Endividamento e aplicações financeiras

O endividamento bruto em 31 de dezembro era de R$ 18.469 milhões. Da dívida total, R$ 13.132 milhões, ou 71% (US$ 4.029 milhões) são denominados em dólar, substancialmente pré-pagamentos de exportação. O prazo médio de vencimento dos financiamentos manteve-se estável, e ao final do 4T16 era de 43 meses, sendo 39 meses para os financiamentos em moeda local e 46 meses para os financiamentos em moeda estrangeira. A dívida de curto prazo ao final do trimestre correspondia a 15% do total e o custo médio dos financiamentos em moeda local era de 9,3% a.a. e em moeda estrangeira de variação cambial acrescida de 4,7% a.a..

O caixa e as aplicações financeiras da Companhia encerraram o 4T16 em R$ 6.464 milhões, R$ 569 milhões maior do que o verificado ao final do 3T16, efeito da geração de caixa da Companhia e da captação de novas linhas de financiamento. Esse valor equivale às amortizações de financiamentos a vencer nos próximos 30 meses.

O endividamento líquido consolidado em 31 de dezembro de 2016 totalizou R$ 12.005 milhões, aumento de R$ 532 milhões em relação ao verificado em 30 de setembro de 2016, explicado principalmente pelos investimentos ainda decorrentes da construção da Unidade Puma e das aquisições das novas plantas de papelão ondulado, e pela opção de não fazer operações de vendas de recebíveis no mercado interno no período. Em relação ao final de 2015, com a valorização do real entre os períodos de comparação, o endividamento líquido foi R$ 406 milhões menor. Desta forma, a relação dívida líquida / EBITDA ajustado fechou o ano em 5,2 vezes, em linha com o 3T16 e 1,1 vezes menor se comparada ao valor de final de 2015.

Última atualização em 2017-02-01T11:10:44