Ambiental 5.000
-
-
Cível 51.154
6.174
-
Fiscal 1.569.129
39.977
33.100
Trabalhista 122.254
55.996
14.587
Total 1.747.537
102.147
47.687
* Soma dos processos classificadas como remotas, possíveis e prováveis.
A Companhia apresenta a seguir uma breve descrição dos processos em que figura como parte, de acordo
com sua natureza, definida como relevantes pelos valores envolvidos ou risco de perda, de acordo com
julgamento da Administração:
Processos de Natureza Ambiental
Em 31 de dezembro de 2010, a Companhia figurava no pólo passivo de 1 (uma) ação de natureza
ambiental. O valor envolvido no processo, considerando o valor atribuído à demanda, é de
aproximadamente R$5 milhões, considerando a probabilidade de êxito remota e não se encontra
provisionada, por estar classificada como remota de acordo com a opinião dos assessores jurídicos da
Companhia.
Abaixo, encontra-se uma breve descrição da ação:
Processo n°
593/2009
a) juízo
Da Comarca de Telêmaco Borba ­ PR ­ Vara Cível e Anexos
b) instância
1ª instancia
c) data de instauração
30 de junho de 2009
d) partes no processo
APAP ­ Associação dos Pescadores Ambientais do Paraná e Outros
e) valores, bens ou direitos
envolvidos
R$ 5.000.000,00
f) principais fatos
Ação civil pública proposta na Comarca de Telêmaco Borba,
visando o fechamento liminar e definitivo do sistema de emissão de
dejetos industriais da fábrica de Telêmaco Borba, mediante multa,
c/c indenização ambiental
g) chance de perda
Remota
h) impacto em caso de perda
R$ 5.000.000,00
i) valor provisionado
Não há
Processos de Natureza Cível
Em 31 de dezembro de 2010, a Companhia figurava como parte em 125 ações de natureza cível,
consistentes, em sua maioria, de ações de indenização por danos materiais e/ou morais decorrentes de
acidentes. O valor total envolvido nos processos, considerando o valor atribuído às demandas, é de
aproximadamente R$51 milhões, dos quais R$6 milhões encontram-se provisionados, por estarem
classificados como prováveis pelos assessores jurídicos.
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes
Companhia acredita que nenhuma ação considerada individualmente pendente, se decidido de maneira
desfavorável, causaria um efeito material adverso sobre a situação financeira ou sobre os resultados
operacionais. Adicionalmente, a Companhia possui seguro de responsabilidade civil que atenua a
contingência gerada por esses eventos.
Processos de Natureza Fiscal, Administrativa e Judicial
Em 31 de dezembro de 2010, a Companhia era parte em 211 processos administrativos e judiciais de
natureza tributária. O valor total envolvido nos processos, considerando o valor atribuído às demandas, é
de aproximadamente R$1.569 milhões, dos quais R$40 milhões encontram-se provisionados, por estarem
classificados como prováveis pelos assessores jurídicos.
A Companhia entende não estarem envolvidos valores que pudessem impactar adversamente e de maneira
relevante os seus resultados. Abaixo, encontra-se uma breve descrição das ações consideradas relevantes
pela Companhia:
Processo n°
2008.04.00.005929-7
a) juízo
Tribunal Regional Federal da 4ª Região
b) instância
Tribunal Regional Federal da 4ª Região
c) data de instauração
03 de março de 2008
d) partes no processo
União Federal
e) valores, bens ou direitos
envolvidos
R$ 50.952.000,00
f) principais fatos
Ação Rescisória ajuizada pela União Federal contra Klabin S/A e
Aracruz Celulose S/A, requerendo seja rescindido o v. acórdão
prolatado na Apelação Cível n.º 2002.04.01.014017-4, (credito
premio de IPI decorrentes de exportações) para o fim de afastar a
aplicação da taxa SELIC, bem como das alíquotas previstas na
resolução CIEX nº 2/79.
g) chance de perda
Possível
h) impacto em caso de perda
R$ 50.952.000,00
i) valor provisionado
Não há
Processo n°
13.807.001180/98-45
a) juízo
12ª Vara da Fazenda Publica da Comarca de São Paulo - SP
b) instância
1º Conselho de Contribuintes
c) data de instauração
18 de novembro de 1998
d) partes no processo
Delegacia da Receita Federal de Administração Tributária em São
Paulo/SP.
e) valores, bens ou direitos
envolvidos
R$ 31.310.000,00
f) principais fatos
Glosa dos valores no ano calendário 1994, prejuízos fiscais de
períodos anteriores; despesas não operacionais correspondentes a
perda de capital em subscrição de capital decorrente de capitalização
com bens avaliados a valor de marcado em sociedade contratada
com terceiros; gastos com conservação contabilizados como
despesas operacionais e considerados despesas ativáveis; gastos com
consultoria administrativa e operacional consideradas como
ativáveis por supostamente se referirem a "software"; gastos com
consultoria e administração de marcas e patentes, considerados
como natureza permanente; insuficiência de correção monetária;
despesas de vigem consideradas não necessárias à atividade da
empresa; despesas com prestação de serviços consideradas não
comprovadas.
g) chance de perda
Remota
h) impacto em caso de perda
R$ 31.310.000,00
i) valor provisionado
R$ 5.235.000,00

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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes
Processo n°
16561.000188/2008-36
a) juízo
12ª Vara da Fazenda Publica da Comarca de São Paulo - SP
b) instância
O acórdão de 1ª instância administrativa julgou o lançamento
procedente em parte, cancelando as exigências da CSL relativas a
despesas de prestação de aval e pagamento de royalties (parte dos
itens i e ii). Em função de tal decisão, houve tanto recurso de ofício
como voluntário, os quais, atualmente, aguardam julgamento.
c) data de instauração
05 de dezembro de 2008
d) partes no processo
Delegacia da Receita Federal de Administração Tributária em São
Paulo/SP.
e) valores, bens ou direitos
envolvidos

R$639.229.615,96
f) principais fatos
Trata-se de processo administrativo decorrente de autos de
infração, lavrados em 5.12.2008, por meio dos quais a fiscalização
pretende exigir o IRPJ e a CSL referentes a fatos geradores
ocorridos nos períodos-base de 2003 a 2007. O trabalho fiscal está
baseado em quatro acusações distintas, a saber: (i) indedutibilidade
de despesas a título de royalties pelo uso de marcas, as quais foram
pagas a outra empresa do grupo; (ii) falta de necessidade das
despesas com avais concedidos por empresa controladora da
Klabin; (iii) amortizações indevidas de ágios formados nas
aquisições das empresas Klamasa e Igaras; e (iv) compensação
indevida de prejuízos fiscais e bases de cálculo negativa da CSl, em
virtude de insuficiência de saldos, decorrente das glosas acima.
g) chance de perda
Remota
h) impacto em caso de perda
R$639.229.615,96
i) valor provisionado
Não há
Processo n°
112.420.10000-18; 112.420.10000-19; 112.420.10000-20;
112.420.10000-21; 112.420.10000-22; ND´s 373; 374; 375 e 376
a) juízo
b) instância
c) data de instauração
2005 a 2009
d) partes no processo
Município de Lages S/C
e) valores, bens ou direitos
envolvidos
R$ 200.599.240,37
f) principais fatos
"O contribuinte deixou de recolher o ISS sobre a confecção e
impressão de embalagens personalizadas, conforme disciplina do
Art. 1º LC 116/03, item 13 ­ sub-item 13.05 da lista de serviços.
Segundo Art. 146 da CF/88, cabe à Lei Complementar disciplinar
os tributos e respectivos fatos geradores, bem como os conflitos de
competência em matéria tributária. Neste sentido, a LC 87/96, em
seu Art. 3º, V, determina que os casos que envolvam prestação de
serviços com fornecimento de mercadoria estarão sujeitos ao ISS,
desde que devidamente previsto em Lei Complementar que
regulamenta o ISS. STJ súmula 156. `A PRESTAÇÃO DE
SERVIÇO DE COMPOSIÇÃO GRÁFICA, PERSONALIZADA E
SOB ENCOMENDA, AINDA QUE ENVOLVA
FORNECIMENTO DE MERCADORIAS, ESTÁ SUJEITA,
APENAS, AO ISS.
g) chance de perda
Possível
h) impacto em caso de perda
R$ 200.599.240,37
i) valor provisionado
Não há
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes
Processo n°
19515.001895/2007-11
a) juízo
b) instância
Aguardando julgamento do recurso voluntário pelo 1o Conselho
de Contribuintes
c) data de instauração
d) partes no processo
Delegacia da Receita Federal de Administração Tributária em São
Paulo/SP
e) valores, bens ou direitos
envolvidos
O processo corresponde a parcela de R$ 150.000.000,00 do
processo, da qual não foi aderiada ao REFIS (vide item 4.7 deste
formulário)
f) principais fatos
Trata-se de processo administrativo, decorrente dos autos de
infração, referente à venda da RIOCELL, os quais a fiscalização
exige da Klabin S.A. o IRPJ e a CSL, dos períodos-base de 2003,
2004 e 2005. Parte do valor envolvido foi objeto de REFIS.
Restando apenas a discussão sobre a multa isolada.
g) chance de perda
Possível
h) impacto em caso de perda
R$168.000.000,00
i) valor provisionado
Não há
Processos de Natureza Trabalhistas
Em 31 de dezembro de 2010, a Companhia figurava no pólo passivo de 1.229 ações de natureza
trabalhista, consistentes, em sua maioria, de ações ingressadas por ex-empregados das plantas da
Companhia e versam sobre insalubridade, pagamento de direitos trabalhistas (verbas rescisórias, horas
extras, adicionais de periculosidade e insalubridade), indenizações e responsabilidade subsidiária. O valor
total envolvido nos processos, considerando o valor atribuído às demandas, é de aproximadamente R$122
milhões, dos quais R$56 milhões encontram-se provisionados, por estarem classificados como prováveis
pelos assessores jurídicos.
A Companhia acredita que, embora o número de ações trabalhistas seja alto, nenhuma ação considerada
individualmente é relevante suficiente a ponto de poder impactar adversamente e de maneira relevante os
seus resultados.
Abaixo, encontra-se uma breve descrição das ações consideradas relevantes pela Companhia:
Processo n°
01746-2003-029-12-00-8
a) juízo
Justiça do Trabalho da Comarca de Lages
b) instância
Aguarda julgamento no TRT
c) data de instauração
25 de julho de 2003
d) partes no processo
Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Papel, Papelão e
Cortiça de Otacílio Costa (SINPOC)
e) valores, bens ou direitos
envolvidos
R$ 6.539.504,00
f) principais fatos
Pagamento de adicional de periculosidade e Insalubridade
g) chance de perda
Provável
h) impacto em caso de perda
R$ 6.539.504,00
i) valor provisionado
R$ 6.539.504,00
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4.3 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos e relevantes
Processo n°
00201-2004-042-12-00-5
a) juízo
Justiça do Trabalho da Comarca de Curitibanos - SC
b) instância
Acórdão proferido. Dado provimento parcial ao RO da Klabin e
negado provimento ao RO do Sindicato-Autor. RR pela Klabin, em
10/09/2009, admitido. Aguarda julgamento no TST.
c) data de instauração
11 de março de 2004
d) partes no processo
Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Papel, Papelão e
Cortiça de Correia Pinto (SITICOP)
e) valores, bens ou direitos
envolvidos
R$ 7.229.244,00
f) principais fatos
Pagamento de adicional de periculosidade envolvendo 336
substituídos
g) chance de perda
Provável
h) impacto em caso de perda
R$ 7.229.244,00
i) valor provisionado
R$ 7.229.244,00
Processo n°
00205-2004-042-12-00-3
a) juízo
Justiça do Trabalho da Comarca de Curitibanos - SC
b) instância
Aguarda julgamento no TRT
c) data de instauração
11 de março de 2004
d) partes no processo
Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Papel, Papelão e
Cortiça de Correia Pinto (SITICOP)
e) valores, bens ou direitos
envolvidos
R$ 912.554,00
f) principais fatos
Pagamento de Horas Extras
g) chance de perda
Provável
h) impacto em caso de perda
R$ 912.554,00
i) valor provisionado
R$ 912.554,00
Processo de enquadramento como Agroindústria
A Companhia ajuizou, mandado de segurança junto a Justiça Federal de São Paulo, em 2003, em face da
União Federal, ação pleiteando o não enquadramento como AGROINDUSTRIA. Em 31 de dezembro de
2010, o processo encontra-se em fase de Julgamento de Apelação junto ao TRF da 3ª Região. Não há
como apurar o valor envolvido, uma vez que se trata de mandado de segurança, e o prognostico de perda
é possível
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4.4 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais não sigilosos cujas partes contrárias
sejam administradores, ex-administradores, controladores, ex-controladores ou investidores
4.4.
Processos judiciais, administrativos e arbitrais, que não estão sob sigilo, em que a
Companhia ou suas controladas são partes e cujas partes contrárias são administradores ou ex-
administradores, controladores ou ex-controladores ou investidores da Companhia ou de seus
controladores:

A Companhia e suas controladas não possuem processos judiciais, administrativos ou arbitrais cujas
partes contrárias sejam administradores ou ex-administradores, controladores ou ex-controladores ou
investidores da Companhia ou de suas controladas.
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4.5 - Processos sigilosos relevantes
4.5.
Impactos em caso de perda e valores envolvidos em processos sigilosos relevantes em que a
Companhia ou suas controladas são parte:

A Companhia e suas controladas não possuem processos sigilosos relevantes em que a Companhia ou
suas controladas sejam parte e que não tenham sido divulgados acima.
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4.6 - Processos judiciais, administrativos ou arbitrais repetitivos ou conexos, não sigilosos e
relevantes em conjunto
4.6.
Processos judiciais, administrativos e arbitrais repetitivos ou conexos, baseados em fatos e
causas jurídicas semelhantes, em que a Companhia ou suas controladas são partes, não estão sob
sigilo e em conjunto são relevantes para seus negócios, discriminando entre trabalhistas,
tributários, cíveis e outros:

A Companhia e suas controladas não possuem processos judiciais, administrativos e arbitrais repetitivos
ou conexos, baseados em fatos e causas jurídicas semelhantes, que não estejam sob sigilo e que em
conjunto sejam relevantes.
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4.7 - Outras contingências relevantes
4.7.
Outras contingências relevantes não abrangidas nos itens anteriores:

Todas as informações relevantes e pertinentes sobre as contingências da Companhia foram divulgadas nos
itens acima. Adicionalmente, demonstramos abaixo as informações acerca do Auto de Infração de
imposto de renda e contribuição social sofrido pelo Companhia, do qual não figura nas contingências da
Companhia, em decorrência da adesão ao REFIS para liquidação do processo, mencionada abaixo:

Autuação de imposto de renda e contribuição social / Adesão ao REFIS
A Companhia sofreu um Auto de Infração em 27 de julho de 2007 de imposto de renda e contribuição
social relacionado aos desinvestimentos realizados pela Companhia no exercício de 2003. Esse Auto de
Infração, incluindo principal, multa e juros, a valores atualizados em 31 de dezembro de 2009
representaria aproximadamente R$ 1.069 milhões, o qual não estava registrado como provisão para
contingências em função dos prognósticos de perda considerados anteriormente.
Dentro do prazo legal, facultado pela lei 11941/09, a Companhia efetuou a adesão ao Programa de
Parcelamento Fiscal (REFIS) e, conforme Fato Relevante divulgado em 18/02/10 incluiu parte do Auto de
Infração acima citado. O valor incluído no programa REFIS, em 31 de dezembro de 2009, era de
aproximadamente R$862 milhões que, após a aplicação das regras do referido programa, foi reduzido
para aproximadamente R$332 milhões, que foi provisionado nas demonstrações financeiras do exercício
findo em 31 de dezembro de 2009, e que em 31 de dezembro de 2010, com a devida atualização
monetária reconhecida no resultado, representa R$349 milhões.
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4.8 - Regras do país de origem e do país em que os valores mobiliários estão custodiados
4.8.
Informações sobre as regras do país de origem do emissor estrangeiro e regras do país no
qual os valores mobiliários do emissor estrangeiro estão custodiados, identificando: a) restrições
impostas aos exercícios de direitos políticos e econômico; b) restrições à circulação e transferência
dos valores mobiliários; c) hipóteses de cancelamento de registro; e d) outras questões do interesse
dos investidores:

Não aplicável dado que a Companhia é domiciliada no Brasil.
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5.1 - Descrição dos principais riscos de mercado
5.1.
Riscos de mercado a que a Companhia está exposta, inclusive em relação a riscos cambiais
e a taxa de juros:

A Companhia está sujeita aos riscos de mercado no curso normal de suas atividades. Tais riscos estão
relacionados principalmente às alterações adversas em taxas de juros e câmbio, à indústria em geral, às
atividades e à regulamentação do setor de atuação, bem como às licenças ambientais necessárias para o
desenvolvimento das atividades.

A instabilidade cambial pode prejudicar a economia brasileira, bem como a Companhia.

Em decorrência de diversas pressões, a moeda brasileira tem sofrido oscilações recorrentes com relação
ao Dólar, ao Euro e outras moedas fortes ao longo dos últimos anos.

Em 2008, o real se desvalorizou 32% frente ao dólar, tendo fechado em R$ 2,34 por US$ 1,00 em 31 de
dezembro. Em 31 de dezembro de 2009, com a recuperação econômica, observou-se a valorização de
25% da moeda brasileira frente ao dólar. Em 31 de dezembro de 2009, a taxa de câmbio entre o real e o
dólar era de R$ 1,74 por US$ 1,00. Ao final do ano de 2010, a moeda brasileira havia apresentado uma
valorização de 4% em comparação ao fim de 2009, com cotação final de R$ 1,67 por US$ 1,00.

A desvalorização do real frente ao dólar afeta negativamente o endividamento da Companhia em moeda
estrangeira, porém afeta positivamente a receita das exportações, melhorando o resultado operacional da
Companhia. O contrário acontece quando da valorização do real, reduzindo o endividamento da
Companhia, porém impactando negativamente as receitas de exportação assim como o resultado
operacional.

O declínio no nível de atividade econômica e a consequente estagnação ou desaceleração do
crescimento do PIB brasileiro e mundial pode reduzir a demanda por produtos da Companhia.

Os resultados operacionais da Companhia são afetados pelo nível de atividade econômica no Brasil e no
mundo. Uma diminuição da atividade econômica brasileira e mundial tipicamente resulta em redução da
produção industrial que, por sua vez, implica redução do consumo dos produtos da Companhia. Caso
ocorra desaceleração do crescimento do PIB brasileiro e mundial, os resultados operacionais da
Companhia podem vir a ser afetados adversamente.

O aumento ou a manutenção de elevadas taxas de juros reais pode causar um efeito adverso à
economia brasileira e à Companhia.

A Companhia está exposta ao risco de taxa de juros, uma vez que a maior parte de suas obrigações
financeiras estão atreladas a taxas flutuantes (Taxa de Juros de Longo Prazo, definida pelo Banco Central
do Brasil, Taxa DI). De forma geral, a taxa de juros de curto prazo do Brasil, em decorrência da
determinação pelo Banco Central das taxas de juros de curto prazo, foi mantida em altos níveis nos
últimos anos. A elevação das taxas de juros pode afetar negativamente a demanda interna,
consequentemente os produtos da Companhia.

Em 31 de dezembro de 2008, 2009 e 2010, as taxas de juros de curto prazo foram 13,75%, 8,75% e
10,65% ao ano, respectivamente.

Caso o Governo Federal aumente as taxas de juros, incluindo a Taxa de Juros a Longo Prazo ou adote
outras medidas com relação à política monetária que resultem em um aumento significativo das taxas de
juros, as despesas financeiras da Companhia poderão aumentar significativamente, afetando
adversamente a sua condição econômico-financeira.



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5.1 - Descrição dos principais riscos de mercado
O governo brasileiro exerceu e continua a exercer influência significativa sobre a economia brasileira.
Essa influência, bem como a conjuntura econômica e política brasileira, podem afetar adversamente a
Companhia.

A Companhia não tem controle sobre quais medidas ou políticas o governo brasileiro poderá adotar no
futuro, e não pode prevê-las. Os negócios da Companhia, sua situação financeira, o resultado de suas
operações e suas perspectivas poderão ser prejudicados por modificações relevantes nas políticas ou
normas que envolvam ou afetem fatores, tais como:
expansão ou contração da economia global ou brasileira;
controles cambiais e restrições a remessas para o exterior;
controle sobre importação e exportação;
flutuações cambiais relevantes;
alterações
no
regime fiscal e tributário;
alterações nas normas trabalhistas;
liquidez dos mercados financeiros e de capitais domésticos;
taxas de juros;
inflação;
política
monetária;
ambiente regulatório pertinente às atividades da Companhia;
política
fiscal;
e
outros acontecimentos políticos, diplomáticos, sociais e econômicos que venham a ocorrer no
Brasil ou que o afetem.

A incerteza quanto à implementação de mudanças por parte do governo brasileiro nas políticas ou normas
que venham a afetar esses ou outros fatores no futuro pode contribuir para a incerteza econômica no
Brasil e para aumentar a volatilidade do mercado brasileiro de valores mobiliários e dos valores
mobiliários emitidos no exterior por companhias brasileiras. Tais incertezas e outros acontecimentos
futuros na economia brasileira poderão afetar a Companhia.

A inflação e os esforços do governo brasileiro de controle da inflação podem contribuir
significativamente para a incerteza econômica no Brasil, o que pode afetar adversamente a
Companhia, suas atividades e sua capacidade de pagamento.

As medidas do governo brasileiro para controle da inflação frequentemente têm incluído a manutenção de
política monetária restritiva com altas taxas de juros, restringindo assim a disponibilidade de crédito e
reduzindo o crescimento econômico. Como consequência, as taxas de juros têm flutuado de maneira
significativa. Por exemplo, as taxas de juros oficiais no Brasil no final de 2008, 2009 e 2010 foram
13,75%, 8,75% e 10,65% respectivamente, conforme estabelecido pelo COPOM.

Eventuais futuras medidas do governo brasileiro, inclusive redução das taxas de juros, intervenção no
mercado de câmbio e ações para ajustar ou fixar o valor do Real poderão desencadear aumento de
inflação. Na hipótese de o Brasil sofrer aumento de inflação no futuro, o governo brasileiro poderá optar
por elevar as taxas de juros oficiais.

A alta na taxa de juros pode ter um efeito adverso nas atividades, e capacidade de pagamento da
Companhia, pelos seguintes motivos: (i) a Companhia pode não ser capaz de reajustar os preços que
cobra de seus clientes e pagadores para compensar os efeitos da inflação sobre a sua estrutura de custos;
(ii) a alta das taxas de inflação poderá gerar um aumento na taxa de juros interna impactando diretamente
no custo de captação de recursos da Companhia, bem como no seu custo de financiamento, de modo a
elevar o custo de serviço de dívidas da Companhia expressas em reais, acarretando, deste modo, um lucro
líquido menor para a Companhia; e (iii) a elevação da taxa de inflação e seu efeito sobre a taxa de juros
interna poderão acarretar redução da liquidez da Companhia nos mercados internos de capitais e de
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5.1 - Descrição dos principais riscos de mercado
crédito, o que afetaria diretamente a sua capacidade para refinanciar seus endividamentos. Qualquer
redução na receita líquida ou no lucro líquido e qualquer deterioração da situação econômico-financeira
da Companhia poderão afetar a capacidade de pagamento da Companhia.

Acontecimentos políticos, econômicos e sociais e a percepção de riscos em outros países, podem
prejudicar o preço de mercado dos valores mobiliários brasileiros, inclusive o preço de mercado dos
valores mobiliários da Companhia.

O valor de mercado de valores mobiliários de emissão de companhias brasileiras é influenciado, em
diferentes graus, pelas condições econômicas e de mercado de outros países. A reação dos investidores
aos acontecimentos em outros países pode causar um efeito adverso sobre o valor de mercado dos valores
mobiliários emitidos por companhias brasileiras. Crises nesses países podem reduzir o interesse dos
investidores nos valores mobiliários das companhias brasileiras, inclusive os valores mobiliários de
emissão da Companhia.

No passado, o desenvolvimento de condições econômicas adversas em outros países do mercado
emergente resultou, em geral, na saída de investimentos e, consequentemente, na redução de recursos
externos investidos no Brasil. A crise financeira originada nos Estados Unidos no terceiro trimestre de
2008 resultou em um cenário recessivo em escala global, com diversos reflexos, que, direta ou
indiretamente, afetaram, e afetam, de forma negativa o mercado acionário e a economia do Brasil, tais
como oscilações nas cotações de valores mobiliários de companhias abertas, falta de disponibilidade de
crédito, redução de gastos, desaceleração generalizada da economia mundial, instabilidade cambial e
pressão inflacionária. Além disso, as instituições financeiras podem estar impossibilitadas, por condições
adversas de mercado, de renovar, estender, conceder novas linhas de crédito em condições
economicamente favoráveis ou de honrar seus compromissos.

Isso poderia dificultar o acesso da Companhia ao mercado de capitais e ao financiamento das suas
operações no futuro, em termos aceitáveis ou absolutos. Quaisquer desses acontecimentos poderá afetar
adversamente os negócios da Companhia.

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5.2 - Descrição da política de gerenciamento de riscos de mercado
5.2.
Política de gerenciamento de riscos de mercado da Companhia, incluindo objetivos,
estratégias e instrumentos:

a) riscos para os quais se busca proteção; b) estratégia de proteção patrimonial (hedge); c)
instrumentos utilizados para proteção patrimonial (hedge); d) parâmetros utilizados para o
gerenciamento desses riscos; e) se a Companhia opera instrumentos financeiros com objetivos
diversos de proteção patrimonial (hedge) e quais são esses objetivos; f) estrutura organizacional de
controle de gerenciamento desses riscos; g) adequação da estrutura operacional e controles internos
para verificação da efetividade da política adotada

A Companhia e suas controladas participam de operações envolvendo instrumentos financeiros, todos
registrados em contas patrimoniais, que se destinam a atender as suas necessidades operacionais, bem
como a reduzir a exposição a riscos financeiros, principalmente de crédito, de moeda e de taxa de juros. A
administração desses riscos é efetuada por meio da definição de estratégias elaboradas pela Diretoria
Financeira e aprovadas pela Administração da Companhia atrelada ao estabelecimento de sistemas de
controles e determinação de limite de posições. Não são realizadas operações envolvendo instrumentos
financeiros com finalidade especulativa.

Os principais riscos de mercado que poderiam afetar as operações da Companhia são:

Risco de crédito e de aplicação dos recursos

Esses riscos são administrados por normas específicas de aceitação de clientes, análise de crédito e
estabelecimento de limites de exposição por cliente. O monitoramento de duplicatas vencidas é realizado
prontamente. Adicionalmente, há análises específicas e normas aprovadas pela Administração para a
aplicação financeira em instituições financeiras e os tipos de investimentos ofertados no mercado
financeiro, buscando uma aplicação de forma conservadora e segura.

Risco de exposição às variações cambiais

A Companhia mantém operações no mercado externo que estão expostas a riscos de mercado decorrentes
de mudanças nas cotações de moedas estrangeiras. Qualquer flutuação da taxa de câmbio pode aumentar
ou reduzir os referidos saldos. A Companhia não tem contratado derivativos para proteger a exposição
cambial de longo prazo, entretanto, para fazer frente a tal exposição passiva líquida, a Companhia possui
plano de vendas cujo fluxo projetado de receitas de exportação de US$ 500 milhões anuais e seus
recebimentos, se forem concretizados, superam o fluxo de pagamentos dos respectivos passivos,
compensando o efeito caixa desta exposição cambial no futuro.

Risco de taxa de juros

A Companhia possui empréstimos junto ao BNDES, indexados pela variação da TJLP e de capital giro e
aplicações financeiras indexados à variação do CDI, expondo estes ativos e passivos às flutuações nas
taxas de juros conforme demonstrado no quadro de sensibilidade a juros abaixo. A Companhia não tem
pactuado contratos de derivativos para fazer "hedge"/"swap" contra esse risco. Porém, ela monitora
continuamente as taxas de juros de mercado com o objetivo de avaliar a eventual necessidade de
contratação de derivativos para se proteger contra o risco de volatilidade dessas taxas. Adicionalmente, a
Companhia considera que o alto custo associado à contratação de taxas pré-fixadas sinalizadas pelo
cenário macroeconômico brasileiro justifica a sua opção por taxas flutuantes.

A Companhia gerencia seus riscos de forma contínua, determinando o cumprimento de políticas formais
aprovadas pela Administração que orientam as transações relacionadas aos riscos, contando com
auditorias internas em sua estrutura organizacional, da qual auxilia na verificação das políticas,
procedimentos e práticas aplicadas no gerenciamentos dos riscos.
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5.3 - Alterações significativas nos principais riscos de mercado
5.3.
Alterações significativas nos principais riscos de mercado em que a Companhia está
exposta ou na política de gerenciamento de riscos adotada no último exercício social:

Nos exercícios sociais de 2008 e de 2009 o principal risco de mercado que impactou os resultados da
Companhia foram as flutuações da taxa de câmbio, relacionadas ao dólar americano, gerando um efeito
negativo no resultado de 2008, porém contraposto pelo efeito positivo em 2009, conforme demonstrado
no quadro abaixo:
Exercício social encerrado em
(R$/mil)
31.12.2009 31.12.2008
Variação cambial ­ passiva
750.350
(769.979)
Variação cambial - ativa
(86.595)
95.965
Variação cambial líquida
663.755
(674.014)

Durante o exercício de 2010, o dólar permaneceu mais estável em relação aos exercícios anteriores,
apresentando uma variação de 4%, gerando um resultado financeiro líquido de variação cambial
equivalente a R$ 120 milhões de ganho.
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5.4 - Outras informações relevantes
5.4.
Outras informações relevantes:

Não existem outras informações relevantes sobre esse item "5".
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6.1 / 6.2 / 6.4 - Constituição do emissor, prazo de duração e data de registro na CVM
Data de Constituição do Emissor
País de Constituição
Prazo de Duração
Data de Registro CVM
Forma de Constituição do Emissor
06/08/1997
08/11/1978
Constituída sob a forma de sociedade por ações.
Brasil
Prazo de Duração Indeterminado
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6.3 - Breve histórico
6.3.
Breve histórico da Companhia:

A trajetória centenária de Klabin Irmãos & Cia, controladora da Klabin S.A.teve início em 1899, quando
as famílias Klabin e Lafer fundaram referida empresa, em São Paulo, para comercialização de produtos de
papelaria e de artigos de escritórios e tipografia. Os negócios prosperaram e, quatro anos depois, a
empresa já entrava no segmento no qual passaria a fazer história: a produção de papel. O arrendamento de
uma pequena fábrica permitiu o começo da produção de folhas para impressão.

Em 1909, foi constituída a Companhia Fabricadora de Papel, que nos anos 20 já figurava entre as três
maiores produtoras de papel do Brasil. A marca dos empreendedores sempre foi buscar a inovação, o que
exigia viagens regulares à Europa em busca de novas técnicas de produção. Dentro desse espírito, a
empresa deu seu grande salto em 1934, com a aquisição da Fazenda Monte Alegre, no município de
Tibagi, oeste do Paraná, para a construção da primeira fábrica integrada de celulose e papel do País,
denominada Indústrias Klabin do Paraná (IKP).

O primeiro projeto de florestas plantadas teve início em 1943, inicialmente com araucária e eucalipto e
depois, na década de 50 com o pínus, dando início ao plantio de grandes áreas. Este ambicioso projeto
resultou no início das atividades fabris em 1946, com a produção de papel jornal e para embalagem. Pela
primeira vez na história da indústria nacional, uma parcela da demanda de mercado interno de papel
imprensa foi suprida por uma indústria brasileira.

O resultado desta preocupação é o mosaico existente atualmente, onde as florestas plantadas de pínus e
eucalipto estão entremeadas com áreas de florestas nativas preservadas. Na área fabril, conquistou o
reconhecimento da indústria pela introdução de modernas tecnologias, como as caldeiras de recuperação,
integradas a processos que aumentaram significativamente a produtividade e a proteção ambiental. Desde
essa época, já praticava sua cultura de desenvolvimento sustentável.

Hoje, a Companhia é a maior produtora, exportadora e recicladora de papéis do Brasil. É líder nos
mercados de papéis e cartões para embalagens, embalagens de papelão ondulado e sacos industriais; além
de comercializar madeiras em toras. Possui 17 unidades industriais no Brasil ­ distribuídas por oito
estados e uma na Argentina, e emprega mais de 12 mil funcionários, entre próprios e terceiros.

Em 2007, sua capacidade total instalada foi elevada de 1,6 milhão para 1,9 milhões de toneladas/ano. Em
2008, foi concluído o projeto de expansão da Unidade Monte Alegre, no Paraná, que totalizou um
investimento em torno de R$ 2,2 bilhões, posicionando essa unidade entre as maiores fábricas de papéis
do mundo e a sexta maior produtora global de cartões de fibras virgens. A companhia também é
responsável por 6% de todo o kraftliner comercializado internacionalmente.

Líder brasileira no setor de papelão ondulado, a Companhia possui a maior capacidade de produção do
mercado nacional, com nove unidades de conversão de embalagens no país. No segmento de sacos
multifolhados e do tipo SOS, a companhia é reconhecida pela liderança, qualidade de seus produtos e
atendimento a diferentes mercado, como de a construção civil, alimentos, produtos químicos e
agronegócio. Líder na produção na América Latina de papéis para embalagens, a Companhia desenvolve
papéis e cartões de alto valor agregado, produzidos de um mix de fibras longas (pínus) e curtas
(eucalipto).

Além de ser responsável pelo abastecimento de matéria-prima ­ madeira ­ para todas suas fábricas de
papel, a Unidade Florestal da Companhia é a maior fornecedora do Brasil de toras originadas de florestas
plantadas para os segmentos de serraria e laminação. Em 2010, a empresa contabilizou 458 mil hectares
de florestas, sendo 213 mil hectares de florestas plantadas e 192 mil hectares de mata nativa preservada.
Em 1998, a empresa foi a primeira do Hemisfério Sul, no setor de papel e celulose, a receber a
certificação do FSC (Forest Stewardship Council) ­ em português, Conselho de Manejo Florestal, para
sua Unidade Florestal no Paraná. Hoje, a Companhia tem suas florestas e todos os seus processos
produtivos certificados pelo FSC, confirmando que a empresa desenvolve suas atividades dentro dos mais
elevados padrões socioambientais.

A Companhia aderiu, em 2004, ao Chicago Climate Exchange (CCX), organização internacional de
intercâmbio de emissões de gases geradores de efeito estufa, sendo a primeira empresa a apresentar a essa
entidade projeto florestal de seqüestro de carbono. Com isso, habilitou-se a vender créditos de carbono
para empresas integrantes da organização que necessitam tomar medidas para redução e controle de gases
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6.3 - Breve histórico
causadores do aquecimento global. Desde 2005, a empresa é membro-pleno da organização.

A Companhia é a maior recicladora de papel do Brasil, com capacidade para reciclagem de 200 mil
toneladas de papel por ano. Associada com a Tetra Pak, TSL Ambiental e Alcoa, a Companhia
desenvolveu uma nova tecnologia, inédita no mundo, de reciclagem total de embalagens longa vida. Em
2005, foi inaugurada a EET, uma usina de reciclagem em Piracicaba, São Paulo, que permite separar o
alumínio, o filme de polietileno e a fibra celulósica.

