Endividamento e aplicações financeiras

O endividamento bruto em 30 de setembro era de R$ 17.368 milhões, estável em relação ao valor verificado ao final de junho. Da dívida total, R$ 12.114 milhões, ou 70% (US$ 3.727 milhões) são denominados em dólar, substancialmente pré-pagamentos de exportação.

Mesmo com gastos de investimentos ainda referentes ao Projeto Puma, o caixa e as aplicações financeiras da Companhia encerraram o 3T16 em R$ 5.895 milhões, mesmo nível verificado ao final do 2T16, efeito da geração de caixa da Companhia e da captação de novas linhas de financiamento. Esse valor equivale às amortizações de financiamentos a vencer nos próximos 29 meses.

Os investimentos de R$ 552 milhões efetuados no período foram compensados pela geração de caixa da Klabin, e o endividamento líquido consolidado em 30 de setembro de 2016 totalizou R$ 11.473 milhões, mesmo nível verificado em 30 de junho de 2016. Desta forma, a relação dívida líquida / EBITDA ajustado teve uma pequena redução de 5,2 vezes ao final do 2T16 para 5,1 vezes ao término do 3T16. Vale lembrar que ainda restam aproximadamente R$ 167 milhões de desembolsos de investimentos referentes à Unidade Puma, mas por outro lado a geração de caixa advinda da nova fábrica tende a acelerar o processo de desalavancagem da Companhia.

O prazo médio de vencimento dos financiamentos manteve-se estável, e ao final do 3T16 era de 44 meses, sendo 40 meses para os financiamentos em moeda local e 47 meses para os financiamentos em moeda estrangeira. A dívida de curto prazo ao final do trimestre correspondia a 15% do total e o custo médio dos financiamentos em moeda local era de 9,9% a.a. e em moeda estrangeira de variação cambial acrescida de 4,6% a.a..

Última atualização em 2016-10-27T09:49:47