Aos 112 anos de existência, a Companhia tem orgulho de ter manter-se sob o controle acionário da
família de seus fundadores, e de ser uma empresa brasileira reconhecida internacionalmente pelos altos
padrões de qualidade de seus produtos e dotada de um profundo respeito pela natureza.
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6.5 - Principais eventos societários ocorridos no emissor, controladas ou coligadas
6.5.
Principais eventos societários, tais como incorporações, fusões, cisões, incorporações de
ações, alienações e aquisições de controle societário, aquisições de ativos importantes, pelos quais
tenham passado a Companhia ou qualquer de suas controladas ou coligadas, indicando: (a) evento;
(b) principais condições do negócio; (c) sociedades envolvidas; (d) efeitos resultantes da operação
no quadro acionário, especialmente sobre a participação do controlador, de acionistas com mais de
5% do capital social e dos administradores da Companhia; (e) quadro societário antes e depois da
operação.
A Companhia não passou por eventos societários significativos nos últimos três exercícios sociais.
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6.6 - Informações de pedido de falência fundado em valor relevante ou de recuperação judicial
ou extrajudicial
6.6.
Pedidos de falência, desde que fundados em valor relevante ou de recuperação judicial ou
extrajudicial da Companhia, e o estado atual de tais pedidos:
Não houve pedido de falência ou de recuperação judicial ou extrajudicial da Companhia.
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6.7 - Outras informações relevantes
6.7.
Outras informações relevantes:

Não existem outras informações relevantes sobre esse item "6".
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7.1 - Descrição das atividades do emissor e suas controladas
7.1.
Descrição sumária das atividades desenvolvidas pela Companhia e por suas controladas:

Empresa brasileira de base florestal, a Companhia é a maior produtora de papéis e cartões para
embalagens, embalagens de papelão ondulado e sacos industriais do Brasil, além de ser a maior produtora
de toras para serrarias e laminadoras. É também a maior recicladora de papéis e a principal exportadora
do setor no país.
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7.2 - Informações sobre segmentos operacionais
7.2.
Segmentos operacionais que tenham sido divulgados nas 3 últimas demonstrações
financeiras de encerramento do exercício social ou, quando houver, nas demonstrações financeiras
consolidadas:

a) produtos e serviços comercializados

Em 2003, a Companhia passou por processo de reestruturação financeira e centrou seus negócios na
fabricação de papéis e cartões para embalagem e embalagens de papel, foco atual dos negócios da
Companhia. Hoje, os produtos da Companhia são: papéis (kraftliner papelcartão e reciclado), papelão
ondulado e sacos industriais. A Companhia também atua no setor florestal, com vendas de toras de
madeira.
A Companhia é pioneira e líder na produção de papel kraftliner na América Latina, além de ser a maior
produtora e exportadora de papéis para embalagens, respondendo por mais da metade das exportações
brasileiras em 2010. O papel kraftliner fabricado pela Companhia é exportado para mais de 60 países e,
juntamente com o papel reciclado, abastece de forma integrada as fábricas de embalagens de papelão
ondulado da Companhia.
O papelcartão da Companhia é produzido com um mix de fibras curtas (eucalipto) e longas (pínus), que
confere resistência e ótima qualidade de impressão à embalagem. Todas as fábricas de papelcartão da
Companhia têm a certificação Cadeia de Custódia do FSC (Forest Stweardship Council).
A Companhia também é líder brasileira no setor de papelão ondulado e possui a maior capacidade de
produção do mercado nacional. As embalagens da Companhia atendem a todos os segmentos da
economia, com total proteção aos produtos transportados.
Líder também na fabricação de sacos industriais, reconhecidos pela qualidade e o atendimento a clientes é
personalizado nos diversos segmentos de mercado, com destaque para a construção civil, alimentos,
produtos químicos e agronegócio.
Além dos segmentos de papéis, a Unidade Florestal da Companhia atua na venda de toras originadas de
florestas plantadas para a indústria de laminação e madeira serrada. Esses processos garantem
confiabilidade e baixo custo aos produtos, sempre em sintonia com a política de sustentabilidade da
Companhia. A Companhia possui suas florestas certificadas pelo FSC (Forest Stewardship Council) e foi
a primeira empresa do setor de Papel e Celulose do Hemisfério Sul a conquistar a certificação FSC, para
suas áreas florestais do Paraná, em 1998.

b) receita proveniente do segmento e sua participação na receita líquida da Companhia

A tabela abaixo apresenta os valores decorrentes de cada uma das atividades da Companhia, bem como o
respectivo percentual de tais valores sobre a receita operacional líquida nos
exercícios sociais encerrados
em 31 de dezembro de 2008, 2009 e 2010:
Exercício Social Encerrado em 31 de dezembro de
2008
2009
2010
R$ milhões
%
R$ milhões
%
R$ milhões
%
Receita Operacional Líquida
3.097
100%
2.960
100%
3.663
100%
Papéis
2.266 73% 2.127 72%
2.606 71%
Conversão
1.384 45% 1.395 47%
1.649 45%
Florestal
582 19%
547 18%
707 19%
Outros
(1.135) -37% (1.109) -37% (1.299) -35%
A receita bruta em 2010 atingiu R$4,4 bilhões. A receita líquida totalizou R$3,6 bilhões, 24% superior a
2009. A receita de exportação representou 22% da receita líquida total. A receita bruta em 2009 atingiu
R$3,6 bilhões. A receita líquida totalizou R$3,0 bilhões, 4% inferior a 2008. A receita de exportação
representou 24% da receita líquida total. A receita bruta (incluindo madeira) em 2008 atingiu R$3,7
bilhões. A receita líquida totalizou R$3,1 bilhões, 11% superior a 2007. A receita de exportação
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7.2 - Informações sobre segmentos operacionais
representou 28% da receita líquida total.

c) lucro ou prejuízo resultante do segmento e sua participação no lucro líquido da Companhia

A Companhia não calcula o lucro ou prejuízo separadamente para cada um dos segmentos em que atua,
uma vez que as funções de sua estrutura operacional são compartilhadas entre todos os segmentos, não
sendo possível a alocação das despesas associadas com tais atividades para cada um deles, além da
concentração do caixa da Companhia em sua unidade corporativa, sem a segregação nas unidades de
negócio.
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7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais
7.3.
Produtos e serviços que correspondam aos segmentos operacionais divulgados no item 7.2.
acima:

a) características do processo de produção

A Companhia é um produtor fortemente integrado e verticalizado. Tem sua demanda por madeira
atendida principalmente por suas próprias florestas, que são plantadas e manejadas pela Companhia.
Produz a celulose e, em seguida, trabalha na conversão em papel. Nas próprias unidades de produção,
parte do papel é convertido em sacos e caixas de papelão ondulado, o restante é vendido nos mercados
interno e externo. A Companhia é a maior exportadora brasileira de papéis kraftliner segundo a
Associação Brasileira de Celulose e Papel - BRACELPA, e abastece ainda o mercado brasileiro de
cartões, com destaque para embalagens de alimentos líquidos, alimentos frigorificados e de uso geral.
Exporta cartões para a Europa, Ásia, América do Norte e Oceania. Adicionalmente, utiliza papéis
reciclados na fabricação de caixas de papelão ondulado.

Os processos utilizados são costumeiramente utilizados pelo setor, aprimorados para as condições de cada
planta, com relação ao tipo de madeira e destino final da fibra. A tecnologia vem principalmente do
hemisfério norte, de países como Alemanha, Suécia, Finlândia e EUA. O Brasil, por ser um centro
importante na indústria de celulose e papel, tem fábricas dos principais fornecedores mundiais de
equipamentos para este setor.

FLORESTAL

A Klabin produz madeira a partir de florestas plantadas de eucalipto e de pinus. O processo de produção é
iniciado na obtenção de mudas por propagação vegetativa (clonagem) ou por sementes, que é realizada
em viveiros florestais próprios e contratados. A produção de mudas ocorre normalmente entre 3 e 5
meses.

Após o preparo de solo e a primeira fertilização, as mudas são plantadas. No período de implantação
florestal é necessária fertilização das áreas e controle de plantas daninhas e formigas cortadeiras. O
período de implantação leva cerca de 1 ano para o eucalipto e 3 anos para o pinus. Após este período, a
floresta está consolidada e é necessário vigilância das áreas para que não ocorram sinistros que possam
prejudicar a produtividade.

Na idade de corte (entre 6 e 7 anos para eucalipto e cerca de 14 anos para pinus) é realizada a colheita
florestal, com a utilização de máquinas para corte, arraste e processamento da madeira. As toras
produzidas são carregadas e transportadas em caminhões até os pátios de madeira localizados nas
fábricas.

A área florestal produz ainda madeira em toras que é vendida para indústrias (serrarias e laminadoras) que
utilizam madeira na região. Neste caso, a floresta é colhida com aproximadamente 15 anos (eucalipto) e
20 anos (pinus).

Em todo este processo, são respeitados rigorosos critérios ambientais e sociais, de maneira que a
produção nas florestas plantadas seja realizada de maneira sustentável. Estas operações envolvem
cuidados com o solo, água, e biodiversidade e com as comunidades que se relacionam com as áreas
manejadas. A Klabin tem o seu manejo florestal certificado pelo FSC (Forest Stewardship Council).

Principais Equipamentos

Na formação das florestas os principais equipamentos utilizados estão relacionados com máquinas para
preparo de solo (tratores com implementos). Já no processo de colheita os equipamentos estão agrupados
em módulos compostos por um Feller direcional, um Skidder, um Shovel e dois Processadores.
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7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais
PAPÉIS

A Companhia utiliza fibras de eucalipto e de pinus na produção de papéis de embalagem A produção da
celulose consiste na separação das fibras dos demais componentes constituintes da madeira, em particular
da lignina, que atua ligando as células entre si e que proporciona a estrutura rígida da madeira. A madeira,
sob forma de cavacos, é tratada em vasos de pressão, denominados digestores, com soda caustica e outros
produtos químicos. É o processo químico ou Kraft, o mais usado na indústria de celulose.
Após passar pelos digestores, há um processo de separação das fibras de celulose dos componentes da
madeira que foram solubilizados. A fibra, ainda de aspecto marrom, é enviada a etapa seguinte do
processo, diretamente para a máquina de papel ou para o branqueamento. Os componentes solubilizados
formam a chamada lixívia negra, que é enviada para o processo de recuperação dos produtos químicos e
queima de componentes orgânicos (lignina e outros componentes da madeira), que geram vapor e energia.
O branqueamento é um processo utilizado para continuar a deslignificação iniciada no cozimento e
conferir o aspecto branqueado à celulose. Utilizam-se agentes oxidantes, como oxigênio, ozônio e
peróxidos para remover a lignina residual das fibras e deixar a pasta celulósica branca. A Companhia
utiliza na sua planta em Monte Alegre branqueamento isento de cloro elementar, chamado ECF
(Elementar Chlorine Free). Este processo garante a não formação de dioxinas, compostos químicos
altamente poluentes, em seus efluentes.
A transformação da celulose em uma estrutura plana, delgada e coesa, o papel, se dá em uma série de
equipamentos e operações, que reunidos chamamos máquina de papel. O processo se inicia com o
tratamento das fibras, fase denominada de preparação de massa, onde as fibras passam por equipamentos
que desenvolverão as propriedades físicas das fibras, segregarão impurezas e farão mesclas com outros
tipos de fibras e aditivos utilizados na fabricação do papel, como cargas minerais, amidos, colas, corantes.
Cada tipo de papel tem uma formulação distinta, de acordo com as necessidades de seu uso final. Esta
fase se dá em meio aquoso e após estes tratamentos, a suspensão de fibras é enviada à máquina de papel,
para ganhar as características finais, como gramatura (massa de fibra por unidade de área), secagem, e
acabamento superficial.

Principais Equipamentos

No processo produtivo os equipamentos mais importantes são os digestores (fabricação de celulose), a
caldeira de recuperação (recuperação de produtos químicos e geração de vapor), os turbogeradores
(produção de energia) e as máquinas de produção de papel.
As unidades de produção realizam paradas anuais de 7 a 10 dias para grandes manutenções e inspeções
nos seus equipamentos, em especial naqueles que trabalham sob condições de pressão e temperatura,
como digestores e caldeiras. Nestas paradas são substituídos equipamentos com desgastes ou realizadas
melhorias tecnológicas, visando melhorar desempenho, garantir segurança operacional e aumentar
produtividade. Ainda, mensalmente são realizadas manutenções preventivas e corretivas, em
equipamentos singulares e nas máquinas de papel.

Os principais equipamentos das unidades de produção de celulose e papel da Companhia estão
relacionados abaixo:











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7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais
Unidade Monte Alegre ­ PR
Equipamentos
Principais
Ano de
Início de
Operação
Últimas
Atualizações
Tecnológicas
Fabricante Capacidade Instalada
Digestor
Continuo I
1978
1984 / 1986
Voith
600 t/d
Digestor
Continuo II
1988 2007 Kvaerner 2100
t/d
Caldeira de
Recuperação I
1977
1997 / 2000 /
2003
Gotaverken /
Anthony Ross
1968 t/d
Caldeira de
Recuperação II
2007 2007 CBC
1700
t/d
Turbogerador 7
1978 ABB 23,5
MWh/h
Turbogerador 8
2008 2008 Siemens 71,5
MWh/h
Máquina de Papel 7
1979
1989 / 1997 /
1998 / 2000
Voith
Valmet
850 t/d
Máquina de Papel 9
2007
2008
2007
Voith
Voith
950 t/d
Unidade Otacílio Costa ­SC
Equipamentos
Principais
Ano de
Início de
Operação
Últimas
Atualizações
Tecnológicas
Fabricante Capacidade Instalada
Digestores
1975
1986 / 1998
Hércules
980 t/d
Caldeira de
Recuperação
1998 CBC 1100
t/d
Turbogeradores
TG3 ­ 1.993
TG4 ­ 1.998
1967
1995 / 1998
Ahstrom
32 MWh/h
Máquina de Papel 13
(produção bruta)
1975
1997 / 1998
Voith
680 t/d
Unidade Correia Pinto ­SC
Equipamentos
Principais
Ano de
Início de
Operação
Últimas
Atualizações
Tecnológicas
Fabricante Capacidade
Instalada
Digestores 1969 1992
Jaraguá /
CBC
500 t/d
Caldeira de
Recuperação
1992 CBC 850
t/d
Turbogerador 3
1993
Siemens
36 MWh/h
Máquina de Papel 1
(produção bruta)
1969
1990 / 1993 /
2001 / 2005
Beloit /Voith
376 t/d
CONVERSÃO

(i) Caixas e Chapas de Papelão Ondulado

A fabricação de embalagens de papelão ondulado é um processo térmico-químico-mecânico. O papel é
processado em diversos equipamentos até chegar à condição de embalagens. Durante esse processo o
papel é unido em camadas, ondulado mecanicamente, recortado, vincado, impresso com tinta à base de
água e dobrado.
O processo se inicia com a união de várias camadas de papel de forma a constituir uma chapa rígida.
Nesta fase, uma ou duas camadas são unidas às demais, alternadamente, somente depois de sofrerem
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7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais
processo de ondulação. Para isso, o papel recebe aplicação de cola feita à base de amido e é submetido ao
calor. Essa ondulação confere propriedade de rigidez à chapa de papelão. As ondas podem ser de várias
alturas, conferindo várias espessuras ao papelão ondulado (medidas aproximadas, dependendo da
espessura do papel):
·
Onda "E":
1,3 mm de espessura
·
Onda "B":
2,8 mm de espessura
·
Onda "C":
3,8 mm de espessura
·
Onda "A":
4,5 mm de espessura

É possível ainda compor papelão com 2 ondas, o que lhe confere extra rigidez. Normalmente se
combinam ondas "C" com "B" (mais comum) e "A" com "C". A seguir, as chapas de papelão ondulado,
são transformadas em embalagens. Durante esse processo as chapas recebem aplicação de impressão com
tinta flexográfica (base água). Os papéis utilizados para a fabricação de papelão ondulado são produzidos
especialmente para serem convertidos em embalagens e podem ser do tipo "fibra virgem" (Kraft), ou de
fibras recicladas. São utilizadas várias gramaturas, que variam de 100 a 420 g/m², conforme a necessidade
de resistência requerida pelo produto a ser embalado.

Principais Equipamentos

Onduladeiras: Transformam bobinas de papel em chapas de papelão ondulado. A Klabin Embalagens
possui 10 (dez) onduladeiras de alta produção entre suas 9 (nove) unidades fabris. Produz normalmente
chapas de papelão de ondas B, C, E, AC e CB
Impressoras: Transformam chapas de papelão ondulado em embalagens. A Companhia possui um
moderno parque de impressoras, compreendendo aquelas do tipo "Corte-Vinco Rotativa" (utiliza formas
para recortar e vincar o papelão fornecendo, como produto final, embalagens não dobradas) e
"Dobradeiras Coladeiras" (produzem cortes e vincos em ferramentas ajustáveis, sem necessidade de
formas fornecendo, como produto final, embalagens dobradas e com orelhas coladas). As impressoras da
Companhia são capazes de produzir impressões de até 5 cores e reticuladas formando policromia.
Outros Equipamentos
·
Grampeadeiras, coladeiras, máquinas para acessórios e paletização,
·
Utilidades (caldeiras, "starch glue kitchens", prensas enfardadeiras, picadores de refugo, etc.)
·
Estações de Tratamento de Efluentes
(ii) Sacos Industriais

O saco industrial é processado em diversos equipamentos até chegar à condição de embalagem. O papel é
impresso em flexografia com tinta a base de água, cortado, colado com cola vegetal de amido ou PVA,
unido em camadas, dobrado, fechado, para recebimento de aplicação de válvula, contagem e embalagem
para envio ao cliente final.

Processo de impressão ou pré-impressão

O papel para sacos em bobinas é colocado em um cavalete desbobinador, passa através de rolos e pelo
aparelho de impressão onde ocorre a aplicação de tinta, que pode ser em 1 até 8 cores, de acordo com o
desenho e layout fornecido pelo cliente. Em seguida, o papel passa por um sistema de secagem e
rebobinamento. As bobinas são identificadas e retornam para o estoque, aguardando o momento de
processamento na tuber, de acordo com o programa de produção.
Processo tuber

O processo tuber é iniciado com a disposição das bobinas nos cavaletes desbobinadores, a primeira folha
pode ser pré-impressa ou impressa diretamente neste processo. Em seguida o papel passa por rolos que
fazem correção do posicionamento para aplicação de cola entre as folhas, recorte (picote) e aplicação de
cola lateral para permitir a formação dos tubos. Na sequência, passa pela mesa formadora do tubo e,
posteriormente, no cabeçote de separação. Os tubos seguem por uma correia transportadora e pela mesa
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7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais
de saída onde são contados e agrupados em maços. Após formação, os maços de tubos seguem por
correias automatizadas até a mesa de entrada da coladeira.
Processo coladeira

Os tubos são dispostos na mesa de entrada alimentada automaticamente e passam pelos vincadores,
abridores e formadores de fundo do tubo. É feita aplicação de cola nos fundos superiores e inferiores e,
também, aplicação da válvula no fundo superior. É feito o fechamento dos fundos e, em seguida, secagem
e prensagem. Os sacos são contados e empilhados em maços que seguem até a paletização, que pode ser
manual ou automatizada.

Processo de amarração dos paletes

Neste processo, os paletes liberados são embalados com plástico ou, conforme solicitação do cliente,
amarrados e encaminhados para a expedição que realiza o embarque conforme as datas programadas.

b) características do processo de distribuição

Os produtos da Companhia são exportados para mais de 50 países através de agentes locais, Trading
Companies
especializadas em papel e também por meio de vendas diretas coordenadas por equipe própria
de vendas estabelecida no escritório sede em São Paulo. As vendas dirigidas ao mercado interno
abrangem todo o território nacional. As vendas externas são dirigidas à Europa, América do Sul, América
do Norte, Oriente Médio, África e Extremo Oriente. A logística de abastecimento aos mercados é
realizada principalmente por via rodoviária para o mercado interno e América Latina e por via marítima
para as demais regiões.

FLORESTAL

A logística de entrega de madeira nos pátios das fábricas próprias de celulose e papel, bem como para a
venda de toras, é feita 100% por via rodoviária.
PAPÉIS

No mercado interno, a Companhia vende para clientes de segmentos diversos tais como: papelão
ondulado, fabricantes de tubetes, fabricantes de lixas (3M, Saint Goban) e fabricantes de sacos não
extensíveis. As vendas são feitas por meio de equipe interna de vendas sediada no escritório de São Paulo.
A empresa oferece a linha completa de papéis para caixas de papelão ondulado, tanto os de fibra virgem
como o papel kraftliner e white top liner e também os papéis com fibras recicladas para utilização como
miolo e também para capa externa ou interna reciclada, conhecidos como papéis Testliner. Em 2010, as
vendas de papelcartão no mercado interno alcançaram em 355 mil de toneladas. No mercado externo
foram comercializadas 302 mil toneladas de papéis para líquidos, folding box board e carrier board.

Em 2010, as exportações de papéis kraftliner alcançaram 221 mil de toneladas, predominantemente de
papel kraftliner. No mercado interno foram comercializadas 147 mil toneladas de papel kraftliner, kraft
plano e white top liner. O principal mercado em 2010 foi a Argentina, seguida da Nigéria. Para a América
Latina, foram embarcados 58% do volume exportado, seguido pela Europa com de 17% das vendas,
destacando os mercados da Itália, Alemanha, França, Inglaterra e Espanha. As vendas para a África
representaram 13% do volume total, seguidas pelos mercados do Oriente Médio com participação de
10%. Para os mercados do Extremo Oriente e América do Norte as vendas representaram menos de 1%.
Para dar suporte de logística às vendas no mercado Europeu, que são feitas na condição delivered duty
unpaid,
a Companhia conta com um escritório localizado na cidade de Ghent na Bélgica. A partir desse
escritório, os embarques são coordenados just-in-time para todos os clientes europeus com exceção dos
mercados da Grécia e Portugal, para os quais as vendas são feitas na condição CIF porto de destino. As
vendas no mercado internacional são feitas através de agentes locais, exclusivamente dedicados aos
produtos da Companhia nos principais mercados. Alguns mercados são atendidos diretamente pela equipe
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7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais
comercial sediada no Brasil. Os clientes internacionais são basicamente fabricantes de papelão ondulado.
A comercialização de papelcartão (bobinas e folhas) tem sua sede em escritório, na cidade de São Paulo.
As vendas, de abrangência mundial, são feitas com vendedores próprios, agentes de venda e Trading
Companies e atingem diversos segmentos da indústria de embalagens cartonadas de produtos de
consumo. A competição, também mundial, se dá com produtores locais (das respectivas regiões
atendidas) e internacionais (inter-regiões). As vendas no mercado interno são atendidas a partir das
unidades fabris de Monte Alegre (em Telêmaco Borba, PR), Angatuba (em Angatuba, SP) e estoques de
apoio que podem ser em diferentes localidades de interesse estratégico. No caso de beneficiamento
externo (alguns acabamentos especiais) o material pode seguir diretamente do beneficiador para o cliente
ou para o estoque e, daí para o cliente.
O transporte pode ser rodoviário ou ferroviário (para destinos mais próximos e América do Sul) ou
multimodal. Em 2009, a Klabin abriu um escritório comercial nos Estados Unidos da América com vistas
a melhorar o atendimento dos clientes naquela região e dar suporte ao crescimento das vendas.

CONVERSÃO

(i) Caixas e Chapas de Papelão Ondulado

A comercialização dos produtos da Companhia, tanto no mercado interno como no mercado externo, é
realizada por uma equipe de vendedores próprios. Os escritórios comerciais estão localizados em São
Paulo e em Lages.

A comercialização de embalagens de papel (caixas, chapas, acessórios de papelão ondulado) tem sua sede
em escritório, na cidade de São Paulo, na Avenida Brigadeiro Faria Lima. Conta com regionais de vendas
de abrangência nacional atuando com vendedores próprios e representações comerciais, o que permite
atuar neste segmento altamente competitivo.
As vendas em quase sua totalidade são dirigidas ao mercado interno, abrangendo todo o território
nacional e distribuídas a partir das oito fábricas de embalagens em sete estados da federação: São
Leopoldo (RS), Itajaí (SC), Piracicaba, Jundiaí ­ Distrito Industrial e Jundiaí - Tijuco Preto (SP), Rio de
Janeiro (RJ), Betim (MG), Feira de Santana (BA) e Goiana (PE).
Entregas de Embalagens de papelão ondulado em 2008, 2009 e 2010:
Volume de vendas por região
2008 2009 2010
CENTRO-OESTE 7% 5% 5%
EXTERIOR 0%
0% 0%
NORDESTE 20%
21% 22%
NORTE 1%
1%
1%
SUDESTE 43%
45%
45%
SUL 29%
28%
28%
Total 100%
100%
100%

A logística de abastecimento do mercador interno é realizada principalmente por transporte terrestre
(rodovia).

(ii) Sacos Industriais

A distribuição dos sacos industriais é realizada a partir das duas unidades industriais localizadas no Brasil
nos municípios de Lages (SC) e Goiana (PE), por meio do modal rodoviário para todo território nacional
e alguns países vizinhos. A Companhia utiliza o modal marítimo para a exportação a outros países da
América Latina, América Central, Caribe e Estados Unidos, pelos Portos de Itajaí e São Francisco, ambos
localizados em Santa Catarina.
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7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais
A Companhia atende o mercado argentino através de sua unidade industrial localizada em Pilar, próximo
de Buenos Aires.

c) características do mercado de atuação: i) participação em cada um dos mercados; ii) condições
de competição nos mercados

FLORESTAL

Em 2010, foram comercializadas, no mercado interno, 3,1 milhão de toneladas de toras de madeira de
pinus e eucalipto.

A Klabin vende toras que serão transformadas em produtos para diversos segmentos, tais como:
molduras, móveis, embalagens, painéis e compensados, entre outros. Estes clientes comercializam
principalmente para os mercados americano, europeu e nacional.

As vendas são realizadas por equipe comercial própria sediada nos estados do Paraná e Santa Catarina.

PAPÉIS

Os clientes de papel kraftliner e white top liner tanto no mercado interno como no externo são, em sua
grande maioria, empresas fabricantes de caixas de papelão ondulado. Os clientes da Companhia são
fornecedores de caixas para diversos segmentos, destacando-se: produtos alimentícios, químicos e
derivados, fruticultura, floricultura, avicultura, bebidas, fumos, metalurgia, perfumaria e cosméticos entre
outros.
Grande parte dos clientes do mercado externo localizados na América Latina tem forte atuação no
mercado de frutas, notadamente os mercados da Argentina, Chile e Equador, sendo este último mercado
um dos maiores exportadores de bananas do mundo. A estratégia da Companhia em focar esses mercados
explica-se pelo fato dos produtos alimentícios, notadamente as frutas, serem embalados em papéis com
certificação para contato direto com alimentos e com isenção de metais pesados, o que é um grande
diferencial da Companhia.
Ainda seguindo esta mesma estratégia, a Companhia vem gradativamente reduzindo a participação das
exportações para a Europa uma vez que os clientes daquela região, com exceção dos países mais ao sul,
são fornecedores de caixas basicamente para o segmento industrial, no qual o uso de papel kraftliner de
fibra virgem tem menor importância. No mercado interno, a Companhia vem aumentando sua exposição,
usando como principal diferencial a oferta de produtos certificados para contato direto com alimentos e
também produtos certificados pelo FSC.
O papelcartão da Companhia atende a produção de embalagens cartonadas de produtos de consumo do
mais variados segmentos como alimentos (em natura ou preparados: secos, gordurosos, congelados e
refrigerados); produtos eletrônicos e elétricos; utensílios em geral; produtos de higiene e limpeza;
calçados; produtos de higiene pessoal e beleza; bebidas em latas e garrafas, peças e equipamentos; artigos
de vestuário, etc.
Segundo a Associação Brasileira dos Produtores de Celulose e Papel (BRACELPA), o mercado brasileiro
de papelcartão, excluindo cartões para líquidos, foi de 573 mil toneladas em 2010, comparado a 499 mil
toneladas em 2009 e 508 mil toneladas em 2008. A Companhia atingiu market share de 27% em 2010,
25% e 18% em 2009 e 2008, respectivamente. O mercado mundial, contando as diversas categorias de
papelcartão, está estimado em torno de 30 milhões de toneladas.




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7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais
CONVERSÃO

(i) Caixas e Chapas de Papelão Ondulado

Os clientes de papelão ondulado são dos mais diversos segmentos da indústria, dentro destes podemos
destacar: produtos alimentícios, químicos e derivados, fruticultura, floricultura, avicultura, bebidas,
fumos, metalurgia, perfumaria e cosméticos entre outros. As vendas de papelão ondulado no mercado
interno, também, são impulsionadas pelos setores exportadores, carnes, aves, frutas, fumos etc.
As informações divulgadas pela Associação Brasileira de Papelão Ondulado (ABPO) indicam que, em
2010, a expedição de caixas, chapas e acessórios totalizou 2,5 milhões de toneladas, 12% superior a 2009.
Em 2008 a expedição conforme o anuário da ABPO representava 2,3 milhões de toneladas. Nos 3 últimos
anos o market share da Companhia permaneceu estável em 20%.

(ii) Sacos Industriais

A Companhia atua em vários segmentos, onde o mercado de construção civil (cimento, cal e argamassa)
representa 91% do volume faturado. Os demais segmentos atendidos são de sementes, produtos químicos,
alimentos, ração e minérios. A Companhia exporta para 18 países nas Américas sendo a América Latina o
principal mercado.

d) eventual sazonalidade

FLORESTAL

Não há sazonalidade significativa nas vendas do segmento Florestal.

PAPÉIS

Nas exportações de kraftliner e white top liner, os clientes da América do Sul tem maior demanda no
período de safra de frutas que começa por volta de agosto e vai até março do ano seguinte. Os clientes
exportadores de bananas basicamente não têm sazonalidade. Em ambos os mercados o terceiro trimestre é
o período de maior atividade, com redução nos meses de dezembro e janeiro, com exceção dos clientes
dedicados ao mercado de frutas. Na Europa, o mercado tem forte baixa no verão, começando em junho e
avançando até agosto.
As vendas de papelcartão estão ligadas a bens de consumo de diversos tipos, o que tende a atenuar a
variação de demanda ao longo do ano. Porém, estão sujeitas a certa sazonalidade. Um ano típico (isolando
fatores econômicos e desastres pontuais) apresenta demanda mais acentuada no segundo semestre,
quando o consumo é incentivado pelas festas de fim de ano.
CONVERSÃO

(i) Caixas e Chapas de Papelão Ondulado

As vendas de papelão ondulado têm relação com a produção de bens de consumo e o segmento apresenta
maior força no segundo semestre do ano, devido à época de festas. O mercado de embalagem também e
influenciado por exportações indiretas: fumo, frutas, carnes e aves, etc.
(ii) Sacos Industriais
O consumo de cimento apresenta queda nos períodos de chuva. No Brasil, as vendas de sacos industriais
da Companhia são mais fracas nos meses de janeiro e fevereiro. Já o segmento de sementes apresenta
pico entre os meses de março e abril, onde a safra de sementes é maior.
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7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais
e) principais insumos e matérias primas

i) descrição das relações mantidas com fornecedores, inclusive se estão sujeitas a controle ou
regulamentação governamental, com indicação dos órgãos e da respectiva legislação aplicável;

O conceito de cadeia de suprimento orienta a atuação da área de suprimentos, que é responsável por
conduzir todas as relações comerciais da Companhia com seus fornecedores, estimulando a busca
permanente por altos padrões de qualidade e conduta ética. Em 2010, a empresa mantinha relacionamento
com 5.700 fornecedores, sendo a maior parte em serviços.
Distribuição dos fornecedores, em 2010
Área Quantidade
Materiais de manutenção
1.900
Serviços 2.200
Matéria-prima 600
Importados 1.000
Total 5.700
Os fornecedores precisam comprovar expertise técnica para atender, com qualidade, prazos e volume, às
demandas da Companhia; fornecer, quando necessário, amostra/lote de seus produtos para avaliação;
adotar práticas de responsabilidade social ­ como assegurar os benefícios básicos aos seus colaboradores,
proporcionar um ambiente de trabalho seguro, produtivo e participativo e não utilizar mão de obra infantil
­ e apresentar padrões de responsabilidade ambiental. Devem ainda colaborar para o fortalecimento da
cadeia de suprimento, promovendo a valorização da livre concorrência, e proporcionar visita técnica para
avaliação de instalações, equipamentos, processos de produção, etc.
Não há uma política formal de privilegiar compras com fornecedores locais. Com o objetivo de
desenvolver novas fontes de suprimento nacionais e internacionais e promover alternativas para materiais
e insumos, a Companhia procura estimular pequenas e médias empresas a terem maior participação como
fornecedores. O foco da área se dirige ainda a aspectos como: adotar processo de compras eletrônicas em
fornecedores qualificados; negociar acordos e contratos corporativos para o fornecimento de materiais e
serviços e coordenar e executar os processos de importação, entre outros.
O relacionamento entre a Companhia e seus fornecedores é geralmente de médio e longo prazo. A maior
parte dos insumos adquiridos pela Companhia possui precificação variável de acordo com o balanço entre
a oferta e a demanda nos setores. Aumentos significativos na demanda ou restrições bruscas na oferta
podem fazer com que preços internacionais atinjam níveis mais altos e vice-versa.
Os prestadores de serviços são submetidos a procedimentos de fiscalização e auditoria para a
comprovação de que seguem rigorosamente a legislação trabalhista e efetuam o recolhimento de
contribuições sociais e encargos trabalhistas. As inspeções incluem vistoria de documentação trabalhista e
de locais de atuação, para assegurar condições dignas de trabalho e ausência de mão de obra infantil. Esse
procedimento garante as condições estabelecidas para os contratados diretamente pela Companhia, com
empregados fisicamente presentes nas unidades da empresa ou outro local por ela determinado.
O acompanhamento de toda documentação referente à área trabalhista pode ocorrer nas próprias
instalações do fornecedor, visando ao maior detalhamento nas análises. No caso de apuração de eventuais
irregularidades, a área contratante e o setor de suprimentos são responsáveis pela adoção de providências,
que incluem um comunicado escrito ao fornecedor sobre suspensão de pagamentos até regularização do
aspecto detectado como falho; e afirmação de que a reincidência ocasionará a desabilitação como
fornecedor da Companhia. A empresa desabilitada somente pode ser recontratada depois de ultrapassado
o prazo de dois anos desde a rescisão contratual. No caso de novas irregularidades durante a vigência do
novo contrato, o fornecedor é definitivamente desabilitado.
O relacionamento com concessionárias e distribuidoras de energia elétrica, fornecedores de gás e óleo
combustível estão sujeitos à regulamentação de órgãos governamentais (ANEEL, ANP) que determinam
preços e demandas contratadas.

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7.3 - Informações sobre produtos e serviços relativos aos segmentos operacionais
ii) eventual dependência de poucos fornecedores

O fornecimento de energia elétrica é restrito nos Estados que a Companhia possui unidades fabris. No
Estado do Paraná a Companhia é atendida pela COPEL ­ Companhia Paranaense de Energia, que entrega
energia na planta de Monte Alegre. O fornecimento de energia é feito pela Centrais Elétricas de Santa
Catarina S.A. (CELESC) no Estado de Santa Catarina e pela Centrais Elétricas de São Paulo S.A. (CESP)
em São Paulo. Eventual dependência de poucos fornecedores ou de fornecedores concentrados também é
encontrada em relacionamentos com distribuidores de óleo combustível e com fabricantes de alguns
produtos.

iii) eventual volatilidade de seus preços
Serviços prestados para a Companhia possuem contratos de médio prazo e pouca oscilação de valores. Os
reajustes de preço são feitos em negociações periódicas com base em dissídio e inflação. Já os preços de
insumos apresentam maior volatilidade de preços determinados pelo equilíbrio entre a oferta e a demanda
dos mercados. Em geral, a formação de preço desses produtos sofre influência de PIB, inflação, nível da
atividade econômica no Brasil e no mundo, variação da taxa de juros, carga tributária, flutuação do real
com relação a moedas estrangeiras, assim como fenômenos da natureza que podem impactar a oferta. Os
preços de energia elétrica são reajustados periodicamente após revisão tarifária das concessionárias.

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7.4 - Clientes responsáveis por mais de 10% da receita líquida total
7.4.
Clientes relevantes (responsáveis por mais de 10% da receita líquida total da Companhia):
a) montante total de receitas provenientes do cliente; e b) segmentos operacionais afetados pelas
receitas provenientes do cliente

Em 31 de dezembro de 2010, no segmento de papéis, um único cliente de cartões é responsável por
aproximadamente 21% da receita líquida da Companhia, correspondente a aproximadamente R$773
milhões.

O restante da base de clientes da Companhia é pulverizada, de forma que nenhum dos demais clientes,
individualmente, concentra participação relevante (acima de 10%) da receita operacional bruta da
Companhia.
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7.5 - Efeitos relevantes da regulação estatal nas atividades
7.5.
Efeitos relevantes da regulação estatal sobre as atividades da Companhia:

a) necessidade de autorizações governamentais para o exercício das atividades e histórico de
relação com a administração pública para obtenção de tais autorizações

A Companhia necessita das seguintes autorizações governamentais para exercer as atividades industriais:

-Licença de Operação;
-Outorga do uso de água quando existir captação de rios e lençol freático;
-Cadastro Técnico Federal do IBAMA;
-Certificado de Registro Exército para as unidades que utilizam produtos controlados por esta entidade;
-Certificado Policia Federal para as unidades que utilizam produtos controlados por esta entidade; e
-Autorização para transporte e destinação de resíduos sólidos.

No curso dos negócios da Companhia uma relação bastante próxima tem sido mantida com os órgãos
responsáveis por autorizações governamentais em geral, de forma a adaptar os negócios às exigências de
tais órgãos sem qualquer prejuízo ao desempenho do plano de negócios. O histórico de relação da
Companhia com os órgãos responsáveis pela emissão destes documentos é baseado em transparência e
pró-atividade.

b) política ambiental da Companhia e custos incorridos para o cumprimento da regulação
ambiental e, se for o caso, de outras práticas ambientais, inclusive a adesão a padrões
internacionais de proteção ambiental

Política de Sustentabilidade

A Companhia é uma empresa que produz madeira, papéis e cartões para embalagem, embalagens de
papelão ondulado e sacos. Atua nos mercados interno e externo e se fundamenta nos seguintes princípios
de sustentabilidade para todas as atividades relativas aos seus produtos e serviços:
1. Buscar a qualidade competitiva, visando à melhoria sustentada dos seus resultados,
aperfeiçoando continuamente os processos, produtos e serviços para atender às expectativas de
clientes, colaboradores, acionistas, comunidade e fornecedores.
2. Assegurar o suprimento de madeira plantada para as suas unidades industriais, de forma
sustentada, sem agredir os ecossistemas naturais associados.
3. Praticar e promover a reciclagem de fibras celulósicas em sua cadeia produtiva.
4. Evitar e prevenir a poluição por meio da redução dos impactos ambientais relacionados a
efluentes hídricos, resíduos sólidos e emissões atmosféricas.
5. Promover o crescimento pessoal e profissional dos seus colaboradores e a busca da melhoria
contínua das condições de trabalho, saúde e segurança.
6. Praticar a Responsabilidade Social com foco nas comunidades onde atua.
7. Atender à legislação e normas aplicáveis ao produto, meio ambiente, saúde e segurança."
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7.5 - Efeitos relevantes da regulação estatal nas atividades
Investimentos ambientais
(R$ milhões)
19,9
22,2
39,6
2008
2009
2010
Certificações

A Klabin foi a primeira empresa brasileira a ser reconhecida pelo Rainforest Alliance como "Criadora de
Tendências de Desenvolvimento Sustentável", em razão do manejo de suas florestas. Esta gestão
sustentável levou a empresa também a ser a primeira companhia das Américas do setor de papel e
celulose a conquistar a certificação FSC (Forest Stewardship Council), em 1998, para suas florestas no
Paraná. Em 2004, as áreas florestais de Santa Catarina também receberam o selo verde.

O selo FSC atesta que toda a cadeia de produção da embalagem, desde o manejo florestal, passando pela
fabricação do papel e pela conversão, ocorra de forma ambientalmente correta, socialmente justa e
economicamente viável. A certificação também garante a rastreabilidade das matérias-primas em toda a
cadeia produtiva.

Apostando no uso múltiplo e racional de suas florestas, a Klabin também promove atividades que
permitem o aproveitamento sustentável dos seus ricos recursos naturais. Em 1999, a empresa foi a
primeira companhia do mundo a ter produtos florestais não-madeireiros certificados, devido ao manejo de
plantas medicinais e cadeia de custódia de produtos fitoterápicos e fitocosméticos, produzidos no
Programa de Fitoterapia da empresa.

As 17 plantas industriais da Klabin, espalhadas por oito estados brasileiros, são certificadas pela ISO
14.001 e atuam sob os conceitos da norma de gestão ambiental. Em todas as unidades os indicadores de
desempenho ambiental apresentam avanços ano a ano com a implantação de procedimentos padronizados,
a exemplo de coleta seletiva de lixo, separação de resíduos, organização da empresa, entre outros. Todos
os profissionais envolvidos são treinados para agir preventivamente e no controle e atendimento de
urgências ambientais.

A empresa também possui certificações pelas normas ISO 22.000, ISO 9001, OHSAS 18.001 e pelo
Instituto Isega da Alemanha.

Parque Ecológico

Constituído na década de 1980, o Parque Ecológico da Klabin tem por objetivo reproduzir e proteger
espécies ameaçadas de extinção na região para repovoamento, preservar paisagens íntegras e realizar
estudos científicos em vida silvestre. No local também são realizadas atividades de educação ambiental,
principalmente com crianças das comunidades vizinhas, e pesquisas de campo em parceria com
universidades e instituições acadêmicas.


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7.5 - Efeitos relevantes da regulação estatal nas atividades
Localizado na Unidade Monte Alegre, em Telêmaco Borba (PR), o Parque ocupa uma área de 11.196
hectares, dos quais 7.883 hectares são formados por florestas naturais, representadas pela Mata de
Araucária. Algumas dessas florestas ainda se encontram em estado primitivo ou pouco alteradas.

Programa Matas Legais

Iniciativa conjunta da Klabin e Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), o
Programa orienta pequenos e médios produtores rurais a planejarem suas propriedades em atendimento à
legislação ambiental. Eles também aprendem a conciliar a formação de matas ciliares e a recuperação de
áreas degradadas com a prática de outras atividades agrícolas produtivas. A recuperação das matas
ciliares permite a formação dos corredores ecológicos de matas nativas que, por sua vez, favorecem a
manutenção e o incremento da biodiversidade local.

O modelo sustentável contribui para o equilíbrio do ecossistema local e para o aprimoramento das
atividades de florestas plantadas. A assistência técnica é realizada em campo pela equipe de profissionais
da Apremavi, que dissemina conceitos de ecologia e orienta o desenvolvimento de atividades como
agricultura, ecoturismo e fomento florestal. Assim, além do cumprimento das normas ambientais,
contribui para a formação de um local agradável para se viver e trabalhar.

O programa foi criado em 2005, em Santa Catarina, e estendido em 2008 para o Paraná, beneficiando em
torno de 540 produtores, nos dois estados. O objetivo, nos próximos anos, é ampliar as atividades para
todos os produtores rurais que passarem a integrar o Programa de Fomento Florestal da Klabin, via Pronaf
e Propflora.

Em Santa Catarina, 292 produtores de municípios das regiões do Alto Vale do Itajaí e Planalto
Catarinense receberam orientação para o plantio de eucaliptos e pínus e recuperação de áreas ciliares. Em
2010, o programa distribuiu gratuitamente aproximadamente 84 mil mudas de árvores nativas, o que
significa capacidade para recuperar cerca de 50 hectares entre nascentes e matas ciliares.

No Paraná, 80 novos produtores foram engajados no Programa em 2010, totalizando 343 participantes.
Além da distribuição de mudas para a recuperação de matas ciliares, o Matas Legais é integrado ao
Programa Caiubi de Educação Ambiental e inclui atividades com a rede de ensino local, como cursos,
oficinas vivenciais e de capacitação, campanhas educativas e divulgação do fomento florestal.

Fitoterapia

O Programa de Fitoterapia busca o uso sustentável da biodiversidade e alia a preservação do meio
ambiente à responsabilidade social, com fornecimento de fitoprodutos usados na assistência e
complementação à saúde dos colaboradores de Telêmaco Borba, no Paraná. O Programa foi o primeiro do
mundo certificado FSC - Forest Stewardship Council em relação ao manejo de plantas medicinais (em
1999) e à cadeia de custódia de produtos não madeireiros para fitoterápicos e fitocosméticos (em 2001 e
2006).

Com uma operação permanente de avaliação das florestas, a fitoterapia promove o multiuso racional e
sustentado da biodiversidade das matas nativas e subbosques das plantações comerciais existentes na
Fazenda Monte Alegre (PR). O laboratório de manipulação utiliza plantas medicinais para produzir cerca
de 60 produtos, entre medicamentos e fitocosméticos (Linha Phitosfera ­ Beleza & Saúde). Os
fitoterápicos são empregados como auxiliares no tratamento de cinco doenças básicas: gripes e resfriados,
ferimentos e lesões de pele, dificuldades digestivas, diarreia e hipertensão arterial leve.



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7.5 - Efeitos relevantes da regulação estatal nas atividades
Educação ambiental - Programa Caiubi

Iniciativa de educação ambiental, o Programa reúne especialistas em diversos temas, com o objetivo de
capacitar professores das redes municipal e estadual de ensino para educar as futuras gerações para a
preservação ambiental. As atividades incluem seminários, palestras e cursos teóricos e práticos em
educação ambiental. Essa capacitação multidisciplinar dos professores ajuda na formação de cidadãos
mais críticos e conscientes.

No Paraná, a 18ª etapa do Programa foi desenvolvida com as escolas da rede municipal de ensino de
Telêmaco Borba. O encontro teve duração de dois dias e foi realizado nos auditórios da Secretaria de
Educação e do Parque Ecológico da Klabin. Os conteúdos foram ministrados por professores da
Universidade Estadual de Londrina (UEL) e abordaram assuntos como ecopedagogia, práticas de
educação ambiental, agroecologia no cotidiano, além de oficina de reaproveitamento de garrafas PET.
Desde sua criação, em 2001, o Programa já realizou 2,9 mil treinamentos com professores, de 484
escolas, beneficiando 158,3 mil estudantes.

Em Santa Catarina, a iniciativa teve duas etapas, desenvolvidas nos municípios de Ponte Alta do Norte e
Ponte Alta, com a participação de dez escolas e 105 professores, abrangendo 2.554 alunos. Os temas
abordados incluíram fauna silvestre, flora regional, atividades lúdicas em educação ambiental e de
sensibilização quanto ao equilíbrio ambiental. Em Ponte Alta, representantes da Associação para
Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) explicaram o conceito do Programa Matas Legais,
desenvolvido em parceria com a Klabin, e demonstraram o correto planejamento das propriedades rurais,
que alia produções agrícolas rentáveis com preservação ambiental.

Em Santa Catarina, o Programa tem a parceria da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), da
Universidade do Planalto Catarinense (Uniplac) e da Polícia Ambiental. As atividades são finalizadas
com uma visita à trilha ecológica da empresa em Correia Pinto. Em suas dez etapas, colaborou com a
formação de 400 professores, de 125 escolas, e um total de 39,7 mil estudantes.

Em comemoração ao Dia da Árvore, em setembro, foi desenvolvida ação ambiental que beneficiou 1,5
mil alunos de dez escolas da região de Lages. Os estudantes, que já participaram de edições anteriores do
Programa, receberam cartilha sobre a importância do manejo florestal em forma de mosaico para a
preservação da biodiversidade e o conceito de sustentabilidade. Com esse sistema, que mescla o cultivo
de pínus e eucalipto à mata nativa preservada, a Klabin mantém uma rica biodiversidade em suas áreas
florestais.

Educação ambiental - Protetores Ambientais

Desenvolvido desde 2005 em parceria com a Polícia Ambiental de Santa Catarina, incentiva o respeito às
pessoas e ao meio ambiente e o desenvolvimento social, resgatando a cidadania. Durante seis meses, os
alunos recebem treinamentos teóricos e práticos sobre preservação da natureza, legislação ambiental,
aspectos da fauna e flora locais, primeiros socorros, civismo, moral e ética. Para se tornar um Protetor
Ambiental, a criança é selecionada por meio de uma prova de conhecimentos gerais. Em 2010, capacitou
25 crianças e jovens de quatro municípios catarinenses.

Uma das atividades do ano foi um acampamento na Base de Pesquisa Avançada do Instituto Brasileiro do
Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), no município Painel (SC). Realizado em
um final de semana, reuniu 35 crianças em brincadeiras e atividades didáticas para a aplicação do
conhecimento socioambiental. Elas buscavam estimular o trabalho em equipe e o comprometimento com
o curso, além de valorizar o respeito, a disciplina e a união, que são importantes pilares do Programa. Na
parte teórica, tiveram aula sobre o aquífero Guarani, receberam treinamentos de primeiros socorros e
legislação ambiental, além de participarem de palestra interativa sobre o comportamento, biologia e
identificação das serpentes, bem como prevenção e tratamento no caso de mordidas. Entre as atividades
recreativas, foram realizadas dinâmicas de orientação com bússola, pista de cordas e caminhadas em
trilhas ecológicas.
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7.5 - Efeitos relevantes da regulação estatal nas atividades
Educação ambiental - Força Verde Mirim

Projeto pioneiro na formação de agentes ambientais, é desenvolvido no Paraná para a multiplicação de
conceitos sociais e ambientais. Alunos de escolas de regiões com os menores Índices de Desenvolvimento
Humano (IDH) recebem treinamentos teóricos e práticos sobre preservação da natureza, legislação
ambiental, aspectos da fauna e flora locais, primeiros socorros, civismo, moral e ética. A formação é
realizada durante seis meses.

Os integrantes do Batalhão de Polícia Ambiental Força Verde são responsáveis pela transmissão desses
conceitos em atividades culturais diversas. A Klabin participa da elaboração da metodologia e do
conteúdo transmitido, além de providenciar transporte, alimentação e espaço para aulas de educação
ambiental em seu Parque Ecológico, na Unidade Monte Alegre. Outros parceiros são a Secretaria de
Estado do Meio Ambiente e o Instituto Ambiental do Paraná.

Em 2010 foi formada a terceira turma, composta por 40 crianças. Durante o ano os agentes mirins
participaram de atividades como ação ambiental comunitária no Dia Mundial do Meio Ambiente e
comemoração do Dia da Árvore com plantio de mudas na campanha do Carbono Zero.

Educação ambiental - Copati

A Klabin atua em parceria com o Consórcio para a Proteção Ambiental da Bacia do Rio Tibagi (Copati)
com o principal objetivo de promover a educação ambiental, levando as comunidades a conhecer e
utilizar os recursos do meio ambiente de modo sustentado.

O consórcio promove uma série de projetos, dentre os quais destaca-se o Pingo D'Agua, que capacita
professores e alunos para atuarem como agentes efetivos do desenvolvimento comunitário. A Klabin tem
auxiliado o Pingo D'Água com a capacitação técnica dos educadores envolvidos em Telêmaco Borba,
Ortigueira, Sapopema, Tibagi e Curiúva, no Paraná.

c) dependência de patentes, marcas, licenças, concessões, franquias, contratos de royalties
relevantes para o desenvolvimento das atividades.

A Companhia não é dependente de suas marcas, patentes, licenças, concessões, franquias e contratos de
royalties. Para informações adicionais, vide item 9.1(b)
.

Para informações adicionais sobre as marcas e patentes detidas pela Companhia, vide item 9.1(b).
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7.6 - Receitas relevantes provenientes do exterior
7.6.
Informações acerca dos países em que a Companhia obtém receitas relevantes:

a) receita proveniente dos clientes atribuídos ao país sede da Companhia e sua participação na
receita líquida total da Companhia

A receita da Companhia proveniente dos clientes do mercado brasileiro foi de R$2.850 milhões no
exercício de 2010, cuja participação na receita líquida total da Companhia foi de 78%.

b) receita proveniente dos clientes atribuídos a cada país estrangeiro e sua participação na receita
líquida total da Companhia; c) receita total proveniente de países estrangeiros e sua participação
na receita líquida total da Companhia

A receita da Companhia proveniente dos clientes do mercado externo foi de R$813 milhões no exercício
de 2010, cuja participação na receita líquida total da Companhia foi de 22%.

Abaixo segue tabela evidenciando a distribuição da receita liquida de clientes em 2010 nos países
estrangeiros:
País
Receita Total
(R$/milhões)
% na Receita
Liquida Total
Argentina
262
7,2%
China
84
2,3%
Cingapura
27
0,7%
Espanha
9
0,2%
Nigéria
3
0,1%
Alemanha
1
0,0%
Itália
1
0,0%
Estados Unidos da América
1
0,0%
Outros pulverizados
425
11,6%
813
22%

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7.7 - Efeitos da regulação estrangeira nas atividades
7.7.
Regulação dos países em que a Companhia obtém receitas relevantes e influência nos
negócios da Companhia:

A Companhia exporta para mais de 60 países e está sujeita à regulação desses locais. As autoridades
responsáveis pelos países para os quais a Companhia exporta seus produtos poderão revisar normas e
regulamentos vigentes e/ou alterar os termos e condições das licenças concedidas à Companhia e/ou de
suas subsidiárias, as quais a Companhia deve observar. A observância de tal regulação poderá exigir que
a Companhia incorra em dispêndios operacionais e de capital adicionais, que poderão ser significativos.
Para assegurar a observância contínua das leis, normas e regulamentos existentes, a Companhia deve,
periodicamente, substituir, reparar ou atualizar as instalações, equipamentos ou materiais existentes, o que
poderá exigir que a Companhia incorra em capital adicional.

Além disso, devido ao crescimento do internacional dos produtos nacionais, os exportadores brasileiros
estão sendo cada vez mais afetados pelas medidas tomadas por países importadores para proteger os
produtores locais. A competitividade das companhias do Brasil levou alguns países a estabelecerem
barreiras comerciais para limitar o acesso de companhias brasileiras aos seus mercados ou mesmo
subsidiar os produtores locais. Alguns países impõem quotas de importação de produtos vindos do Brasil,
e atrasos na alocação dessas quotas ou mudanças na legislação ou políticas relacionadas a essas quotas
podem afetar adversamente as exportações da Companhia.

A fábrica de sacos industriais da Klabin na Argentina está inscrita e é regulada por órgãos que tratam de meio
ambiente, leis trabalhistas, regime de tributação e sindicatos e vem cumprindo todas as exigências legais, sem
barreiras que impossibilitem a sua operação normal.
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7.8 - Relações de longo prazo relevantes
7.8.
Outras relações de longo prazo relevantes da Companhia que não figurem em outra parte
deste Formulário:

Fomento florestal

Na produção de madeira, a Klabin trabalha em parceria com proprietários rurais de 79 municípios dos
Estados do Paraná, de Santa Catarina e de São Paulo. Em 2010, o Programa de Fomento Florestal atingiu
6,9 mil hectares nas regiões próximas às unidades desses três Estados, abrangendo 542 produtores rurais.

O objetivo da iniciativa é estimular o plantio de florestas em áreas ociosas e marginais das propriedades,
promover melhorias ambientais, recuperar matas nativas e fixar populações rurais, pois propicia
ampliação da renda e uma poupança futura para pequenos e médios produtores. Com o Programa, a
Klabin visa elevar de 9% para 20% a participação total de madeira de terceiros no abastecimento até
2012.

Criado em 1984, o Programa já envolveu 18,4 mil proprietários, 102 mil hectares plantados e 166
milhões de mudas distribuídas. Os produtores recebem orientação técnica da Klabin desde o fornecimento
das mudas, passando por apoio no manejo florestal e na comercialização de madeira. O desenvolvimento
das florestas é financiado por duas iniciativas do Governo Federal ­ o Programa Nacional de
Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e o Programa de Plantio Comercial e Recuperação de
Florestas (Propflora) ­, nas quais a empresa é avalista dos produtores rurais.
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7.9 - Outras informações relevantes
7.9.
Outras informações relevantes:

Além da Política de Sustentabilidade, a Companhia possui vários programas sociais que visam o
desenvolvimento das áreas onde está localizada, bem como promover a responsabilidade social. Abaixo
estão relacionadas algumas atividades promovidas:

Apicultura e meliponicultura

A diversificação da atividade rural, com maior geração de renda, e a preservação da biodiversidade local
são dois focos do Programa de Apicultura e Meliponicultura desenvolvido pela Klabin em parceria com a
Associação de Apicultores de Telêmaco Borba e Cooperativa Caminhos do Tibagi. Em 2010, contava
com a participação de 14 apicultores, que recolhem o mel de 17 apiários instalados nas propriedades da
Klabin, cada um deles contendo em média 25 colmeias. No ano de 2010, a produção atingiu 11.270
quilos, com a média de 26 quilos por colmeia ­ acima da média nacional de 16 quilos.

A Companhia cede suas florestas, aproveitando o potencial da flora das áreas, como parte da visão de que
os múltiplos produtos da floresta impulsionam cadeias produtivas que trazem benefícios ambientais e
sociais para a comunidade. A Associação opera uma unidade de beneficiamento de mel, que prepara o
produto de acordo com as exigências legais e de mercado. Com atuação nos municípios paranaense de
Telêmaco Borba, Ortigueira, Imbaú, Reserva, Tibagi, Curiúva, Figueira e Ventania, a cooperativa
distribui e comercializa o mel e seus derivados.

Pacto Global

Desde 2002 a Klabin é signatária do Pacto Global, um compromisso da comunidade empresarial para a
construção de uma economia mais sustentável, inclusiva e igualitária, com base no atendimento a dez
princípios nas áreas de direitos humanos, trabalho, meio ambiente e anticorrupção. Iniciativa
desenvolvida pela Organização das Nações Unidas (ONU), reúne também sindicatos e entidades não
governamentais. Atualmente, conta com mais de 5,2 mil signatários em todo mundo.

Paralelamente, e de forma alinhada ao Pacto Global, a Klabin também apoia os Oito Objetivos de
Desenvolvimento do Milênio, desafio a ser atingido até 2015 por meio de ações concretas dos governos e
da sociedade. Estabelece oito compromissos: erradicação da fome e da miséria; educação de qualidade
para todos; não discriminação; redução da mortalidade infantil; saúde das gestantes; combate às doenças;
qualidade de vida e respeito ao meio ambiente; e universalização do trabalho.

Ação Social

A Klabin contribui com diversas entidades ligadas às comunidades das regiões onde estão instaladas suas
unidades industriais, tanto por meio de doações financeiras como com campanhas de conscientização ou
arrecadação de produtos. Em 2010, forneceu 26 mil caixas de papelão ondulado utilizadas na Campanha
do Agasalho, uma iniciativa do Fundo de Solidariedade e Desenvolvimento Social e Cultural do Estado
de São Paulo. A Empresa colabora com a Campanha do Agasalho desde 2001, com o fornecimento de
caixas onde são depositadas as doações.

Também contribui anualmente com a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) em alguns
municípios, com a destinação de recursos financeiros ou a doação de materiais para a confecção de
artesanato.




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7.9 - Outras informações relevantes
Doações

A Klabin apoia financeira e materialmente diversas comunidades. As instituições que recebem essas
doações ­ asilos, orfanatos, entidades de classes e comunitárias ­ abrangem os mais diferentes campos,
como saúde, assistência social, cultura, educação técnica e ambiental.

Uma das entidades beneficiadas é o Conselho Comunitário de Segurança de Telêmaco Borba, que presta
serviços de proteção, prevenção e segurança à população, ao comércio, à indústria, à saúde e ao meio
ambiente.

Saúde

Na área da saúde, a Klabin destina recursos para hospitais, institutos, centros de ensino, associações que
se dedicam à pesquisa, cirurgias e atividades de reabilitação. Exemplos dessa iniciativa é o apoio aos
hospitais Santa Clara, em Otacílio Costa, e Faustino Riscarolli, de Correia Pinto, ambos em Santa
Catarina.

Na primeira instituição a doação mensal é direcionada para o pagamento do salário de dez colaboradores.
Além de tornar o atendimento à comunidade mais acessível e ágil, possibilita à administração um melhor
planejamento de verba para a compra de novos equipamentos no decorrer do ano. Em Correia Pinto, o
hospital aplicou os recursos na compra de equipamentos do centro cirúrgico.

Voluntariado

Para consolidar as atividades de voluntariado de seus colaboradores, a empresa apoia a Terra Viva
Associação de Voluntários da Klabin, entidade sem fins lucrativos criada em 2003 para incentivar e
organizar as ações voluntárias da empresa. Os projetos apoiados pelo Programa atendem crianças, idosos
e portadores de necessidades especiais de diversas entidades.

A companhia faz aportes mensais de recursos com base em um orçamento anual estabelecido, enquanto
colaboradores e fornecedores realizam doações esporádicas. Participam colaboradores e familiares dos
municípios de São Paulo e Jundiaí (SP), Telêmaco Borba (PR),

Feira de Santana (BA), São Leopoldo (RS), Otacílio Costa, Correia Pinto e Lages (SC).

Educação diferenciada

Algumas iniciativas de ação comunitária são direcionadas aos filhos de colaboradores da região de
Telêmaco Borba, onde foi instalado um Espaço Cultural. São programas de complementação à educação
formal, com ênfase em atividades artísticas, como dança e canto coral.

Programa Passo Certo ­ Contribui com a formação de filhos de colaboradores, com atividades de dança
clássica e contemporânea, para as meninas, e capoeira, para os meninos. Realizado no Espaço Cultural
Vera Lafer, da Unidade Monte Alegre (PR), tem como objetivo desenvolver valores como respeito,
amizade e companheirismo. As ações contribuem também com o fortalecimento do exercício da
cidadania, promovem a superação das dificuldades e dos desafios e incentivam o espírito de equipe. Os
alunos ainda ampliam suas habilidades de concentração, agilidade, resistência, controle corporal e
atenção. A partir do segundo semestre de 2009, o Passo Certo iniciou a categoria de dança clássica para
as colaboradoras da Klabin.

Programa Nossa Língua Digital ­ Desenvolvido no laboratório de informática do Espaço Cultural Vera
Lafer, o Programa usa novas tecnologias da informação e comunicação em iniciativas de educação
direcionadas a filhos de colaboradores. Inclui atividades como leitura, debates e dinâmicas, produção de
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7.9 - Outras informações relevantes
textos para jornais e revistas eletrônicas, blogs e fotonovelas digitais. Iniciado no primeiro semestre de
2009, é executado em parceria com o Instituto Jaborandi, organização não governamental que atua na
melhoria da educação formal e informal de adolescentes e jovens. A cada semestre, cerca de 80 alunos
são certificados pelo Programa, que possui o selo de qualidade do Ministério da Educação e é indicado
pelo 1º Guia de Tecnologias Educacionais, publicado pelo MEC.

Coral das Meninas Cantoras ­ Mantido na Unidade Monte Alegre (PR), o Coral das Meninas Cantoras da
Klabin contribui para a prática de valores éticos e morais e, sobretudo, para a formação das crianças,
filhas de colaboradores da Empresa. Constituído em agosto de 2004, o grupo é composto de 76 meninas
com idade entre 7 e 16 anos. Com repertório variado, elas já se apresentaram em diversas cidades dos
Estados do Paraná, de São Paulo e de Santa Catarina, para um público de mais de 5 mil pessoas.
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8.1 - Descrição do Grupo Econômico
8.1.
Grupo econômico da Companhia

a) controladores diretos e indiretos e d) participações de sociedades do grupo na Companhia
A Companhia é uma sociedade por ações com registro de companhia aberta, com 51,70% do seu controle
detido pela Klabin Irmãos & Cia, empresa holding do Grupo Klabin. e 7,8% do seu controle detido pela
Niblak Participações S.A., empresa ligada ao acionista controlador.
b) controladas e coligadas, c) participações da Companhia em sociedades do grupo e e) sociedades
sob controle comum
Participação-
(%)
País
Sede
Atividade
Participação
2010
Empresas controladas:
Klabin Argentina S.A.
Argentina
Sacos industriais
Direta/indireta
100
Klabin Ltd.
Cayman
Islands
Participação em outras
companhias
Direta
100
. Klabin Trade
Inglaterra
Comercialização de
produtos próprios no
mercado externo
Indireta
100
Klabin Forest Products Company
Estados
Unidos
Comercialização de
produtos próprios no
mercado externo
Direta
100
IKAPÊ Empreendimentos Ltda.
Brasil
Hotelaria
Direta
100
Klabin do Paraná Produtos Florestais Ltda.
Brasil
Fabricação de
produtos fitoterápicos
Direta
100
Antas Serviços Florestais S/C Ltda.
Brasil
Plantio de florestas
Direta
100
Centaurus Holdings S.A.
Brasil
Participação em
sociedades
Direta
100
Timber Holdings S.A.
Brasil
Participação em
sociedades
Direta
100
Sociedades em Conta de Participação:
Paraná
Brasil Reflorestamento Direta
89
Santa Catarina
Brasil
Reflorestamento
Direta
94
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8.2 - Organograma do Grupo Econômico
8.2.
Organograma do Grupo Econômico da Companhia:



















Klabin S.A.


Klabin
Argentina
Klabin
Limited
IKAPÊ
Empreendi-
mentos
KPPF
Klabin PR
Prod Florest
ANTAS
Servs
Florestais
99,80%
99,99%
97,98%
0,20%
2,02%
Riohold
Holdings
100,00%
99,99%
0,01%
0,01%
Klabin
Overseas
Klabin
Trade
100,00%
99,50%
0,50%
SCP Correia
Pinto
Sta Catarina
93%
Centaurus
Holdings
99,99%
0,01%
Timber
Holdings
99,99%
0,01%
Klabin Forest
Products
Company
100%
90%
SCP Leal
Paraná
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A Companhia não passou por eventos societários significativos nos últimos três exercícios sociais e no exercício social
corrente.
Justificativa para o não preenchimento do quadro:
8.3 - Operações de reestruturação
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8.4 - Outras informações relevantes
8.4.
Outras informações que a Companhia julgue relevantes:

Não existem outras informações relevantes sobre esse item "8".
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9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes - outros
9.1.
Bens do ativo não-circulante relevantes para o desenvolvimento das atividades da
Companhia:

Os bens do ativo não-circulante relevantes para o desenvolvimento das atividades da Companhia são
constituídos substancialmente por seu ativo imobilizado.
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Parque Industrial - Fábrica de Conversão
Brasil
SC
Itajaí
Própria
Parque Industrial - Fábrica de Conversão
Brasil
RS
São Leopoldo
Própria
Parque Industrial - Fábrica de Conversão
Argentina
BA
Pilar
Própria
Parque Industrial - Fábrica de Conversão
Brasil
PE
Goiana
Própria
Parque Industrial - Fábrica de Conversão
Brasil
RJ
Rio de Janeiro
Própria
Glebas de terras de 108.347 hectares,com 100.057 hectares de florestas plantadas
Brasil
SC
Otacílio Costa, Leal, Lages,
Correia Pinto, Alfredo
Wagner, Espigão, Santa
Cecília, Palmeira
Própria
Glebas de terras de 31.202 hectares, com 27.589 hectares de florestas plantadas
Brasil
SC
Otacílio Costa, Leal, Lages,
Correia Pinto, Alfredo
Wagner, Espigão, Santa
Cecília, Palmeira
Arrendada
Glebas de terras de 4.495 hectares, com 3.972 hectares de florestas plantadas
Brasil
SP
Itapeva, São Miguel Arcanjo,
Tapiraí e Angatuba
Própria
Glebas de terras de 4.250 hectares, com 3.939 hectares de florestas plantadas
Brasil
SP
Itapeva, Paranapanema,
Angatuba, Itapetininga,
Sarapuí, Guareí e Buri
Arrendada
Glebas de terras de 7.357 hectares, com 2.668 hectares de florestas plantadas
Brasil
MS
Inocência
Própria
Parque Industrial - Fábrica de Conversão
Brasil
SP
Piracicaba
Própria
Parque Industrial - Fábrica de Conversão
Brasil
MG
Betim
Própria
Parque Industrial - Fábrica de Conversão
Brasil
SP
Jundiaí
Própria
Parque Industrial - Fábrica de Papel
Brasil
SC
Correia Pinto
Própria
Parque Industrial - Fábrica de Papel
Brasil
PR
Telêmaco Borba
Própria
Parque Industrial - Fábrica de Conversão
Brasil
RJ
Guapimirim
Própria
Parque Industrial - Fábrica de Conversão
Brasil
SP
Jundiaí
Própria
Parque Industrial - Fábrica de Papel
Brasil
SP
Angatuba
Própria
Parque Industrial - Fábrica de Conversão
Brasil
BA
Feira de Santana
Própria
Parque Industrial - Fábrica de Papel
Brasil
SC
Otacílio Costa
Própria
Parque Industrial - Fábrica de Conversão
Brasil
MG
Ponte Nova
Própria
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.a - Ativos imobilizados
Descrição do bem do ativo imobilizado
País de localização
UF de localização
Município de localização
Tipo de propriedade
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Versão : 4
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Glebas de terras de 251.663 hectares,com 222.768 hectares de florestas plantadas
Brasil
PR
Telêmaco Borba, Imbaú,
Ortigueira, Tibagi,
Guarapuava, Curiuva, Piraí
do Sul, Reserva, Rio Branco
Própria
Glebas de terras de 50.813 hectares, com 32.323 hectares de florestas plantadas
Brasil
PR
Telêmaco Borba, Imbaú,
Ortigueira, Tibagi, Reserva,
Ventania, Rio Branco,
Curiuva, Rosário, Ibati
Arrendada
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.a - Ativos imobilizados
Descrição do bem do ativo imobilizado
País de localização
UF de localização
Município de localização
Tipo de propriedade
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Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
Versão : 4
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Marcas
EUKALINER -
CLASSE 16
Itália
01/08/2014
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
EUKALINER -
CLASSE 16
Inglaterra
14/06/2015
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
EUKALINER -
CLASSE 16
França
19/06/2014
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
EUKALINER -
CLASSE 16
Brasil
13/08/2015
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
KLABIN - CLASSE
10.10
Brasil
10/04/2016
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
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Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
Versão : 4
background image
Marcas
KLACE -
NOMINATIVA -
CLASSE 01.60
Brasil
10/11/2012
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
KLACE -
NOMINATIVA -
CLASSE 16.10
Brasil
26/01/2015
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
KLABIN -
NOMINATIVA -
CLASSE 16
Argentina
20/04/2015
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
KLACELL -
NOMINATIVA -
CLASSE 16
Brasil
29/12/2012
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
KLACELL -
NOMINNATIVA -
CLASSE 01
Brasil
09/02/2013
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
PÁGINA: 74 de 280
Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
Versão : 4
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Marcas
"K" - FIGURATIVA
CLASSE 01
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
KLABIN DO
PARANÁ -
CLASSE 32
Brasil
27/10/2011
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
"K" - FIGURATIVA
CLASSE 04
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
"K" - FIGURATIVA
CLASSE 06
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
"K" - FIGURATIVA
CLASSE 04
Brasil
08/07/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
PÁGINA: 75 de 280
Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
Versão : 4
background image
Marcas
"K" - FIGURATIVA
CLASSE 06
Brasil
13/02/2017
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
"K" - FIGURATIVA
CLASSE 16
Brasil
22/01/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
"K" - FIGURATIVA
CLASSE 07
Brasil
22/07/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
"K" - FIGURATIVA
CLASSE 16
Brasil
22/07/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
"K" - FIGURATIVA
CLASSE 07
Brasil
01/07/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
PÁGINA: 76 de 280
Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
Versão : 4
background image
Marcas
"K" - FIGURATIVA
CLASSE 31
Brasil
22/07/2013
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
"K" - FIGURATIVA
CLASSE 19
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
"K" - FIGURATIVA
CLASSE 19
Brasil
24/06/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
"K" - FIGURATIVA
CLASSE 17
Brasil
22/07/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
"K" - FIGURATIVA
CLASSE 17
Brasil
22/01/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
PÁGINA: 77 de 280
Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
Versão : 4
background image
Marcas
"K" - FIGURATIVA
CLASSE 36
Brasil
24/06/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
"K" - FIGURATIVA
CLASSE 36
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
"K" - FIGURATIVA
CLASSE 31
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
"K" - FIGURATIVA
CLASSE 37
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
"K" - FIGURATIVA
CLASSE 37
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
PÁGINA: 78 de 280
Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
Versão : 4
background image
Marcas
"K" - FIGURATIVA
CLASSE 39
Brasil
11/11/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
"K" - FIGURATIVA
CLASSE 39
Brasil
22/07/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
"K" - FIGURATIVA
CLASSE 42
Brasil
30/09/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN
HORIZONTAL -
MISTA - CLASSE
01
Brasil
15/01/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
"K" - FIGURATIVA
CLASSE 42
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
PÁGINA: 79 de 280
Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
Versão : 4
background image
Marcas
K KLABIN -
HORIZONTAL -
MISTA - CLASSE
01
Brasil
15/01/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
HORIZONTAL -
MISTA - CLASSE
06
Brasil
22/07/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
HORIZONTAL -
MISTA - CLASSE
04
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
HORIZONTAL-
MISTA - CLASSE
06
Brasil
10/02/2019
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
HORIZONTAL -
MISTA - CLASSE
04
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
PÁGINA: 80 de 280
Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
Versão : 4
background image
Marcas
K KLABIN -
HORIZONTAL -
MISTA - CLASSE
31
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
HORIZONTAL -
MISTA - CLASSE
07
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
HORIZONTAL -
MISTA - CLASSE
19
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
HORIZONTAL -
MISTA - CLASSE
19
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
HORIZONTAL -
MISTA - CLASSE
07
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
PÁGINA: 81 de 280
Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
Versão : 4
background image
Marcas
K KLABIN -
HORIZONTAL -
MISTA - CLASSE
39
Brasil
22/07/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
HORIZONTAL -
MISTA - CLASSE
31
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
HORIZONTAL -
MISTA - CLASSE
42
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN-
HORIZONTAL -
MISTA - CLASSE
42
Brasil
10/06/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN-
HORIZONTAL -
MISTA - CLASSE
39
Brasil
11/06/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
PÁGINA: 82 de 280
Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
Versão : 4
background image
Marcas
K KLABIN -
VERTICAL -
MISTA - CLASSE
06
Brasil
10/02/2019
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
VERTICAL -
MISTA - CLASSE
01
Brasil
15/01/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
VERTICAL -
MISTA - CLASSE
04
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
VERTICAL -
MISTA - CLASSE
04
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
VERTICAL -
MISTA - CLASSE
01
Brasil
15/01/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
PÁGINA: 83 de 280
Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
Versão : 4
background image
Marcas
K KLABIN -
VERTICAL -
MISTA - CLASSE
07
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
VERTICAL -
MISTA - CLASSE
06
Brasil
10/02/2019
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
VERTICAL -
MISTA - CLASSE
07
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
VERTICAL -
MISTA - CLASSE
19
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
VERTICAL -
MISTA - CLASSE
19
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
PÁGINA: 84 de 280
Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
Versão : 4
background image
Marcas
K KLABIN -
VERTICAL -
MISTA - CLASSE
31
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
VERTICAL -
MISTA - CLASSE
42
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
VERTICAL -
MISTA - CLASSE
31
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
VERTICAL -
MISTA - CLASSE
39
Brasil
10/06/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
VERTICAL -
MISTA - CLASSE
39
Brasil
10/06/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
PÁGINA: 85 de 280
Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
Versão : 4
background image
Marcas
KLAFOLD -
NOMINATIVA -
CLASSE 16
Comunidade
Européia
25/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
KLAFOLD -
NOMINATIVA -
CLASSE 16
Suiça
25/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
KLAFOLD -
NOMINATIVA -
CLASSE 16
Noruega
27/06/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
VERTICAL -
MISTA - CLASSE
42
Brasil
11/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
KLAFOLD -
NOMINATIVA -
CLASSE 16
México
15/05/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
PÁGINA: 86 de 280
Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
Versão : 4
background image
Marcas
KLAMULTI -
NOMINATIVA -
CLASSE 16
México
16/05/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
KLAMULTI -
NOMINATIVA -
CLASSE 16
Noruega
12/06/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
KLAMULTI -
NOMINATIVA -
CLASSE 16
Estados Unidos
19/05/2019
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
KLAMULTI -
NOMINATIVA -
CLASSE 16
Suiça
25/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
KLAMULTI -
NOMINATIVA -
CLASSE 16
Comunidade
Européia
25/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
PÁGINA: 87 de 280
Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
Versão : 4
background image
Marcas
AIRKRAFT -
NOMINATIVA -
CLASSE 20.35
Brasil
21/04/2016
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
AIRKRAFT -
NOMINATIVA -
CLASSE 16.20
Brasil
04/03/2016
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
BATES - MISTA -
CLASSE 20.35
Brasil
12/03/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
CELUKRAFT -
NOMINATIVA -
CLASSE 16
Brasil
27/10/2011
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
BATES - MISTA -
CLASSE 22
Brasil
08/03/2014
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
PÁGINA: 88 de 280
Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
Versão : 4
background image
Marcas
EMBLEMÁTICA
(PCC) - CLASSE
35
Brasil
13/10/2013
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
EMBLEMÁTICA
(PCC) - CLASSE
35
Brasil
15/12/2011
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
EMBLEMÁTICA
(PCC) - CLASSE
27
Brasil
15/12/2011
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
EMBLEMÁTICA
(PCC) - CLASSE
16
Brasil
28/10/2011
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
EMBLEMÁTICA
(PCC) - CLASSE
31
Brasil
15/12/2011
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
PÁGINA: 89 de 280
Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
Versão : 4
background image
Marcas
K KLABIN
EXPORT - MISTA
- CLASSE 01
Brasil
22/07/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
STRETCH KRAFT
- NOMINATIVA -
CLASSE 16
Bolívia
08/03/2014
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
KLABIN EXPORT
- NOMINATIVA -
CLASSE 01
Brasil
30/10/2017
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
KLABIN EXPORT
- NOMINATIVA -
CLASSE 31
Brasil
10/06/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
KLABIN EXPORT
- MISTA -
CLASSE 01
Brasil
10/06/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
PÁGINA: 90 de 280
Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
Versão : 4
background image
Marcas
K KLABIN
EXPORT - MISTA
- CLASSE 31
Brasil
22/07/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN
EXPORT - MISTA
- CLASSE 31
Brasil
22/07/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
IGARAS -
NOMINATIVA -
CLASSE 20.35
Brasil
13/10/2013
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
IGARAS -
NOMINATIVA -
CLASSE 16
Brasil
05/10/2013
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
CARTÃO
KRAFTLINER
MASTER -
NOMINATIVA -
CLASSE 16.10
Brasil
19/09/2015
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
PÁGINA: 91 de 280
Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
Versão : 4
background image
Marcas
KAPAKRAFT
NEVADO -
NOMINATIVA -
CLASSE 16.10
Brasil
09/10/2017
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
IGARAS -
NOMINATIVA -
CLASSE 01.60
Brasil
23/03/2014
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
KAPABRANCA -
NOMINATIVA -
CLASSE 16.10
Brasil
28/02/2014
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
IGARAS - MISTA -
CLASSE 22
Brasil
11/09/2015
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
IGARAS - MISTA -
CLASSE 16.10
Brasil
20/12/2014
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
PÁGINA: 92 de 280
Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
Versão : 4
background image
Marcas
KAPATEST -
NOMINATIVA -
CLASSE 16.10
Brasil
09/03/2013
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
OMNIKRAFT
NEVADO
Brasil
12/01/2012
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
PONTE NOVA -
NOMINATIVA -
CLASSE 40.15
Brasil
07/02/2016
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
PAPEL
MIOLOMASTER -
NOMINATIVA -
CLASSE 16.10
Brasil
18/04/2015
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
PINUSPREV -
MISTA - CLASSE
36.50
Brasil
18/07/2015
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
PÁGINA: 93 de 280
Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
Versão : 4
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Patentes
PRIVILÉGIO DE
INVENÇÃO -
APERFEIÇOAME
NTO
INTRODUZIDO
EM BASE PARA
EMPILHAMENTO
DIPO PALETTE
Brasil
29/04/2016
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Patentes
DESENHO
INDUSTRIAL -
CONFIGURAÇÃO
APLICADA EM
RECIPIENTE
PORTA-COPOS
Brasil
05/02/2012
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
PONTE NOVA -
NOMINATIVA -
CLASSE 16.10
Brasil
06/11/2011
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Patentes
MODELO DE
UTILIDADE -
DISPOSIÇÃO
CONSTRUTIVA
INTRODUZIDA
EM BASE PARA
EMPULHAMENTO
TIPO PALETTE
Brasil
27/02/2012
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
ULTRAKFRAT -
NOMINATIVA -
CLASSE 16.20
Brasil
05/02/2015
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
PÁGINA: 94 de 280
Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
Versão : 4
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Patentes
MODELO DE
UTILIDADE -
RECIPIENTE
MONTÁVEL
PARA
SUSTENTAÇÃO E
TRANSPORTE
DE ARTIGOS
DIVERSOS -
PORTA
Brasil
04/10/2015
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN -
HORIZONTAL -
MISTA - CLASSE
37
Brasil
12/04/2021
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Patentes
PRIVILÉGIO DE
INVENÇÃO - PÉ
DE APOIO DE
CARGA EM
PALETTE DE
PAPEL]AO
ONDULADO
Brasil
25/08/2018
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
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titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Patentes
DESENHO
INDUSTRIAL -
CONFIGURAÇÃO
APLICADA A
CAIXA PARA
TRANSPORTE E
ACONDICIONAM
ENTO DE
MERCADORIAS
Brasil
09/12/2017
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
PÁGINA: 95 de 280
Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
Versão : 4
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Marcas
K KLABIN
EXPORT - MISTA
- CLASSE 36
Brasil
26/04/2021
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular.
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes.
Marcas
K KLABIN
EXPORT -
NOMINATIVA -
CLASSE 36
Brasil
26/04/2021
O pagamento periódico de taxas
correspondentes à proteção decenal da
marca, devida ao INPI é imprescindível
para evitar a extinção dos registros e a
consequente cessação dos direitos do
titular
Fim do direito de uso exclusivo da marca. Em
decorrência, a Cia. encontraria grandes
dificuldades para impedir terceiros de utilizar
marcas idêntidas ou semelhantes às suas
para assinalar, inclusive, serviços e/ou
produtos concorrentes
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.b - Patentes, marcas, licenças, concessões, franquias e contratos de transferência de
tecnologia
Tipo de ativo
Descrição do ativo
Território atingido
Duração
Eventos que podem causar a perda dos
direitos
Consequência da perda dos direitos
PÁGINA: 96 de 280
Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
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Klabin Argentina S.A.
00.000.000/0000-00
-
Controlada
Argentina
BA
Buenos Aires - Pilar
Sacos Industriais
100,000000
31/12/2010
13,470000
0,000000
0,00
Valor contábil 31/12/2010
31.228.000,00
Valor mercado
31/12/2009
-22,100000
0,000000
0,00
31/12/2008
39,700000
0,000000
0,00
Ikapê
Empreendimentos Ltda.
81.399.230/0001-77
-
Controlada
Brasil
PR
Telêmaco Borba
Hotelaria
100,000000
31/12/2009
-17,300000
0,000000
0,00
31/12/2010
4,440000
0,000000
0,00
Valor contábil 31/12/2010
2.213.000,00
Valor mercado
Expectativa de rendimentos futuros.
31/12/2008
-17,800000
0,000000
0,00
Razões para aquisição e manutenção de tal participação
Centaurus Holdings S/A 05.867.493/0001-85
-
Controlada
Brasil
SP
São Paulo
Participação em sociedades
100,000000
Expectativa de rendimentos futuros
31/12/2010
-9,770000
0,000000
0,00
Valor contábil 31/12/2010
156.573.000,00
Valor mercado
31/12/2009
2,680000
0,000000
0,00
Razões para aquisição e manutenção de tal participação
31/12/2008
91,700000
0,000000
0,00
Antas Serviços
Florestais Ltda.
76.171.453/0001-42
-
Controlada
Brasil
PR
Telêmaco Borba
Plantio de florestas
100,000000
31/12/2010
-14,570000
0,000000
0,00
Valor contábil 31/12/2010
686.000,00
Valor mercado
31/12/2009
-26,900000
0,000000
0,00
Expectativa de rendimentos futuros
Razões para aquisição e manutenção de tal participação
31/12/2008
-0,300000
0,000000
0,00
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.c - Participações em sociedades
Razão social
CNPJ
Código CVM
Tipo sociedade
País sede
UF sede
Município sede
Descrição das atividades
desenvolvidas
Participação do emisor
(%)
Exercício social
Valor contábil - variação % Valor mercado -
variação %
Montante de dividendos
recebidos (Reais)
Data
Valor (Reais)
PÁGINA: 97 de 280
Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
Versão : 4
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Klabin Trade
00.000.000/0000-00
-
Controlada
Inglaterra
LO
Londres
Comercialização de produtos próprios no
mercado externo
100,000000
Valor mercado
Klabin Limited
00.000.000/0000-00
-
Controlada
Ilhas Cayman
GT
Grand Cayman
Participação em outras companhias
100,000000
Valor mercado
31/12/2008
-965,960000
0,000000
91.365.000,00
31/12/2009
-17,600000
0,000000
0,00
31/12/2010
352,190000
0,000000
0,00
Valor contábil 31/12/2010
20.552.000,00
Razões para aquisição e manutenção de tal participação
Expectativa de rendimentos futuros
Klabin Forest Products
Company
00.000.000/0000-00
-
Controlada
Estados Unidos
FL
Miami
Comercialização de produtos próprios no
mercado externo
100,000000
31/12/2009
100,000000
0,000000
0,00
Valor mercado
Razões para aquisição e manutenção de tal participação
31/12/2008
0,000000
0,000000
0,00
31/12/2010
-29,960000
0,000000
0,00
Valor contábil 31/12/2010
2.717.000,00
Expectativa de rendimentos futuros
Klabin do Paraná
Produtos Florestais
Ltda.
76.171.479/0001-90
-
Controlada
Brasil
PR
Telêmaco Borba
Fabricação de produtos fitoterápicos
100,000000
31/12/2010
-30,280000
0,000000
0,00
Valor contábil 31/12/2010
1.262.000,00
Valor mercado
31/12/2009
-22,800000
0,000000
0,00
Expectativa de rendimentos futuros
Razões para aquisição e manutenção de tal participação
31/12/2008
-22,800000
0,000000
0,00
Razões para aquisição e manutenção de tal participação
Expectativa de rendimentos futuros
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.c - Participações em sociedades
Razão social
CNPJ
Código CVM
Tipo sociedade
País sede
UF sede
Município sede
Descrição das atividades
desenvolvidas
Participação do emisor
(%)
Exercício social
Valor contábil - variação % Valor mercado -
variação %
Montante de dividendos
recebidos (Reais)
Data
Valor (Reais)
PÁGINA: 98 de 280
Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
Versão : 4
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Timber Holdings S/A
05.867.685/0001-91
-
Controlada
Brasil
SP
São Paulo
Participação em sociedades
100,000000
31/12/2010
0,000000
0,000000
0,00
Valor contábil 31/12/2010
35.997.000,00
Valor mercado
Razões para aquisição e manutenção de tal participação
31/12/2008
100,000000
0,000000
0,00
31/12/2009
-0,500000
0,000000
0,00
Sociedades em Conta
de Participação - Santa
Catarina
89.637.490/0001-45
-
Controlada
Brasil
SC
Otacílio Costa
Reflorestamento
94,000000
Captação de recursos para reflorestamento
31/12/2010
1,680000
0,000000
47.004.000,00
Valor contábil 31/12/2010
415.799.000,00
Valor mercado
31/12/2009
-11,830000
0,000000
61.297.000,00
Razões para aquisição e manutenção de tal participação
31/12/2008
203,400000
0,000000
19.340.000,00
Sociedades em Conta
de Participação -
Paraná
89.637.490/0001-45
-
Controlada
Brasil
PR
Telêmaco Borba
Reflorestamento
89,000000
31/12/2009
4,080000
0,000000
2.281.000,00
31/12/2010
0,460000
0,000000
91.164.000,00
Valor contábil 31/12/2010
1.126.862.000,00
Valor mercado
Captação de recursos para reflorestamento
Razões para aquisição e manutenção de tal participação
31/12/2008
26,300000
0,000000
25.886.000,00
31/12/2009
0,000000
0,000000
0,00
31/12/2010
0,000000
0,000000
0,00
Valor contábil 31/12/2010
0,00
31/12/2008
0,000000
0,000000
0,00
Expectativa de rendimentos futuros
Razões para aquisição e manutenção de tal participação
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.c - Participações em sociedades
Razão social
CNPJ
Código CVM
Tipo sociedade
País sede
UF sede
Município sede
Descrição das atividades
desenvolvidas
Participação do emisor
(%)
Exercício social
Valor contábil - variação % Valor mercado -
variação %
Montante de dividendos
recebidos (Reais)
Data
Valor (Reais)
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Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
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Expectativa de rendimentos futuros
9.1 - Bens do ativo não-circulante relevantes / 9.1.c - Participações em sociedades
Exercício social
Valor contábil - variação % Valor mercado -
variação %
Montante de dividendos
recebidos (Reais)
Data
Valor (Reais)
Razão social
CNPJ
Código CVM
Tipo sociedade
País sede
UF sede
Município sede
Descrição das atividades
desenvolvidas
Participação do emisor
(%)
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Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
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9.2 - Outras informações relevantes
9.2.
Outras informações que a Companhia julgue relevantes:

Áreas de Preservação Permanente

A Companhia mantém e trabalha para a melhoria da qualidade ambiental em suas áreas de preservação
permanente. Áreas privadas que têm seus limites definidos em lei, colaboram para a manutenção da
biodiversidade, qualidade do ar, água e solo, de forma global. As florestas preservadas contribuem para o
equilíbrio ambiental e sustentabilidade do negócio florestal.

Seguros

Em 31 de dezembro de 2010, a Klabin SA e controladas possuem seguros contra incêndio, raio,
explosão, danos elétricos, e vendaval para as suas instalações industriais, administrativas e estoque.
Possui ainda seguros com coberturas para responsabilidade civil geral, e responsabilidade de D&O, auto e
riscos diversos para equipamentos móveis, no montante de R$ 1.769.240.000,00

Alteração no valor contábil da participação em controladas

Os valores contábeis da participação da Companhia em controladas foram alteradas em relação ao
Formulário de Referência apresentado anteriormente, em decorrência da adoção dos novos
pronunciamentos contábeis, convergentes ao IFRS.

A descrição dos efeitos da adoção destes pronunciamentos que impactaram os balanços patrimoniais e
demonstrações do resultado da Companhia estão descritas no item 10.1 deste formulário.
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Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
10.1. Comentários
dos diretores sobre:

a) condições financeiras e patrimoniais gerais

A Diretoria entende que a Companhia apresenta condições financeiras e patrimoniais adequadas para
continuidade e desenvolvimento de suas operações.

As receitas da Companhia provêm de vendas para o mercado interno e externo de papéis para
embalagens, caixas de papelão, sacos de papel e madeira para serrarias.

A diretoria da Companhia mantém sua estratégia financeira focada na manutenção de elevada posição
disponível em caixa e alongado perfil da dívida.

Os indicadores de endividamento da Companhia estão demonstradas no item 3.7 deste formulário.

b) estrutura de capital e possibilidade de resgate de ações ou quotas, indicando: (i) hipóteses de
resgate; (ii) fórmula de cálculo do valor de resgate
Endividamento (R$ mil)
31/12/2010
31/12/2009
1/1/2009
Curto prazo
842.121 802.312 497.094
Longo prazo
4.014.976 3.925.637 4.971.637
Endividamento bruto
4.857.097
4.727.949
5.468.731
Disponibilidades
(2.729.327) (2.051.526) (1.702.698)
Endividamento líquido
2.127.770
2.676.423
3.766.033
Patrimônio líquido (atribuído
aos acionistas controladores)
4.994.085
4.662.159
4.628.577

Em 31 de dezembro de 2010 o endividamento líquido era de R$ 2,1 bilhões, redução de R$ 0,5 bilhão em
relação a 31 de dezembro de 2009 e R$ 1,6 bilhão em relação a 01 de janeiro de 2009. A relação Dívida
Líquida
/ EBITDA, que em 31 de dezembro de 2009 era de 3,6x, encerrou o exercício de 2010 em 2,2x,
impactado principalmente pelo aumento nas vendas e redução da dívida líquida pelo fortalecimento de
caixa em 2010.

Não há hipóteses de resgate de ações de emissão da Companhia além das legalmente previstas.

c) capacidade de pagamento em relação aos compromissos financeiros assumidos

Considerando o perfil de endividamento, o fluxo de caixa e a posição de liquidez, a Companhia apresenta
liquidez e recursos de capital suficientes para cobrir seus investimentos, despesas, dívidas e outros valores
a serem pagos nos próximos anos, embora não possa garantir que tal situação será mantida, em
decorrência da possibilidade de não concretização de sua projeção orçamentária.

Caso seja necessário contrair financiamentos para investimentos de novos projetos e aquisições, a
Companhia entende ter capacidade para contratá-los prontamente. O caixa da Companhia em 31 de
dezembro de 2010 é suficiente para amortizar aproximadamente 40 meses de seu endividamento
financeiro.





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Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
Versão : 4
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
d) fontes de financiamento para capital de giro e para investimentos em ativos não-circulantes
utilizadas


Para financiamento de capital de giro a Companhia contrata linhas de longo prazo de pré-pagamentos de
exportação e notas de crédito de exportação. Para grandes projetos a Companhia utiliza-se de linhas de
financiamento disponíveis pelo BNDES.

e) fontes de financiamento para capital de giro e para investimentos em ativos não-circulantes que
pretende utilizar para cobertura de deficiências de liquidez

A Companhia não tem enfrentado situação de deficiência de liquidez. Para novos investimentos em
projetos de expansão, utilizará sua geração livre de caixa e a mesma estratégia de captação adotada
atualmente, salvo se houver, à época, linhas de financiamento mais atrativas.

f) níveis de endividamento e as características de tais dívidas, descrevendo: (i) contratos de
empréstimo e financiamento relevantes; (ii) outras relações de longo prazo com instituições
financeiras; (iii) grau de subordinação entre as dívidas; e (iv) eventuais restrições impostas à
Companhia, em especial, em relação a limites de endividamento e contratação de novas dívidas, à
distribuição de dividendos, à alienação de ativos, à emissão de novos valores mobiliários e à
alienação de controle societário

A tabela a seguir demonstra a evolução do nosso endividamento consolidado nas respectivas datas:
Financiamentos (R$ mil)
31/12/2010 31/12/2009 1/1/2009
Em moeda nacional
. BNDES - Projeto MA1100
1.324.230
1.575.003
1.746.212
. BNDES - Outros
367.490
268.867
228.578
. Crédito exportação
150.452
180.690
338.024
. Capital de giro
100.765
100.597
134.210
. Outros
58.796
49.477
40.767
2.001.733
2.174.634
2.487.791
Em moeda estrangeira (*)
. Ativo imobilizado
41.407
23.823
10.464
. Pré pagamentos exportação
2.247.404
1.830.144
2.143.416
. Notas de crédito à exportação
540.275
591.834
809.228
. Cambiais descontadas
26.278
107.514
17.832
2.855.364
2.553.315
2.980.940
4.857.097
4.727.949
5.468.731
Curto prazo
842.121
802.312
497.094
Longo prazo
4.014.976
3.925.637
4.971.637
4.857.097
4.727.949
5.468.731
(*) Vinculados em dólares norte-americanos

O quadro abaixo demonstra o vencimento do saldo de endividamento da Companhia em 31 de dezembro
de 2010 no longo prazo:
2020
Ano
2012 2013 2014 2015
2016
2017
2018
2019 em
diante Total
Valor
788.609 845.309 715.481 684.322 309.842 167.308 208.996 204.225
90.884 4.014.976
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
Adicionalmente, a Companhia não possui quaisquer outras relações de longo prazo com instituições
financeiras, salvo-se com exceção daquelas registradas e divulgadas nas demonstrações financeiras e, não
existem subordinações entre as dívidas.

Garantias
Os financiamentos junto ao BNDES são garantidos por terrenos, edifícios, benfeitorias, máquinas,
equipamentos e instalações das fábricas de Correia Pinto ­ SC e Monte Alegre ­ PR, com valor contábil
líquido de depreciação equivalente a R$ 2.091.353 em 31 de dezembro de 2010, objeto dos respectivos
financiamentos,além de depósitos em garantia, bem como por avais dos acionistas controladores.

Os empréstimos de crédito de exportação, pré pagamentos de exportações e capital de giro não possuem
garantias reais.

Cláusulas restritivas de contratos

A Companhia e suas controladas não possuem quaisquer contratos de financiamentos dos quais contém
cláusulas restritivas que estabeleçam obrigações quanto à manutenção de índices financeiros sobre as
operações contratadas ou torne automaticamente exigível o pagamento da dívida.

g) limites de utilização dos financiamentos já contratados

Em 31 de dezembro de 2010, a Companhia possui junto o BNDES um limite operacional de R$ 724
milhões para utilização, mediante apresentação de projeto de investimento para utilização do capital.

h) alterações significativas em cada item das demonstrações financeiras

As demonstrações financeiras consolidadas a seguir refletem a correta apresentação da posição
patrimonial e financeira e o resultado das operações da Companhia para os referidos exercícios.

Elaboração das demonstrações financeiras

As demonstrações financeiras consolidadas foram elaboradas de acordo com as normas internacionais de
relatório financeiro (IFRS ­ International Financial Reporting Standards), emitidas pelo IASB ­
International Accounting Standards Board, e práticas contábeis adotadas no Brasil, com base nos
pronunciamentos técnicos emitidos pelo CPC ­ Comitê de Pronunciamentos Contábeis, plenamente
convergentes ao IFRS, e normas estabelecidas pela CVM ­ Comissão de Valores Mobiliários.

Adoção dos novos pronunciamentos contábeis

A Companhia adotou os novos pronunciamentos pela primeira vez em suas demonstrações financeiras
para o exercício de 2009, sendo 01 de janeiro de 2009 considerado como data de transição. Na adoção
inicial dos novos pronunciamentos contábeis, convergentes ao IFRS, a Companhia segue as premissas
definidas no CPC 37 (IFRS 1) ­ Adoção Inicial das IFRSs e CPC 43 (IFRS 1) ­ Adoção Inicial dos
Pronunciamentos Técnicos CPC 15 a 40.
Os saldos do balanço patrimonial de 01 de janeiro e 31 de dezembro de 2009 e demonstração do resultado
do exercício de 2009 foram ajustados contemplando os efeitos da adoção dos novos pronunciamentos
descritos a seguir:

- Dividendos: classificação dentro do patrimônio líquido da proposta de dividendos complementares do
exercício excedente ao mínimo obrigatório, sendo constituído o passivo somente após sua aprovação em
assembléia;

- Ativos biológicos: valoração dos ativos florestais da Companhia, compostos pelo cultivo de pinus e
eucalipto, por seu valor justo, correspondente ao valor futuro de realização destes ativos deduzidos dos
custos necessários para colocação destes em condição de uso/venda, apurado com base em fluxo de caixa
descontado;
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
- Provisões fiscais, previdenciárias, cíveis e trabalhistas: apresentação do saldo passivo da provisão e dos
depósitos judiciais no ativo de forma bruta, ao invés da forma líquida apresentada anteriormente;

- Participação de Acionistas Não Controladores: a apresentação da participação de acionistas não
controladores é demonstrada dentro do patrimônio líquido da Companhia, em linha específica;

- Depreciação: apuração da depreciação do ativo imobilizado com base na vida útil estimada dos ativos,
aplicando as novas taxas a partir de 2010. As novas taxas de depreciação diferem daquelas adotadas
anteriormente pela Companhia.

- Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos sobre Reserva de Reavaliação: o imposto de renda e
a contribuição social não registrados sobre reavaliações de ativos remanescentes no balanço da
Companhia em atendimento a prática contábil vigente na época da reavaliação, deve ser registrado
deduzindo-se do saldo da reserva de reavaliação registrada no patrimônio líquido, assim como adicionada
a provisão diferida dos impostos no passivo.

- Custo Atribuído ao Ativo Imobilizado: na adoção inicial dos novos pronunciamentos, a Companhia
pode optar por efetuar uma atribuição de custo (deemed cost) a determinadas classes de ativos
imobilizados, trazendo estes ativos a valor justo. A Companhia optou por atribuir custos aos ativos
imobilizados alocados na classe de terras florestais, em decorrência da defasagem do custo histórico
destes ativos frente a seu valor justo.

- Cambiais Descontadas: a apresentação nos balanços patrimoniais do saldo de cambiais descontadas deve
ser feito junto ao saldo de empréstimos e financiamentos no passivo, ao invés de redutor do saldo de
contas a receber no ativo, conforme permitido anteriormente.

- Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos: apresentação nos balanços patrimoniais dos
referidos tributos diferidos de forma líquida entre a compensação dos saldos de tributos diferidos ativos e
passivos e, integralmente como não circulantes. Anteriormente a parcela que seria realizada ou tributada
no exercício seguinte era classificada como circulantes.

- Aquisição de Investimentos em Controladas: o saldo da diferença entre valor contábil e valor justo dos
ativos e passivos adquiridos, foi alocado ao saldo de investimentos na referida controlada na
demonstração financeira individual. Essas diferenças foram alocadas em suas respectivas rúbricas ao seu
valor justo nas demonstrações financeiras consolidadas.

Os quadros abaixo, apresentam a conciliação dos efeitos no resultado de 2009 e patrimônio líquido da
Companhia em 01 de janeiro e 31 de dezembro de 2009, ajustado com base nos novos pronunciamentos:
Lucro líquido de acordo com as práticas contábeis anteriores
Variação do valor justo dos ativos biológicos
Custo dos produtos vendidos - exaustão valor justo dos ativos biológicos
IR/CS diferido s/ os ajustes
Total dos ajustes com a adoção dos novos pronunciamentos
Lucro líquido de acordo com os novos pronunciamentos
. Atribuiído a participação dos acionistas controladores
. Atribuiído a participação dos acionistas não controladores
(164.121)
171.741
168.786
2.955
335.862
64.577
(313.244)
84.546
Demonstração do resultado
Consolidado
31.12.2009
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
01.01.2009
31.12.2009
Patrimônio líquido de acordo com as práticas contábeis anteriores
2.247.015
2.387.018
Valor justo dos ativos biológicos
1.958.016
1.709.350
Custo atribuído ao imobilizado - terras
1.692.144
1.692.144
IR/CS diferido s/ os ajustes
(1.241.054)
(1.156.508)
IR/CS diferido s/ reserva de reavaliação
(27.544)
(26.847)
Estorno da proposta de dividendos para aprovação na AGO
-
57.002
Classificação de acionistas não controladores para o PL
27.974
56.665
Total dos ajustes com a adoção dos novos pronunciamentos
2.409.536
2.331.806
Patrimônio líquido de acordo com os novos pronunciamentos:
4.656.551
4.718.824
. Atribuiído a participação dos acionistas controladores
4.628.577
4.662.159
. Atribuiído a participação dos acionistas não controladores
27.974
56.665
Patrimônio líquido
Consolidado
RESUMO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
Os quadros abaixo apresentam os balanços patrimoniais da Companhia em 31 de dezembro de 2010, 31
de dezembro de 2009 e 01 de janeiro de 2009, além das demonstrações do resultado para os exercícios de
2010 e 2009.
A Companhia optou por não apresentar a demonstração do resultado de 2008 em decorrência de não
haver comparabilidade com os resultados de 2009 e 2010, pois a adoção dos novos pronunciamentos não
foi aplicável aquele exercício, sendo adotada a partir de 01 de janeiro de 2009.
Ç























31/12/2010
31/12/2009
VARIAÇÕES - AH
(2)
AV
(1)
AV
(1)
31/12/2010 e 31/12/2009
EXERCÍCIOS FINDOS EM (em R$ mil)
Re
V
ceita líquida de vendas
3.663.317
100%
2.960.179
100%
24%
ariação do valor justo dos ativos biológicos
448.625
12%
64.577
2%
595%
usto dos produtos vendidos
(2.741.103)
-75%
(2.498.271)
-84%
10%
ucro bruto
1.370.839
37%
526.485
18%
160%
spesas/ receitas operacionais
endas
(300.153)
-8%
(300.047)
-10%
0%
erais e administrativas
(214.876)
-6%
(176.906)
-6%
21%
utras, líquidas
(34.421)
-1%
10.770
0%
-420%
(549.450)
-15%
(466.183)
-16%
18%
ucro antes do resultado financeiro e
s tributos
821.389
22%
60.302
2%
n/a
sultado financeiro
eceitas financeiras
213.162
6%
84.040
3%
154%
espesas financeiras
(162.568)
-4%
360.159
12%
-145%
50.594
1%
444.199
15%
-89%
ucro antes dos tributos sobre o lucro
871.983
24%
504.501
17%
73%
mposto de renda e contribuição social
Corrente
(100.545)
-3%
(244.206)
-8%
-59%
Diferido
(189.286)
-5%
(88.554)
-3%
114%
(289.831)
-8%
(332.760)
-11%
-13%
ucro líquido do exercício das operações continuadas
582.152
16%
171.741
6%
239%
ucro atribuído aos acionistas controladores
559.776
15%
168.786
6%
232%
ucro atribuído aos acionistas não controladores
22.376
1%
2.955
0%
(1)
Análise Vertical
(2)
Análise Horizontal
C
L
De
V
G
O
L
do
Re
R
D
L
I
.
.
L
L
L
AV
AV
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
















31/12/2010
31/12/2009
1/1/2009

COMPARAÇÃO DOS RESULTADOS OPERACIONAIS APURADOS NOS EXERCÍCIOS
SOCIAIS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E DE 2009

Receita líquida de vendas

A receita operacional líquida de vendas relativa ao exercício de 2010 foi de R$3.663 milhões,
representando aumento de 24% em relação ao exercício de 2009, onde a Companhia registrou receita
operacional líquida de vendas de R$2.960 milhões.
A T I V O
AV
(1)
AV
(1)
AV
(1)
Circulante
a e equivalentes de caixa
2.531.105
21%
1.841.652
16%
1.295.177
11%
37%
42%
ítulos e valores mobiliários
198.222
2%
209.874
2%
407.521
4%
-6%
-48%
ntas a receber de clientes
753.961
6%
661.128
6%
650.912
6%
14%
2%
stoques
460.128
4%
470.615
4%
478.890
4%
-2%
-2%
ributos a recuperar
131.102
1%
294.268
3%
326.969
3%
-55%
-10%
spesas antecipadas ­ partes relacionadas
13.242
0%
15.963
0%
18.790
0%
-17%
-15%
utros ativos
39.387
0%
42.697
0%
61.790
1%
-8%
-31%
Total do ativo circulante
4.127.147
34%
3.536.197
31%
3.240.049
28%
17%
9%
o circulante
artes relacionadas
1.220
0%
1.727
0%
2.125
0%
-29%
-19%
epósitos judiciais
90.698
1%
81.932
1%
126.029
1%
11%
-35%
ributos a recuperar
131.621
1%
164.673
1%
206.514
2%
-20%
-20%
utros ativos
124.458
1%
111.393
1%
103.903
1%
12%
7%
Investimentos
11.542
0%
11.552
0%
8.700
0%
0%
33%
mobilizado
5.004.023
41%
4.996.892
44%
5.286.477
45%
0%
-5%
tivos biológicos
2.762.879
23%
2.491.169
22%
2.667.454
23%
11%
-7%
Intangível
7.655
0%
6.365
0%
1.115
0%
20%
471%
al do ativo não circulante
8.134.096
66%
7.865.703
69%
8.402.317
72%
3%
-6%
al do ativo
12.261.243
100%
11.401.900
100%
11.642.366
100%
8%
-2%
VARIAÇÕES - AH
(2)
BALANÇO PATRIMONIAL (em R$ mil)
31/12/2010 e
31/12/2009
31/12/2009 e
1/1/2009
Caix
T
Co
E
T
De
O

P
D
T
O
I
A
Tot
Tot
31/12/2010
31/12/2009
1/1/2009
PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO
AV
(1)
AV
(1)
AV
(1)
irculante
mpréstimos e financiamentos
842.121
7%
802.312
7%
497.094
4%
5%
61%
Fornecedores
269.839
2%
189.696
2%
215.546
2%
42%
-12%
ributos a recolher
40.669
0%
50.399
0%
42.152
0%
-19%
20%
Provisão para imposto de renda
contribuição social
37.013
0%
1.622
0%
764
0%
2182%
112%
alários, férias e encargos
93.542
1%
68.859
1%
59.661
1%
36%
15%
artes relacionadas
2.392
0%
2.202
0%
1.816
0%
9%
21%
desão - REFIS
349.340
3%
331.685
3%
-
0%
5%
100%
Outras contas a pagar e provisões
55.997
0%
57.844
1%
44.167
0%
-3%
31%
al do passivo circulante
1.690.913
14%
1.504.619
13%
861.200
7%
12%
75%
ão circulante
mpréstimos e financiamentos
4.014.976
33%
3.925.637
34%
4.971.637
43%
2%
-21%
mposto de renda e contribuição
ocial diferidos
1.235.635
10%
1.047.513
9%
956.828
8%
18%
9%
Provisões fiscais, previdenciárias, trabalhistas
íveis
102.147
1%
138.725
1%
110.429
1%
-26%
26%
Outras contas a pagar e provisões
63.070
1%
66.582
1%
85.721
1%
-5%
-22%
otal do passivo não circulante
5.415.828
44%
5.178.457
45%
6.124.615
53%
5%
-15%
atrimônio líquido
social
1.500.000
12%
1.500.000
13%
1.500.000
13%
0%
0%
Reservas de capital
84.491
1%
84.491
1%
84.491
1%
0%
0%
serva de reavaliação
51.404
0%
52.117
0%
53.472
0%
-1%
-3%
Reservas de lucros
2.403.120
20%
2.001.024
18%
1.953.918
17%
20%
2%
justes de avaliação patrimonial
1.083.423
9%
1.104.337
10%
1.116.506
10%
-2%
-1%
ções em tesouraria
(128.353)
-1%
(79.810)
-1%
(79.810)
-1%
61%
0%
atrimônio lí
C
E
T
e
S
P
A
Tot
N
E
I
s
e c
T
P
Capital
Re
A
A
quido atribuído a particip
P
ação dos
istas controladores
4.994.085
41%
4.662.159
41%
4.628.577
40%
7%
1%
Patrimônio lí
acion
quido atribuído a participação dos
istas não controladores
160.417
1%
56.665
0%
27.974
0%
183%
103%
5.154.502
42%
4.718.824
41%
4.656.551
40%
9%
1%
al do passivo e patrimônio líquido
12.261.243
100%
11.401.900
100%
11.642.366
100%
8%
-2%
(1)
Análise Vertical
(2)
Análise Horizontal
31/12/2010 e
31/12/2009
31/12/2009 e
1/1/2009
VARIAÇÕES - AH
(2)
BALANÇO PATRIMONIAL (em R$ mil)
acion
Tot
AV
AV
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
As vendas do exercício de 2009 foram impactadas pelos efeitos da crise econômica mundial nas
operações da Companhia, principalmente em seu primeiro semestre, porém para o exercício de 2010 seus
efeitos foram superados e a Companhia apresentou aumento nos volumes de venda em todos seus
segmentos operacionais.

Dentre as principais variações no saldo, destaca-se: (i) aumento na receita líquida de 65% nas vendas de
madeira para terceiros; (ii) aumento de 25% na receita líquida das vendas de papéis, destacando a
recuperação de países estrangeiros atendidos pela Companhia e o aquecimento no mercado interno, com
forte demanda de papéis para embalagem, impulsionando os preços dos produtos no mercado e; (iii)
aumento de 18% na receita líquida das vendas de conversão, englobando chapas de papelão, caixas para
embalagens e sacos industriais, destacando-se neste último o crescimento na construção civil como um
dos fatores de aumento.

Variação do valor justo dos ativos biológicos

A variação do valor justo dos ativos biológicos, compreendida entre as variações de preço e crescimento
das avaliações a valor justo das florestas da Companhia, totalizaram R$449 milhões em 2010, frente a
R$65 milhões em 2009. Os fatores que impactaram a variação no saldo comparativo referem-se a
aumento nos preços de madeira no mercado de aproximadamente 6% durante 2010, versus uma queda de
7% em 2009, além de aumento no volume de florestas que passaram a ser reconhecidas pelo valor justo
durante 2010.

Custo dos produtos vendidos

O custo dos produtos vendidos em 2010 foi de R$2.741 milhões, sendo 10% superior a 2009, onde foi
apurado montante de R$2.498 milhões.

Os principais fatores que impactaram o custo dos produtos vendidos referem-se a: (i) redução da
depreciação dos ativos imobilizados apropriados ao custo de produção de aproximadamente R$ 180
milhões em decorrência da revisão da vida útil dos ativos para definição das taxas de depreciação,
apresentando taxas inferiores àquelas utilizadas em 2009; (ii) aumento de 11% nos volumes de venda em
2010, comparativamente a 2009, com alteração no mix de produtos e; (iii) aumento nos gastos com
pessoal alocados ao custo de produção em decorrência de dissídios coletivos e programa de participação
de resultados concedidos aos funcionários.

Despesas/ receitas operacionais:

- Vendas

As despesas com vendas em 2010 foram de R$300 milhões, estáveis em relação a despesa apurada em
2009. As despesas com fretes correspondem a 59% do total.

- Gerais e administrativas

As despesas gerais e administrativas totalizaram R$215 milhões em 2010 e R$177 milhões em 2009,
apresentando aumento de 21% decorrente principalmente do aumento nos gastos com pessoal frente aos
dissídios coletivos firmados e programa de participação nos resultados concedidos aos funcionários, além
de aumento nos gastos com contratação de serviços de terceiros.

- Outras líquidas

Em 2010, destacam-se despesas com a atualização do passivo atuarial do plano de benefício concedido
aos empregados de R$8 milhões.
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
O valor de outras despesas e receitas líquidas registrado pela Companhia em 2009 foi substancialmente
impactado por receita não recorrente de R$54 milhões resultante de indenização por desapropriação de
terras, porém, o saldo foi parcialmente consumido pelo aumento na despesa de provisões para riscos
fiscais, previdenciários, cíveis e trabalhistas, equivalente a R$42 milhões, decorrente de aumento na
expectativa de perdas com processos trabalhistas.

Resultado financeiro líquido

A Companhia apresentou receita financeira líquida de R$51 milhões em 2010, contra R$444 milhões no
exercício de 2009.

A receita financeira apresentou aumento de R$ 129 milhões em 2010 comparativamente a 2009, em
decorrência do aumento no rendimento das aplicações financeiras impulsionado pelo incremento no saldo
aplicado mantido pela Companhia e da redução dos efeitos de variação cambial sobre os ativos em moeda
estrangeira, visto que a variação do Dólar frente ao Real em 2010 apresentou uma queda de 4% frente a
uma queda de 25% em 2009.

A despesa financeira apresentou aumento no período, passando de um ganho de R$360 milhões em 2009
para uma perda de R$163 milhões em 2010. Esse efeito é decorrente substancialmente das variações
cambiais apurada sobre os passivos da Companhia em moeda estrangeira, impactadas pelas quedas do
Dólar frente ao Real, onde em 2010 correspondeu a 4%, sendo de 25% em 2009. Adicionalmente, o saldo
da despesa financeira de 2009 possui um montante de R$97 milhões registrado, referente aos juros do
Auto de Infração de Imposto de Renda e Contribuição Social sobre desinvestimentos realizados pela
Companhia, contabilizados devido à adesão ao REFIS, para liquidação subseqüente.

Imposto de renda e contribuição social:

- Corrente

O saldo de imposto de renda e contribuição social corrente apurado no resultado de 2009 está impactado
por um montante de R$ 235 milhões referente à adesão da Companhia ao REFIS. O resultado apurado em
2010 corresponde ao lucro tributável apurado no exercício.

- Diferido

A variação de R$100 milhões no imposto de renda e na contribuição social diferidos apresentada a maior
em 2010, comparativamente a 2009, é decorrente substancialmente dos efeitos da revisão da vida útil dos
ativos imobilizados da Companhia, aplicável a partir de 2010 e dos efeitos do valor justo dos ativos
biológicos, onde em 2009 foi apurado um ganho equivalente a R$86 milhões enquanto em 2010 foi
apurado uma perda R$48 milhões.

Lucro líquido

O lucro líquido da Companhia, atribuído aos acionistas controladores, foi de R$560 milhões no exercício
de 2010, variando positivamente em R$391 milhões em relação ao lucro líquido de R$169 milhões
apurado no exercício de 2009. Dentre outros aspectos, o lucro líquido apresentado em 2010 foi impactado
positivamente pela recuperação econômica da crise mundial, ainda repercutida durante o exercício de
2009.

EBITDA

O EBITDA da Companhia em 2010 foi de R$962 milhões, contra R$747 milhões apurados em 2009,
representando crescimento de 29% no período comparativo, em decorrência do incremento no resultado
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
operacional da Companhia.

COMPARAÇÃO DAS PRINCIPAIS CONTAS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE
2010 E DE 31 DE DEZEMBRO DE 2009
ATIVO CIRCULANTE
Caixa e equivalentes de caixa e títulos e valores mobiliários
A Companhia apresentou saldo de R$2.729 milhões de caixa e equivalentes de caixa e títulos e valores
mobiliários em 31 de dezembro de 2010, representando 23% do total do ativo, sendo este 33% superior ao
apresentado em 31 de dezembro de 2009, correspondente a R$2.052 milhões, representando 18% do total
do ativo.
Destaca-se no aumento apresentado no período comparativo o aumento na geração de caixa operacional
da Companhia, impulsionada pelo incremento nas vendas e a geração de caixa nas atividades de
financiamento com a captação de empréstimos e financiamentos em operações de pré-pagamentos de
exportações.

Contas a receber de clientes

O saldo de contas a receber de clientes representava R$754 milhões em 31 de dezembro de 2010, 14%
superior a 31 de dezembro de 2009, correspondente a R$661 milhões. O aumento no saldo é decorrente
do aumento no faturamento da Companhia no período comparativo. O prazo médio de recebimento
manteve-se o mesmo nos exercícios em comparação, correspondendo a 60 dias para vendas realizadas no
mercado interno e 120 dias para vendas realizadas no mercado externo.

Tributos a recuperar

Em 31 de dezembro de 2010, o saldo de tributos a recuperar corresponde a R$131 milhões, havendo
redução no saldo de 55%, comparativo a 31 de dezembro de 2009 equivalentes a R$294 milhões,
decorrente substancialmente do consumo de créditos de ICMS, PIS e COFINS, além da utilização em
2010 de adiantamentos de imposto de renda e contribuição social de exercícios anteriores pagos a maior.

ATIVO NÃO CIRCULANTE
Tributos a recuperar

Em 31 de dezembro de 2010, o saldo de tributos a recuperar era de R$132 milhões, havendo redução no
saldo de 20%, comparado a 31 de dezembro de 2009, equivalente a R$165 milhões, decorrente das
transferências do longo para o curto prazo durante o exercício.

Imobilizado

O saldo do ativo imobilizado em 31 de dezembro de 2010 corresponde a R$5.004 milhões, equivalente a
41% do total do ativo, contra R$4.997 milhões em 31 de dezembro de 2009, equivalente a 44% do total
do ativo. O saldo permaneceu estável durante os períodos comparativos, porém, destaca-se redução de
aproximadamente R$180 milhões na depreciação apurada em 2010, em decorrência da mudança nas taxas
de depreciação após reavaliação da vida útil dos ativos, imposta pela adoção dos novos pronunciamentos
convergentes ao IFRS.

Também se destaca no período aumento nas adições do ativo imobilizado, perfazendo um montante
investido de R$266 milhões em 2010, contra R$157 milhões em 2009, destinados a expansão da
capacidade produtiva das fábricas de conversão e a instalação de novos maquinários visando redução nos
custos e atualização tecnológica da matriz industrial da Companhia.
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
Ativos biológicos

Os ativos biológicos da Companhia avaliados a valor justo corresponderam a R$2.763 milhões em 31 de
dezembro de 2010 e R$2.491 milhões em 31 de dezembro de 2009, apresentando aumento de 11% no
comparativo entre os períodos.

Os fatores que impactaram a variação apresentada referem-se a aumento nos preços de madeira no
mercado de aproximadamente 6% durante 2010 e aumento no volume de florestas que passaram a ser
reconhecidas pelo valor justo de acordo com as premissas definidas pela Companhia, a qual determina a
avaliação a valor justo das florestas de eucalipto e pinus, a partir do terceiro ano e do quinto ano,
respectivamente.

PASSIVO CIRCULANTE
Fornecedores
Em 31 de dezembro de 2010, o saldo de fornecedores correspondia a R$270 milhões, contra R$190
milhões em 31 de dezembro de 2009, apresentando aumento no período comparativo de 42%,
principalmente em decorrência das adições do ativo imobilizado e transferência para pagamento, por
perda de processo judicial classificado no saldo de provisões fiscais, previdenciárias, trabalhistas e cíveis.

Provisão para imposto de renda e contribuição social

A provisão para imposto de renda e contribuição social é apresentada nos balanços patrimoniais líquida
dos adiantamentos efetuados durante o exercício. Durante o exercício de 2009 o saldo de adiantamentos
foi superior ao saldo da provisão de imposto do período, ao contrário de 2010, onde o saldo devedor
superou os adiantamentos efetuados durante o exercício.

Salários, férias e encargos

O saldo de salários, férias e encargos em 31 de dezembro de 2010 corresponde a R$94 milhões,
apresentando aumento de 36% no período comparativo de 31 de dezembro de 2009, equivalente a R$69
milhões. O aumento apresentado deve-se principalmente aos dissídios coletivos firmados durante o
exercício e do programa de participação nos resultados da Companhia, concedido aos funcionários.

PASSIVO NÃO CIRCULANTE
Empréstimos e financiamentos

O saldo de empréstimos e financiamentos corresponde a R$842 milhões no passivo circulante e R$4.015
milhões no passivo não circulante em 31 de dezembro de 2010, contra R$ 802 milhões no passivo
circulante e R$3.926 milhões no passivo não circulante em 31 de dezembro de 2009, havendo aumento de
3% no período comparativo.

A movimentação do saldo durante o exercício de 2010 é demonstrada a seguir:

S





Sobre a movimentação do saldo acima, destaca-se as captações de novas operações, substancialmente
composta por pré-pagamentos de exportação, a serem liquidadas no longo prazo com exportações, além
do aumento nas amortizações e pagamento de juros em decorrência do vencimento dos contratos firmados
pela Companhia. A valorização do Real frente ao Dólar em 2010 equivalente a 4% gerou redução no
aldo em 31 de dezembro de 2009
4.727.949
aptações
1.042.934
isão de Juros
252.410
mbial e monetária
(143.958)
mortizações e pagamento de juros
(1.022.238)
aldo em 31 de dezembro de 2010
4.857.097
C
Prov
Variação ca
A
S
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
saldo devedor, visto que 59% da dívida da Companhia é denominada em dólar.

O saldo dos empréstimos e financiamentos, considerando o montante no passivo circulante e não
circulante, corresponde a 40% do total do passivo e patrimônio líquido em 31 de dezembro de 2010,
contra 41% em 31 de dezembro de 2009.

Imposto de renda e contribuição social diferidos

Em 31 de dezembro de 2010, o saldo de imposto de renda e contribuição social diferidos constituídos
sobre diferenças temporárias, apresentados nos balanços patrimoniais líquidos entre ativos e passivos,
corresponde a R$1.236 milhões e R$1.048 milhões em 31 de dezembro de 2009, com aumento de 18% no
saldo comparativo.

As principais variações sobre o saldo, correspondem aos efeitos da reavaliação da vida útil dos ativos
imobilizados, realizada somente a partir de 2010, o aumento no saldo do valor justo dos ativos biológicos
e a revisão da vida útil dos ativos imobilizados.

As principais diferenças temporárias que a Companhia possui correspondem a avaliação a valor justos
dos ativos biológicos e custo atribuído ao ativo imobilizado (terras), dos quais não terão efeito caixa
quando realizado.

Provisões fiscais, previdenciárias, trabalhistas e cíveis

O saldo de provisões fiscais, previdenciárias, trabalhistas e cíveis corresponde a R$102 milhões em 31 de
dezembro de 2010 e R$139 milhões em 31 de dezembro de 2009, apresentando redução de 26% no
período comparativo, substancialmente em decorrência de encerramento de processo judicial trabalhista
no montante de R$28 milhões, provisionado em anos anteriores, a ser pago pela Companhia, transferida
para o saldo de fornecedores.

COMPARAÇÃO DAS PRINCIPAIS CONTAS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE
2009 E DE 01 DE JANEIRO DE 2009
ATIVO CIRCULANTE
Caixa e equivalentes de caixa e títulos e valores mobiliários
A Companhia apresentou saldo de R$2.052 milhões de caixa e equivalentes de caixa e títulos e valores
mobiliários em 31 de dezembro de 2009, sendo este 20% superior ao apresentado em 01 de janeiro de
2009, correspondente a R$1.703 milhões. O aumento é decorrente da geração de caixa operacional da
Companhia durante o exercício.

Adicionalmente, destaca-se no período a alteração no portifólio de investimentos da Companhia,
resgatando parte de suas aplicações financeiras anteriormente registradas em LFTs para aplicação em
operações de CDB.

O saldo de caixa e equivalentes de caixa e títulos e valores mobiliários correspondem a 18% do total do
ativo em 31 de dezembro de 2009, enquanto representavam 15% do total do ativo em 01 de janeiro de
2009.

Impostos e contribuições a recuperar

Em 31 de dezembro de 2009, o saldo de impostos e contribuições a recuperar era de R$294 milhões,
havendo redução no saldo de 10%, comparativo a 01 de janeiro de 2009 equivalentes a R$327 milhões,
decorrente basicamente do consumo de créditos de ICMS, PIS e COFINS.
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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
Outros ativos

O saldo de outros ativos corresponde a R$43 milhões em 31 de dezembro de 2009 e R$62 milhões em 01
de janeiro de 2009, com redução de 31% no período comparativo, decorrente da utilização de créditos
junto ao INSS obtidos através do ganho de causa de processo judicial em 2008.

ATIVO NÃO CIRCULANTE

Depósitos judiciais

O saldo de depósitos judiciais corresponde a R$82 milhões em 31 de dezembro de 2009, reduzido em
35% comparativo a 01 de janeiro de 2009, com saldo equivalente a R$126 milhões. A redução do saldo
refere-se ao reconhecimento de ganho em processo judicial tributário de PIS e COFINS sobre ampliação
da base, cujo saldo depositado em juízo foi transferido para tributos a recuperar para futura compensação.

Tributos a recuperar

Em 31 de dezembro de 2009, o saldo de tributos a recuperar era de R$165 milhões, havendo redução no
saldo de 20% decorrente das transferências do longo para o curto prazo durante o exercício.

Imobilizado

O saldo do ativo imobilizado em 31 de dezembro de 2009 corresponde a R$4.997 milhões contra R$5.286
milhões em 01 de janeiro de 2009. A redução no período comparativo é decorrente de adições no período
serem menores do que a depreciação, fato comum depois do investimento feito no projeto MA1100,
finalizado em 2008.

Ativos biológicos

Os ativos biológicos da Companhia avaliados a valor justo, corresponderam a R$2.491 milhões em 31 de
dezembro de 2009 e R$2.667 em 01 de janeiro de 2009, apresentando redução de 7% no comparativo
entre os períodos. Dentre os fatores que levaram a redução no saldo dos ativos biológicos, destaca-se a
queda no preço médio de eucalipto e pinus no mercado equivalente a 7%, além de redução de 5% de áreas
plantadas.

PASSIVO CIRCULANTE

Empréstimos e Financiamentos

O saldo de empréstimos e financiamentos no passivo circulante corresponde a R$802 milhões em 31 de
dezembro de 2009 contra R$497 milhões em 01 de janeiro de 2009. O aumento no saldo dos
financiamentos no curto prazo em 2009 refere-se à reclassificação da parcela de longo para curto prazo,
para liquidação das parcelas de empréstimos, conforme prazo de maturidade. Adicionalmente, destaca-se
que o saldo é superior ao apurado no exercício anterior, visto que os prazos de carência de algumas
operações venceram em 2009.

Fornecedores

Em 31 de dezembro de 2009, o saldo de fornecedores corresponde a R$190 milhões, havendo redução no
saldo de 12%, comparativamente a 01 de janeiro de 2009, decorrente da liquidação de faturas dos
fornecedores envolvidos na finalização e ajustes no Projeto MA1100.

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10.1 - Condições financeiras e patrimoniais gerais
Adesão - REFIS

Em 31 de dezembro de 2009 a Companhia possui registrado um montante de R$332 milhões, decorrente
da adesão ao REFIS para liquidação do Auto de Infração de imposto de renda e contribuição social sobre
desinvestimentos feitos pela Companhia em 2003.

PASSIVO NÃO CIRCULANTE

Empréstimos e financiamentos

O saldo de empréstimos e financiamentos no passivo não circulante corresponde a R$3.926 milhões em
31 de dezembro de 2009 e R$4.972 milhões em 01 de janeiro de 2009, havendo redução de 21% no
período comparativo. A variação no saldo refere-se à valorização do Real frente ao Dólar, correspondente
a 25% em 2009, visto que aproximadamente 53% dos financiamentos da Companhia são denominados
em dólar.

Adicionalmente, foram captados durante o exercício de 2009 novos financiamentos, no montante de
R$493 milhões, substancialmente provenientes de novas operações de Pré-Pagamento de exportação,
assim como houve transferência se saldos para o curto prazo com o vencimento da carência de alguns
contratos.

O saldo dos empréstimos e financiamentos no curto e longo prazo correspondem a 41% do total do
passivo em 31 de dezembro de 2009, contra 47% em 01 de janeiro de 2009.

Imposto de renda e contribuição social diferidos

Em 31 de dezembro de 2009, o saldo de imposto de renda e contribuição social diferidos constituídos
sobre diferenças temporárias, apresentados nos balanços patrimoniais líquidos entre ativos e passivos,
corresponde a R$1.048 milhões e R$957 milhões em 01 de janeiro de 2009, com aumento de 9% no saldo
comparativo. As principal variação sobre o saldo, corresponde a compensação de prejuízos fiscais e bases
negativas durante 2009.

As principais diferenças temporárias que a Companhia possui correspondem a avaliação a valor justos
dos ativos biológicos e custo atribuído ao ativo imobilizado (terras), dos quais não terão efeito caixa
quando realizados.

Provisões fiscais, previdenciárias, trabalhistas e cíveis

Em 31 de dezembro de 2009 a Companhia possui um montante registrado de R$139 milhões de provisões
fiscais, previdenciárias, trabalhistas e cíveis, 26% maior frente ao saldo de R$110 milhões registrado em
01 de janeiro de 2009. O aumento na provisão é decorrente de aumento na expectativa de perdas com
processos trabalhistas.
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10.2 - Resultado operacional e financeiro
10.2. Comentários dos diretores sobre:

a) resultado das operações da Companhia, em especial: i) descrição de quaisquer componentes
importantes da receita; e ii) fatores que afetaram materialmente os resultados operacionais.
A Companhia é a maior produtora, exportadora e recicladora de papéis do Brasil, liderando os segmentos
de papéis e cartões para embalagens, embalagem de papelão ondulado e de sacos industriais. Também
comercializa madeira em toras para serrarias e laminadoras, para uso na indústria moveleira e na
construção civil. Referência mundial no desenvolvimento sustentável, posiciona-se como uma das seis
maiores fabricantes globais de cartões de fibras virgens, sendo sua unidade no Estado do Paraná uma das
dez maiores fábricas integradas de celulose e papel do mundo.
Presente em oito estados do Brasil e na Argentina, a Companhia possui 458 mil hectares de terras, sendo
213 mil hectares plantados nos Estados do Paraná, Santa Catarina e São Paulo. Possui dezessete plantas
no Brasil e uma na Argentina, comercializando seus produtos para mais de cinquenta países, em cinco
continentes.
A Companhia se posiciona no mercado doméstico com ênfase nos segmentos de embalagens para
alimentos líquidos (refrigerados e lácteos), bebidas (refrigerantes e cervejas), higiene e limpeza, personal
care
, farmacêuticos e nos segmentos de produtos congelados. Para o mercado externo o crescimento está
baseado no mercado de Liquid Packaging Board como fornecedor global da Tetra Pak, Carrier Board
(refrigerantes e cervejas - Mercado Europeu, Norte Americano e Asiático), Folding Boxboard
(congelados, higiene e limpeza - Europa, EUA e Mercosul) e no kraftliner.

A Companhia comercializou no mercado interno 68% de seu volume vendido em 2010. O mix de vendas
entre o mercado interno e o mercado externo é componente importante na formação da receita líquida.
Abaixo é possível verificar o volume de vendas e receita líquida de vendas dos três últimos anos.
2010 2009 2008
Volume de vendas
Toneladas/
mil % Toneladas/
mil % Toneladas/
mil %
Mercado
Interno
1.161 68% 989 64% 956 61%
Exportação
555 32% 555 36% 623 39%
Total
1.716 100% 1.544 100%
1.579 100%
Madeira
3.113
1.892
2.298
2010 2009 2008
Receita líquida
R$
milhões % R$
milhões % R$
milhões %
Mercado
Interno
2.850 78% 2.248 76% 2.244 72%
Exportação
813 22% 712 24% 853 28%
Total
3.663 100% 2.960 100%
3.097 100%

Em 2010, o volume de vendas consolidado (excluindo madeira) totalizou 1.716 mil toneladas, 11%
superior a 2009. As vendas no mercado interno cresceram 17% e o volume exportado permaneceu
estável.

A receita bruta (incluindo madeira) em 2010 atingiu R$ 4,4 bilhões, equivalente a US$ 2,5 bilhões. A
receita líquida totalizou R$ 3,7 bilhões, 24% superior a 2009. A receita dos produtos destinados ao
mercado interno representou 78% da receita líquida total.

Em 2009, o volume de vendas consolidado (excluindo madeira) totalizou 1.544 mil toneladas, 2% inferior
a 2008. As vendas no mercado interno cresceram 3% e o volume exportado caiu 11%.
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10.2 - Resultado operacional e financeiro
A receita bruta (incluindo madeira) em 2009 atingiu R$3,6 bilhões, equivalente a US$1,8 bilhão. A
receita líquida totalizou R$ 3,0 bilhões, 4% inferior a 2008. A receita de exportação representou 24% da
receita líquida total.

Em 2008, o volume de vendas consolidado (excluindo madeira) totalizou 1.579 mil toneladas, 10%
superior a 2007. As vendas no mercado interno cresceram 8% e o volume exportado aumentou 13%.

A receita bruta (incluindo madeira) em 2008 atingiu R$ 3,7 bilhões, equivalente a US$2,0 bilhões. A
receita líquida totalizou R$3,1 bilhões, 11% superior a 2007. A receita de exportação representou 28% da
receita líquida total.

O mix de vendas entre os diversos produtos da Companhia é fator determinante para a formação da
receita líquida, uma vez que os produtos possuem preços diferentes. Com a nova máquina de cartões
instalada em Monte Alegre no final de 2007, a participação de cartões na receita líquida aumentou em
comparação a participação de outros produtos.
Participação na receita líquida
30%
31%
13%
18%
6%
2%
2008
Cartões Revestidos
Caixas de P.O.
Sacos
Kraftliner
Madeira
Outros
33%
32%
15%
13%
5%
2%
2009
33%
32%
13%
13%
7%
2%
2010


O mix de vendas entre regiões também é componente de grande importância na composição da receita da
Companhia, uma vez que os preços, valores dos fretes e condições de entrega são diferentes em cada
local.

Grande parte da produção de cartões produzida pela Máquina 9 em Monte Alegre foi destinada à clientes
na Ásia, aumentando a participação das vendas para essa região nos últimos anos.

Como é possível verificar nos gráficos a seguir, a América Latina concentra a maior parte das vendas para
o mercado externo.

Os gráficos abaixo, demonstram o volume de vendas e a receita líquida apurada, nas vendas da
Companhia no mercado externo:







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10.2 - Resultado operacional e financeiro





































Os preços dos produtos da Companhia variam em função do equilíbrio entre a oferta e a demanda nos
mercados nacional e internacional. A formação de preço dos produtos é diferente nos diversos segmentos
que a Companhia atua e sofre influência de PIB, inflação, nível da atividade econômica no Brasil e no
mundo, variação da taxa de juros, carga tributária, flutuação do real com relação a moedas estrangeiras,
preço de celulose de mercado, preço de aparas de papel, assim como fenômenos da natureza que
impactam a oferta de madeira. Os preços de alguns papéis geralmente são cíclicos e estão sujeitos a
fatores que estão fora do controle da Klabin.

Fatores que afetaram o resultado operacional encontram-se no item 10.3, abaixo.






Volume de vendas 2008
Ásia
18%
África
9%
América do
Norte
8%
Europa
26%
América
Latina
39%
Receita líquida 2008
América
Latina
41%
Europa
23%
Africa
7%
América do
Norte
8%
Ásia
21%
Volume de vendas 2009
América
Latina
38%
Europa
27%
América do
Norte
6%
Africa
7%
Ásia
22%
Receita líquida 2009
Europa
20%
América do
Norte
5%
Africa
5%
Ásia
21%
América
Latina
49%
Volume de vendas 2010
Europa
17%
América do
Norte
5%
Africa
6%
Ásia
27%
América
Latina
45%
Receita líquida 2010
América
Latina
44%
Ásia
30%
Africa
5%
América do
Norte
6%
Europa
15%
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10.2 - Resultado operacional e financeiro
b) variações das receitas atribuíveis a modificações de preços, taxas de câmbio, inflação, alterações
de volumes e introdução de novos produtos e serviços.

A receita da Companhia provém da venda de kraftliner, papelcartão e sacos industriais para os mercados
externo e interno e pela venda de toras de madeira e caixas de papelão ondulado no mercado interno e é
altamente impactada por variações de volumes.

Conforme estatísticas de vendas da Bracelpa, a Klabin vem ampliando sua participação no mercado
brasileiro de papelcartão. As vendas de cartões no mercado interno em 2010, excluindo cartões para
líquidos, totalizaram 155 mil toneladas (125 mil em 2009 e 92 mil em 2008), acréscimo de 24% em
relação a 2009. A participação de mercado atingiu 27% em 2010 versus 25% em 2009 e 18% em 2008. A
expedição brasileira de papelcartão, excluindo cartões para líquidos, foi de 573 mil toneladas em 2010,
comparado a 499 mil toneladas em 2009 e 508 mil toneladas em 2008.

Assim como o papel reciclado, o papel kraftliner fabricado pela Klabin abastece de forma integrada as
fábricas de embalagens de papelão ondulado da empresa. No início de 2009, a Companhia desativou
temporariamente a unidade de papéis reciclados de Ponte Nova, aumentando a transferência interna de
papéis de fibras virgens para confeccionar caixas de papelão (vide item 10.3 a). Além disso, com o
cenário de valorização cambial do Real frente ao Dólar, a Companhia optou estrategicamente por
direcionar uma maior quantidade desse papel para suas fábricas de conversão, diminuindo o volume de
kraftliner que era destinado ao mercado externo. Dessa forma, o volume de kraftliner de mercado vendido
pela Klabin decresceu, explicando a redução de participação na receita desse produto em 2009 e 2010.

As vendas de papel kraftliner atingiram 367 mil toneladas em 2010, comparado a 393 mil toneladas em
2009 e 458 mil toneladas em 2008. A receita líquida com vendas de kraftliner, cujo preço internacional
teve grande elevação em 2010 acumulou R$466 milhões no ano, comparado a R$385 milhões e R$545
milhões em 2009 e 2008, respectivamente.

O volume de vendas de madeira é distribuído totalmente no mercado interno. Os clientes da Companhia
são serrarias, laminadoras e a indústria moveleira que revendem o produto para consumidores no Brasil e
no exterior. O mercado de housing starts americano exerceu forte influência sobre a venda de madeira no
Brasil. O decrescimento da construção de novas casas nos Estados Unidos nos últimos anos impactou
negativamente o volume de vendas de madeira da Klabin. Em 2010, a Companhia procurou por novos
clientes e novos nichos de mercado, conseguindo assim elevar o volume de vendas. O gráfico a seguir
mostra a evolução do housing starts americano desde 2007.

1.151
1.053
1.025
868
658
528
540
587
559
617
602
589
538
4T07
1T08
2T08
3T08
4T08
1T09
2T09
3T09
4T09
1T10
2T10
3T10
4T10
Housing starts
mil unidades
Média trimestral anualizada
Housing starts
Fonte: US Census Bureau











A Klabin movimentou 9,9 milhões de toneladas de toras e cavacos de pinus e eucalipto e resíduos para
energia em 2010, volume 25% superior a 2009. Deste total, 6,8 milhões de toneladas foram transferidos
para as fábricas do Paraná, Santa Catarina e São Paulo. O volume de vendas de toras para serrarias e
laminadoras foi de 3,1 milhões de toneladas em 2010, 65% superior a 2009.
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10.2 - Resultado operacional e financeiro
Durante o ano de 2009, a Companhia movimentou 7,9 milhões de toneladas de toras de pinus e eucalipto,
cavacos e resíduos para a produção de celulose e energia, volume 6% inferior ao ano de 2008. Deste total,
6,0 milhões de toneladas foram transferidos para as fábricas do Paraná, Santa Catarina e São Paulo e 1,9
milhão foi vendido ao mercado.

Em 2008, a Companhia movimentou 8,4 milhões de toneladas de toras e cavacos de pinus e eucalipto e
resíduos para energia. Deste total, 6,1 milhões de toneladas foram transferidos para as fábricas do Paraná,
Santa Catarina e São Paulo. O volume de vendas de toras para serrarias e laminadoras foi de 2,3 milhões
de toneladas, inferior a 2007, afetado pelo declínio do mercado de construção residencial norte-
americano, principal destino das exportações de produtos sólidos de madeira dos clientes da Klabin.

Os demais produtos vendidos pela Klabin não apresentaram alteração significativa de volume nos últimos
anos. A participação de cada seguimento na receita líquida pode ser conferida no item anterior (10.2 a).

Modificações de preços

O preço de kraftliner no mercado internacional é determinado pelo balanço entre oferta e demanda desse
produto. Já no mercado interno, os preços de kraftliner oscilam menos e sofrem concorrência dos papéis
reciclados que utilizam aparas de papel. As aparas de papel são coletadas por catadores, aparistas e
cooperativas e, após processo de separação e limpeza, são vendidas a companhias recicladoras. O preço
das aparas no Brasil varia com a oscilação da oferta e demanda e pode sofrer interferência quando chuvas
fortes impedem o trabalho dos catadores de rua.
Em 2010, o aumento da renda, emprego e da produção industrial impulsionou o consumo e,
consequentemente, a demanda por cartões e kraftliner no mercado interno. As exportações brasileiras de
papéis para embalagens também foram favorecidas pela recuperação econômica de algumas regiões e por
restrições na oferta de produtores internacionais no primeiro semestre do ano, explicada por fechamentos
de capacidade, greves e fenômenos da natureza que impediram o abastecimento global (terremoto no
Chile, congelamento do Mar Báltico e inverno rigoroso no Hemisfério Norte).
Durante o segundo semestre de 2010, o arrefecimento da crise também elevou a demanda por aparas e
papéis reciclados. Este cenário proporcionou aumentos de preço de kraftliner em todos os mercados. Na
Europa segundo a FOEX, o preço de lista do kraftliner brown 175 g/m² atingiu aproximadamente 600/t
em dezembro, representando variação positiva de 46% quando comparado ao mesmo mês de 2009. No
ano, o preço internacional médio do kraftliner foi de 509/t, 23% superior em relação à média de 2009.
Abaixo, a figura mostra a evolução do preço do kraftliner na Europa e no Brasil nos últimos 3 anos.









524
516
501
487
486
462
411
385
404
433
478
533
592
1.356
1.344
1.302
1.217
1.459
1.392
1.162
1.029
1.038
1.079
1.089
1.207
1.364
4T07
1T08
2T08
3T08
4T08
1T09
2T09
3T09
4T09
1T10
2T10
3T10
4T10
Preço lista de kraftliner brown 175 g/m²
(/t e R$/t)
Média trimestral
Kraftliner ( / t)
Kraftliner (R$ / t)
Fonte: FOEX e BACEN




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10.2 - Resultado operacional e financeiro
Os preços dos cartões apresentam menor volatilidade tanto no mercado interno como no mercado externo.
Esses preços também são determinados pelo balanço entre a oferta e demanda nos mercados brasileiro e
internacional, porém a Companhia acredita que devido à grande quantidade de especificidades desses
papéis (cor, gramatura, opacidade, tamanho, etc.) a relação entre cliente e fornecedor é mais estável e
regula os níveis de preços nas diversas regiões.

Taxas de câmbio

Os preços dos papéis no mercado internacional são, na maioria das vezes, determinados na moeda
americana. A Companhia exporta cerca de 30% do volume de produção, deste modo a taxa de câmbio é
um componente importante na receita líquida da empresa. Durante os três últimos anos podemos verificar
a seguinte variação de taxa de câmbio (venda):
2010 2009 2008
2010/2009
2009/2008
Câmbio
R$/US$ R$/US$ R$/US$
%
%
Dólar Médio
1,76
1,99
1,84
-12%
8%
Dólar Final
1,67
1,74
2,34
-4%
-25%

A receita líquida de vendas no mercado externo totalizou R$ 813 milhões em 2010, 14% superior ao ano
anterior, onde a receita com exportação foi de R$712 milhões. A variação é explicada pelo aumento do
preço internacional dos papéis para embalagens. Em 2008, a receita líquida com exportações atingiu
R$ 853 milhões.

Inflação

As receitas e custos da Companhia sofrem impacto da inflação. Os preços dos papéis no mercado interno,
assim como o custo dos insumos de produção e custo de mão de obra tendem a variar conforme os índices
de inflação brasileira.

c) impacto da inflação, da variação de preços dos principais insumos e produtos, do câmbio e da
taxa de juros no resultado operacional e no resultado financeiro da Companhia

Os insumos utilizados pela Klabin em sua maior parte são vinculados ao Real. Os prestadores de serviços
reajustam seus preços baseados na variação dos índices de inflação e de modo geral utilizam o IPCA.
Para materiais é utilizado o componente de variação de algumas commodities além do IPCA, como
exemplo, óleo combustível para determinar o reajustes dos fretes.

O resultado das operações e o resultado financeiro da Companhia são influenciados pela inflação e pela
variação da taxa de câmbio, uma vez que, em 2010, 22% da receita líquida foi proveniente de vendas no
mercado externo. Do custo caixa total da Companhia, aproximadamente 85% é indexado a índices de
inflação (IGPM) e o restante é passível de influência da variação cambial.

Em 2009, 76% da receita líquida foi proveniente do mercado nacional e 24% das exportações e, portanto,
denominada em dólares.

Em 2009 o custo dos produtos vendidos foi de R$ 2,5 bilhões, influenciado pelos menores custos dos
insumos de produção ­ com destaque para óleo combustível, aparas, energia elétrica e produtos químicos.

A comparação com o ano de 2008 não é válida dada às mudanças nas demonstrações financeiras
consolidadas da Klabin, que passaram a ser apresentadas de acordo com as normas internacionais do de
contabilidade ­ IFRS.

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10.2 - Resultado operacional e financeiro
Evolução do Custo Caixa e seus componentes:

Pessoal
Manutenção/ Outros
Produtos Químicos
Madeira/Fibras
Fretes
E. Elétrica/ Óleo Comb.
2009
30%
16%
15%
15%
12%
12%
Pessoal
Manutenção/ Outros
Madeira/Fibras
Produtos Químicos
E. Elétrica/ Óleo Comb.
Fretes
R$ 2,5 bilhões
2010
30%
16%
16%
15%
13%
10%
R$ 2,7 bilhões
Quanto à influência de tais índices no resultado financeiros da Companhia, o impacto da valorização do
real frente ao dólar de 4% em 2010 (taxa final de venda) gerou um ganho de variação cambial, sem efeito
caixa de R$ 120 milhões antes dos impostos, que afetou positivamente o resultado financeiro de 2010.
Em 2009, a valorização do real frente ao dólar de 25% (taxa final venda) gerou um ganho de variação
cambial sem efeito caixa de R$ 664 milhões antes dos impostos e também influenciou de forma positiva o
resultado financeiro do ano.
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10.3 - Eventos com efeitos relevantes, ocorridos e esperados, nas demonstrações
financeiras
10.3.
Comentários dos diretores sobre efeitos relevantes que os eventos abaixo tenham causado
ou se espera que venham a causar nas demonstrações financeiras e nos resultados da Companhia:

a) introdução ou alienação de segmento operacional

A Companhia não introduziu ou alienou segmentos operacionais durante os exercícios findos em 31 de
dezembro de 2010, 31 de dezembro de 2009 e 31 de dezembro de 2008.

b) constituição, aquisição ou alienação de participação societária

A Companhia não constituiu, adquiriu ou alienou participação societária com impactos nas suas
demonstrações financeiras ou resultados durante os exercícios findos em 31 de dezembro de 2010, 31 de
dezembro de 2009 e 31 de dezembro de 2008.

c) eventos ou operações não usuais

A Companhia sofreu um Auto de Infração em 27 de julho de 2007 referente à imposto de renda e
contribuição social relacionado aos desinvestimentos realizados pela Companhia no exercício de 2003.
Esse Auto de Infração, incluindo principal, multa e juros, a valores atualizados em 31 de dezembro de
2009 representaria aproximadamente R$1.069 milhões, valor que não estava registrado como provisão
para contingências em função dos prognósticos de perda considerados anteriormente.

Dentro do prazo legal, facultado pela lei 11941/09, a Companhia efetuou a adesão ao Programa de
Parcelamento Fiscal (REFIS) e, conforme Fato Relevante divulgado em 18 de fevereiro de 2010, incluiu
parte do Auto de Infração acima citado. O valor incluído no programa REFIS, em 31 de dezembro de
2009, era de aproximadamente R$862 milhões que, após a aplicação das regras do referido programa, foi
reduzido para aproximadamente R$332 milhões, que foi provisionado nas demonstrações financeiras do
exercício findo em 31 de dezembro de 2009, sendo de R$349 milhões em 31 de dezembro de 2010 com a
atualização monetária.
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10.4 - Mudanças significativas nas práticas contábeis - Ressalvas e ênfases no parecer do
auditor
10.4. Comentários dos diretores sobre:

a) mudanças significativas nas práticas contábeis

Vide item 10.1 (h)

b) efeitos significativos das alterações em práticas contábeis

Vide item 10.1 (h)
c) ressalvas e ênfases presentes no parecer do auditor

Não houve ressalvas nos pareceres da auditoria externa para as demonstrações financeiras de 2008, 2009
e 2010.

O parecer de auditoria sobre as demonstrações financeiras referentes aos exercícios findos em 31 de
dezembro de 2008 e 2007, incluiu parágrafo de ênfase sobre o fato de que, em decorrência das mudanças
nas práticas contábeis adotadas no Brasil, durante 2008, as demonstrações financeiras consolidadas,
referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2007, apresentadas para fins de comparação, foram
ajustadas e estão sendo reapresentadas como previsto na Norma e Procedimento de Contabilidade ­ NPC
nº 12, "Práticas contábeis, Mudanças nas Estimativas Contábeis e Correção de Erros".

O parecer de auditoria sobre as demonstrações financeiras no balanço individual ("Controladora")
referente ao exercício de 2010, inclui parágrafo de ênfase, em relação a divergência das práticas contábeis
adotadas no Brasil frente ao IFRS quanto ao reconhecimento dos investimentos em controladas pelo
método de equivalência patrimonial, ao invés do custo ou valor justo conforme IFRS.
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10.5 - Políticas contábeis críticas
10.5. Políticas contábeis críticas adotadas pela Companhia (inclusive estimativas contábeis feitas
pela administração sobre questões incertas e relevantes para a descrição da situação financeira e
dos resultados, que exijam julgamentos subjetivos ou complexos, tais como: provisões,
contingências, reconhecimento da receita, créditos fiscais, ativos de longa duração, vida útil de
ativos não-circulantes, planos de pensão, ajustes de conversão em moeda estrangeira, custos de
recuperação ambiental, critérios para teste de recuperação de ativos e instrumentos financeiros):

Provisão para créditos de liquidação duvidosa

São constituídas provisões para os créditos de liquidação duvidosa com base em análise individual dos
valores a receber e na estimativa de perdas prováveis na realização dos recebíveis.

Provisão para perdas na realização de estoques

São reconhecidas provisões para perdas prováveis de (i) estoque de produtos que tenham sido
descontinuados ou que pretendemos descontinuar e; (ii) estoques excessivos de matéria-prima em relação
às vendas projetadas do produto no qual são utilizadas nos próximos vinte e quatro meses. Essas
provisões são atualizadas em cada data de encerramento do balanço.

Imposto de renda e contribuição social diferidos
A Companhia contabiliza o ativo e passivo fiscal diferido com base nas diferenças entre os valores
contábeis e a base tributária de ativos e passivos. A Companhia revisa com regularidade a realização do
ativo fiscal diferido. A administração da Companhia acredita que a realização do ativo fiscal diferido
líquido seja provável, suportado pelas projeções de resultados, mas seu valor é sujeito à incertezas tendo
em vista que depende da concretização dos lucros tributáveis projetados para os períodos futuros.

A Administração optou para o ano fiscal de 2008 por alterar o critério de reconhecimento fiscal das
variações cambiais de seus direitos e obrigações, de regime de competência para regime de caixa.

A provisão para imposto de renda e contribuição social diferida é apresentada nos balanços patrimoniais
líquida entre o saldos ativos e passivos.

Imobilizado e outros ativos não circulantes

O ativo imobilizado da Companhia é demonstrado ao custo de aquisição ou construção, deduzido dos
impostos compensáveis, quando aplicável, e da depreciação acumulada.

A Companhia utiliza o método de depreciação linear definida com base na avaliação da vida útil estimada
de cada ativo, apurada com base na expectativa de geração de benefícios econômicos futuros, exceto para
terras, as quais não são depreciadas. A avaliação da vida útil estimada dos ativos é revisada anualmente e
ajustada se necessário, podendo variar com base na atualização tecnológica de cada unidade.

Os gastos com manutenção dos ativos da Companhia são alocados diretamente ao resultado do exercício
conforme são efetivamente realizados.

Encargos financeiros são capitalizados ao ativo imobilizado, quando incorridos sobre imobilizações em
andamento, se aplicáveis.

Redução do valor recuperável de ativos ("impairment")

O saldo de imobilizado e outros ativos são revistos anualmente para se identificar evidências de perdas
não recuperáveis, ou ainda, sempre que eventos ou alterações nas circunstâncias indicarem que o valor
contábil pode não ser recuperável. Quando este for o caso, o valor recuperável é calculado para verificar
se há perda nestes ativos.
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10.5 - Políticas contábeis críticas
O valor recuperável corresponde ao maior valor entre o valor líquido de venda e o seu valor em uso de
um ativo ou de sua unidade geradora de caixa, sendo determinado individualmente para cada ativo, a
menos que o ativo não gere entradas de fluxo de caixa que sejam independentes daqueles de outros ativos
ou grupos de ativos. Na estimativa do valor em uso, os fluxos de caixa futuros estimados são descontados
ao seu valor presente, utilizando uma taxa de desconto que reflita as avaliações de mercado atuais do
valor temporal do dinheiro e riscos específicos inerentes ao ativo.

Quando houver perda identificada, ela é reconhecida no resultado do exercício pelo montante em que o
valor contábil do ativo ultrapassa o valor recuperável, que é o maior entre o preço líquido de venda e o
valor em uso de um ativo.

Ativos biológicos

Os ativos biológicos correspondem a florestas de eucalipto e pinus, as quais são destinadas para produção
de papéis para embalagem, sacos de papel e caixas e chapas de papelão ondulado, além de venda para
terceiros, quando exauridos. O processo de colheita e replantio tem um ciclo aproximado de 7 ­ 14 anos,
variável com base na cultura e material genético a que se refere. Os ativos biológicos são mensurados ao
valor justo, a partir do terceiro e quinto ano para eucalipto e pinus respectivamente, deduzidos dos custos
estimados de venda no momento da colheita.

A avaliação dos ativos biológicos por seu valor justo considera certas estimativas, tais como: preço de
madeira, taxa de desconto, plano de colheita das florestas e volume de produtividade, as quais estão
sujeitas a incertezas, podendo gerar efeitos nos resultados futuros em decorrência de suas variações.

A avaliação dos ativos biológicos é feita trimestralmente pela Companhia, sendo o ganho ou perda na
variação do valor justo dos ativos biológicos reconhecidos no resultado no período em que ocorrem, em
linha específica da demonstração do resultado, denominada "variação do valor justo dos ativos
biológicos". O aumento ou diminuição no valor justo é determinado pela diferença entre os valores justos
dos ativos biológicos no início do período e no final do período avaliado.

Provisões fiscais, previdenciárias, trabalhistas e cíveis

As provisões passivas decorrem de processos administrativos e/ou judiciais inerentes ao curso normal das
atividades da Companhia. As provisões fiscais, previdenciárias, trabalhistas e cíveis são avaliadas pelos
advogados internos, advogados externos e peritos contratados pela Companhia e são quantificadas
utilizando-se de critérios que permitam a sua mensuração de forma adequada e são atualizadas até as
datas do balanço.

Para os processos judiciais classificados com risco de perda provável, são constituídas provisões; para os
processos judiciais cujo risco de perda é considerado como possível, há somente divulgação dos
processos e valores envolvidos, sem que seja constituída provisão; e para os processos cujo risco de perda
é classificado como remoto, não há divulgação dos riscos nem constituição de provisões, conforme
requerido pelas práticas contábeis adotadas no Brasil e IFRS.

Em processos judiciais envolvendo causas ativas, para as quais não existem valores provisionados nas
demonstrações financeiras, seguindo o princípio contábil da prudência, sendo a prática contábil adotada é
a o reconhecimento dos ativos somente após o trânsito em julgado definitivo dos processos.
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10.6 - Controles internos relativos à elaboração das demonstrações financeiras - Grau de
eficiência e deficiência e recomendações presentes no relatório do auditor
10.6.
Comentários dos diretores sobre controles internos adotados para assegurar a elaboração
de demonstrações financeiras confiáveis:

a) grau de eficiência de tais controles, indicando eventuais imperfeições e providências adotadas
para corrigi-las

A Companhia acredita que o grau de eficiência dos controles internos adotados para assegurar a
elaboração das demonstrações financeiras é satisfatório. A Companhia está atenta às novas tecnologias e
investe em seus controles a fim de aprimorá-los cada vez mais.

b) deficiências e recomendações sobre os controles internos presentes no relatório do auditor
independente

Não houve deficiências significativas incluídas no relatório dos auditores independentes.
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10.7 - Destinação de recursos de ofertas públicas de distribuição e eventuais desvios
10.7. Comentários dos diretores sobre aspectos referentes a eventuais ofertas públicas de
distribuição de valores mobiliários:

a) como os recursos resultantes da oferta foram utilizados

Não houve ofertas públicas de distribuição de valores mobiliários de emissão da Companhia nos últimos
três exercícios sociais.

b) se houve desvios relevantes entre a aplicação efetiva dos recursos e as propostas de aplicação
divulgadas nos prospectos da respectiva distribuição

Não aplicável dado que não houve ofertas públicas de distribuição de valores mobiliários de emissão da
Companhia nos três últimos exercícios sociais.

c) caso tenha havido desvios, as razões para tais desvios

Não aplicável dado que não houve ofertas públicas de distribuição de valores mobiliários de emissão da
Companhia nos três últimos exercícios sociais.
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10.8 - Itens relevantes não evidenciados nas demonstrações financeiras
10.8.
Itens relevantes não evidenciados nas demonstrações financeiras da Companhia:

a) os ativos e passivos detidos pela Companhia, direta ou indiretamente, que não aparecem no seu
balanço patrimonial (off-balance sheet items), tais como: i) arrendamentos mercantis operacionais,
ativos e passivos; ii) carteiras de recebíveis baixadas sobre as quais a entidade mantenha riscos e
responsabilidades, indicando respectivos passivos; iii) contratos de futura compra e venda de
produtos ou serviços; iv) contratos de construção não terminada; e v) contratos de recebimentos
futuros de financiamentos.

A Companhia não mantém qualquer operação, contrato, obrigação ou outros tipos de compromissos em
sociedades cujas demonstrações financeiras não sejam consolidadas com as suas ou outras operações
passíveis de gerar um efeito relevante, presente ou futuro, nos seus resultados ou em sua condição
patrimonial ou financeira, receitas ou despesas, liquidez, investimentos, caixa ou quaisquer outras não
registradas em suas demonstrações financeiras.

b) outros itens não evidenciados nas demonstrações financeiras

Não há quaisquer outros itens relevantes não evidenciados nas demonstrações financeiras consolidadas da
Companhia.
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10.9 - Comentários sobre itens não evidenciados nas demonstrações financeiras
10.9.
Comentários dos diretores sobre cada um dos itens não evidenciados nas demonstrações
financeiras indicados no item 10.8:

a) como tais itens alteram ou poderão vir a alterar as receitas, as despesas, o resultado operacional,
as despesas financeiras ou outros itens das demonstrações financeiras do emissor

Não há quaisquer outros itens relevantes não evidenciados nas demonstrações financeiras consolidadas da
Companhia.

b) natureza e o propósito da operação

Não há quaisquer outros itens relevantes não evidenciados nas demonstrações financeiras consolidadas da
Companhia.

c) natureza e montante das obrigações assumidas e dos direitos gerados em favor do emissor em
decorrência da operação

Não há quaisquer outros itens relevantes não evidenciados nas demonstrações financeiras consolidadas da
Companhia.
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10.10 - Plano de negócios
10.10. Comentário dos diretores sobre principais elementos do plano de negócios da Companhia:
a)
investimentos, incluindo: i) descrição quantitativa e qualitativa dos investimentos em
andamento e dos investimentos previstos; ii) fontes de financiamento dos investimentos; iii)
desinvestimentos relevantes em andamento e desinvestimentos previstos.
Papéis

Monte Alegre (PR)

Linha de transmissão de alta tensão no valor de R$60 milhões, com início de operação previsto para o
segundo semestre de 2011;
Acréscimo da área de evaporação, com investimento previsto de R$22 milhões;
Adequação da coleta de gases condensáveis, investimento previsto de R$24 milhões;
Substituição do resfriador de cal do Forno II, investimento de R$8,5 milhões;
Substituição do descascador da linha 1, com investimento de R$8 milhões.

Otacílio Costa (SC)

Caldeira de biomassa com investimento de R$35 milhões, entrou em operação em janeiro de 2011;
Reforma da linha de evaporação, investimento de R$35 milhões.

Correia Pinto (SC)

Aquisição de uma nova caldeira de biomassa, com investimento previsto de R$86 milhões, com início de
operação previsto para o segundo semestre de 2012;
Reforma da caldeira de recuperação, investimento de R$12 milhões.
Conversão

Papelão Ondulado

Foram adquiridas e instaladas quatro impressoras com capacidade para impressão de quatro cores em
papelão ondulado, sendo duas na unidade de Jundiaí - DI (SP), uma em Feira de Santana (BA) e uma em
Itajaí (SC);
Nas unidades de Jundiaí (SP) e Goiana (PE) serão instaladas novas onduladeiras com investimento
previsto de R$100 milhões. A onduladeira de Goiana deve entrar em operação no segundo semestre de
2011 e a de Jundiaí no primeiro trimestre de 2012.

Sacos Industriais

Na unidade de Lages (SC) será instalada um linha adicional de produção de sacos multifolhados que
aumentará a produção da unidade em 10%.
Florestal

A companhia continua renovando a área florestal, substituindo florestas antigas por novas com ganho de
produtividade de fibras de até 50%.

Em 2010, a Companhia voltou a aumentar o montante investido em suas diversas unidades de negócio. O
montante de R$ 386 milhões em investimentos foi distribuído da seguinte forma:

Florestal ­ cerca de 34% do total, principalmente com a aquisição de terras e florestas para futura
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10.10 - Plano de negócios
ampliação da capacidade instalada de celulose e papel.

Papéis ­ cerca de 47% do total, com destaque para a aquisição de uma nova caldeira de biomassa em
Otacílio Costa (SC) em substituição a uma caldeira de óleo combustível, além dos investimentos
correntes em manutenção nas diversas fábricas de papéis.

Conversão ­ cerca de 18% do total, incluindo instalação de linha completa de sacos valvulados na fábrica
de Lages(SC), novas impressoras nas fábricas de embalagens elevando marginalmente a capacidade de
expedição das fábricas de caixas de papelão ondulado, além de investimentos correntes nas diversas
fábricas de conversão.
R$
milhões
2010 2009 2008
Florestal 130 97 300
Papéis 180 124 229
Conversão
68 26 56
Corporativa
8 2 2
Total
386 249 587

A Companhia pretende investir no ano 2011 cerca de R$510 milhões, elevando o montante investido em
relação ao ano anterior. Os investimentos serão focados em melhorias operacionais nas fábricas de papéis
(melhorias nas linhas de transmissão de energia e substituição de um descascador na fábrica de Monte
Alegre, melhorias na matriz energética e atualização tecnológica da linha de evaporação da fábrica de
Otacílio Costa e melhorias na matriz energética na fábrica de Correia Pinto) e na expansão das linhas de
conversão (novas onduladeiras e atualização tecnológica de equipamentos das fábricas de papelão
ondulado e nova linha de produção de sacos industriais).


b) aquisição de plantas, equipamentos, patentes ou outros ativos que devam influenciar
materialmente a capacidade produtiva da Companhia.

A Companhia continua priorizando seus objetivos estratégicos de longo prazo, que prevêem a construção
de uma fábrica de celulose de escala mundial com capacidade entre 1,3 a 1,5 milhão de t/ano, elevando a
capacidade de celulose para 3,2 milhões de t/ano, com início de produção previsto para meados de 2015.

c) novos produtos e serviços, indicando: i) descrição das pesquisas em andamento já divulgadas; ii)
montantes totais gastos pela Companhia em pesquisas para desenvolvimento de novos produtos ou
serviços; iii) projetos em desenvolvimento já divulgados; iv) montantes totais gastos pela
Companhia no desenvolvimento de novos produtos ou serviços.

Inovação em produtos e tecnologias

Qualidade, competitividade e respeito aos princípios de sustentabilidade são os vetores das iniciativas das
Unidades de Negócios da Companhia, conjugadas em um processo de pesquisa e desenvolvimento que
engloba as áreas de produção florestal, papéis, cartões e produtos convertidos. Essa integração permite
aumentar a eficiência, reduzir custos operacionais e privilegiar o desenvolvimento de tecnologias limpas.

A inovação tem como foco atender às necessidades dos clientes da Companhia, que também são parceiros
no desenvolvimento de produtos, processos e materiais. Nesse trabalho, a Companhia conta com a
participação de fornecedores de equipamentos e insumos e tem o apoio de centros de pesquisa que são
sinônimo de excelência no setor. Um exemplo é o Innventia (ex-STFI-Packforsk), instalado na Suécia,
especializado no desenvolvimento de papéis e embalagens com alto valor agregado.
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Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
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10.10 - Plano de negócios
Entre as atribuições da área de P&D estão a busca pela inovação tecnológica e a melhoria de processos
industriais, buscando a redução de custos de produção, além de contemplar aspectos ambientais, de
qualidade, de produtividade, de saúde e de segurança na execução dos projetos.

Nos últimos anos, a área de P&D vem se dedicando especialmente ao desenvolvimento de papéis, cartões
e embalagens de menor gramatura, o que segue a estratégia da empresa de investir em produtos de maior
valor agregado. O processo proporciona melhor eficiência, ao passo que reduz custos relacionados à
fabricação, ao uso e ao transporte das embalagens, assim como agrega vantagens ambientais decorrentes
do menor uso de fibras.

Em 2010, a Companhia deu continuidade ao desenvolvimento e produção de papéis, cartões e embalagens
de menor gramatura, com ganhos econômicos para os clientes, redução dos custos relacionados à
fabricação, ao uso e ao transporte das embalagens ­ pela maior quantidade do produto na mesma
tonelagem ­ assim como vantagens ambientais, decorrentes do menor uso de fibras.

Durante o ano de 2010, os principais produtos desenvolvidos foram:
Cartão Barreira Gordura ­ Destinado à fabricação de embalagens para fast-food, o produto tem
como principal característica a aplicação de uma película que repele a gordura, melhorando a
resistência da caixa quando em contato com o alimento.
Consumo de óleo no forno de cal ­ A redução de 9% no consumo de óleo combustível foi
possível graças a um avançado controle que utiliza modelos matemáticos para antecipar pontos
de oscilações e indica o melhor momento de ajuste da máquina para prevenir variações em seus
processos.
Eficiência no processo de calcificação ­ A iniciativa teve como base o mesmo modelo usado
para melhorar a eficiência no consumo de cal na Unidade Monte Alegre, e teve como resultado
ganhos da ordem de 12% no processo de calcificação. O projeto foi premiado como o melhor
trabalho do ano pela Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel (ABTCP).

A pesquisa florestal permitiu ao longo dos últimos 25 anos que o Incremento Médio Anual (IMA) das
espécies cultivadas dobrasse, tanto das fibras longas (Pinus) quanto das fibras curtas (Eucalyptus). A
maior produtividade florestal permite maior produção de fibras em um mesmo hectare plantado.

Desafios para o futuro:
Ampliação do uso da tecnologia de controle avançado, já utilizada na área de recuperação, em
produção de celulose, papel e cartão;
Incrementar a investigação da biotecnologia na produção de celulose, papel e cartão;
Estabelecer o uso da modelagem e simulação de processos como ferramenta de trabalho.

Tecnologia florestal

No ano de 2010, continuaram as pesquisas para desenvolvimento de clonagem de eucalipto resistente a
geadas para plantio em Santa Catarina. São mantidos mais de 2 mil hectares de área comercial plantadas
com sementes do Eucalyptus Benthamii, espécie que combina alta resistência à geada e boa produção de
fibras curtas.

Para o desenvolvimento de tecnologias mais avançadas a Unidade de Negócio Florestal também utiliza
importantes parcerias. Atua com o Instituto de Pesquisa e Estudos Florestais (Ipef, da Universidade de
São Paulo), a Sociedade de Investigações Florestais (SIF, da Universidade Federal de Viçosa), a
Fundação Paranaense de Estudos Florestais (Fupef, da Universidade Federal do Paraná), o Consórcio para
Proteção Ambiental da Bacia do rio Tabagi (Copati) e o Centro de Estudos e Pesquisas Florestais (Cepef,
da Universidade Federal de Santa Maria). No exterior, é associada à cooperativa Central American and
Mexico Coniferous Resources (Camcore), da Carolina do Norte (EUA).
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10.10 - Plano de negócios
Um dos estudos mais importantes que a Companhia integra é o Projeto Genolyptus, de sequenciamento
completo do genoma do eucalipto, cuja meta principal é aumentar a produtividade brasileira no segmento
de papel e celulose e, consequentemente, sua competitividade comercial no mercado internacional. A
pesquisa, uma das mais avançadas do mundo nessa área, é liderada por pesquisadores do Brasil, África do
Sul e Estados Unidos.
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10.11 - Outros fatores com influência relevante
10.11. Comentários
dos
diretores
sobre outros fatores que influenciaram de maneira relevante o
desempenho operacional e que não tenham sido identificados ou comentados nos demais itens desta
seção:

Não existem outras informações relevantes sobre esse item "10".
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11.1 - Projeções divulgadas e premissas
11.1. As projeções divulgadas e premissas:

A Companhia não divulga projeções, optando pela opção facultada nos termos do artigo 20 da Instrução
CVM nº 480/09.
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11.2 - Acompanhamento e alterações das projeções divulgadas
11.2. Acompanhamento e alterações das projeções divulgadas:
A Companhia não divulga projeções, optando pela opção facultada nos termos do artigo 20 da Instrução
CVM nº 480/09.
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12.1 - Descrição da estrutura administrativa
12.1.
Estrutura administrativa da Companhia, conforme estabelecido no seu estatuto social e
regimento interno:

a) atribuições de cada órgão e comitê

A administração da Companhia é exercida por um Conselho de Administração e uma Diretoria.

Conselho de Administração

O Conselho de Administração da Companhia é composto por até 13 (treze) membros, todos acionistas,
eleitos em Assembléia Geral e por ela destituíveis a qualquer tempo, conforme item 12.4 abaixo.

Nos termos do artigo 16 do Estatuto Social da Companhia, compete ao Conselho de Administração:
a)
Fixar os objetivos dos negócios da Companhia e de suas controladas:

I -
orientando a Diretoria sobre a formulação dos planos a médio e longo prazos;
II -
aprovando os planos de desenvolvimento e de expansão e os investimentos
necessários à sua execução;
III -
aprovando os orçamentos anuais de operações e de investimentos;
b)
Eleger e destituir os diretores da sociedade, fixando-lhes as atribuições, observado o
que a respeito dispuser o estatuto;

c)
Eleger e destituir os Conselheiros Consultivos da Companhia;

d)
Acompanhar, em caráter permanente, o desenvolvimento e o desempenho da
Companhia;

e)
Fiscalizar a gestão dos diretores, examinar, a qualquer tempo, os livros e os papéis da
Companhia, solicitar informações sobre contratos celebrados ou em via de celebração,
e quaisquer outros atos;

f)
Convocar a Assembléia Geral nos casos previstos em lei ou quando julgar
conveniente;

g)
Manifestar-se sobre relatórios da Administração, as demonstrações financeiras e as
contas da Diretoria;
h)
Fixar a política de endividamento da Companhia;

i)
Autorizar atos que ultrapassem os da administração ordinária, tais como:
I -
participação em outras sociedades e alienação dessas participações;
II -
constituição, fusão, incorporação, cisão, transformação e extinção de
sociedades subsidiárias, alteração de seus contratos ou estatutos sociais;
III -
aquisição, alienação e oneração de imóveis;
IV -
alienação de bens móveis do ativo permanente de valor superior ao fixado
pelo Conselho;
V -
criação e extinção de filiais e outros estabelecimentos;
VI -
constituição de ônus reais e concessão de fianças ou avais, exceto quando em
garantia de aquisição do próprio bem;
VII -
investimentos em projetos de expansão e aperfeiçoamento, de valor superior
ao fixado pelo Conselho de Administração;
VIII - contratação de serviços de valor superior ao fixado pelo Conselho de
Administração;
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12.1 - Descrição da estrutura administrativa
IX -
arrendamento mercantil de valor superior ao fixado pelo Conselho de
Administração;
X -
contratação de dívidas a longo prazo;
XI -
aquisição de ações de emissão da Companhia, para efeitos de cancelamento
ou permanência em tesouraria e posterior alienação;
XII -
alienação, oneração ou cessão de uso de patentes e marcas;
XIII
- estabelecimento de planos previdenciários para os empregados da
Companhia;
XIV ­ Emissão de Títulos de Crédito destinados à distribuição pública, observada
a legislação em vigor;
j)
Deliberar sobre quaisquer propostas da Diretoria a serem submetidas à Assembleia
Geral;

k)
Escolher e destituir auditores independentes;

l) Deliberar,
"ad referendum" da Assembléia Geral que aprovar as contas do exercício,
sobre o pagamento de dividendos, com base em balanços intermediários ou anuais;

m)
Deliberar sobre a divisão da remuneração dos administradores da sociedade, fixada
pela Assembléia Geral, bem como sobre a participação dos administradores nos lucros
da Companhia;

n)
Deliberar sobre proposta da Diretoria referente a atos de sociedades subsidiárias, nos
casos em que seja necessária deliberação da Controladora."

Diretoria

A Diretoria da Companhia é composta por até 10 (dez) membros, eleitos pelo Conselho de
Administração, dentre os quais um Diretor Geral.

A Diretoria, convocada pelo Diretor Geral, reunir-se-á ordinariamente uma vez por mês e
extraordinariamente, sempre que for necessário, observando-se o quorum da presença mínima de metade
mais um de seus membros, cabendo ao Diretor Geral, além do voto próprio, o de desempate.

Nos termos dos artigos 20 e 21 do Estatuto Social da Companhia, a Diretoria tem atribuições e poderes de
gestão conferidos por lei e pelo nosso Estatuto Social, de maneira a assegurar a execução fiel e eficiente
de seus fins, conforme abaixo:
a)
Incumbe aos diretores proporcionar ao Conselho de Administração e ao Conselho
Fiscal, ou a pedido de qualquer dos membros destes, as informações que lhes sejam
solicitadas e outras que entenderem relevantes.

b)
Para a prática de atos que ultrapassem os de simples administração ordinária, a
Diretoria deverá deliberar coletivamente, especialmente sobre todos os atos que, por
força deste estatuto, deverão ser submetidos ao Conselho de Administração.
c)
Compete ao Diretor Geral, supervisionar todas as atividades da Companhia, coordenar
a atuação dos demais diretores, implementar a política empresarial fixada pelo
Conselho de Administração para a Companhia e suas controladas e supervisionar a
auditoria interna.

d)
Aos demais Diretores, competirão as funções que lhes forem conferidas pelo Conselho
de Administração.

Ademais, o Estatuto Social estabelece que (i) quaisquer dois diretores em conjunto, (ii) um diretor em
conjunto com um procurador com poderes bastantes, ou (iii) dois procuradores em conjunto com poderes
expressos, terão poderes para:
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12.1 - Descrição da estrutura administrativa
a) representar a Companhia ativa e passivamente;

b) firmar contratos e assumir obrigações; movimentar contas em bancos, podendo, para
tanto, emitir e endossar cheques; transigir, firmar compromissos; sacar, endossar para
caução ou desconto, ou aceitar duplicatas e quaisquer títulos de crédito;

c) prestar fiança ou aval, em operações autorizadas pelo Conselho de Administração,
ressalvado que (i) um diretor, isoladamente, poderá prestar depoimento em juízo; (ii) um
diretor, isoladamente, ou um procurador com poderes expressos, poderá (1) emitir
duplicatas e endossá-las para cobrança bancária, caução e/ou desconto, endossar cheques
para depósito em conta da Companhia, firmar contratos de câmbio, emitir pedidos de
compras nos limites fixados pelo Conselho de Administração; e (2) representar a sociedade
perante qualquer repartição, autarquia ou sociedade de economia mista, federal, estadual ou
municipal, desde que não seja para assumir obrigação pela Sociedade ou exonerar terceiros
perante esta.

b) data de instalação do conselho fiscal, se este não for permanente, e de criação dos comitês

O Conselho Fiscal da Companhia tem as atribuições definidas pela legislação aplicável e foi instalado em
13 de dezembro de 1985. O Conselho Consultivo da Companhia foi instalado uma única vez em março de
2008 e tem a atribuição de opinar sobre assuntos que lhe sejam encaminhados pelo Conselho de
Administração.

c) mecanismos de avaliação de desempenho de cada órgão ou comitê

A Companhia não realiza avaliação de desempenho dos seus órgãos de administração e comitês, exceto a
Diretoria.

d) em relação aos membros da diretoria, suas atribuições e poderes individuais

A Diretoria da Companhia é composta por até 10 (dez) membros, acionistas ou não, residentes no país,
eleitos pelo Conselho de Administração, sendo um Diretor Geral e os demais diretores terão atribuições e
designações estabelecidas pelo Conselho de Administração, dentre os quais um desempenhará as funções
de Diretor de Relações com os Investidores, nos termos do Estatuto Social. O mandato dos diretores é de
01 (um) ano, admitida a reeleição. Os diretores deverão permanecer em seus cargos até a eleição e posse
de seus sucessores. Todos os membros da nossa Diretoria possuem endereço comercial na Cidade de São
Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Brigadeiro Faria Lima, nº 3.600 - 3º, 4º e 5º andares.

Compete ao Diretor Geral a supervisão de todas as atividades da sociedade, a coordenação da atuação dos
demais Diretores e das Gerências Jurídica, Comunicação e Responsabilidade Social e de Auditoria
Interna, orientação estratégica e geral da Companhia e a implementação da política empresarial fixada
pelo Conselho de Administração para a sociedade e controladas, bem como a responsabilidade pelo
desempenho conjunto das Unidades de Negócio da Companhia e de Controladas.

Compete ao Diretor Financeiro, de Planejamento e de Relações com Investidores o planejamento, a
administração e a movimentação dos recursos financeiros da sociedade, bem como a responsabilidade
pelas áreas de Controladoria, Tecnologia da Informação e a preparação do plano estratégico e de
investimentos da Companhia. Além dessas atribuições, terá responsabilidade pela prestação de
informações aos investidores e à Comissão de Valores Mobiliários ­ CVM, bem como a manutenção
atualizada do registro de companhia aberta.

Compete ao Diretor de Operações a administração, supervisão e responsabilidade pelos resultados dos
negócios, a coordenação das atividades dos demais Diretores das Unidades de Negócio Klabin Papéis,
Klabin Florestal, Klabin Embalagens e Klabin Sacos Industriais, abrangendo a produção e venda de
produtos, bem como a coordenação das atividades de Logística e Planejamento Integrado das Operações.
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12.1 - Descrição da estrutura administrativa
Compete ao Diretor de Projetos, Tecnologia Industrial e Suprimentos a condução de estudos,
conceituação e implementação de projetos industriais, a busca de novas tecnologias e a coordenação das
atividades de pesquisa e desenvolvimento, bem como a gestão das atividades de suprimentos e de
materiais, da Companhia.

Compete ao Diretor Industrial de Monte Alegre, Angatuba e Papéis Reciclados da Unidade de Negócio
Klabin Papéis a gestão das Unidades de Monte Alegre, Angatuba e as fábricas de reciclados de
Piracicaba, Guapimirim e Goiana, bem como a gestão das atividades de meio ambiente das áreas fabris da
Companhia.

A tabela a seguir apresenta os nomes, cargos e mandato dos atuais membros da Diretoria:
Diretores
Cargo
Data de eleição
Término do
mandato
Fabio Schvartsman
Diretor Geral
27/04/2011
27/04/2012
Antonio Sergio Alfano
Diretor Financeiro, de Planejamento
e de Relações com Investidores
27/04/2011 27/04/2012
Paulo Roberto Petterle
Diretor de Operações
27/04/2011
27/04/2012
Francisco Cesar Razzolini
Diretor de Projetos, Tecnologia
Industrial e Suprimentos
27/04/2011 27/04/2012
Arthur Canhisares
Diretor Industrial de Monte Alegre,
Angatuba e Papéis Reciclados da
Unidade de Negócio Klabin Papéis
27/04/2011 27/04/2012

e) mecanismos de avaliação de desempenho dos membros do conselho de administração, dos
comitês e da diretoria

A Companhia não realiza avaliação de desempenho dos membros do seu Conselho de Administração, dos
seus Comitês. Os mecanismos de avaliação dos membros da diretoria estão descritos no item 13 deste
formulário de referência.
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Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
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12.2 - Regras, políticas e práticas relativas às assembleias gerais
12.2.
Regras, políticas e práticas relativas às assembléias gerais:

a) prazos de convocação
De acordo com a Lei das Sociedades por Ações, as Assembléias Gerais da Companhia são convocadas
mediante anúncio publicado por 3 vezes no Diário Oficial do Estado de São Paulo, bem como em outro
jornal de grande circulação. A primeira convocação deve ser feita, no mínimo, 15 dias antes da realização da
Assembléia Geral, e a segunda convocação deve ser feita com, no mínimo, 8 dias de antecedência. A CVM
poderá, todavia, a pedido de qualquer acionista e ouvida a nossa Companhia, em determinadas
circunstâncias, requerer que a primeira convocação para suas Assembléias Gerais seja feita em até 30 dias
antes da realização da respectiva Assembléia Geral.

b) competências
Compete exclusivamente à Assembléia Geral: (a) reformar o Estatuto Social; (b) eleger ou destituir, a
qualquer tempo, os administradores e fiscais da Companhia, ressalvado o disposto no inciso II do art. 142
da Lei No. 6.404/76; (c) tomar, anualmente, as contas dos administradores e deliberar sobre as
demonstrações financeiras por eles apresentadas; (d) autorizar a emissão de debêntures, ressalvado o
disposto no § 1º do art. 59 da Lei No. 6.404/76; (e) suspender o exercício dos direitos do acionista; (f)
deliberar sobre a avaliação de bens com que o acionista concorrer para a formação do capital social; (g)
autorizar a emissão de partes beneficiárias; (h) autorizar os administradores a confessar falência e pedir
concordata; (i) deliberar sobre a redução ou aumento de capital, cisão, fusão, transformação ou
incorporação da Companhia e suas subsidiárias, bem como dissolução e extinção das mesmas ou qualquer
ato de reorganização societária previsto em lei; (j) deliberar sobre a dissolução e liquidação da
Companhia, eleger e destituir liquidantes e julgar-lhes as contas; (m) deliberar sobre permuta de ações ou
outros valores mobiliários de emissão da Companhia ou de empresas suas subsidiárias; e (n) deliberar
sobre instalação do Conselho Fiscal, na forma do Estatuto Social.

c) endereços (físico ou eletrônico) nos quais os documentos relativos à assembleia geral estarão à
disposição dos acionistas para análise

Endereços Eletrônicos: www.klabin.com.br e www.cvm.gov.br.

d) identificação e administração de conflitos de interesses

No caso de algum acionista ter interesse conflitante com a matéria da ordem do dia, segundo a legislação
brasileira, lhe será vedado proferir o seu voto.

e) solicitação de procurações pela administração para o exercício do direito de voto

O Estatuto Social da Companhia não prevê forma de solicitação de procurações pela administração para o
exercício do direito de voto, tampouco proíbe tal prática. A Companhia e sua administração não solicitam
e não têm por política solicitar procurações para o exercício do direito de voto

f) formalidades necessárias para aceitação de instrumentos de procuração outorgados por acionistas,
indicando se a Companhia admite procurações outorgadas por acionistas por meio eletrônico

O Estatuto Social da Companhia prevê que somente serão admitidos à assembléia geral os titulares de
ações cujos nomes estejam inscritos no respectivo registro até 3 (três) dias antes da data de realização da
Assembléia.


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Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
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12.2 - Regras, políticas e práticas relativas às assembleias gerais
g) manutenção de fóruns e páginas na rede mundial de computadores destinados a receber e
compartilhar comentários dos acionistas sobre as pautas das assembléias

A Companhia não mantém fóruns e páginas na Internet para receber e compartilhar informações e
comentários sobre as pautas das Assembléias.

h) transmissão ao vivo do vídeo e/ou do áudio das assembléias

Nos termos do Estatuto Social da Companhia, não é proibido a realização de Assembléias por meio de
teleconferências ou videoconferências. Entretanto, a Companhia não adota, como regra, tal forma de
realização de Assembléias.

i) mecanismos destinados a permitir a inclusão, na ordem do dia, de propostas formuladas por
acionistas

A Companhia não adota uma política ou mecanismos para permitir a inclusão de propostas de acionistas
na ordem do dia de suas Assembléias Gerais.
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Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
Versão : 4
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Valor Econômico - SP
15/04/2009
Ata da AGO que Apreciou as Demonstrações Financeiras
Diário Oficial do Estado de São Paulo - SP
15/04/2009
04/03/2009
Convocação da AGO que Apreciou as Demonstrações Financeiras
Diário Oficial do Estado de São Paulo - SP
01/03/2009
05/03/2009
Valor Econômico - SP
03/03/2009
04/03/2009
Valor Econômico - SP
18/02/2009
31/12/2008
Demonstrações Financeiras
Diário Oficial do Estado de São Paulo - SP
18/02/2009
Ata da AGO que Apreciou as Demonstrações Financeiras
Valor Econômico - SP
30/04/2010
30/04/2010
Valor Econômico - SP
05/03/2010
26/03/2010
25/03/2010
27/03/2010
27/03/2010
Convocação da AGO que Apreciou as Demonstrações Financeiras
Diário Oficial do Estado de São Paulo - SP
25/03/2010
26/03/2010
31/12/2009
Demonstrações Financeiras
Diário Oficial do Estado de São Paulo - SP
12/03/2010
Valor Econômico - SP
12/03/2010
Ata da AGO que Apreciou as Demonstrações Financeiras
Diário Oficial do Estado de São Paulo - SP
19/04/2011
Valor Econômico - SP
19/04/2011
Diário Oficial do Município - SP
19/03/2011
22/03/2011
Convocação da AGO que Apreciou as Demonstrações Financeiras
Diário Oficial do Estado de São Paulo - SP
18/03/2011
22/03/2011
19/03/2011
Valor Econômico - SP
18/03/2011
31/12/2010
Demonstrações Financeiras
Diário Oficial do Estado de São Paulo - SP
25/02/2011
Valor Econômico - SP
25/02/2011
12.3 - Datas e jornais de publicação das informações exigidas pela Lei nº6.404/76
Exercício Social
Publicação
Jornal - UF
Datas
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Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
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12.4 - Regras, políticas e práticas relativas ao Conselho de Administração
12.4.
Regras, políticas e práticas relativas ao conselho de administração:

O Conselho de Administração é composto de 12 (doze) membros, todos acionistas, residentes ou não no
país, eleitos pela Assembléia Geral para um mandato unificado de 1 (um) ano, permitida a reeleição.
Independentemente da data da eleição dos membros do Conselho de Administração da Companhia, os
respectivos mandatos terminarão na data da Assembléia Geral que examinar as contas relativas ao último
exercício de suas gestões.

Os atuais membros do Conselho de Administração da Companhia são os seguintes:
Nome
Cargo
Data de eleição
Término do mandato
Armando Klabin
Membro Efetivo
04/04/2011 04/04/2012
Celso Lafer
Membro Efetivo
04/04/2011 04/04/2012
Daniel Miguel Klabin
Membro Efetivo (Presidente)
04/04/2011 04/04/2012
Israel Klabin
Membro Efetivo
04/04/2011 04/04/2012
Lilia Klabin Levine
Membro Efetivo
04/04/2011 04/04/2012
Miguel Lafer
Membro Efetivo
04/04/2011 04/04/2012
Paulo Sergio Coutinho Galvão
Filho
Membro Efetivo
04/04/2011 04/04/2012
Pedro Franco Piva
Membro Efetivo
04/04/2011 04/04/2012
Roberto Luiz Leme Klabin
Membro Efetivo
04/04/2011 04/04/2012
Vera Lafer
Membro Efetivo
04/04/2011 04/04/2012
Olavo Egydio Monteiro de
Carvalho
Membro Efetivo (acionista
minoritário)
04/04/2011 04/04/2012
Rui Manuel de Medeiros
d'Espiney Patricio
Membro Efetivo (acionista
minoritário)
04/04/2011 04/04/2012
Alberto Klabin
Membro Suplente
04/04/2011 04/04/2012
Amanda Klabin Tkacz
Membro Suplente
04/04/2011 04/04/2012
Edgar Gleich
Membro Suplente
04/04/2011 04/04/2012
Francisco Lafer Pati
Membro Suplente
04/04/2011 04/04/2012
Graziela Lafer Galvão
Membro Suplente
04/04/2011 04/04/2012
Horacio Lafer Piva
Membro Suplente
04/04/2011 04/04/2012
Fernando José da Silva
Membro Suplente
04/04/2011 04/04/2012
Roberto Klabin Martins Xavier
Membro Suplente
04/04/2011 04/04/2012
Wolff Klabin
Membro Suplente
04/04/2011 04/04/2012
Agilio Leão de Macedo Filho
Membro Suplente (acionista
minoritário)
04/04/2011 04/04/2012
Sergio Francisco Monteiro de
Carvalho Guimarães
Membro Suplente (acionista
minoritário)
04/04/2011 04/04/2012

a) Frequência das reuniões

O Estatuto Social da Companhia prevê que o Conselho de Administração da Companhia reunir-se-á
ordinariamente uma vez a cada dois meses e, extraordinariamente, sempre que for necessário, podendo ser
convocado pelo seu Presidente, ou por dois de seus membros, com 8 (oito) dias de antecedência, por carta,
telefax, correio eletrônico ou telegrama. Não se realizando a reunião, será expedida nova convocação,
com antecedência mínima de 5 (cinco) dias.

As reuniões do Conselho de Administração da Companhia dos 3 últimos exercícios sociais foram realizadas
nas datas e horários abaixo:


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Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
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12.4 - Regras, políticas e práticas relativas ao Conselho de Administração
2010
2009
2008
24/02 14:00
24/02 14:30
25/02 10:30
17/02 14:00
17/02 14:30
18/02 10:30
13/02 14:00
27/02 14:30
28/02 10:30
28/04 14:30
29/04 10:30
29/04 14:30
30/04 10:30
23/04 14:30
24/04 10:30
16/06 14:30
17/06 10:30
24/06 14:30
25/06 10:30
25/06 14:30
26/06 10:30
25/08 14:30
26/08 10:30
26/08 14:30
27/08 10:30
27/08 14:30
28/08 10:30
20/10 14:30
21/10 10:30
21/10 14:30
22/10 10:30
29/10 14:30
30/10 10:30
15/12 14:30
16/12 14:30
17/12 14:30

b) se existirem, as disposições do acordo de acionistas que estabeleçam restrição ou vinculação ao
exercício do direito de voto de membros do conselho

Não há disposições do acordo de acionistas que estabeleçam restrição ou vinculação ao exercício do
direito de voto de membros do conselho.

c) regras de identificação e administração de conflitos de interesses

A Lei das Sociedades por Ações não permite que seja eleito para o Conselho de Administração, salvo
dispensa pela Assembléia Geral, aquele que (i) ocupar cargo em sociedades consideradas nossas
concorrentes; ou (ii) tiver interesse conflitante com a Companhia. Eventuais conflitos entre os acionistas que
ocorram em sede do Conselho de Administração, e não consigam ser dirimidos entre as partes, deverão ser
submetidos pelas partes ao Poder Judiciário.
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Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
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12.5 - Descrição da cláusula compromissória para resolução de conflitos por meio de
arbitragem
12.5.
Cláusula compromissória do estatuto para a resolução dos conflitos entre acionistas e entre
estes e a Companhia por meio de arbitragem, se aplicável:

Não há cláusula compromissória do estatuto para a resolução dos conflitos entre acionistas e entre estes
e a Companhia por meio de arbitragem.
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Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
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Agilio Leão de Macedo Filho
62
Pertence apenas ao Conselho de Administração
04/04/2011
1 ano
007.117.999-20
Administrador de Empresas
28 - Conselho de Adm. Independente (Suplente)
04/04/2011
Não
940.563.318-04
Engenheiro de Produção
10 - Diretor Presidente / Superintendente
27/04/2011
Sim
128.996.528-50
Bacharel em Comércio Exterior
Diretor
15/06/2011
Sim
Cristiano Cardoso Teixeira
38
Pertence apenas à Diretoria
15/06/2011
1 ano
047.868.957-84
Administradora de Empresas
23 - Conselho de Administração (Suplente)
04/04/2011
Sim
261.062.567-72
Engenheiro Mecânico
23 - Conselho de Administração (Suplente)
04/04/2011
Sim
Alberto Klabin
59
Pertence apenas ao Conselho de Administração
04/04/2011
1 ano
Amanda Klabin Tkacz
31
Pertence apenas ao Conselho de Administração
04/04/2011
1 ano
Diretor Financeiro e de Relações com Investidores.
Arthur Canhisares
49
Pertence apenas à Diretoria
27/04/2011
1 ano
021.861.148-01
Engenheiro Elétrico e de Produção
Diretor Industrial de Monte Alegre
27/04/2011
Sim
Fabio Schvartsman
56
Pertence apenas à Diretoria
27/04/2011
1 ano
Antonio Sergio Alfano
57
Pertence apenas à Diretoria
27/04/2011
1 ano
875.349.248-04
Administrador de Empresas
12 - Diretor de Relações com Investidores
27/04/2011
Sim
Paulo Roberto Petterle
61
Pertence apenas à Diretoria
27/04/2011
1 ano
175.309.207-82
Engenheiro
Diretor de Operações de Klabin S.A.
27/04/2011
Sim
Francisco Cesar Razzolini
47
Pertence apenas à Diretoria
27/04/2011
1 ano
581.536.089-91
Engenheiro Químico
Diretor de Planejamento, Projetos e Tecnologia
Industrial
27/04/2011
Sim
12.6 / 8 - Composição e experiência profissional da administração e do conselho fiscal
Nome
Idade
Orgão administração
Data da eleição
Prazo do mandato
Outros cargos e funções exercidas no emissor
CPF
Profissão
Cargo eletivo ocupado
Data de posse
Foi eleito pelo controlador
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Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
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038.613.618-17
Economista e Engenheiro
23 - Conselho de Administração (Suplente)
04/04/2011
Sim
Horacio Lafer Piva
52
Pertence apenas ao Conselho de Administração
04/04/2011
1 ano
Israel Klabin
83
Pertence apenas ao Conselho de Administração
04/04/2011
1 ano
256.483.558-90
Bacharel em Direito
23 - Conselho de Administração (Suplente)
04/04/2011
Sim
012.072.688-28
Engenheira Industrial
23 - Conselho de Administração (Suplente)
04/04/2011
Sim
Graziela Lafer Galvão
71
Pertence apenas ao Conselho de Administração
04/04/2011
1 ano
008.143.857-53
Engenheiro
22 - Conselho de Administração (Efetivo)
04/04/2011
Sim
Lilia Klabin Levine
70
Pertence apenas ao Conselho de Administração
04/04/2011
1 ano
001.913.298-00
Advogado e Professor Universitário
22 - Conselho de Administração (Efetivo)
04/04/2011
Sim
Celso Lafer
69
Pertence apenas ao Conselho de Administração
04/04/2011
1 ano
Daniel Miguel Klabin
80
Pertence apenas ao Conselho de Administração
04/04/2011
1 ano
Armando Klabin
77
Pertence apenas ao Conselho de Administração
04/04/2011
1 ano
Francisco Lafer Pati
36
Pertence apenas ao Conselho de Administração
04/04/2011
1 ano
008.144.407-97
Engenheiro
22 - Conselho de Administração (Efetivo)
04/04/2011
Sim
Fernando Jose da Silva
56
Pertence apenas ao Conselho de Administração
04/04/2011
1 ano
636.345.038-15
Contador
23 - Conselho de Administração (Suplente)
04/04/2011
Sim
008.143.777-34
Engenheiro
20 - Presidente do Conselho de Administração
04/04/2011
Sim
184.011.558-00
Engenheiro Mecânico
28 - Conselho de Adm. Independente (Suplente)
04/04/2011
Sim
Edgard Gleich
63
Pertence apenas ao Conselho de Administração
04/04/2011
1 ano
12.6 / 8 - Composição e experiência profissional da administração e do conselho fiscal
Nome
Idade
Orgão administração
Data da eleição
Prazo do mandato
Outros cargos e funções exercidas no emissor
CPF
Profissão
Cargo eletivo ocupado
Data de posse
Foi eleito pelo controlador
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Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
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Sergio Francisco Monteiro de Carvalho Guimarães
47
Pertence apenas ao Conselho de Administração
04/04/2011
1 ano
725.095.897-68
Economista
23 - Conselho de Administração (Suplente)
04/04/2011
Não
Vera Lafer
73
Pertence apenas ao Conselho de Administração
04/04/2011
1 ano
988.753.708-00
Advogado
27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo)
04/04/2011
Sim
Roberto Luiz Leme Klabin
54
Pertence apenas ao Conselho de Administração
04/04/2011
1 ano
656.812.078-20
Advogado
27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo)
04/04/2011
Não
Rui Manoel de Medeiros D`Espiney Patricio
78
Pertence apenas ao Conselho de Administração
04/04/2011
1 ano
380.289.138-49
Engenheira Industrial
22 - Conselho de Administração (Efetivo)
04/04/2011
Sim
027.760.308-00
Engenheiro
22 - Conselho de Administração (Efetivo)
04/04/2011
Sim
007.260.107-82
Empresário
27 - Conselho de Adm. Independente (Efetivo)
04/04/2011
Não
Olavo Egydio Monteiro de Carvalho
68
Pertence apenas ao Conselho de Administração
04/04/2011
1 ano
300.825.448-91
Empresária
22 - Conselho de Administração (Efetivo)
04/04/2011
Sim
Miguel Lafer
70
Pertence apenas ao Conselho de Administração
04/04/2011
1 ano
008.308.448-72
Advogado
22 - Conselho de Administração (Efetivo)
04/04/2011
Sim
153.181.088-81
Administrador de Empresas
23 - Conselho de Administração (Suplente)
04/04/2011
Sim
Roberto Klabin Martins Xavier
41
Pertence apenas ao Conselho de Administração
04/04/2011
1 ano
040.443.368-57
Administrador de Empresas
22 - Conselho de Administração (Efetivo)
04/04/2011
Sim
Paulo Sergio Coutinho Galvão Filho
49
Pertence apenas ao Conselho de Administração
04/04/2011
1 ano
Pedro Franco Piva
76
Pertence apenas ao Conselho de Administração
04/04/2011
1 ano
12.6 / 8 - Composição e experiência profissional da administração e do conselho fiscal
Nome
Idade
Orgão administração
Data da eleição
Prazo do mandato
Outros cargos e funções exercidas no emissor
CPF
Profissão
Cargo eletivo ocupado
Data de posse
Foi eleito pelo controlador
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Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
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166.870.436-68
Advogada
47 - C.F.(Suplent)Eleito p/preferencialistas
04/04/2011
Não
726.204.557-15
Advogada
48 - C.F.(Suplent)Eleito p/Minor.Ordinaristas
04/04/2011
Não
Tania Maria Camilo
48
Conselho Fiscal
04/04/2011
1 ano
Sueli Reis de Souza
57
Conselho Fiscal
04/04/2011
1 ano
Luis Eduardo Pereira de Carvalho
61
Conselho Fiscal
04/04/2011
1 ano
384.060.808-25
Engenheiro de Produção
43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador
04/04/2011
Sim
Gabriel Agostini
64
Conselho Fiscal
04/04/2011
1 ano
193.032.897-49
Engenheiro Civil
46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador
04/04/2011
Sim
Antonio Gonçalves de Oliveira
66
Conselho Fiscal
04/04/2011
1 ano
050.148.678-04
Sociólogo
44 - C.F.(Efetivo)Eleito p/preferencialistas
04/04/2011
Não
018.376.457-95
Empresário
23 - Conselho de Administração (Suplente)
04/04/2011
Sim
027.023.637-68
Contador
43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador
04/04/2011
Sim
Wolff Klabin
36
Pertence apenas ao Conselho de Administração
04/04/2011
1 ano
330.547.627-34
Administrador de Empresas
46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador
04/04/2011
Sim
João Alfredo Dias Lins
69
Conselho Fiscal
04/04/2011
1 ano
Carlos Alberto Alves
57
Conselho Fiscal
04/04/2011
1 ano
Antonio Marcos Vieira Santos
46
Conselho Fiscal
04/04/2011
1 ano
053.610.478-64
Economista
46 - C.F.(Suplent)Eleito p/Controlador
04/04/2011
Sim
12.6 / 8 - Composição e experiência profissional da administração e do conselho fiscal
Nome
Idade
Orgão administração
Data da eleição
Prazo do mandato
Outros cargos e funções exercidas no emissor
CPF
Profissão
Cargo eletivo ocupado
Data de posse
Foi eleito pelo controlador
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Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
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088.036.718-03
Advogada
43 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Controlador
04/04/2011
Sim
016.771.448-15
Economista
45 - C.F.(Efetivo)Eleito p/Minor.Ordinaristas
04/04/2011
Não
Wolfgang Eberhard Rohrbach
69
Conselho Fiscal
04/04/2011
1 ano
Vivian do Valle Souza Leão Mikui
48
Conselho Fiscal
04/04/2011
1 ano
12.6 / 8 - Composição e experiência profissional da administração e do conselho fiscal
Nome
Idade
Orgão administração
Data da eleição
Prazo do mandato
Outros cargos e funções exercidas no emissor
CPF
Profissão
Cargo eletivo ocupado
Data de posse
Foi eleito pelo controlador
Agilio Leão de Macedo Filho - 007.117.999-20
Cristiano Cardoso Teixeira - 128.996.528-50
Bacharelado em Comercio Exterior pela Universidade Paulista, MBA em Comércio Exterior pela USP - Universidade de São Paulo e mestrado em logística pela Ecole Superiour de Affairs (França). Trabalhou de 1990
até 1994 na Ripasa Papel e Celulose na área de exportação, na Duratex de 1996 até 2009 em diversos cargos até a gerência de logística e na San Antonio International de 2009 até 2011 como diretor de supply chain.
Fabio Schvartsman - 940.563.318-04
Formação Acadêmica: Engenharia de Produção (Poli/USP - Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, 1976). Pós graduado em Administração de Empresas (EAESP/FGV - Escola de Administração de
Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas, 1979). Pós graduado em Engenharia de Produção (Poli/USP - Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, 1977).
Experiência Profissional: Presidente da SanAntonio Internacional (03/2008 a 03/2010). Presidente da Telemar Participações S.A. (04/2007 a 03/2008). Na Ultrapar (Grupo Ultra de 05/1985 a 04/2007), atuou como
Superintendente de Planejamento, Diretor de Planejamento, Diretor de Planejamento e Controle, Diretor de Relações com Investidores, Presidente (Ultraprev), Sócio-Diretor (Ultra S.A. - controladora da Ultrapar) e
CFO/Diretor Superintendente Financeiro (Ultrapar). Na Duratex S.A. (02/1976 a 04/1985), atuou como Chefe de Setor de Estudos Econômicos, Chefe de Divisão de Desenvolvimento e Chefe do Departamento de
Planejamento da Duratex
Paulo Roberto Petterle - 175.309.207-82
Ingressou nas empresas Klabin em 1970. Atuou em diversas posições na Divisão Embalagens até atingir a posição de Diretor Superintendente (de 1992 a 2000), passando para o cargo de Diretor Gerente da Unidade
de Negócios Klabin Papéis. Em 2005 acumulou o cargo de Diretor Gerente da Unidade Klabin Sacos Industriais. Em 2008 foi eleito Diretor de Operações de Klabin S.A.
Francisco Cesar Razzolini - 581.536.089-91
Ingressou na Klabin em 24-4-1985, atuando na fábrica de papéis em Monte Alegre e, desde 2008, é Diretor de Projetos, Tecnologia Industrial e Suprimentos.
Arthur Canhisares - 021.861.148-01
Ingressou na Klabin em 1986, atuando como engenheiro de produção no período de 1986 a 1991. Em 1992 passou para Coordenador de Produção da Máquina de Papel 7, passando a Gerente de Produção de 1996 a
2000. Em maio/2000 passou a exercer o cargo de Diretor Industrial designado da Unidade Paraná. Desde 2001 exerceu o cargo de Diretor Industrial designado das Unidades Paraná, Angatuba e Reciclados. Foi eleito
Diretor Industrial de Monte Alegre, Angatuba e Papéis Reciclados da Unidade de Negócio Klabin Papéis em Abril/2010.
Antonio Sergio Alfano - 875.349.248-04
Ingressou nas empresas Klabin em 1974, atuando nas áreas de Estudos Econômicos, Vendas e Marketing. Foi Diretor Superintendente da Klabin Export, Diretor Financeiro da Norske Skog Klabin, empresas
incorporadas por Klabin S.A, e Diretor Financeiro da Klabin Bacell. Desde 2000 é Diretor de Planejamento da Klabin S.A. e em 2008 assumiu o cargo de Diretor Financeiro e de Relações com Investidores.
Experiência profissional / Declaração de eventuais condenações
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Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
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Horacio Lafer Piva - 038.613.618-17
Graziela Lafer Galvão - 012.072.688-28
Diretora e acionista da GL Holdings S.A., sócia gerente de Klabin Irmãos & Cia., empresa holding do grupo Klabin. Sócia, Diretora de Gepel Rural, sócia quotista de GL Agropecuária Ltda., sócia-gerente de Tantra
Participações Ltda. e membro suplente do Conselho de Administração de Klabin S.A.
Francisco Lafer Pati - 256.483.558-90
Acionista e diretor de VFV Participações S.A., sócio gerente de Klabin Irmãos & Cia., empresa holding do Grupo Klabin. Membro suplente do Conselho de Administração de Klabin S.A.
Fernando Jose da Silva - 636.345.038-15
Ingressou nas empresas Klabin em 1973 exercendo o cargo de controller da controladora Klabin Irmãos & Cia. É suplente de Conselheiro de Administração de Klabin S.A. desde março/2008.
Edgard Gleich - 184.011.558-00
Foi Gerente de Controladoria da Metal Leve S.A., Diretor da Falkenburg Indústria de Produtos Alimentícios Ltda., Vice-Presidente do Conselho de Administração de Dixie-Toga S.A. e membro do Conselho de
Administração da Cinemark S.A. Atualmente é Presidente do Conselho Deliberativo da Associação George Mark Klabin de Assistência, Membro do Conselho Deliberativo do Hospital Albert Einstein, Membro do
Conselho Deliberativo do FUNBIO e Membro suplente do Conselho de Administração de Klabin S.A.
Daniel Miguel Klabin - 008.143.777-34
Presidente de DARO Participações S.A., sócio gerente de Klabin Irmãos & Cia., empresa holding do Grupo Klabin. Diretor da DAMARO Comercial Agropecuária Ltda. Diretor da DARAM Participações Ltda. Membro do
Comitê Estratégico do Capítulo Brasileiro do CEAL (Conselho de Empresários da América Latina), desde 1990. Membro do Comitê Empresarial Permanente do Ministério das Relações Exteriores. Fundador e 1º
Presidente (1998), atual Vice-Presidente Nato do Conselho Curador do CEBRI (Centro Brasileiro de Relações Internacionais). Conselheiro de Administração de Klabin S.A. (Presidente no exercício de 2005). Membro
do Conselho Empresarial de Desenvolvimento do Rio de Janeiro pela Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ) desde 01/09/2005.
Celso Lafer - 001.913.298-00
Foi Presidente do Conselho de Administração da Metal Leve S/A. Indústria e Comércio (1993-1995), Conselho que integrou desde 1971 e do qual foi Vice-Presidente. Foi Ministro de Estado das Relações Exteriores em
1992 e, nesta condição, Vice-Presidente ex-officio da Conferência da ONU sobre Meio-Ambiente e Desenvolvimento, a Rio-92. Na sua segunda gestão no Itamaraty (2001-2002) chefiou a delegação brasileira à
Conferência Ministerial da OMC em Doha, que deu início à Rodada de Doha. Em 1999 foi Ministro de Estado do Desenvolvimento, Indústria e Comércio. De 1995 a 1998 foi Embaixador, Chefe da Missão Permanente
do Brasil junto às Nações Unidas e à Organização Mundial do Comércio em Genebra. Integra, desde 2003, o Conselho Superior da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - FAPESP e, em 2007 foi
nomeado seu Presidente pelo Governador do Estado de São Paulo. Eleito membro titular da Academia Brasileira de Ciências em 2004 e membro efetivo da Academia Brasileira de Letras em 2006. Doutor honoris
causa da Universidade de Buenos Aires (2001) e da Universidade Nacional de Cordoba, Argentina (2002), recebeu, em 2001, o Prêmio Moinho Santista na área de Relações Internacionais. Foi eleito membro do
Conselho de Administração de Klabin S/A. em março de 2005.
Armando Klabin - 008.144.407-97
Diretor Presidente de Dawojobe Participações S.A., sócio gerente de Klabin Irmãos & Cia., empresa holding do Grupo Klabin. Membro do Conselho de Administração de Klabin S.A. Presidente da Companhia Sisal do
Brasil - COSIBRA. Sócio controlador da Aqüinor - Aqüicultura do Nordeste Ltda. Diretor Presidente de Ibitiguaia Agropecuária Ltda. - Fazenda Paraíso (MG) e Estância Miranda (MS). Diretor Presidente das seguintes
instituições: Sociedade Israelita Brasileira - ORT e Brigada Mirim Ecológica da Ilha Grande. Presidente do Conselho de Administração da Colônia de Férias Henrique Lemle ­ Membro do Conselho Diretor da Fundação
Getúlio Vargas.
Amanda Klabin Tkacz - 047.868.957-84
Iniciou sua atividade profissional como membro suplente do Conselho de Administração de Klabin S.A. a partir de abril/2004.
Alberto Klabin - 261.062.567-72
Sócio da Atina - Indústria e Comércio de Produtos Florestais Não Madeireiros S.A. Membro suplente do Conselho de Administração de Klabin S.A.
Iniciou suas atividades profissionais em 1974 como especialista em projetos financeiros na sede da empresa Cummins Engine Company em Columbus, Indiana, Estados Unidos. Ocupou vários cargos gerenciais na
Xerox Corp e Xerox do Brasil (1976-1983). Diretor de Finanças e Administração na Cia. Fiat Lux, Rio de Janeiro (1983-1986). Sócio da empresa AFI - Associados em Finanças e Investimentos Ltda., Rio de Janeiro
(1987-1991). CFO e posteriormente CEO da Courtaulds International Ltda., São Paulo (1991-1995). Diretor Executivo da Aracruz Celulose S.A., Rio de Janeiro (1995-2002). Consultor da empresa Máster Mind
Consultoria Ltda., Rio de Janeiro (2002-2004). Diretor Presidente da Ficap S.A., Rio de Janeiro (2004-2008). Atualmente é consultor da empresa Monteiro Aranha S.A. (desde março/2009). Eleito membro suplente do
conselho de Administração de Klabin S.A. em março/2010.
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Vera Lafer - 380.289.138-49
Sergio Francisco Monteiro de Carvalho Guimarães - 725.095.897-68
Assistente de Diretoria de Monteiro Aranha S.A. e Monteiro Aranha Participações S.A. (1989/1998) ocupando, presentemente, o cargo de Diretor. Conselheiro de Administração de Klabin S.A. desde março/2005.
Rui Manoel de Medeiros D`Espiney Patricio - 656.812.078-20
Membro do Conselho de Administração de Monteiro Aranha S.A., Klabin S.A., Espirito Santo International Holding, Vivo Participações e EIP ­ Eletricidade Industrial Portuguesa.
Roberto Luiz Leme Klabin - 988.753.708-00
Sócio gerente de KL & KL Participações S/C Ltda., Ibisco Participações Ltda., RK Hotéis e Turismo Ltda., e Caiman Agropecuária Ltda. Membro do Conselho de Administração de Klabin S.A. Membro do Conselho
Consultivo da Conservation International do Brasil e da Renctas - Rede Nacional de Combate do Tráfico de Animais Silvestres e Funbio - Fundao Brasileiro para a Biodiversidade. Presidente da Fundação SOS Mata
Atlântica.
Roberto Klabin Martins Xavier - 153.181.088-81
Acionista e Diretor de LKL Participações S.A., sócio gerente de Klabin Irmãos & Cia., empresa holding do Grupo Klabin. Membro suplente do Conselho de Administração de Klabin S.A.
Pedro Franco Piva - 008.308.448-72
Senador da República por São Paulo (1995-2002). Durante o mandato ocupou as cadeiras de: Presidência e Vice Presidência da Comissão de Assuntos Econômicos, membro titular das Comissões Mista de
Orçamento, Economia, Relações Exteriores e Defesa Nacional, Infra-Estrutura, Fiscalização e Controle, do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar e suplente das Comissões de Constituição, Justiça e Cidadania e
Educação. Membro do Conselho de Administração de Klabin S.A. Presidente da Presh S.A., sócia gerente de Klabin Irmãos & Cia., empresa holding do Grupo Klabin. Sócio Diretor de Santângelo Agropecuária Ltda.
Membro do Conselho de Administração de: Fundação Bienal de São Paulo, Museu de Arte Moderna - MAM, Museu de Arte de São Paulo - MASP, Instituto de Estudos Avançados parra o Desenvolvimento Industrial -
IEDI. Membro do Conselho de Empresários da América Latina ­ CEAL.
Paulo Sergio Coutinho Galvão Filho - 040.443.368-57
Vice Presidente da GL Holdings S.A., sócio gerente de Klabin Irmãos & Cia., empresa holding do Grupo Klabin. Diretor de Tantra Participações Ltda., GL Agropecuária Ltda. e GEPEL Rural Ltda. Acionista e membro
dos Conselho de Administração da Drogasil S.A. e da Klabin S.A.
Olavo Egydio Monteiro de Carvalho - 007.260.107-82
Conselheiro da Ultrapar desde dezembro/2002. Presidente do Conselho de Administração de Monteiro Aranha S.A. desde 1996. Membro do Conselho de Administração de Klabin S.A. desde 1978. Presidente da
Associação Comercial do Rio de Janeiro desde 2005. Membro do Conselho Empresarial Brasil-Estados Unidos, do Conselho de Administração da AD-Rio ­ Agência de Desenvolvimento Econômico o Estado do Rio de
Janeiro.
Miguel Lafer - 027.760.308-00
Conselheiro de Administração de Klabin S.A. Diretor e acionista de Miguel Lafer Participações S.A., sócio gerente de Klabin Irmãos & Cia., empresa holding do Grupo Klabin. Diretor e acionista de Jacob Klabin Lafer
Administração e Participações S.A., LPG Administração S.A. e Haras Sete Cravos S.A. Diretor e quotista de Novo Horizonte Agropecuária Ltda., Sete Cravos Participações Ltda. e KASSA-SP Participações Ltda.
Lilia Klabin Levine - 300.825.448-91
Presidente de LKL Participações S.A. e Esli Participações S/A. - sócia gerente de Klabin Irmãos & Cia., empresa holding do Grupo Klabin. Diretora de Jack Levine Participações Ltda. Acionista de Levine Participações
S/A. Membro do Conselho de Administração de Klabin S.A.
Israel Klabin - 008.143.857-53
Diretor Presidente de Glimdas Participações S.A., sócio gerente de Klabin Irmãos & Cia., empresa holding do Grupo Klabin. Presidente da Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável. Conselheiro de
Administração de Klabin S.A.
Membro suplente do Conselho de Administração de Klabin S.A, e membro dos Conselhos de Atmosfera Higienização de Têxteis S/A, Tarpon Investmentos S/A, Redecard S/A, Investtur ­ Companhia Brasileira de
Desenvolvimento Imobiliário Turístico e Grupo Martins. Presidente do Conselho da BRACELPA - Associação Brasileira de Papel e Celulose e da AACD - Associação de Assistência à Criança Deficiente, membro dos
Conselhos da FAPESP - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, da Fundação Osesp, da Abdim ­ Associação Brasileira de Distrofia Muscular, da Fundação Antonio Prudente/Hospital do Câncer, e
do CDES ­ Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social. Também participa dos Conselhos Consultivos da Spread Teleinformática, BTSP e Brasilpar - Serviços Financeiros. Foi Presidente da
FIESP/CIESP/SESI/SENAI - Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo no período de 1998 a 2004, e do Sebrae de 1998 a 2000.
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Gabriel Agostini - 193.032.897-49
Tania Maria Camilo - 726.204.557-15
Ingressou na empresa Monteiro Aranha S.A. em 1991 e ocupa o cargo de Gerente Jurídica do Grupo Monteiro Aranha. Membro suplente do Conselho Fiscal de Klabin S.A. desde março/2006 e membro suplente do
Conselho Fiscal da Ultrapar Participações S.A desde abril/2006.
Sueli Reis de Souza - 166.870.436-68
Ingressou no Banco do Brasil em 1973 atuando como Chefe de Setores Jurídicos em Brasília e Rio de Janeiro ao longo de sua carreira. Atualmente é Secretária de Meio Ambiente e Atividades Urbanas da Prefeitura
de Juiz de Fora, Minas Gerais. Eleita membro suplente do Conselho Fiscal de Klabin S.A. em março/2010.
Luis Eduardo Pereira de Carvalho - 384.060.808-25
Engenheiro de produção graduado pela Escola Politécnica da USP, São Paulo (1970); MBA pela London Business School, Londres, Inglaterra (1974). Atuou como: Analista de Sistemas na Construções e Comércio
Camargo Corrêa S.A. (1970-72); Analista de Investimentos da Delta Metal Overseas Ltd. (1974-75); Gerente de Novos Negócios da Delta Metal S.A. (1975-80); Diretor Financeiro da PZM Comercial, Agrícola e
Construtora Ltda. (1980-83); Vice Presidente Executivo da Carlos Pereira Indústrias Químicas S.A. (1983-93); Diretor da Boucinhas & Campos Consultores Ltda. (1993-98); Sócio-Diretor da Setape Assessoria
Econômica Ltda. (desde 1999). Conselheiro Fiscal de Klabin S.A (desde fevereiro/2007).
João Alfredo Dias Lins - 027.023.637-68
Graduado em ciências contábeis pela Faculdade de Ciências Contábeis e Administrativas Moraes Junior, Rio de Janeiro, RJ, em 30 de julho de 1970. Iniciou sua carreira profissional em 1962 na empresa de auditoria
externa Price Waterhouse & Peat, atual PriceWaterhouseCoopers, de onde saiu em abril de 1971 como gerente de auditoria. Ingressou em Klabin Irmãos & Cia. em maio do mesmo ano, desligando-se em dezembro de
1980, passando a exercer a atividade de consultor de empresas. Em 1988 cursou o Advanced Management Programme, ministrado pelo Institut Européen d'Administration des Affaires - INSEAD, em Fontainebleau,
França. Conselheiro Fiscal de Klabin S.A. desde 13 de janeiro de 1981. Membro do Conselho Curador da Fundação Getúlio Vargas. Presidente dos Conselhos Fiscais da Fundação Brasileira para o Desenvolvimento
Sustentável ­ FBDS e da Fundação Eva Klabin.
Carlos Alberto Alves - 330.547.627-34
Graduado em Administração de Empresas pela Faculdades Integradas Anglo Americanas, e Pós Graduação em Contabilidade pela Fundação Getulio Vargas , iniciou carreira profissional em setembro de 1978 na Cia
Cervejaria Brahma (Ambev) de onde saiu como Contador em fevereiro de 1998. Em março de 1998 ingressou na empresa Moinhos Cruzeiro do Sul ­ Filial Rio de Janeiro permanecendo até outubro de 1999 no Cargo
de Gerente Administrativo e Financeiro. Em Dezembro de 1999 assumiu o cargo de Coordenador Financeiro na Telemar Regional Espírito Santo, em agosto de 2001 foi transferido para a Regional Minas assumindo o
cargo de Gerente de Controladoria , sendo transferido para a Regional Rio de Janeiro, com o mesmo cargo em junho de 2002 de onde se desligou em dezembro de 2003. Membro suplente do Conselho Fiscal de
Klabin S.A. desde março/2005.
Antonio Marcos Vieira Santos - 053.610.478-64
Graduado em Ciências Econômicas pela Universidade São Judas Tadeu -São Paulo-SP, concluído em 1987, com atuação na área contábil desde 1985 e na área financeira há aproximadamente 15 anos, tendo
ocupado cargos intermediários e de chefia em empresas como: Siemens e McCann Erickson Publicidade. Conselheiro Fiscal de Klabin S.A. desde abril de 1998.
Antonio Gonçalves de Oliveira - 050.148.678-04
Trabalhou no Banco do Brasil durante 24 anos, onde foi professor de Administração e atuou também como Assessor Técnico das Diretorias de Planejamento e de Recursos Humanos. De 1990 a 2000, foi dirigente do
sindicato empresarial das pequenas indústrias. Integrou a direção de várias entidades associativas, especialmente da ANABB, Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil. Nos últimos anos, participou
de vários Conselhos Fiscais em empresas: Coelba, Iguatemi Shoppings Centers, Melpaper. Atualmente, é Conselheiro Consultivo Eleito da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil ­ Previ e
Conselheiro de Administração da Vivo, onde preside o Comitê de Auditoria e Controle e atua desde a criação da empresa. Eleito membro do Conselho Fiscal de Klabin S/A em março/2010.
Wolff Klabin - 018.376.457-95
Iniciou carreira no Banco Goldman Sachs e posteriormente trabalhou nas áreas de fusões e aquisições e crédito do Banco JP Morgan. Desde 2006 é sócio da Gestora de Recursos Jardim Botânico Partners. Também
é membro do Conselho do ORT Brasil, escola com foco no ensino profissionalizante sem fins lucrativos no Rio de Janeiro e do Conselho do David Rockfeller Center for Latin American Studies da Universidade de
Harvard. Membro suplente do Conselho de Administração de Klabin S.A. (desde 1998).
Diretora e acionista de VFV Participações S.A., sócia gerente de Klabin Irmãos & Cia., empresa holding do Grupo Klabin. Diretora e quotista de Mekla Beta Participações Ltda., VL Participações Ltda., Novo Horizonte
Agropecuária Ltda., VEMI Participações Ltda., Kla Gama Agropecuária Ltda. e Lavesube Comércio e Representações Ltda. Membro do Conselho de Administração de Klabin S.A.
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Wolfgang Eberhard Rohrbach - 016.771.448-15
Ingressou na Monteiro Aranha S.A. em 1973 com atuação focada no acompanhamento de suas participações acionárias, ocupando cargos de controller na empresa e de conselheiro fiscal/diretor em coligadas. No
passado, entre outros, foi membro do conselho fiscal da Volkswagen do Brasil S.A., Ericsson Telecomunicações S.A., Oxiteno S.A., bem como diretor de empresa do agrobusiness. Atualmente, além de Controller de
Monteiro Aranha S.A., é conselheiro fiscal de Klabin S.A. e da Ultrapar S.A.
Vivian do Valle Souza Leão Mikui - 088.036.718-03
Bacharel em direito pelas Faculdades Metropolitanas Unidas - FMU (1988) e formada em administração de empresas pelo Instituto Presbiteriano Mackenzie (1998). Sócia do escritório de advocacia Leão e Tohmé
Advogados Associados Ltda, há 15 anos. Membro suplente do Conselho Fiscal de Klabin S.A. desde março/2005.
Formado em na Faculdade de Engenharia da Universidade Federal de Santa Maria ­ Rio Grande do Sul ­ colando grau em dezembro/1969, e curso de especialização em Administração de Empresas, realizado no
Instituto de Administração e Gerência da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro ­ 1973. Em 1975 fundou a Moritz e Agostini Engenharia Ltda, com a participação de 50%.
Empresa de construção civil que atuou no mercado até 1996, tendo sido realizadas 240 obras. Encontra-se desde então desativada. Em 1990 fundou a AMW ­ Comércio e Participações Ltda, empresa de
representação comercial, com participação de 96% das cotas.
Desde sua fundação até 2001, foi representante exclusivo no Brasil de empresa canadense de papel-jornal (Donohue Forest Products Inc), Foram vendidas em média 50.000 t/ano, sendo que no ano de 2001 foram
vendidas 95.000 t. Participou do do Conselho de Administração entre 2002 e 2008 da Forjas S.A. e participa do Conselho de Administração da Unipar desde 2008.
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Não há membros dos comitês estatutários, comitês de auditoria, comitês de risco, comitês financeiros e comitês de
remuneração, visto que a Companhia não possui nenhum dos referidos comitês compostos em sua administração.
Justificativa para o não preenchimento do quadro:
12.7 - Composição dos comitês estatutários e dos comitês de auditoria, financeiro e de
remuneração
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Pessoa relacionada
Presidente
Diretor
Daniel Miguel Kabin
008.143.777-34 Dawojobe Participações S/A
30.280.465/0001-04
Armando Klabin
008.144.407-97 Dawojobe Participações S/A
30.280.465/0001-04 Irmão ou Irmã (1º grau por consangüinidade)
Administrador do emissor ou controlada
Observação
Administrador do emissor ou controlada
Presidente
Daniel Miguel Klabin
008.143.777-34 Daro Participações S/A
30.304.992/0001-01 Irmão ou Irmã (1º grau por consangüinidade)
Pessoa relacionada
Graziela Lafer Galvão
012.072.688-28 GL Holdings S/A
53.728.895/0001-41
Presidente
Vice-Presidente
Observação
Administrador do emissor ou controlada
Paulo Sergio Coutinho Galvão Filho
040.443.368-57 GL Holdings S/A
53.728.895/0001-41 Pai ou Mãe (1º grau por consangüinidade)
Observação
Pessoa relacionada
Israel Klabin
008.143.857-53 Dawojobe Participações S/A
30.280.465/0001-04
Diretor
Presidente
Administrador do emissor ou controlada
Armando Klabin
008.144.407-97 Dawojobe Participações S/A
30.280.465/0001-04 Irmão ou Irmã (1º grau por consangüinidade)
12.9 - Existência de relação conjugal, união estável ou parentesco até o 2º grau relacionadas a administradores do emissor, controladas e
controladores
Cargo
Nome
CPF
Nome empresarial do emissor, controlada ou
controlador
CNPJ
Tipo de parentesco com o administrador do
emissor ou controlada
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Presidente
Vera Lafer
380.289.138-49 VFV Participações S/A
72.872.146/0001-38 Irmão ou Irmã (1º grau por consangüinidade)
Miguel Lafer
027.760.308-00 VFV Participações S/A
72.872.146/0001-38
Pessoa relacionada
Administrador do emissor ou controlada
Diretor
Vera Lafer
380.289.138-49 Miguel Lafer Participações S/A
72.872.120/0001-90
Observação
Diretor
Observação
Daniel Miguel Klabin
008.143.777-34 Daro Participações S/A
30.304.992/0001-01 Irmão ou Irmã (1º grau por consangüinidade)
Administrador do emissor ou controlada
Pessoa relacionada
Pessoa relacionada
Diretor
Armando Klabin
008.144.407-97 Daro Participações S/A
30.304.992/0001-01
Presidente
Administrador do emissor ou controlada
Presidente
Miguel Lafer
027.760.308-00 Miguel Lafer Participações S/A
72.872.120/0001-90 Irmão ou Irmã (1º grau por consangüinidade)
Israel Klabin
008.143.857-53 Daro Participações S/A
30.304.992/0001-01
Pessoa relacionada
Observação
Diretor
12.9 - Existência de relação conjugal, união estável ou parentesco até o 2º grau relacionadas a administradores do emissor, controladas e
controladores
Cargo
Nome
CPF
Nome empresarial do emissor, controlada ou
controlador
CNPJ
Tipo de parentesco com o administrador do
emissor ou controlada
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Pessoa relacionada
Presidente
Acionista
Wolff Klabin
018.376.457-95 Dawojobe Participações S/A
30.280.465/0001-04
Armando Klabin
008.144.407-97 Dawojobe Participações S/A
30.280.465/0001-04 Filho ou Filha (1º grau por consangüinidade)
Observação
Administrador do emissor ou controlada
Observação
Administrador do emissor ou controlada
Presidente
Israel Kabin
008.143.857-53 Glimdas Participações S/A
30.526.602/0001-48 Irmão ou Irmã (1º grau por consangüinidade)
Armando Klabin
008.144.407-97 Glimdas Participações S/A
30.526.602/0001-48
Pessoa relacionada
Observação
Diretor
Administrador do emissor ou controlada
Presidente
Israel Kabin
008.143.857-53 Glimdas Participações S/A
30.526.602/0001-48 Irmão ou Irmã (1º grau por consangüinidade)
Daniel Miguel Kabin
008.143.777-34 Glimdas Participações S/A
30.526.602/0001-48
Pessoa relacionada
Observação
Diretor
Administrador do emissor ou controlada
12.9 - Existência de relação conjugal, união estável ou parentesco até o 2º grau relacionadas a administradores do emissor, controladas e
controladores
Cargo
Nome
CPF
Nome empresarial do emissor, controlada ou
controlador
CNPJ
Tipo de parentesco com o administrador do
emissor ou controlada
PÁGINA: 159 de 280
Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
Versão : 4
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Vera Lafer
380.289.138-49 VFV Participações S/A
72.872.146/0001-38 Filho ou Filha (1º grau por consangüinidade)
Administrador do emissor ou controlada
Presidente
Pessoa relacionada
Horacio Lafer Piva
038.613.618-17 Presh S/A
53.728.903/0001-50
Pessoa relacionada
Diretor
Observação
Observação
Acionista
Administrador do emissor ou controlada
Amanda Klabin Tkacz
047.868.957-84 Daro Participações S/A
30.304.992/0001-01
Daniel Miguel Klabin
008.143.777-34 Daro Participações S/A
30.304.992/0001-01 Filho ou Filha (1º grau por consangüinidade)
Presidente
Pessoa relacionada
Presidente
Observação
Pedro Franco Piva
008.308.448-72 Presh S/A
53.728.903/0001-50 Filho ou Filha (1º grau por consangüinidade)
Administrador do emissor ou controlada
Diretor
Presidente
Lilia Klabin Levine
300.825.448-91 LKL Participações S/A
00.288.075/0001-10 Filho ou Filha (1º grau por consangüinidade)
Roberto Klabin Martins Xavier
153.181.088-81 LKL Participações S/A
00.288.075/0001-10
Pessoa relacionada
12.9 - Existência de relação conjugal, união estável ou parentesco até o 2º grau relacionadas a administradores do emissor, controladas e
controladores
Cargo
Nome
CPF
Nome empresarial do emissor, controlada ou
controlador
CNPJ
Tipo de parentesco com o administrador do
emissor ou controlada
PÁGINA: 160 de 280
Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
Versão : 4
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Presidente
Israel Kabin
008.143.857-53 Glimdas Participações S/A
30.526.602/0001-48 Filho ou Filha (1º grau por consangüinidade)
Pessoa relacionada
Observação
Acionista
Alberto Klabin
261.062.567-72 Glimdas Participações S/A
30.526.602/0001-48
Francisco Lafer Pati
256.483.558-90 VFV Participações S/A
72.872.146/0001-38
Administrador do emissor ou controlada
Diretor
Observação
12.9 - Existência de relação conjugal, união estável ou parentesco até o 2º grau relacionadas a administradores do emissor, controladas e
controladores
Cargo
Nome
CPF
Nome empresarial do emissor, controlada ou
controlador
CNPJ
Tipo de parentesco com o administrador do
emissor ou controlada
PÁGINA: 161 de 280
Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
Versão : 4
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Pessoa Relacionada
Diretor Financeiro, de Planejamento e Relações com Investidores
Diretor
Klabin Trade
Observação
Antonio Sergio Alfano
875.349.248-04
Controle
Controlada Indireta
Administrador do Emissor
Observação
Administrador do Emissor
Pessoa Relacionada
Klabin Limited
Diretor
Diretor Financeiro, de Planejamento e Relações com Investidores
Diretor
Administrador do Emissor
Antonio Sergio Alfano
875.349.248-04
Controle
Controlada Direta
Diretor Geral
Pessoa Relacionada
Klabin Limited
Reinoldo Poernbacher
003.976.440-00
Controle
Controlada Direta
Observação
Administrador do Emissor
Exercício Social 31/12/2010
12.10 - Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outros
Cargo/Função
Identificação
CPF/CNPJ
Tipo de relação do Administrador com a
pessoa relacionada
Tipo de pessoa relacionada
PÁGINA: 162 de 280
Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
Versão : 4
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Arthur Canhisares
021.861.148-01
Controle
Controlada Direta
Administrador do Emissor
Diretor Industrial de Monte Alegre, Angatuba e Papéis Reciclados da Unidade de Negócios Klabin Papéis
Pessoa Relacionada
Ikapê Empreendimentos Ltda
81.399.230/0001-77
Pessoa Relacionada
Diretor
Observação
Observação
Diretor
Administrador do Emissor
Klabin Trade
Reinoldo Poernbacher
003.976.440-00
Controle
Controlada Indireta
Diretor Financeiro, de Planejamento e Relações com Investidores
Pessoa Relacionada
Diretor Geral
Observação
Antonio Sergio Alfano
875.349.248-04
Controle
Controlada Direta
Administrador do Emissor
Diretor
Diretor Geral
Reinoldo Poernbacher
003.976.440-00
Controle
Controlada Direta
Ikapê Empreendimentos Ltda
81.399.230/0001-77
Pessoa Relacionada
12.10 - Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outros
Cargo/Função
Identificação
CPF/CNPJ
Tipo de relação do Administrador com a
pessoa relacionada
Tipo de pessoa relacionada
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Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
Versão : 4
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Diretor de Operações
Paulo Roberto Petterle
175.309.207-82
Controle
Controlada Direta
Klabin do Paraná Produtos Florestais Ltda
76.171.479/0001-90
Pessoa Relacionada
Administrador do Emissor
Diretor
Observação
Diretor
Observação
Administrador do Emissor
Diretor Geral
Reinoldo Poernbacher
003.976.440-00
Controle
Controlada Direta
Ikapê Empreendimentos Ltda
81.399.230/0001-77
Klabin do Paraná Produtos Florestais Ltda
76.171.479/0001-90
Observação
Diretor
Pessoa Relacionada
Antonio Sergio Alfano
875.349.248-04
Controle
Controlada Direta
Administrador do Emissor
Pessoa Relacionada
Diretor Financeiro, de Planejamento e Relações com Investidores
Diretor
Klabin do Paraná Produtos Florestais Ltda
76.171.479/0001-90
Observação
12.10 - Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outros
Cargo/Função
Identificação
CPF/CNPJ
Tipo de relação do Administrador com a
pessoa relacionada
Tipo de pessoa relacionada
PÁGINA: 164 de 280
Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
Versão : 4
background image
Administrador do Emissor
Paulo Roberto Petterle
175.309.207-82
Controle
Controlada Direta
Pessoa Relacionada
Diretor Financeiro, de Planejamento e Relações com Investidores
Antas Serviços Florestais Ltda
76.171.453/0001-42
Observação
Diretor
Klabin do Paraná Produtos Florestais Ltda
76.171.479/0001-90
Pessoa Relacionada
Observação
Diretor
Diretor Industrial de Monte Alegre, Angatuba e Papéis Reciclados da Unidade de Negócios Klabin Papéis
Antonio Sergio Alfano
875.349.248-04
Controle
Controlada Direta
Arthur Canhisares
021.861.148-01
Controle
Controlada Direta
Administrador do Emissor
Observação
Diretor
Administrador do Emissor
Antas Serviços Florestais Ltda
76.171.453/0001-42
Reinoldo Poernbacher
003.976.440-00
Controle
Controlada Direta
Administrador do Emissor
Pessoa Relacionada
Diretor Geral
12.10 - Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outros
Cargo/Função
Identificação
CPF/CNPJ
Tipo de relação do Administrador com a
pessoa relacionada
Tipo de pessoa relacionada
PÁGINA: 165 de 280
Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
Versão : 4
background image
Paulo Roberto Petterle
175.309.207-82
Controle
Controlada Direta
Administrador do Emissor
Diretor de Operações
Centaurus Holdings S.A.
05.867.493/0001-85
Pessoa Relacionada
Centaurus Holdings S.A.
05.867.493/0001-85
Diretor Gerente
Observação
Observação
Arthur Canhisares
021.861.148-01
Controle
Controlada Direta
Administrador do Emissor
Diretor
Diretor de Operações
Pessoa Relacionada
Antas Serviços Florestais Ltda
76.171.453/0001-42
Pessoa Relacionada
Administrador do Emissor
Diretor Geral
Reinoldo Poernbacher
003.976.440-00
Controle
Controlada Direta
Observação
Pessoa Relacionada
Diretor Industrial de Monte Alegre, Angatuba e Papéis Reciclados da Unidade de Negócios Klabin Papéis
Diretor
Antas Serviços Florestais Ltda
76.171.453/0001-42
12.10 - Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outros
Cargo/Função
Identificação
CPF/CNPJ
Tipo de relação do Administrador com a
pessoa relacionada
Tipo de pessoa relacionada
PÁGINA: 166 de 280
Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
Versão : 4
background image
Paulo Roberto Petterle
175.309.207-82
Controle
Controlada Direta
Diretor de Operações
Administrador do Emissor
Observação
Observação
Diretor
Pessoa Relacionada
Klabin Forest Products Company
89.637.490/0001-45
Diretor
Diretor Financeiro, de Planejamento e Relações com Investidores
Antonio Sergio Alfano
875.349.248-04
Controle
Controlada Direta
Centaurus Holdings S.A.
05.867.493/0001-85
Pessoa Relacionada
Observação
Diretor Administrativo
Administrador do Emissor
Diretor Financeiro, de Planejamento e Relações com Investidores
Antonio Sergio Alfano
875.349.248-04
Controle
Controlada Direta
Klabin Forest Products Company
89.637.490/0001-45
Pessoa Relacionada
Administrador do Emissor
Observação
Diretor Financeiro
12.10 - Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outros
Identificação
CPF/CNPJ
Tipo de relação do Administrador com a
pessoa relacionada
Tipo de pessoa relacionada
Cargo/Função
PÁGINA: 167 de 280
Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
Versão : 4
background image
Pessoa Relacionada
Diretor Geral
Diretor
Klabin Limited
Observação
Reinoldo Poernbacher
003.976.440-00
Controle
Controlada Direta
Administrador do Emissor
Observação
Administrador do Emissor
Pessoa Relacionada
Klabin Argentina S.A.
Presidente
Diretor de Operações
Diretor
Administrador do Emissor
Paulo Roberto Petterle
175.309.207-82
Controle
Controlada Direta
Diretor Financeiro, de Planejamento e Relações com Investidores
Pessoa Relacionada
Klabin Limited
Antonio Sergio Alfano
875.349.248-04
Controle
Controlada Direta
Observação
Administrador do Emissor
Exercício Social 31/12/2009
12.10 - Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outros
Cargo/Função
Identificação
CPF/CNPJ
Tipo de relação do Administrador com a
pessoa relacionada
Tipo de pessoa relacionada
PÁGINA: 168 de 280
Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
Versão : 4
background image
Antonio Sergio Alfano
875.349.248-04
Controle
Controlada Direta
Administrador do Emissor
Diretor Financeiro, de Planejamento e Relações com Investidores
Pessoa Relacionada
Ikapê Empreendimentos Ltda
81.399.230/0001-77
Pessoa Relacionada
Diretor
Observação
Observação
Diretor
Administrador do Emissor
Klabin Trade
Antonio Sergio Alfano
875.349.248-04
Controle
Controlada Indireta
Diretor Geral
Pessoa Relacionada
Diretor Financeiro, de Planejamento e Relações com Investidores
Observação
Reinoldo Poernbacher
003.976.440-00
Controle
Controlada Direta
Administrador do Emissor
Diretor
Diretor Geral
Reinoldo Poernbacher
003.976.440-00
Controle
Controlada Indireta
Klabin Trade
Pessoa Relacionada
12.10 - Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outros
Cargo/Função
Identificação
CPF/CNPJ
Tipo de relação do Administrador com a
pessoa relacionada
Tipo de pessoa relacionada
PÁGINA: 169 de 280
Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
Versão : 4
background image
Diretor Financeiro, de Planejamento e Relações com Investidores
Antonio Sergio Alfano
875.349.248-04
Controle
Controlada Direta
Klabin do Paraná Produtos Florestais Ltda
76.171.479/0001-90
Pessoa Relacionada
Administrador do Emissor
Diretor
Observação
Diretor
Observação
Administrador do Emissor
Diretor Industrial de Monte Alegre, Angatuba e Papéis Reciclados da Unidade de Negócios Klabin Papéis
Arthur Canhisares
021.861.148-01
Controle
Controlada Direta
Ikapê Empreendimentos Ltda
81.399.230/0001-77
Klabin do Paraná Produtos Florestais Ltda
76.171.479/0001-90
Observação
Diretor
Pessoa Relacionada
Reinoldo Poernbacher
003.976.440-00
Controle
Controlada Direta
Administrador do Emissor
Pessoa Relacionada
Diretor Geral
Diretor
Ikapê Empreendimentos Ltda
81.399.230/0001-77
Observação
12.10 - Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outros
Cargo/Função
Identificação
CPF/CNPJ
Tipo de relação do Administrador com a
pessoa relacionada
Tipo de pessoa relacionada
PÁGINA: 170 de 280
Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
Versão : 4
background image
Administrador do Emissor
Antonio Sergio Alfano
875.349.248-04
Controle
Controlada Direta
Pessoa Relacionada
Diretor Geral
Antas Serviços Florestais Ltda
76.171.453/0001-42
Observação
Diretor
Klabin do Paraná Produtos Florestais Ltda
76.171.479/0001-90
Pessoa Relacionada
Observação
Diretor
Diretor de Operações
Reinoldo Poernbacher
003.976.440-00
Controle
Controlada Direta
Paulo Roberto Petterle
175.309.207-82
Controle
Controlada Direta
Administrador do Emissor
Observação
Diretor
Administrador do Emissor
Klabin do Paraná Produtos Florestais Ltda
76.171.479/0001-90
Arthur Canhisares
021.861.148-01
Controle
Controlada Direta
Administrador do Emissor
Pessoa Relacionada
Diretor Industrial de Monte Alegre, Angatuba e Papéis Reciclados da Unidade de Negócios Klabin Papéis
12.10 - Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outros
Cargo/Função
Identificação
CPF/CNPJ
Tipo de relação do Administrador com a
pessoa relacionada
Tipo de pessoa relacionada
PÁGINA: 171 de 280
Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
Versão : 4
background image
Reinoldo Poernbacher
003.976.440-00
Controle
Controlada Direta
Administrador do Emissor
Diretor Geral
Centaurus Holdings S.A.
05.867.493/0001-85
Pessoa Relacionada
Antas Serviços Florestais Ltda
76.171.453/0001-42
Diretor
Observação
Observação
Paulo Roberto Petterle
175.309.207-82
Controle
Controlada Direta
Administrador do Emissor
Diretor
Diretor Financeiro, de Planejamento e Relações com Investidores
Pessoa Relacionada
Antas Serviços Florestais Ltda
76.171.453/0001-42
Pessoa Relacionada
Administrador do Emissor
Diretor Industrial de Monte Alegre, Angatuba e Papéis Reciclados da Unidade de Negócios Klabin Papéis
Arthur Canhisares
021.861.148-01
Controle
Controlada Direta
Observação
Pessoa Relacionada
Diretor de Operações
Diretor
Antas Serviços Florestais Ltda
76.171.453/0001-42
12.10 - Relações de subordinação, prestação de serviço ou controle entre administradores e controladas, controladores e outros
Cargo/Função
Identificação
CPF/CNPJ
Tipo de relação do Administrador com a
pessoa relacionada
Tipo de pessoa relacionada
PÁGINA: 172 de 280
Formulário de Referência - 2011 - KLABIN S.A.
Versão : 4
background image
Paulo Roberto Petterle
175.309.207-82
Controle
Controlada Direta
Diretor de Operações
Administrador do Emissor
Observação
Observação
Diretor
Pessoa Relacionada
Ikapê Empreendimentos Ltda
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